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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

#Review - Verniz Catrice Iconic Red #17


#Review - Verniz Catrice Iconic Red #17

Depois de ter colorido as minhas unhas com uma das minhas cores favoritas, um cinzento mate da Essence, regresso aos vermelhos que tanto amo. É, aliás, uma vergonha que só agora o tenha usado pois este verniz, que hoje te apresento, faz parte de um conjunto de vernizes que comprei nos saldos da Well's, logo no início do Verão. Mas o meu gosto por vernizes é apenas comparável com a minha preguiça e falta de talento nessa arte. É meu compromisso que, pouco a pouco, esses vernizes novos ganhem o seu lugar de destaque por estas paragens. 

#Review - Verniz Catrice Iconic Red #17

Desta vez, trago-te uma marca nova cá em casa, a Catrice. Este verniz faz parte da colecção Iconic Red e tem o nome de Caught on the red carpet. Como podes ver pela embalagem na foto, trata-se de um vermelho escuro. Tem algumas semelhanças com o último vermelho da Avon que usei, mas tem uma tonalidade mais escura, mais profunda. 

O pincel é largo sem ser demasiado volumoso. Tem a medida certa para a minha falta de jeito. O que significa que se torna muito fácil de utilizar e capaz de cobrir praticamente a totalidade da unha com apenas uma passagem. A cobertura é excelente e uma passagem seria perfeitamente suficiente para que a cor seja claramente visível. Contudo, com a intenção de aumentar a durabilidade, fiz duas passagens com este verniz. 

#Review - Verniz Catrice Iconic Red #17

Como podes ver, o verniz tem uma cor lindíssima e forte como eu gosto. Só que a prova de fogo de qualquer verniz que se preze é a durabilidade que consegue ter, porque as pessoas normais, como eu, não têm vida para andar a pintar unhas de três em três dias, certo? 

Pois que não fiquei totalmente satisfeita com este factor. Aguentou-se uns quatro dias, mas depois disso a coisa descambou e as falhas apareceram por todo o lado, sem dar margem para pequenos retoques que permitissem aguentar mais tempo com a cor nas unhas. No final do quinto dia, tive mesmo de o retirar porque já não tinha ponta por onde se lhe pegue. 

Apesar deste último factor, fiquei com uma boa impressão sobre a Catrice e com muita vontade de experimentar outras opções desta marca e outras colecções, de maneira a formar a minha opinião de forma mais consolidada. Portanto, estarei atenta às promoções que possam surgir e conto voltar a falar sobre esta marca económica e acessível. 

Utilizas vernizes da Catrice? Que opinião tens sobre eles?

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

#Livros - Chiquinha Gonzaga - Uma história de vida, de Edinha Diniz


#Livros - Chiquinha Gonzaga - Uma história de vida, de Edinha Diniz

Sinopse

"Ó abre alas, que eu quero passar..." A música mais popular de Chiquinha Gonzaga bem poderia servir como lema para sua vida. Compositora e maestrina de sucesso, numa época em que mulher não tinha profissão, ela abriu caminhos e ajudou a definir os rumos da música brasileira. Deixou uma obra estimada em cerca de duas mil canções e setenta e sete partituras para peças teatrais, maior do que qualquer compositor de seu tempo. 

O livro traz cerca de noventa imagens que convidam o leitor a conhecer o Rio de Janeiro da virada do século pelo olhar de grandes fotógrafos, além de fotos do acervo da família. Com uma pesquisa continuada da autora sobre detalhes da vida de Chiquinha, essa edição comemorativa dos 25 anos da obra torna-se imprescindível. Com belas e raras imagens do acervo fotográfico do IMS de Marc Ferrez, Augusto Malta e Georges Leuzinger. Inclui documentos inéditos. 

Opinião

Ora aqui está um livro que está na minha wishlist há tempos infinitos. Que é como quem diz, desde que assisti à mini série da Globo sobre Chiquinha Gonzaga. Foi uma série que me marcou imenso e me deixou profundamente apaixonada pela música desta mulher invulgar no Brasil do século XIX e início do século XX. Além de ter sido uma compositora brilhante e invulgarmente produtiva, a sua história de vida é fascinante e sempre tive vontade de saber mais sobre ela.

O que em terras de Portugal é tarefa a roçar o impossível. Não existe praticamente nada publicado no nosso país sobre esta compositora brasileira que viveu e trabalhou em Lisboa. Tendo em conta estes factores acima referidos e também tratar-se de uma das pessoas que gostaria de ter conhecido, podes imaginar como fiquei entusiasmada quando descobri, por acidente, este livro à venda no OLX.

