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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

#Shopping - Eu fui aos Saldos em 2019


#Shopping - Eu fui aos Saldos em 2019 Compras na C&A, na Belissima, na Primark e na Women'Secret

Quem não gosta de um belo post de compras? Eu confesso que gosto muito de ver o que as meninas andam a comprar por essas lojas a fora e, dada a popularidade dos que tenho feito, parece-me que tu também gostas de ver os meus achados em cada época de Saldos. Pois que 2019 não é excepção e voltei a dedicar-me à busca das melhores pechinchas, tendo encontrado algumas coisas bem interessantes e que sempre fazem falta no armário de qualquer mulher. 

São precisamente essas pechinchas que irei compilar hoje ao mostrar-te as peças que enriqueceram o meu guarda-roupa. Foram compradas em lojas diferentes, mas irei nomeá-las conforme forem aparecendo nas respectivas fotos. Como vem sendo hábito, a maioria foi comprada na Primark, loja do demónio para nos fazer gastar dinheiro, mas outras lojas habituais também irão marcar presença. 

Podes ver também o que comprei no ano passado na C&A e Vilanova.

Agora, chega de conversa e vamos passar ao que interessa: as fotos das minhas compras! Vens comigo? 

C&A + Belissima


#Shopping - Eu fui aos Saldos em 2019 Compras na C&A, na Belissima, na Primark e na Women'Secret

Calças C&A - 9€
Mala Belissima - 22,99€

Women'Secret


#Shopping - Eu fui aos Saldos em 2019 Compras na C&A, na Belissima, na Primark e na Women'Secret

Robe - 16,99€

#Shopping - Eu fui aos Saldos em 2019 Compras na C&A, na Belissima, na Primark e na Women'Secret

Soutien bolas - 4,99€
Soutien flores - 7,99€

Podes ver também o que comprei em 2018 na Primark e Women'Secret

Primark 


#Shopping - Eu fui aos Saldos em 2019 Compras na C&A, na Belissima, na Primark e na Women'Secret

Calças azuis - 6€
Calças vermelhas - 5€

#Shopping - Eu fui aos Saldos em 2019 Compras na C&A, na Belissima, na Primark e na Women'Secret

Calças - 8€/cada

#Shopping - Eu fui aos Saldos em 2019 Compras na C&A, na Belissima, na Primark e na Women'Secret

Pack meias - 2€/cada

#Shopping - Eu fui aos Saldos em 2019 Compras na C&A, na Belissima, na Primark e na Women'Secret

Pijamas - 4€/cada

#Shopping - Eu fui aos Saldos em 2019 Compras na C&A, na Belissima, na Primark e na Women'Secret

Sabrinas - 3€

Que me dizes das minhas compras nos Saldos de 2019? Qual a tua peça favorita? E que achados fizeste tu nestes Saldos?

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

#Filmes - Marie Antoinette


#Filmes - Marie Antoinette

Sinopse

A princesa austríaca Maria Antonieta é enviada ainda adolescente à França para se casar com o príncipe Luís XVI, como parte de um acordo entre os países. Na corte de Versalles ela é envolvida em rígidas regras de etiqueta, ferrenhas disputas familiares e fofocas insuportáveis, mundo em que nunca se sentiu confortável. Praticamente exilada, decide criar um universo à parte dentro daquela corte, no qual pode se divertir e aproveitar a sua juventude. Só que, fora das paredes do palácio, a revolução não pode mais esperar para explodir. 

Opinião

E como o prometido é devido, cá estou para comentar o filme que sugeri na última A Banda Sonora da Semana, rubrica onde me proponho a lançar algumas sugestões para inspirar o início de cada semana e alegrar um dia que por si só é aborrecido.

Este é um filme de 2006 que se propõe a contar a história de Maria Antonieta, uma princesa austríaca que se tornou na última rainha da França. Apesar da história desta menina ser trágica, o filme não tem nada ares de tragédia. É um filme repleto de cores vibrantes, cheio de vestidos coloridos, plumas e doces de deixar água na boca.

O retrato da corte francesa naquela época é-nos apresentado como ridículo, tantos são os protocolos a que os delfins, depois coroados reis, estão sujeitos. A quantidade de pessoas que os rodeia em todos os momentos é angustiante, e aquele hábito de ficar a ver os monarcas enquanto tomam as suas refeições é algo absolutamente estranho. Parecem animais de circo, que a nobreza vai ver para criticar o comportamento.

Os vestidos de Maria Antonieta são verdadeiras obras de arte, bem como o cabelo que utiliza cada vez mais alto. A forma como, ao se tornar rainha, começa a formar uma corte mais de acordo com a sua natureza, e os divertimentos onde ocupa o seu tempo, não conseguem colmatar as falhas do seu casamento. Apesar da sua beleza e juventude, o seu marido não parece interessado em consumar o casamento, tarefa essencial para quem pretende ter um herdeiro para o trono.

Muitos anos se passam desde o casamento oficial até ao momento em que se tornam, de facto, marido e mulher. A partir desse momento, começaram a chegar os filhos tão desejados pela coroa francesa. No entanto, nunca nos são apresentados como um casal apaixonado. O rei parece sentir-se assoberbado pela tarefa que tem em mãos, a de governar a França num período tão complicado. A rainha passa o seu tempo a divertir-se com os amigos, em festas constantes e jogos onde se perdia cada vez mais dinheiro.

Apesar dos acontecimentos históricos da época serem repletos de interesse, o filme acaba por se tornar um tanto ou quanto aborrecido. A narrativa é lenta, com muita cor e música ruidosa, mas com diálogos pouco interessantes e com pouco conteúdo. No fundo, penso que o filme fica aquém das expectativas que dele tinha. Esperava mais e melhor e não foi isso que vi.

Embora não tenha caído no cliché de apresentar estes últimos monarcas franceses como gente que não se importava com o que se passava ao seu povo. Apresenta Luís XVI e a sua esposa como jovens perdidos e sem talento para exercer os cargos que lhes foram atribuídos. Mais preocupados com as aparências do que com o real propósito que encerra a governação. E foi isso que ditou o seu fracasso e o seu destino.

