expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Subscreve a Newsletter Semanal

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Uma noite com... #144 - Especial Mundial 2018











André Silva
Jogador da Selecção Nacional de Futebol

Hoje começa o Mundial da Rússia para Portugal e nada como homenagear os gatos da nossa selecção para desejar muita sorte para a jornada que hoje começa!

Podes ver os gatos das semanas anteriores aqui.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

As obras de arte que podiam morar em minha casa



Hoje, vamos falar de obras de arte, daquelas mesmo famosas, que fazem parte do nosso imaginário, ainda que nunca tenham sido vistas pelos nossos olhos ao vivo. Mas por tanto as olharmos indirectamente, nos tocam e nos emocionam. No fundo, acontece aquilo que é suposto qualquer obra de arte provocar. Reacções e sensações. Boas ou más, isso não importa. O importante é sentir alguma coisa. 

Eu que sou pessoa de museus e que não resiste a lugares com História, tenho uma grande pancada por peças de arte, seja pintura, escultura ou arquitectura, para apenas enumerar alguns dos vários ramos da arte. Por isso mesmo, decidi partilhar contigo aquelas que são as peças que podiam morar em minha casa e fazer de mim uma pessoa muito mais feliz e inspirada. 

Só irei escolher três, porque não faria sentido estar a privar o mundo de imensas peças únicas e intemporais e que são necessárias para que todos possam se cultivar, inspirar e entender o talento dos grandes artistas de todas as épocas. Vens conhecer as minhas escolhas?

1. Homem Vitruviano, de Leonardo Da Vinci



2. A Persistência da Memória, de Salvador Dali



3. O Pensador, de Rodin



Estas são as obras de arte que gostaria de ter cá em casa, muito embora, se tivesse de escolher apenas uma, seria a primeira, o Homem Vitruviano, de Leonardo Da Vinci. É um simples desenho mas que sempre adorei, desde que me recordo de o ter visto. 

Agora conta-me, qual a obra de arte que gostarias de ter em casa? 

terça-feira, 12 de junho de 2018

#Livros - Equador, de Miguel Sousa Tavares



Sinopse

Quando, naquela manhã chuvosa de Dezembro de 1905, Luís Bernardo é chamado por El-Rei D. Carlos a Vila Viçosa, não imaginava o que o futuro lhe reservava. Não sabia que teria de trocar a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de Lisboa por uma missão tão patriótica quanto arriscada na distante ilha de S. Tomé. Não esperava que o cargo de governador e a defesa da dignidade dos trabalhadores das roças o lançassem numa rede de conflitos de interesses com a metrópole. E não contava que a descoberta do amor lhe viesse mudar a vida. 

Equador é um retrato brilhante da sociedade portuguesa nos últimos dias da Monarquia, que traça um paralelo entre os serões mundanos da capital e o ambiente duro e retrógrado das colónias. 

É com esta história admirável, comovente e perturbadora, que Miguel Sousa Tavares inaugura a sua incursão no romance. 

Opinião

Ainda estou a pensar como foi possível adiar por tanto tempo a leitura deste livro, que marcou a estreia de Miguel Sousa Tavares no romance. E que estreia, meus amigos! É tão bom quando, depois de se ler muito, ainda se encontram livros que nos surpreendem e que nos apaixonam. Fiquei tão envolvida com estas personagens e com este enredo que ainda me sinto de ressaca. A ressaca de quem terminou o livro, mas ainda não se sente preparado para abandonar aquelas pessoas.

Constato agora que não tenho lido muitos autores portugueses o que é uma grande falha, com tanto talento que existe em Portugal. O último foi em Fevereiro, quando li o mais recente livro de José Rodrigues dos Santos e de lá para cá só li autores estrangeiros. E o pior é que os que estão espera não são nacionais. Mas, agora que detectei esta situação, tratarei de tentar equilibrar esta equação.

Voltando ao próprio do Equador, devo dizer que este livro retrata uma época com a qual não estou muito familiarizada. Tudo se passa nos anos que antecedem o regicídio e a própria queda da Monarquia em Portugal. Começamos na Lisboa do início do século XX, com um retrato muito interessante dos prazeres da vida que a cidade proporciona, até que aterramos na distante e exótica ilha de S. Tomé.

Da metrópole até à colónia vai toda uma distância gigantesca, tanto no meio envolvente, nos costumes, como nas pessoas que por lá habitam. O português de Lisboa não é capaz de imaginar o que acontece nas distantes colónias portuguesas até que lá coloca os pés e se instala nas rotinas e nos meios sociais, com poucas distracções que não seja a intriga e o comentário da vida alheia.