Foi daqueles momentos em que nem pensei duas vezes. Ainda mais por se tratar de uma edição brasileira, muito difícil de encontrar por estes lados e por um preço inacreditável. Quando acreditava que teria de esperar por uma viagem ao Brasil para ter artigos sobre Chiquinha Gonzaga, surge-me este presente caído dos céus! Agora só me falta a partitura de Lua Branca, que terá de ficar à espera das minhas férias por terras de Vera Cruz.


Esta é a música de abertura da mini série, presente em diversos momentos do enredo e que só comprova o talento imenso de Marcos Viana como compositor. A forma como capta a época e o espírito com que a história de Chiquinha é contada é brilhante e só acrescenta valor.

Agora, voltando a atenção para o livro escrito por Edinha Diniz, quero começar por dizer que faz um retrato pormenorizado do Rio de Janeiro na segunda metade do século XIX e no início do século XX. Assim, de uma forma encaixada no devido contexto da época, vamos conhecendo o que se sabe sobre a infância e adolescência de Chiquinha, seguindo-se o casamento e os primeiros filhos com o marido que não suportava a sua dedicação à música e que tinha ciúmes do piano.

Porque só entendendo o real contexto social e político da época e o papel reservado às mulheres é que conseguimos compreender o que poderá ter significado que uma mulher tenha abandonado um marido que não a respeitava, deixando para trás dois filhos pequenos, e abraçado a vida com que sonhava. O escândalo terá sido inaudito e o caminho árduo para uma mulher que apenas pretendia a realização pessoal que apenas a música lhe podia dar.

Não contente com isso, ainda decidiu seguir um amor por outro homem, com quem teve uma última filha, que acabou por abandonar também por não suportar as traições, prática comum entre os homens da época. Desse modo, voltou a refugiar-se na música e iniciou uma brilhante carreira, onde se afirmou como mulher profissional da área e onde contribuiu para a criação de um estilo marcadamente brasileiro.

Rodeada pelos maiores nomes da boémia carioca, tornou-se uma figura central da cultura brasileira e abriu o espaço para que as mulheres pudessem ocupar outro lugar na sociedade, para além de esposa e mãe de família ou prostituta. Abolicionista, republicana, defensora dos direitos dos elos mais fracos da sociedade, fossem as mulheres, os pobres, os negros ou os compositores.

Foi rejeitada pela família, desde os pais até aos filhos que com ela não cresceram, pela sociedade conservadora do Rio de Janeiro, encontrando abrigo apenas entre os artistas que circulavam pela noite e que compreenderam o seu talento, aceitaram a sua decisão admirável de viver segundo o que a sua vontade ditava e a reconheceram como uma igual.

Este não é um romance, nem fantasia sobre o que aconteceu na vida de Chiquinha. Retrata os factos, suportados por informações comprovadas, seja através de documentos ou relatos de quem com ela privou. A especulação encontrada é muito reduzida e claramente identificada como tal, para não deixar margem para dúvidas.


Neste livro temos também inúmeras fotografias e documentos históricos que suportam a narrativa, além de um registo de todas as obras conhecidas da autora, incluindo as que produziu durante os anos que viveu em Portugal. Ao ler esta obra ficamos com a real consciência do quanto esta mulher foi pioneira e estava à frente do seu tempo. É um relato de uma época, onde uma mera mulher foi capaz de romper com as amarras, agarras as rédeas do seu destino e fazer da sua vida o que bem entendeu.

Admito que este pode não ser um livro que, à primeira vista, atraia a atenção de todas as pessoas. Contudo, acredito que a leitura dele vai enriquecer qualquer pessoa que lhe dê uma oportunidade e se predisponha a conhecer a vida da invulgar Chiquinha Gonzaga que, acredito, ainda hoje seria uma revolucionária e encontraria causas dignas para defender.

Já conhecias a compositora e maestra Chiquinha Gonzaga? Que opinião tens sobre esta mulher invulgar? 

"É o relato da vida de uma mulher incomum, audaciosa, pioneira, talentosa e com uma enorme determinação de vontade. A antecipação com que usou a liberdade pessoal faz dela a primeira grande personagem na história do Brasil a não ser uma heroína no sentido oficial; não estava ao serviço da pátria, nem da humanidade, nem de um marido. Estava apenas a serviço de si mesma, de suas vontades e desejos. Só que isto não era permitido a uma mulher."