Em suma, é um filme visualmente bonito. Tanto nos figurinos como por se passar no espectacular Palácio de Versalles, local que visitei e onde me deslumbrei. Com um cenário como este, seria impossível não ficar preso pela beleza que emana do ecrã. Só lamento que o enredo tenha sido pouco desenvolvido e os diálogos tão pobres.

E tu, já viste o filme Marie Antoinette? O que achaste deste filme? Concordas com a minha opinião ou nem por isso? 

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

#Livros - O Codex 632, de José Rodrigues dos Santos


#Livros - O Codex 632, de José Rodrigues dos Santos

Sinopse

Uma mensagem enigmática foi encontrada entre os papéis que um velho historiador deixara no Rio de Janeiro antes de morrer. Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em criptanálise e línguas antigas, foi contratado para descodificar esta estranha cifra. Mas o mistério que ela encerrava revelou estar para além da sua imaginação, lançando-o inesperadamente na pista do mais bem guardado segredo dos Descobrimentos:  a verdadeira identidade e missão de Cristóvão Colombo. 

Baseado em documentos históricos genuínos, O Codex 632 transporta-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, numa aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, num autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade. 

Opinião

Ora aqui está um dos poucos livros que ainda faltavam para completar a minha colecção de livros escritos por José Rodrigues dos Santos. Ainda por cima, trata-se do livro onde nos é apresentado, pela primeira vez, o personagem mais icónico do autor, Tomás Noronha. É ainda o retrato de um homem de família, casado, com uma filha pequena e a consolidar a sua carreira como professor e especialista na sua área. Apesar deste retrato tão distante do Tomás dos livros mais recentes, é interessante conhecer o seu passado e perceber as influências que determinam algumas das suas decisões. 

Por outro lado, já sabia que este era um livro sobre Cristóvão Colombo e não estava de forma alguma em condições de perceber que mistérios assim tão interessantes poderiam existir sobre essa personagem histórica que todos conhecemos dos livros de História. Isto só demonstra a minha ingenuidade e o quanto estou longe de saber o que de verdade aconteceu na época de glória que foi a dos Descobrimentos. 

É uma era de ouro na História de Portugal, mas está também envolta em inúmeros mistérios e perguntas sem resposta aparente. Afinal, como um país pequeno, sem população para povoar o território que já tinha, e sem poder económico foi capaz de se aventurar pelo mar, chegando muito além da imaginação dos mais ilustres da época? Um feito desta dimensão, dadas as circunstâncias, foram obra de muito conhecimento técnico e de muita diplomacia, certamente. 

Escusado será dizer que não é a este grande mistério que se pode encontrar respostas neste livro. Aqui são feitas muitas perguntas como as que fiz anteriormente mas, acima de tudo, põe em causa as teorias que colocam Colombo como italiano. Uma empreitada complexa que leva Tomás a viajar, entre outros locais, por Génova e Castela, na busca por pistas que determinem de onde surgiu o navegador e os propósitos que o levaram a convencer Isabel de Castela a procurar a Índia seguindo em frente, em vez de contornar o continente africano, como os portugueses já sabiam que seria o caminho mais próximo. 

Sem sequer pensar nas provas factuais, os inúmeros indícios duvidosos são mais que muitos e levantam muitas dúvidas sobre o papel de Colombo em Castela e as suas ligações com os reis de Portugal. A sua vida em Itália está repleta de contradições e o caminho que o leva até Portugal é envolto em mistério. Por cá, casou e teve um filho que, depois de ter ficado viúvo, levou para Castela. 

O problema é a falta de documentos originais com informações sobre esta personagem que ficou famoso por ser o descobridor da América, ao serviço de Espanha. Os que chegaram aos de hoje são referências de pessoas que não conheceram o navegador pessoalmente ou cópias de manuscritos da sua época, tendo-se perdido o rasto ao original. Os próprios restos mortais que se encontram em Sevilha, provavelmente não serão os de Cristóvão Colombo, perdidos ficaram nas sucessivas transladações ao longo dos séculos. 

No meio desta investigação inesperada e que o tira da rotina, Tomás vive outros problemas. Afinal, nem só dos Descobrimentos e dos Templários (sim, Liliana, os Templários são muito importantes neste livro!) vive este romance. Ao longo da trama somos confrontados com Trissomia 21, as expectativas dos pais em relação aos filhos, um casamento desgastado, adultério, intrigas e jogos de poder. Enfim, só ingredientes para tornarem este livro ainda mais interessante e prender a nossa atenção até ao derradeiro final. 

Não posso ignorar também as passagens que acontecem na fantástica Quinta da Regaleira, em Sintra. Um lugar mágico que tive oportunidade de visitar e que aconselho como obrigatório a todos que possam lá ir. E se depois de ler este livro não ficares com um desejo enorme de lá ir, não creio que nada te possa convencer. 

Este é um livro imperdível para todos os fãs deste autor, para os curiosos sobre os Descobrimentos e para todos os apaixonados por mistérios. Aqui se inicia um protagonista de muitos dos livros que se seguiram e que, além de entreter, nos apresentam lições sobre os mais variados temas e sobre diferentes áreas do conhecimento. 

Já tinhas lido o primeiro romance com Tomás de Noronha? O que pensas sobre o mistério das origens de Cristóvão Colombo?

"Inalou com prazer o odor quente e adocicado do papel velho, um cheiro a que havia muito se habituara nas bibliotecas e do qual não prescindia já; era este o seu oxigénio; aquele ar que vinha do passado, um viajante invisível e misterioso que cruzara o tempo com notícias do que já não existia, constituía a origem da sua inspiração e o destino da sua vida."

"É isso, afinal de contas, a Quinta da Regaleira. Um livro esculpido na pedra. É fácil queimar um livro de papel ou rasgar uma pintura na tela, mas é bem menos fácil demolir uma propriedade inteira."

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto em cartão e portes grátis. 

