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terça-feira, 2 de março de 2021

#Livros - A Rainha Subjugada, de Philippa Gregory


#Livros - A Rainha Subjugada, de Philippa Gregory

Sinopse

Catarina Parr, uma viúva de trinta e um anos envolvida num caso amoroso secreto com um novo amante não tem por onde escolher quando um homem com idade suficiente para ser seu pai e que já enterrou quatro esposas - o rei Henrique VIII - lhe ordena que case com ele. 

Catarina não tem dúvidas sobre o perigo que enfrenta: a última rainha durou dezasseis meses, a anterior a essa apenas meio ano. Mas Henrique adora a nova esposa e a confiança de Catarina nele aumenta à medida que consegue reunir a família real, cria um círculo de estudos no coração da corte e governa o reino como regente. 

Mas será o suficiente para mantê-la a salvo? Líder de uma reforma religiosa e autora publicada, Catarina destaca-se como uma mulher independente, que pensa pela sua cabeça. Mas não pode salvar os protestantes, ameaçados devido à sua fé, e o olhar perigoso de Henrique volta-se para ela. O clero tradicional e rivais que lhe disputam o poder acusam-na de heresia - o castigo é morte na fogueira e a assinatura do rei está no mandado de prisão...

Da autora que descreveu as mulheres de Henrique VIII chega-nos um retrato profundamente intimista da última: uma mulher que ansiava por paixão, poder e instrução na corte de um assassino medieval. 

Opinião

Quero começar por dizer que já me sinto orfã, agora que terminei de ler todos os livros de Philippa Gregory sobre a Guerra dos Primos e sobre os Tudor. Foi uma viagem incrível, repleta de aventuras e de personagens históricos fascinantes e sempre com a possibilidade de conhecer melhor algumas mulheres extraordinárias que ficaram escondidas na sombra das figuras masculinas da sua época. 

E agora só me faltava descobrir os mistérios da última esposa de Henrique VIII, Catarina Parr, a viúva que conseguiu sobreviver ao terceiro marido e finalmente casar-se com o homem que amava, ainda que tenha sido uma felicidade de curta duração. Isto são os factos históricos que podemos encontrar em qualquer Wikipédia da vida, mas Gregory vai sempre muito além disso, ainda que com base nos dados históricos. 

"Um sorriso lascivo nos lábios húmidos recorda-me, para meu horror, que ele é um sensualista encurralado num corpo que apodrece e que eu serei sua esposa em todos os sentidos da palavra; deitar-se-á comigo enquanto eu suspiro por outro homem."

Em A Rainha Subjugada, tudo começa quando Catarina, logo depois de enviuvar do segundo marido, recebe a proposta de casamento do rei. O choque não a impede de ganhar algum tempo para dar a resposta definitiva que lhe tirará a liberdade e a porá num lugar privilegiado e perigoso em simultâneo. O tempo que ganhou utiliza para se despedir do amado com quem tinha planos de se casar e, em seguida, para ganhar forças junto da irmã que serve na corte desde o tempo da primeira rainha, Catarina de Aragão, e que testemunhou a ascensão e queda de todas. 

A irmã de Catarina, além de ficar feliz pela elevação da família a um lugar que nunca pensaram ser possível, procura também alimentar-lhe o desejo de defender a nova religião aos olhos do rei, que se encontra rodeado de homens da antiga religião que defendem retrocessos com os quais os protestantes não podem concordar. É esta luta que, a princípio parece não lhe interessar, se revela o combustível que lhe permite resignar-se com o seu destino e abraçar este casamento e o seu papel de rainha de Inglaterra. 

"Joana Seymour será sempre a esposa preferida, diga eu o que disser, faça o que fizer. Deu-lhe o filho varão e morreu antes que ele se fartasse dela. Agora o rei recorda uma mulher perfeita, mais santa do que esposa, e até consegue espremer algumas lágrimas por ela. Mas Nan, a minha irmã, lembra-se de que Joana morreu aterrorizada e sozinha, a perguntar pelo marido, e ninguém teve coragem de lhe dizer que ele tinha fugido a cavalo." 