O nosso protagonista é um clássico herói literário, mas com as características muito particulares do português. Com uma vida confortável, repleta de distracções e programas próprios de uma grande cidade, o grande defeito de Luís Bernardo é a falta de ambição. Bem parecido e solteiro, mulheres não lhe faltam, mas o amor nunca o arrebatou e como romântico optou por não se casar sem estar verdadeiramente apaixonado.

A grande descoberta, para mim, foi o relato da Natureza selvagem da colónia portuguesa em S. Tomé e Príncipe, com as suas roças de cacau e que, no início do século XX, era a mais pequena colónia e também a mais lucrativa. Um paradigma interessante e que retrata bem a má gestão que Portugal fez das riquezas e dos recursos dos territórios que pretendia manter como seus.

Em total oposição, ficamos a conhecer a Índia inglesa, pela experiência do cônsul inglês em S. Tomé. As descrições são ricas e detalhadas, sem se tornarem aborrecidas. Através delas, sentimos que estamos nos lugares descritos. Os próprios personagens são de uma complexidade incrível, tanto brancos como negros, sejam de Lisboa, S. Tomé ou da Índia. É impossível não tomar partido, seja pelos negros ou pelo Governador com a sua missão impossível.

Um facto chocante foi perceber que, sendo Portugal o primeiro país a abolir a escravatura, no início do século XX, ainda existia trabalho escravo nas nossas colónias. É mais uma prova de que as aulas de História não nos contam o lado mais negro do país onde são ensinadas. O que acontece é que os interesses económicos, mais uma vez, se colocam acima dos interesses e aspirações humanistas.

Para terminar, quero falar do final, mas sem entrar em spoilers, claro está. Porque o final é tão óbvio que nem queremos acreditar que possa terminar dessa forma. No fundo, estamos em negação durante grande parte do livro. Ninguém que se tenha envolvido no enredo pode ficar indiferente, nem do que será o desfecho, nem nas sensações que o mesmo desperta.

Em suma, se andaste no mundo da lua, como eu até agora, não podes deixar de ler Equador. Livros como este são raros e nenhum leitor que se preze pode deixar passar esta oportunidade de se maravilhar e se envolver nesta exótica história. Agora, apetece-me ver a série televisiva, o que não parece ser tarefa fácil.

Já conhecias este livro de Miguel Sousa Tavares? O que pensas sobre o livro e sobre o autor? 

"As ilhas são lugares de solidão e nunca isso é tão nítido como quando partem os que apenas vieram de passagem e ficam no cais, a despedir-se, os que vão permanecer. Na hora da despedida, é quase sempre mais triste ficar do que partir e, numa ilha, isso marca uma diferença fundamental, como se houvesse duas espécies de seres humanos: os que vivem na ilha e os que chegam e partem."

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto em cartão e portes grátis. 

segunda-feira, 11 de junho de 2018

A Banda Sonora da Semana #12



Só para avisar que já me encontro em contagem decrescente para o início do meu segundo período de férias. Não sei se te acontece o mesmo mas, quanto mais perto estão as férias, mais devagar o tempo passa. Os dias arrastam-se e parece que o dia D nunca mais chega. Eu sei que isto é tudo psicológico, mas não deixa de ser uma grande chatice. Enquanto as férias não chegam, vamos às efemérides. 

Efemérides de 11 de Junho


Dia da Marinha do Brasil
1184 a.C. - Guerra de Troia: a cidade de Troia é assaltada, saqueada e queimada.
1864 - Nasceu Richard Strauss, compositor alemão.

Ainda na semana passada falava que Junho cheira a Santos Populares e já amanhã temos a grande festa de Lisboa, o Santo António. Esta é a minha altura favorita do ano em Lisboa. A cidade ganha cor, ganha cheiro e uma alma bairrista única e inimitável. Não é à toa que esta época faz parte das razões porque amo Lisboa, não é mesmo? 

É também o momento dos Casamentos de Santo António, não fosse este o Santo padroeiro dos casais, aquele a quem as moças rezam para pedir um marido. São muitas as histórias de gente que se conhece nos Santos, se apaixona e chega mesmo ao altar. Portanto, parece-me um bom prenúncio para ires para a Avenida ou para um qualquer arraial, dos muitos que se fazem por esta altura, de coração e olhos bem abertos. Nunca se sabe quando podes estar a um passo de distância do teu "príncipe encantado" ou da mulher que fará de ti um homem. 