Outros livros de José Rodrigues dos Santos com opinião publicada:


sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Chegada aos 33, a idade de Cristo


Chegada aos 33, a idade de Cristo

Como é possível que o tempo passe desta forma tão abrupta e sem pedir licença? Ainda ontem estava a fazer vinte e cinco anos e, sem que me fosse pedida a opinião, já estou a celebrar os trinta e três! Tal como aconteceu no ano passado, este é um dia em que gosto de reflectir no que tenho feito da vida e fazer planos para o futuro.

Já todos sabem que sou avessa a celebrações, muito embora os meus amigos não permitam que me esqueça que é dia de festa. Este ano, o balanço de 2018 e as resoluções para 2019 já estão feitas e estão à disposição de todos que queiram ler. O facto de o fazer publicamente ajuda a aumentar a responsabilidade e o esforço, além de preservar por mais tempo a determinação necessária para a sua realização.

Como essa parte já está por escrito, só me resta dedicar-me a preparar a minha pessoa para ir jantar com os amigos e tentar ignorar a nostalgia que, regra geral, se abate sobre mim neste dia. Esta noite só me quero divertir e deixar os pensamentos inoportunos para outro dia. A parte chata é ter de ir trabalhar amanhã, problema sobre o qual não me quero debruçar agora.

Hoje quero receber os trinta e três com honras e muito alegria, rodeada de amigos verdadeiros, num dos meus restaurantes favoritos e sem pensar em problemas de qualquer espécie. Só não consigo deixar de estar curiosa para saber o que me reserva este trigésimo terceiro aniversário e o que poderá acontecer nos próximos meses.

Vamos tratar de viver em vez de perder tempo a pensar no que viver e vou começar hoje mesmo. Que venham os 33 e tudo de bom que estiver para vir! 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

#Travel - O que quero ver em Milão


#Travel - O que quero ver em Milão

Desde Julho de 2018 que não me dedicava a sonhar com os meus destinos de sonhos e a procurar lugares essenciais que quero muito visitar. Deduzo que tenha a ver com o esmorecimento das minhas intenções reais de viajar no ano passado, coisa que pretendo planear com mais cuidado e dedicação para que de 2019 não passe, pelo menos, uma viagem para algum lugar fora de portas, seja ele qual for. 

Como tal, vamos regressar a esta rubrica com um destino que também se encontra no meu Top 10 Cidades Europeias a visitar num dos países que mais me apaixona neste continente. Refiro-me a Milão, uma cidade icónica do mundo da moda mas não apenas isso. Aliás, Itália deve ter a maior concentração de cidades interessantes do mundo. Agora, vens comigo descobrir o que quero ver em Milão?

1. Duomo de Milão + Museo del Duomo


#Travel - O que quero ver em Milão Duomo de Milão

Entrada gratuita
Taxa 2€ para tirar fotos

2. Museo del Novecento


#Travel - O que quero ver em Milão Museo del Novecento

3. Palazzo Reale


#Travel - O que quero ver em Milão Palazzo Reale

4. Galeria Vittorio Emanuele II


#Travel - O que quero ver em Milão Galeria Vittorio Emanuele II

5. Castelo Sforzesco 


#Travel - O que quero ver em Milão Castelo Sforzesco

6. Navigli 


#Travel - O que quero ver em Milão Navigli

7. Museu Poldi Pezzoli


#Travel - O que quero ver em Milão Museu Poldi Pezzoli

8. Convento de Santa Maria della Grazie (A Última Ceia) 


#Travel - O que quero ver em Milão Convento de Santa Maria della Grazie

Para ver A Última Ceia reserva com antecedência

9. Tour Teatro alla Scala + Museu Scala


#Travel - O que quero ver em Milão Teatro alla Scala

10. Biblioteca Ambrosiana


#Travel - O que quero ver em Milão Biblioteca Ambrosiana

Muitas companhias low-cost viajam para Milão a partir dos aeroportos portugueses e praticam preços bem simpáticos, basta para isso que estejas atento às promoções. Por exemplo, na simulação que fiz para o mês de Maio, a viagem de ida e volta não chegava aos 30€ e em voos directos com horários que permitem aproveitar bastante o dia de chegada e ainda o dia da partida.

No que toca a alojamento, já sabes que a minha recomendação é sempre o Airbnb, onde podes escolher a opção que mais se adequa ao que pretendes e ao número de pessoas que vão viajar. Além disso, se te inscreveres através do meu link, ganhas um crédito de 30€ para gastares na tua primeira reserva.

O que tens a dizer sobre as minhas sugestões para Milão? Esqueci-me de alguma coisa imperdível? Deixa o teu comentário e partilha connosco as tuas dicas para esta cidade de sonho. E não te esqueças de partilhar este post com aqueles amigos que estão a pensar onde ir nestas férias, sim? 

Lê também o que quero ver em:


terça-feira, 22 de janeiro de 2019

#Livros - O Mapa de Ossos, de James Rollins


#Livros - O Mapa de Ossos, de James Rollins

Sinopse

Alguns segredos deveriam permanecer enterrados... Durante um serviço religioso apinhado numa catedral da Alemanha, intrusos armados com vestes de monges desencadeiam um pesadelo de sangue e destruição. Não vão à procura de ouro, mas sim de algo bem mais valioso: os ossos dos Magos que prestaram homenagem ao Salvador... um tesouro que pode dar novos contornos ao mundo. 

Com o Vaticano em tumulto, a Sigma Force de Grayson Pierce entra em acção, buscando um antigo mistério que percorre as Sete Maravilhas do Mundo e termina à porta de uma ordem secreta antiga, mística e aterradora. Porque são estes que têm planos para as relíquias roubadas e alterar assim o futuro da humanidade... quando a ciência e a religião se unem para libertar um horror que não se via  desde as origens do tempo...

Opinião

No âmbito da minha resolução de ler, em ordem cronológica, os livros de James Rollins relativos à Força Sigma e que, felizmente, se encontram todos publicados em Portugal e até estão a ser reeditados os que já se encontravam esgotados, venho partilhar a minha opinião sobre o segundo volume desta saga.