"Esta mulher que desafiava o vernáculo era a mesma que abria alas para a música brasileira. Aliás, romper com o velho e inaugurar o novo foi tarefa de toda a sua vida, seu único compromisso. Não mais esmagada, ela agora explodia em arrebatamento e produção."

Apesar de não ser possível encontrar à venda nas livrarias a edição física deste livro, podes encomendar na Wook o eBook com 10% de desconto em cartão. 

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Vencedores dos Passatempos 6.º Aniversário


Vencedores dos Passatempos 6.º Aniversário

Encerram-se hoje, de forma oficial, as comemorações do 6.º aniversário deste blog ao qual me tenho dedicado e que tantas alegrias me tem dado. Após ter encerrado os formulários de participação e de ter seleccionado os respectivos vencedores, chegou a hora de os anunciar publicamente. 

Antes de passar ao anúncio por que todos esperam, quero agradecer a todos os parceiros que gentilmente cederam os prémios para estes passatempos, e a todos que me seguem e contribuem para que me mantenha motivada e com vontade de aqui continuar. Sem vocês nada disto faria sentido! 

Posto isto, passemos aos sortudos! Os vencedores dos passatempos do 6.º Aniversário do blog são:

Passatempos 6.º Aniversário - Edições Vieira da Silva


Dennis Caetano, de Caldas da Rainha

Passatempos 6.º Aniversário - Licor 35


Carmem Mendes, de Portimão


Irão receber ainda hoje um e-mail ao qual terão de responder nas próximas 48 horas de forma a reclamarem o vosso prémio e fornecerem os vossos dados de envio. 

Obrigada a todos os participantes e parabéns aos vencedores! Até aos próximos passatempos! ;)

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

A Banda Sonora da Semana #25


A Banda Sonora da Semana #25 com música e literatura portuguesa

A primeira nota que quero deixar neste início de semana está relacionada com o final dos passatempos de aniversário. Os que ainda estavam a decorrer terminaram ontem à noite e, antes que comeces a perguntar-te pelos vencedores, quero que saibas que amanhã irão ser anunciados aqui. Como tal, convido-te a ficares atento para o caso de seres um dos sortudos e assim reclamares o teu prémio dentro do prazo estipulado. 

Efemérides de 17 de Setembro


Dia da Compreensão Mundial
1787 - É assinada a Constituição dos Estados Unidos.
1899 - Nasceu José Régio, escritor português. 
1944 - Morreu Karl Popper, filósofo da ciência britânico, de origem austríaca. 

Nada como começar uma semana com o pensamento focado em livros que queremos ler, seja qual for o motivo. Um dos meus passatempos favoritos é passear pelos meus sites de venda de livros favoritos, seja de livros novos ou usados, em busca daquela promoção imperdível e que me faz arruinar um pouco mais as finanças e os meus projectos de poupança.

A minha pobre mãe já ameaça despejar-me com tanto espaço que os meus livros ocupam nesta casa e em tudo o que são estantes. Enfim, como sabes, livros nunca são demais e todos merecem uma oportunidade de serem lidos e amados. A propósito do escritor que nasceu no dia de hoje, José Régio, vou deixar como sugestão de leitura um romance deste autor, sobre o qual sei muito pouco. Na verdade, penso que apenas conheço o seu poema maravilhoso Cântico Negro.

A Banda Sonora da Semana #25 com música e literatura portuguesa

Desse modo, venho sugerir-te como leitura o romance Jogo da Cabra Cega, de José Régio. É um livro sobre o qual nunca ouvi falar mas que me despertou a curiosidade e será uma forma de aumentar o número de livros e de autores portugueses na minha lista de leituras. Até porque, agora que dou uma olhadela aos livros que se encontram em lista de espera para ser lidos ou que já foram terminados e sobre os quais ainda não escrevi aqui, percebo a ausência de autores nacionais o que não deixa de ser uma vergonha, não é mesmo?

Mas como esta coisa de partilhar sugestões não se pretende que seja uma via de sentido único, desafio-te a partilhar comigo os teus autores portugueses, ou que escrevem na língua portuguesa, favoritos e que acreditas que tenho mesmo de descobrir. Aceitas o desafio? 


Para música da semana vou-te deixar com a mais recente música do Carlão, com uma crítica social que me parece muito apropriada e pertinente dado ao que se passa nas redes e a forma como as utilizamos. O que achas da mensagem desta música? Interessante ou despropositada?