Como estamos na semana do Santo António de Lisboa, parece-me interessante que a música que irá acompanhar a semana seja apropriada ao espírito desta época festiva. Escolhi uma música com ritmo de marcha popular e que faz a justa e devida homenagem à cidade e que, inclusivamente, já foi partilhada nas melhores músicas sobre Lisboa, cantada por Amália Rodrigues. 


E hoje ficamos por aqui, com a voz de Anita Guerreiro, e já a deitar o olho às Marchas que irão desfilar pela Avenida da Liberdade. A minha marcha é a da Penha de França, e a tua qual é?

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Uma noite com... #143










Patrick J. Adams

Até muito recentemente, conhecido como Mike Ross.
E, por falar nisso, qual preferes? Mike Ross ou Harvey Specter?

Podes ver os gatos das semanas anteriores aqui. 

quinta-feira, 7 de junho de 2018

#Shopping - Onde comprar livros ao melhor preço



Já não é novidade para ninguém a leitora compulsiva que sou o que se traduz em consumismo desenfreado sempre que os meus olhos batem numa banca ou banner com indicação de descontos de 50% em livros. Ou quando os meus autores favoritos lançam um novo livro e eu preciso absolutamente de o ter o quanto antes. Ou quando me fazem uma recomendação daquelas e eu quero muito descobrir o que tenho andado a perder. Enfim, tudo serve de desculpa para trazer novos livros para casa e acabar com o espaço (pouco) que ainda exista nas estantes. 

Só que a pessoa não é milionária nem para lá caminha, como imagino que tu também não sejas. E, por vezes, fica difícil acompanhar financeiramente toda a vontade de ter livros novos em casa. A pensar nisso mesmo, quero partilhar contigo os meus locais de eleição para comprar bons livros e baratos. Não irei colocar como opção nesta lista porque estou um pouco distante para poder aproveitar, mas se te encontras perto de Lisboa, podes e deves aproveitar o evento literário do ano que é a Feira do Livro de Lisboa que ainda se encontra a decorrer. 

De seguida, vais encontrar todos os locais onde pesquiso e compro livros novos ou usados. E nunca, mas nunca, ao preço normal, porque se não tiver desconto não vale a pena avançar com a compra nesse momento. É também muito importante ter em consideração quando se trata de uma novidade, com menos de 18 meses, ou títulos mais antigos onde os descontos podem ser maiores e mais atractivos. 

1. Wook 


Antes de pesquisar em qualquer outro lugar, visito sempre o site da Wook, onde encontro tudo. Desde os últimos lançamentos até aos livros menos conhecidos e reconhecidos. Autores nacionais e estrangeiros. Enfim, tudo o que se possa imaginar. É assim que fico com uma noção do preço normal do livro que quero e posso reconhecer uma promoção quando a encontrar. O que, aliás, acontece com muita frequência nesta livraria online. É tudo uma questão de estar atento e subscrever a newsletter. 

2. Book Depository



Outra descoberta recente, foi a Book Depository. Trata-se também de uma livraria online, mas com títulos em inglês e com portes grátis para todo o mundo. Quando procuro livros na língua original ou quando determinados autores ainda não foram publicados em português, este é o local certo para encontrar o que se procura e com preços de perder a cabeça. Gosto particularmente da possibilidade de pagar através de PayPal, dado que se trata de um site internacional. 

3. OLX



Quando não faço questão de ter o livro novo, a estrear, ou quando o que procuro se encontra esgotado nas livrarias, este é o primeiro lugar onde pesquiso. Tenho feito grandes negócios nesta plataforma, com entrega em mão e também aproveitando os portes em correio editorial. Além de comprar com frequência, também costumo vender neste site os livros que não pretendo manter, por falta de espaço e de interesse. 

4. Custo Justo


Este é outra opção para encontrar livros usados, em bom estado e por um preço simpático. É verdade que não existem tantas entradas como no OLX mas, ainda assim, vale a pena procurar no Custo Justo quando se tratam de livros mais raros e difíceis de encontrar. Particularmente, já encontrei no Custo Justo um livro que queria muito e não encontrava em lugar nenhum. 