Mais uma vez, quero deixar claro que não existe necessidade de ler por ordem ou obrigação de ler todos os livros. Da minha experiência, a trama é perfeitamente compreensível de forma individual, apenas ganha valor pelos pormenores que se apreende volume após volume. Principalmente no que toca aos personagens permanentes, as ligações do seu passado e mesmo entre si são reveladas no decorrer do desenvolvimento da própria saga o que só enriquece o enredo e a vontade de continuar a ler mais e mais.

Aqui, tudo começa com um massacre ocorrido durante uma Missa numa Catedral alemã, onde a causa da morte parecia um mistério impossível de explicar devidamente e onde o relato do único sobrevivente só aumentava as dúvidas do que, de facto, causou a morte de todos os fiéis. E para adensar o mistério, foram roubados os ossos dos Magos que se encontravam guardados na Catedral. Não o ouro precioso que o guardava, apenas os ossos.

É assim que os investigadores americanos são chamados a intervir para ajudar a desvendar este grande mistério, impedindo que os ladrões sejam bem sucedidos nos seus propósitos e antevendo o caminho complexo que se abre através dos ossos. Deste modo, unem os seus esforços aos do Vaticano, levando consigo dois agentes italianos para completar a equipa.

Através desta aventura, somos levados numa viagem incrível por lugares marcantes e por personagens históricos conhecidos de todos nós. O maior exemplo é o de Alexandre, o Grande, peça fundamental em todo a trama e que parece ter conhecido de perto o enigma encerrado nos ossos, que na verdade são um mapa que leva a tesouros perdidos no tempo e preservados por um grupo que, sabendo dos seus poderes, os escondeu das mãos perigosas de quem os queria usar apenas para proveito próprio.

Do lado do inimigo encontra-se uma seita secreta, perigosa e sem escrúpulos. Dispostos a tudo para reclamar para si o prémio e alcançar com ele o poder que acreditam ser seu por direito. Reúnem a todas estas características simpáticas, mentes brilhantes e capazes que conseguiram desvendar a ponta do véu que lhes permitiu iniciar a sua busca, agarrando a peça que lhes abriria o caminho.

Devo dizer que a leitura deste livro, tal como aconteceu com os anteriores, foi compulsiva. A vontade de ler mais um capítulo e depois mais outro é impossível de combater. O que impede de se ler este livro de uma só vez é o seu tamanho e o facto de a malta ter de dormir para ir trabalhar no dia seguinte, o que é uma chatice. Mas ter de parar custava tanto que até adormecer em seguida era tarefa difícil tamanha era a curiosidade.

Este é um livro que muito fala de Alquimia, profundamente ligada que está aos problemas que a Força Sigma tem entre mãos, e mal pude conter o meu entusiasmo quando encontrei o nome de Nicolas Flamel! Sei que para as pessoas normais este nome pode não ter significado algum, mas todo e qualquer fã de Harry Potter que se preze não pode ficar indiferente a este nome, não é verdade?

Tenho também de assumir que este deverá ser, com toda a certeza, o livro de Rollins que mais gostei até ao momento. E esta preferência estará relacionada com os muitos segredos do Vaticano e de personagens bíblicas, bem como pelo muito que se fala de Alexandre, o Grande. Só estes dois ingredientes, que nem precisam estar juntos, costumam ser suficientes para me convencer a ler um livro e a gostar da leitura.

Assim, para quem ainda não leu nada da Força Sigma e gosta deste tipo de temas, talvez seja uma boa opção começar pelo segundo volume, O Mapa dos Ossos. No entanto, acredito que este é um livro que fará as delícias de todos os que gostam de livros de aventuras e mistério, com muita tecnologia à mistura. Pela minha parte estou lançada e já estou em pulgas para pegar no próximo, A Ordem Negra.

Já te cruzaste com este autor nas tuas leituras? Qual o teu livro favorito de James Rollins?

"Ele era um homem com muitas contradições. (...) Dado a grandes fúrias, mas estratega ponderado. Inabalável nas suas amizades, mas mortal quando o traíam. Praticou a homossexualidade, mas casou com uma bailarina persa e com a filha do rei persa, com a ideia de unir a Pérsia e a Grécia."

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto em cartão e portes grátis, ou a versão inglesa na Book Depository, com portes grátis para todo o mundo.

Outros livros de James Rollins com opinião publicada


A Cidade Perdida
A Herança de Judas

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

A Banda Sonora da Semana #38


A Banda Sonora da Semana #38 com um livro de George Orwell, um filme de Sofia Coppola e música de Jacques Brel

No final desta semana ficarei mais velha, coisa desagradável, eu sei, mas ninguém que queira viver se livra do passar dos anos e dessa contagem obrigatória. Eu continuo sem gostar de festejar e considero que esse dia é o verdadeiro início do meu novo ano e o momento em que faço o meu balanço pessoal, tomando consciência do ponto onde me encontro e do que quero ainda fazer com a minha vida. Os sonhos que ainda quero sonhar, os projectos que quero começar, os lugares que quero conhecer, as paixões que quero viver. Ainda não concordo com essa coisa de que os trinta são os novos vinte, mas até ao momento tem sido agradável atravessar esta fase. O que ainda me reservarão os trinta? 

Efemérides de 21 de Janeiro


1793 - O rei deposto, Luís XVI de França é executado na guilhotina. 
1863 - É fundada a empresa automobilística Opel. 
1338 - Nasceu Carlos V de França.
1905 - Nasceu Christian Dior, estilista francês. 
1924 - Morreu Vladimir Lenin, primeiro-ministro da União Soviética. 
1950 - Morreu George Orwell, escritor e autor britânico. 

A Banda Sonora da Semana #38 com um livro de George Orwell, um filme de Sofia Coppola e música de Jacques Brel

Como vem sendo hábito, vamos começar pelo livro. Voltamos a um autor que já aqui tinha sido sugerido e cuja opinião publiquei aqui. Depois de ter lido e adorado o seu livro mais famoso, fiquei com muita vontade de ler outras coisas de George Orwell. Deste modo, aqui fica a sugestão para uma próxima leitura de uma alegoria, A Quinta dos Animais. Consideras uma boa opção? 