Existe muito o que assinalar nesta mulher que, tendo desafiado pelas ideias alguns dos conselheiros do rei, teve a cabeça a prémio, com um mandado de prisão assinado pelo rei, e que conseguiu escapar com vida e sobreviver ao homem que enterrou quatro esposas. Além disso, estamos perante uma mulher que publicou em nome próprio livros que ainda hoje são editados e lidos. 

Mais uma história fascinante contada pelas brilhantes e envolventes palavras de Philippa Gregory, que nos coloca no centro dos seus cenários, como se estivéssemos lá, bem no centro da corte Tudor de Henrique VIII. Só posso te recomendar esta autora, qualquer um dos livros, se gostas de romances históricos ou simplesmente de histórias bem contadas. 

Diz-me que já conheces os livros da Philippa? Qual o teu favorito? 

Podes encomendar o teu exemplar nos links abaixo e contribuir para as próximas leituras deste blog


Outros livros de Philippa Gregory com opinião publicada no blog: 



domingo, 28 de fevereiro de 2021

#Places - Xiripitti Adega Caffé

 

#Places - Xiripitti Adega Caffé

Em Fevereiro parece que só falámos de livros e isso até é normal dado que eles têm grande protagonismo tanto na minha vida como neste blog e em tempos de confinamento é uma das actividades que podemos (e devemos) fazer dentro de portas mais gratificante e que mais prazer pode dar. No entanto, a vida também é feita de outras coisas e a saudade que tenho dos meus lugares e de outros que fui descobrindo, dentro das limitações impostas pela pandemia, e dos quais ainda não te contei, fez-me ter vontade de lá regressar ainda que seja pelas memórias e pelas palavras que contigo partilho. 

Foi assim que me apeteceu falar-te de um espaço que conheci nas minhas férias de 2020, por terras de Santa Maria da Feira, e que me surpreendeu em vários aspectos. Primeiro pelo seu aspecto original e repleto de bom gosto na decoração do espaço, pelo atendimento simpático e divertido como se espera em qualquer bom espaço a norte de Portugal e, por fim, pelos pratos especiais, saborosos e com nomes invulgares que prometem despertar a curiosidade de qualquer pessoa. 

#Places - Xiripitti Adega Caffé | Entrada

Como podes ver logo pela entrada pitoresca, este é um espaço onde vais experimentar coisas diferentes e, mesmo quando são semelhantes a outras já existentes, o toque da casa está lá e é rapidamente encontrado. Falo-te do Xiripitti Adega Caffé que podes visitar em São Paio de Oleiros e que espero seja um dos sobreviventes da pandemia para que lá possa voltar ainda este ano nas férias. 

Podes descobrir ainda a minha opinião sobre O Fondue

Nessa minha visita de estreia comecei por pedir a sangria até porque tivemos de esperar por uma mesa, e nada melhor do que esperar sentada na esplanada acompanhada por uma amiga com quem temos de pôr a conversa em dia e regar a conversa com uma deliciosa sangria fresquinha. Não concordas? 

#Places - Xiripitti Adega Caffé | Sangria

Antes que comece para aqui falar da comida, pormenor de grande importância quando falamos num restaurante, não posso deixar de referir o estilo da decoração que povoa toda a sala de detalhes cheios de personalidade e até alguns bastante improváveis. O ambiente é acolhedor, quase como se estivéssemos em casa de familiares idosos que têm recordações de tempos idos em cada parede e que nos recebem como só a família sabe receber. 

#Places - Xiripitti Adega Caffé | Sala

Pois bem, agora que já falámos dos acessórios, que também têm a sua importância no conjunto da experiência, passemos à comida propriamente dita. E é aqui que a coisa começa a aquecer e de que maneira. A minha amiga já conhecia o conceito e então pediu um pouco de cada coisa para que eu pudesse experimentar um pouco de tudo e deliciar-me com os verdadeiros petiscos que por aqui se fazem. 

#Places - Xiripitti Adega Caffé | Asas de frango

As asas de frango são um ex-libris que parece que toda a gente pede quando lá vai ao Xiripitti e são deliciosas mesmo, ultrapassando aquelas que conhecemos das cadeias de fast-food que frequentamos. Em conjunto veio para a mesa a tosta com queijo, presunto e ovo que posso já dizer-te que é outra delícia! 