5. Grupos no Facebook



Mais um local onde tenho feito, ultimamente, alguns negócios interessantes. No Facebook existem grupos para tudo o que se possa imaginar e, às vezes, vão até para lá da imaginação mais fértil. Como tal, grupos sobre livros é o que mais existe e são inúmeros os que se focam na venda e na troca de livros usados. Os que tenho utilizado e recomendo são: 


Se conheceres outros, igualmente bons, partilha porque nunca são de mais e é bom diversificar os locais de pesquisa. 

Antes de ires a correr começar a pesquisar como se não houvesse amanhã, pode ser útil inspirares-te na minha lista de livros para ler nas férias.

As dicas que te deixei parecem-te úteis? Onde fazes os melhores negócios no que toca à compra de livros novos ou usados? 

quarta-feira, 6 de junho de 2018

#Travel - O que quero ver em Londres



Agora que Nova Iorque ficou, definitivamente, fora dos planos para este ano de 2018, tenho de me fazer à vida e procurar outro destino, mais barato, mais perto e que garanta tanto ou mais interesse do que a primeira opção. Não é tarefa fácil ou não estaríamos a falar da minha viagem de sonho. Mas está longe de ser impossível, porque o mundo está cheio de lugares fantásticos para serem vistos e vividos. 

Eu, que nem sou dada a destino paradisíacos, prefiro lugares com História e com lugares icónicos. Já sabes que não aprecio a praia como desporto de Verão, portanto, nada como o Velho Continente, a Europa, para me poder proporcionar o prazer da descoberta em 2018. E, desse modo, a escolha passou a ser óbvia. Afinal, estava mesmo na frente dos meus olhos. Londres, a cidade que ocupa o segundo lugar no meu Top 10 de cidades europeias a visitar

As viagens, desde que fique atenta às promoções, não deverão ser o mais caro. Pior será o alojamento, mas nada que uma boa investigação no Airbnb não resolva. Aproveita e inscreve-te através do link para ganhares um crédito de 30€ na tua primeira reserva na plataforma. Agora, só falta enumerar tudo o que quero ver na minha primeira viagem a Londres. Vens comigo?

1. Assistir à peça de teatro Harry Potter and the Cursed Child




Cerca de 200£ e altamente esgotado

2. Palácio Buckingham + St. Jame's Park



3. Big Ben + Parlamento



4. London Eye



Duração: 30 minutos
Preço: cerca de 17£

5. Tower Bridge + Torre de Londres



Torre de Londres: cerca de 20£

6. Abadia de Westminster



Cerca de 16£

7. Hyde Park



8. Tour Estúdios Harry Potter



Cerca de 80€

9. King's Cross



10. Harrods



Horário
Segunda a Sábado: 10h-21h
Domingo: 11h30-18h

11. Trafalgar Square + National Gallery



Entrada gratuita

12. Museu Britânico



Entrada gratuita

13. Mercado em Notting Hill



14. Tate Modern Museum + Millenium Bridge



Entrada gratuita

Antes de começares a preparar as malas, aproveita as dicas para fazer férias sem estourar o orçamento, e encontra dinheiro para o que realmente gostas.

Conta-me tudo nos comentários: o que não posso mesmo deixar escapar em Londres? Partilha comigo os teus locais favoritos e as dicas que tenhas! 

terça-feira, 5 de junho de 2018

#youzz - Vencedores Vales de Desconto Catisfactions



Pois que chega ao fim mais um passatempo fofinho e que prometia mimar os felinos que vivem na tua casa. Os meus gatos selvagens já estão rendidos aos snacks Catisfactions e agora será a vez dos teus descobrirem esta maravilha dos cuidados animais. Quero agradecer-te por teres participado e contribuído para tornar esta iniciativa ainda mais especial para todos. Agora, passemos ao que interessa, ou seja, ao que te trouxe aqui para começar. 

E os vencedores dos vales de desconto Catisfactions são: 


1. Nina Santos, de Lisboa

2. Liliana Carvalho, de Leiria

3. Liliana Oliveira, de Póvoa de Santo Adrião

4. Andreia Vasques, do Barreiro

5. Cátia Santos, de Coimbra

6. Liliana Diniz, de Coimbra

7. Bruno Alves, de Águas Santas

8. Cláudia Costa, do Feijó

9. Adelaide Melo, de Loures

10. Ana Silva, de Faro

Agora irás receber um e-mail, ao qual terás de responder nas 48 horas seguintes com os teus dados de envio. Enquanto aguardo pela tua resposta, tenho de ir comprar mais envelopes para avançar com os envios necessários para que recebas tudo o que tens direito. 