A Banda Sonora da Semana #38 com um livro de George Orwell, um filme de Sofia Coppola e música de Jacques Brel

É impossível falar de Luís XVI de França sem pensar na sua famosa esposa e por isso logo me lembrei, quando vi o nome do monarca francês, deste filme que ando para ver e constantemente adio de forma vergonhosa. Já viste este filme de Sofia Coppola? Vou procurar vê-lo nos próximos dias e em breve conto-te de minha justiça! 


E com tantos franceses em destaque, tinha de escolher uma música francesa para nos acompanhar durante esta semana. Confesso que não conheço nada da música francesa da actualidade, por isso decidi escolher um clássico. Quem não conhece Jacques Brel? E quem lhe resiste??

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Uma noite com... #155


Uma noite com... #155 com Tiago Teotónio Pereira

Uma noite com... #155 com Tiago Teotónio Pereira

Uma noite com... #155 com Tiago Teotónio Pereira

Uma noite com... #155 com Tiago Teotónio Pereira

Uma noite com... #155 com Tiago Teotónio Pereira

Uma noite com... #155 com Tiago Teotónio Pereira

Uma noite com... #155 com Tiago Teotónio Pereira

Uma noite com... #155 com Tiago Teotónio Pereira

Uma noite com... #155 com Tiago Teotónio Pereira

Tiago Teotónio Pereira
Mais um gato que anda a mostrar o seu talento para abanar o corpinho no Dança com as Estrelas, na TVI.

Podes ver os gatos das semanas anteriores aqui.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

És de Esquerda ou de Direita?


És de Esquerda ou de Direita?

Em 2019 os actos eleitorais irão marcar presença de forma muito marcada e com importantes decisões que todos precisamos tomar. Sem referir as eleições da Madeira, por serem locais, vamos começar por eleger os deputados para o Parlamento Europeu, em Maio, e iremos terminar o ano com as eleições para eleger o próximo Governo, em Outubro. 

Como sabes, tenho muito interesse pelos assuntos da política porque são os políticos e as suas decisões que influenciam a vida e o país que temos na grande maioria das vezes e não gosto de viver alheada dessa realidade nem me demitir dos meus direitos e obrigações no que toca a eleger quem me governa. Aliás, foi isso mesmo que defendi aqui, quando defendi a importância de ir votar, cumprindo um direito que foi conquistado por gerações de pessoas que, na sua época, não podiam exercer este direito que agora achamos que está garantido.

Relativamente à política, também reflecti um pouco sobre o que leva a que os políticos queiram vencer as eleições e sobre as motivações que deveriam estar presentes em cargos de tamanha importância. E apesar das discussões que andam por aí, muito relacionadas com a crise na Direita e, mais concretamente, no PSD, não é disso que quero falar hoje.

O meu foco não está preso nos políticos, desta vez. Quero me focar nos eleitores, em todos nós, pessoas com idade de votar e de tomar decisões importantes para o país. Quero ponderar nos motivos que nos levam a optar por um candidato ou por um partido. Será que ainda faz sentido pensar em Esquerda e Direita?

Eu admito que me considero muito mais de Direita do que de Esquerda. Sobretudo, porque defendo que o Estado deve ser mais pequeno e ter menos participação como dono de empresas e mais como regulador do que as empresas podem ou não fazer, sem ser uma parte interessada nos negócios. Além disso, também não demonizo os patrões, que criam riqueza e postos de trabalho. Claro que, com isto, não estou a defender quem explora os empregados nem a diminuir os direitos dos trabalhadores, tão duramente conquistados.

Por outro lado, não sou uma pessoa conservadora e não defendo muitas das posições que são, regra geral, atribuídas a pessoas de Direita. Nunca fui contra a despenalização do aborto, ou contra a legalização do casamento homossexual ou contra a adopção por esses mesmos casais. Só para dar alguns exemplos, está bom de ver.

E é por não me sentir totalmente representada por esta dicotomia que separa Esquerda e Direita, que penso que esta separação está a ficar obsoleta e não cria identificação com os eleitores, pelo menos, não com aqueles que pensam pela sua cabeça e não seguem uma cartilha sem dela fazer reais julgamentos.

Ainda por cima, parece-me que se debate de forma muito fraquinha em Portugal. Ouve-se muita gente falar do que quer para o país, que até acaba por ser transversal, mas pouco debate concreto sobre as medidas que defendem como forma de chegar e alcançar esse objectivo. Chego a pensar que os políticos sentem que não precisam de se esforçar com debates sérios porque ninguém está verdadeiramente interessado. Como se o que interessasse fosse a análise feita pelos jornalistas e comentadores políticos que irá surgir na comunicação social no dia seguinte.

A dúvida que fica é saber se temos políticos medíocres porque somos eleitores desinteressados, ou somos eleitores desinteressados porque temos políticos medíocres. Parece uma pescadinha de rabo na boca que não há forma de combater. Como resolver este problema e atrair pessoas de valor e com valores para os cargos políticos?

De qualquer modo, penso que a abstenção não é a solução, meus amigos. Até porque ir votar não te obriga a votar em ninguém, se não tens um candidato que te represente. Podes votar em branco e com isso manifestar devidamente o teu desagrado, se for caso disso. Só assim podes reclamar do estado a que chegou o país e da forma irresponsável como nos governam.

Agora conta-me, ainda te sentes representado pela ideia de Esquerda e Direita? Vais votar nas próximas eleições ou tens coisas melhores para fazer? Partilha o que pensas nos comentários e vamos debater ideias, coisa saudável e rara nos dias que correm. 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

#Review - Sea Box by Vivadogs


#Review - Sea Box by Vivadogs

Hoje tenho o prazer de te apresentar uma opção para seres surpreendida e mimares, ao mesmo tempo, o teu animal de estimação. Falo especificamente dos cães lá de casa que adoram receber brinquedos novos, snacks diferentes e ainda contém um produto de higiene, que os donos agradecem. Gostas desta ideia? 