Parabéns aos vencedores e espero continuar a contar contigo por estas paragens! 

segunda-feira, 4 de junho de 2018

A Banda Sonora da Semana #11



O mês mudou mas a rubrica que abre a porta ao início de todas as semanas continua por cá e parece-me que, dado o número de visualizações, será para continuar, desde que haja inspiração e vontade de partilhar.

O ano já vai a meio e talvez seja o momento para parar e fazer uma espécie de balanço. O problema é que estamos com um pé em Junho e Junho cheira a sardinha assada e arraiais pela noite dentro. É o mês dos Santos Populares e o início do Verão. Enfim, uma série de acontecimentos que faz a vontade de fazer balanços e alinhar estratégias fugir a sete pés. Portanto, vamos passar às efemérides e logo se vê o que irá sair daqui. 

Efemérides de 4 de Junho


1970 - Tonga torna-se independente do Reino Unido.
1950 - Nasceu Jorge Palma, compositor e cantor português.
1798 - Morreu Giacomo Casanova, escritor e aventureiro italiano.

Bem, por muito que apeteça procrastinar e ficar de papo para o ar sem pensar no que interessa, é necessário ir espreitar as Resoluções para 2018 e perceber se estamos no bom caminho para cumprir tudo a que me propus durante este ano. Vens comigo neste quase-balanço?

No que toca a bons momentos estamos no positivo, embora ainda muito mais esteja por vir até que 2018 termine. Já a viagem esteve quase, quase para ser a de sonho. Nada mais frustrante do que ter um pé em Nova Iorque e morrer na praia. No entanto, as viagens entre portas têm acontecido, o que já é parte positiva no meio deste contratempo.

Cá em casa, já existem projectos de melhoria prestes a serem iniciados no Verão, o que significa que, até ao final do ano, alguma coisa será, de facto, concretizada. As poupanças é um assunto mais delicado, como me parece óbvio. Ainda não consegui compreender na totalidade a arte de viver a vida, desfrutar dos prazeres que ela tem para oferecer e, ainda assim, ser capaz de economizar todos os meses. Tu consegues? Como consegues??

Quanto a pedir facturas, temos um total sucesso e pretendo que assim continue pois muito serão necessárias para que o IRS de 2018 seja melhor do que o de 2017. Os óculos ainda não são novos, mas as lentes de contacto já estão riscadas da lista, o que também conta como despesas de saúde para o próximo IRS.

Já as aprendizagens novas não estão tão bem lançadas como gostaria. É certo que já assisti a uns quantos vídeos e li imensos tutoriais, imprimi uma série de documentos que me permitem melhorar as competências e tornar este blog um local mais interessante. Mas será isso suficiente? Temo que precise de algo mais e ainda não encontrei o ponto exacto. Quanto a seguidores, por esta altura já devíamos ser 500 e, portanto, é algo que precisa de mais atenção da minha parte.

As redes sociais estão a crescer, em seguidores e em engajamento, se bem que ainda não tenho o Pinterest no ponto onde desejo, muito por ainda não ter sido capaz de me dedicar o suficiente para começar a colher frutos dessa plataforma tão única e especial. Totalmente falhada está a minha Newsletter, que continua deixada ao abandono sem a devida regularidade e sem que tenha encontrado o tom certo para continuar. Mais uma coisa que precisa de mais investimento da minha parte.


Agora que a pessoa já se animou e desanimou, tudo ao mesmo tempo, com este pseudo-balanço partilhado, nada como homenagear o aniversariante do dia de hoje. Estamos a falar de uma obra-prima de 1989, que não perdeu uma ponta de qualidade e de vigor. Mas quando se fala de Jorge Palma, recordo-me de um projecto, nos idos anos 90, que deu muito que falar e reuniu um grupo de pessoas de talento incomparável. Falo dos Rio Grande, que podes recordar aqui. Foi um projecto que durou menos tempo do que gostaríamos, tal como o que se lhe seguiu. Em 2002, surgiam os Cabeças no Ar para nos presentear com mais umas preciosidades musicais, como esta, que é só uma das minhas músicas favoritas de sempre.

Agora conta-me, como estão as tuas resoluções para 2018? No bom caminho ou nem por isso? E o que pensas do artista que escolhi para esta semana? Qual a tua música favorita de Jorge Palma?

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Uma noite com... #142











Sérgio Rosado
Membro dos Anjos

(Mais um que partiu para o grupo dos casados...)

Podes ver os gatos das semanas anteriores aqui.