Pois que descobri, por acaso, entre os anúncios que o Facebook teima em nos mostrar, este site e, como pessoa curiosa que sou, decidi ir dar uma vista de olhos e ver melhor do que se tratava. Afinal, tanto se fala de caixas de beleza e de maquilhagem que subscrevemos e recebemos produtos surpresa em casa. Já ouvi falar, inclusivamente, de caixas de livros, conceito que ainda não chegou a Portugal. Agora uma caixa com produtos para os nossos lindos cachorros desconhecia a existência. 

#Review - Sea Box by Vivadogs

A verdade é que, depois de visitar o site da Vivadogs, fiquei rendida ao conceito e tratei logo de aproveitar o voucher que me dava 50% de desconto na minha primeira encomenda. A encomenda segue sempre no final de cada mês, sendo que, se encomendares antes de dia 25, a tua primeira caixa chega no próprio mês. Se encomendares depois de dia 25, recebes no final do mês seguinte. 

#Review - Sea Box by Vivadogs

Os portes de envio são oferta e depois de confirmares a tua subscrição e forneceres alguns pormenores sobre o teu cão, só precisas de aguardar que a primeira caixa te chegue a casa. Como podes ver a caixa vem com muitos detalhes fofinhos e que nos derretem o coração. Aquele papel que protege os produtos é mesmo giro e vem tudo muito bem acondicionado. 

#Review - Sea Box by Vivadogs

Cada caixa tem uma temática e a que recebi estava sob o tema do Mar. Cada caixa traz cinco ou seis produtos, conforme decidires na subscrição. Eu optei pela opção mais simples e que contém dois brinquedos, dois snacks e um acessório. Desta forma, nesta box recebi um champô de maçã verde, um pacote de snacks para treinar cachorros - muito apropriados, por sinal -, uma embalagem de snack de pato e batata doce e os dois brinquedos que podem ver na foto. 

Dois brinquedos que foram divididos pelos meus dois cães. Claro que isto é muito bonito na teoria. Na prática um só quer o que o outro tem. E assim se vão entendendo na luta pela posse do brinquedo do momento. A sorte é que as brigas são pacíficas e servem mais como forma de brincadeira do que de conflito a sério. 

#Review - Sea Box by Vivadogs

Este é o Fofo a destruir com determinação o lindo sapo verde que recebeu. Devo dizer que este bicho é um destruidor nato e só encontrei uma bola que lhe sobrevivesse. Como tal, apesar de mais resistente que o outro, neste momento, do sapo já nada sobra. Ainda andou por aqui por casa umas fitas verdes que escaparam, mas quer-me parecer que agora já nada existe do querido sapo. 

#Review - Sea Box by Vivadogs

Esta é a criança da casa, o Talismã, e que se entreteve a brincar com o tronco que, como dá para ver na foto, já se encontrava um tanto ou quanto danificado. Pois que não chegou inteiro ao final do dia. O Fofo desfez o tronco em mil pedaços e acabaram a lutar pela posse do sapo, único sobrevivente na altura. 

É mesmo no que toca aos brinquedos que não me sinto totalmente satisfeita, mas a culpa é das feras cá de casa, autênticas bestas destruidoras que não descansam enquanto não destroem tudo quanto lhes vá parar à boca. Gostei tanto desta experiência que aproveitei uma campanha neste início de ano e fiz a subscrição por 12 meses, de forma a obter um melhor preço mensal. 

E tu, já conhecias a Vivadogs? O que achas deste conceito? Achas que o teu cão ia gostar de receber uma caixa com presentes só a pensar nele todos os meses? 

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

#Livros - Sem Segredos!, de Marco Costa


#Livros - Sem Segredos!, de Marco Costa

Sinopse

Depois do sucesso de Receitas com Segredo - actualmente com 14 edições -; de uma rubrica televisiva, Tortas e Travessas, ao lado de Fátima Lopes, no programa A Tarde é Sua, que conquistou o seu lugar nas preferências das audiências; e dos incontáveis pedidos do seu crescente e exigente número de fãs para que publicasse mais receitas, surge agora Sem Segredos!, o novo livro de receitas de Marco Costa, o pasteleiro mais famoso da televisão portuguesa. 

Tal como as do livro anterior, são receitas caseiras, genuínas, com o toque pessoal do autor, que exalam carinho e felicidade. São bolos, tartes, bolachas, brigadeiros, queijadas e muitos outros doces, para comer e chorar por mais! Dos Brigadeiros de Coco à Tarte de Limão Merengada, passando pelos famosos Ovos de Chocolate e o Bolo-Rei de Nutella, não há como não cair em tentação. 

Mas há igualmente espaço para doces em versão mais saudável como o Bolo de Chocolate sem Farinha, os Brownies Saudáveis ou os Queques Saudáveis. E o Marco dá igualmente ideias para comemorarmos os dias que nos são mais queridos, seja o Dia dos Namorados, do Pai, da Mãe, o Natal, entre outros, ou até mesmo os mais divertidos, como o Carnaval e o Halloween. Deitem mãos à obra, experimentem fazer as receitas, provem, lambuzem-se, dêem a provar e sejam felizes! 

Se gostaram do Receitas com Segredo vão adorar este Sem Segredos!

Opinião

Este é mais um livro que consta nas minhas sugestões de livros para oferecer no Natal e que serve perfeitamente para aniversários e outras datas comemorativas onde queremos presentear alguém de quem gostamos muito. Foi o que fiz neste Natal, quando ofereci este livro à minha mãe que adorou como já sabia que aconteceria.

Podes ler também a opinião sobre Receitas com Segredo, o primeiro livro de Marco Costa.

Marco Costa é um verdadeiro caso de sucesso e um exemplo para todos os participantes de Casas dos Segredos e afins. Trata-se de alguém que viveu aquela experiência sem nunca perder o foco do que queria fazer, sem se limitar à vida das presenças e dos regressos à casa. Tirou partido do seu talento na pastelaria e usou a exposição pública para dar a conhecer os seus doces ao país e assim impulsionar a criação do seu negócio.

Depois de ter adorado e posto em prática algumas das sugestões do primeiro livro, Receitas com Segredo, livro esse que também foi um presente para a minha mãe, verdadeira fã do Marco, já sabia com o que poderia contar ao comprar o novo. A qualidade e a genuinidade são já imagens de marca deste rapaz.

#Livros - Sem Segredos!, de Marco Costa

Além das receitas serem deliciosas e das mais variadas, capazes de agradar a todos, as fotografias que acompanham o livro são de muito bom gosto e ilustram bem não só as próprias receitas e os ingredientes como também mostram momentos de boa disposição na fábrica do Marco, onde a mãe a a avó não deixam de marcar presença.

#Livros - Sem Segredos!, de Marco Costa

Por falar na mãe e na avó de Marco Costa, é muito bonita a homenagem que ele sempre faz nos seus livros às mulheres da sua vida. No primeiro, partilhou uma receita da sua mãe e agora partilhou um doce típico do seu Natal cuja receita é da sua avó, onde nos contou ainda, no prefácio, a história que gira em torno desta receita e das memórias da sua infância.

#Livros - Sem Segredos!, de Marco Costa

Acredito que uma das grandes razões do sucesso destas receitas são a simplicidade da execução. Os ingredientes utilizados são fáceis de encontrar e arrisco a dizer que a maioria são produtos que temos em casa habitualmente. Além disso, os passos para a execução das receitas são do mais simples que já encontrei e sem serem infinitos. Com poucos procedimentos, nada complicados, qualquer um se sente capaz de pôr em prática as receitas que o Marco nos sugere.

Todos conhecemos livros de receitas, lindos de morrer e de fazer crescer água na boca, mas que na hora de confeccionar perdemos a coragem pela dificuldade que pressentimos ao ler atentamente. Com este Sem Segredos! isso não te vai acontecer, posso te garantir.

Pela parte que me toca, estou muito satisfeita com este livro e com a desculpa perfeita que constitui a predilecção da minha mãe por este rapaz. Posso dizer, inclusive, que já reforcei o stock de ovos no frigorífico para me dedicar em breve a pôr em prática algumas das novas receitas do Marco.

Já conheces as receitas do Marco Costa? Qual a tua favorita?

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto imediato e portes grátis. 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

A Banda Sonora da Semana #37


A Banda Sonora da Semana #37 com um livro novo da Quetzal e um vídeo da Bumba na Fofinha

E então, meus amigos, como está a correr este novo ano? Passadas duas semanas de 2019, essas resoluções já ficaram pelo caminho ou ainda estão pojantes? Pela minha parte, continuo em esforço a almejar por alguns dias de férias que ainda irão tardar, mas mantendo o foco em tudo o que quero fazer nos próximos doze meses. 

Efemérides de 14 de Janeiro


Ano Novo no calendário juliano. 
1784 - Os Estados Unidos ratificam o tratado de paz com o Reino Unido, encerrando a Revolução Americana. 
2016 - A Organização Mundial de Saúde declara o fim da epidemia por vírus ebola na África Ocidental, que causou mais de onze mil mortes. 
83 a.C. - Nasceu Marco António, militar e político romano. 
1925 - Nasceu Yukio Mishima, novelista e dramaturgo japonês. 
1092 - Morreu Bratislau II da Boémia. 

A Banda Sonora da Semana #37 com um livro novo da Quetzal e um vídeo da Bumba na Fofinha

O ano mal começou e são mais que muitos os lançamentos incríveis que as editoras andam a fazer, tantos que a malta não tem dinheiro que chegue para agarrar todo, tendo de viver com a amargura de não ter todos os livros que gostaria. Só que sou muito tua amiga e, portanto, vou-te deixar uma sugestão incrível para começares o ano em grande com um verdadeiro calhamaço repleto de grandes poetas, numa selecção de Vasco Graça Moura. Trata-se de 366 Poemas que Falam de Amor, livro que será lançado esta semana pela Quetzal Editores

Confesso que mal posso esperar para ter este livro incrível nas mãos. Admito que poderá não ser um livro para ler de uma assentada. Presumo que o desafio poderia ser ler um poema por dia e maravilhar-nos com os melhores poetas do mundo e com as mais belas palavras de amor. Aceitavas este desafio?


2019 marca o meu regresso à saga dos casamentos. Depois de me ter queixado que os meus amigos estavam a tornar-se adultos, sem que eu tivesse dado por isso, é chegada a hora em que se começam a casar. São tantas coisas para preparar e onde é preciso gastar dinheiro que me vejo na necessidade de começar a planear algo que só irá acontecer em Maio. 

Posto isto, nada como levar a coisa com algum humor e aproveitar o kit de Casamento da Bumba na Fofinha para desanuviar. Vais ter alguma casamento em 2019? Como te estás a preparar para tal evento? Aceito dicas! 

domingo, 13 de janeiro de 2019

#Livros - A Amante do Governador, de José Rodrigues dos Santos


#Livros - A Amante do Governador, de José Rodrigues dos Santos

Sinopse

Depois de atacarem Pearl Harbor e invadirem Hong Kong, os japoneses cercam Macau. Com o inimigo às portas, o novo governador, Artur Teixeira, tem de enfrentar a maior ameaça ao império português durante a Segunda Guerra Mundial. Diante dele está o coronel Sawa, o violento chefe do Kempeitai, que ameaça invadir a colónia portuguesa na China. Para salvar Macau, o governador conta apenas com o seu engenho -  e a ajuda de um punhado de homens e mulheres, incluindo a própria concubina do coronel Sawa, a chinesa Lian Hua. Tudo se complica, no entanto, quando se apaixona por ela. 

Amor e guerra no choque de impérios. 

A Macau dos juncos e das sampanas, dos casinos e do ópio, do Leal Senado e da Praia Grande, do Fat Siu Lao, do Grémio Militar e do Clube de Macau, do Porto Interior e da Porta do Cerco, dos riquexós, dos contrabandistas chineses e das dançarinas russas, do mahjong e da corrupção, do patois, das canções de Art Carneiro e dos jogos de hóquei na Caixa Escolar. 
E dos refugiados, dos bombardeamentos e da fome. 

Baseado em acontecimentos verídicos, A Amante do Governador resgata os dias de Macau sob cerco japonês e mostra como Portugal manteve a única bandeira ocidental hasteada no Extremo Oriente durante toda a Segunda Guerra Mundial. 

Opinião

Este é o primeiro livro de 2019, lido ainda no final de 2018, sendo também o primeiro livro que consta na lista de livros para oferecer no Natal e o primeiro presente de Natal que ofereci a mim mesma. Afinal, presentes literários tornam-se os melhores e aqueles que não consigo ignorar, ficando a aguardar que alguma alma se lembre de me oferecer. Pelo menos, não todos da minhas imensa e cada vez maior lista de desejos.

Depois de ler o primeiro romance de José Rodrigues dos Santos, A Ilha das Trevas, agarrei o seu último e ficou claro a grande distância que existe entre ambos. A sua evolução é óbvia pois, apesar de continuar a incluir uma quantidade absurda de informações e factos nos seus livros, aprendeu a fazê-lo de uma forma mais orgânica e que não nos aborrece de todo. Pelo contrário, agora os seus livros são autênticas aulas sobre os mais variados temas que só aumentam a curiosidade do leitor sobre os assuntos tratados.

Em A Amante do Governador, e tal como previ que mais cedo ou mais tarde aconteceria, ficamos a conhecer a continuação do que nos foi contado na trilogia do Lótus, que tinha conhecido o seu fim com O Reino do Meio. Os personagens carismáticos de tão diferentes voltam a surgir e finalmente compreendemos os elos de ligação entre as quatro histórias que conhecemos de forma isolada e independente.

Deste modo, fica mais perceptível o motivo que me levou a comprar este livro com a maior das pressas e a ansiar pelo momento em que poderia dedicar-me à sua leitura e a descobrir os mistérios que pressenti terem ficado por revelar. Tudo acontece em Macau, local que acaba por unir os seus destinos e onde a ligação com Portugal começa a fazer sentido. Embora possa ser lido de forma isolada, sem ser necessário ler a trilogia para entender o enredo, aconselho que o façam porque, desse modo, temos uma imagem mais completa dos antecedentes dos protagonistas e de tudo o que os influenciou a tornarem-se quem são neste livro.

Aliás, devo dizer que, assim que terminei A Amante do Governador, fiquei com uma vontade imensa de voltar a reler os livros anteriores, sobretudo para reler a voz do narrador desses livros e melhor compreender os comentários que foi fazendo ao longo da trilogia.

A viagem deste livro leva-nos a conhecer a cidade de Macau enquanto colónia portuguesa e apresenta-nos o Império Europeu no Oriente durante a Segunda Guerra Mundial. Conta-nos também como foi possível que Macau tenha permanecido a única colónia europeia que não foi ocupada nessa altura, feito extraordinário dado que se tratava de um porto estratégico e uma porta de entrada para a China.

Este foi um período difícil em todo o mundo, mas a verdade é que conhecemos pouco do que acontecia nas nossas colónias nessa época. Em Macau, a realidade é relatada de forma crua e pode ser penoso para as pessoas mais sensíveis. Estamos a falar de fome, muita fome. De pessoas a comer tudo, algumas bastantes nojentas para quem vive com alimentos no armário e no frigorífico. De gente a morrer de fome nas ruas.

O livro acompanha o ataque japonês a Pearl Harbor, a entrada dos americanos na Guerra, o impacto do ataque atómico às cidades japonesas e o ansiado fim da Segunda Guerra Mundial. Este é um momento da História Mundial que me fascina e que acho de suma importância, principalmente para que não se repitam os mesmos erros de um passado tão recente e que já parece estar esquecido.

Outro elemento que não me parece possível ignorar e não fazer o paralelo com os dias de hoje, são os refugiados que encontraram abrigo em Macau naquele momento de conflito e de tensão. Vinham de toda a parte e levaram à sobrepopulação da colónia portuguesa no Oriente. Ninguém era recusado nesta pequena cidade, que a todos recebia e protegia dos flagelos maiores da guerra. Não deixa de ser irónica esta referência, quando olhamos para uma Europa que se fecha sobre si mesma e constrói muros para impedir os refugiados de entrar.

Confesso que este não é um livro leve e superficial. Toca nos assuntos de forma profunda e, por vezes, demasiado crua, como se, com a leitura, fôssemos transportados para a Macau dos anos 40. Chega a socar-nos no estômago, tão violento é o relato dos acontecimentos históricos. Mas não deixa de ser uma maneira, na forma de ficção, de conhecer melhor um período tão rico e tão conflituoso.

Pela parte que me toca, fica a dúvida se terá sido a despedida definitiva destes personagens tão intensos e apaixonantes. Desta vez, não me parece óbvia a continuação, mas reconheço que existem pontas soltas pelas quais José Rodrigues dos Santos poderá pegar para continuar este relato nos anos que se seguiram.

E tu, já leste este livro? Que opinião tens desta nova obra de José Rodrigues dos Santos? Acreditas que irá ter uma continuação? 

"Mas ver os portugueses de Hong Kong empoleirados na proa a quererem abraçar Macau como se enfim se reencontrassem com os pais perdidos tinha o seu quê de comovente. Todos pareciam obedecer a um chamamento dos antepassados, os olhares ansiosos presos àquele pedaço de terra secular, os refrões em português das canções da velha pátria decorados palavra a palavra pelos que não falavam a língua. A angústia pelo futuro forçava-os a agarrarem-se à memória do passado."

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto imediato e portes grátis. 

Outros livros de José Rodrigues dos Santos com opinião publicada:


A Ilha das Trevas
Anjo Branco
O Homem de Constantinopla
Um Milionário em Lisboa
A Mão do Diabo
Vaticanum
As Flores de Lótus
O Pavilhão Púrpura
O Reino do Meio
Sinal de Vida