#Places - Xiripitti Adega Caffé | Lambidela

Tostas quentinhas com uma manteiga de alho e presunto e com um nome extraordinário: Lambidela. Estás a perceber do que te falava? Como resistir a pratos com nomes como este? Eu não consigo até porque além de nomes peculiares, estamos perante petiscos que podem ser consumidos como tal ou ser combinados para uma refeição mais completa como a que fiz nessa noite. 

#Places - Xiripitti Adega Caffé | Batatas fritas

Essas mini-tostas são espectaculares mas as batatas fritas com molho de francesinha e queijo derretido ganharam o meu coração e só de agora me lembrar delas já fico com água na boca, minha gente. Aliás, quanto mais escrevo sobre este espaço e sobre as delícias que por lá experimentei mais vontade tenho de lá voltar e sem demora. 

#Places - Xiripitti Adega Caffé | Francesinha

E depois de tanto petisco, quando a barriga já estava lotada, ainda tivemos de experimentar a própria da francesinha. Mas é que não podia mesmo faltar, depois de tanta coisa boa e com esforço e arrumando o espaço para qualquer sobremesa, lá tratei de aviar a minha parte e não defraudou, ainda que não seja a melhor do mundo que te apresentei aqui. 

Podes ver ainda a minha opinião sobre a Pizzeria Casa Mia

Deste modo, ficas a conhecer mais um espaço especial que te irá proporcionar momentos que vais querer partilhar com os teus amigos, não só pelo espaço, como pelo atendimento mas, sobretudo, pela comida que te vão colocar na mesa. Vai uma aposta? Quem aqui já conhece o Xiripitti? Aconselhas? 

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

#Livros - As Grandes Cartas de Amor

 

#Livros - As Grandes Cartas de Amor

Sinopse

A melhor prova de quanto nos podemos amar está nas cartas. Cartas de amor escreveram-nas reis e escravos, romancistas e comerciantes. Até ditadores. Este livro reúne 51 cartas comoventes, eufóricas, apaixonadas e sofridas. Foram escritas por grandes figuras, de Virginia Woolf a Beethoven, de Napoleão a Karl Marx. 

Estas cartas ensinam-nos a amar. Dão-nos lições de dignidade, de paixão, de amorosa resignação. Ensinam-nos os caminhos da alegria, do desejo e da perda. 

Às grandes figuras da História juntam-se figuras da nossa História recente. Primeiro, as cartas que Maria Barroso escreveu a Mário Soares, nos anos da ditadura de Salazar, cartas ditadas pela separação que a prisão e o exílio forçaram. A seguir, cartas de amor de António José Saraiva, escritor e historiador. 

A fechar, a escritora Rita Ferro e o jornalista Fernando Correia escrevem cartas ao Amor Eterno, a esse amor perene que enche a nossa vida de esperança. 

Opinião

Como todos os livros da Guerra e Paz, este livro é lindo de morrer, com um bom gosto invulgar nos dias que correm e que revelam o que de diferente tem esta Editora em relação a muitas outras. A qualidade do papel utilizado, a fonte e a cor do papel confortável para a leitura e os acabamentos ilustrados tornam este livro uma verdadeira obra de arte. 

A proposta é fascinante e permite-nos revisitar alguns personagens mais icónicos da História Mundial, de diferentes áreas, desde a Literatura, à Ciência, passando pela Música e tantas outras improváveis figuras, que ficamos a conhecer através das epístolas que trocaram e que revelam diferentes formas de amar e de viver os amores possíveis e impossíveis. 

Podes ler também a minha opinião sobre Romeu e Julieta

O livro divide-se em vários tipos de cartas, começando pelas portuguesas, referidas na sinopse, seguindo-se categorias como A Primeira Carta, Cartas de Cortejar, Cartas de Amor Platónico ou Cartas de Ruptura, isto apenas para dar alguns exemplos do que poderás aqui encontrar. Para cada tema, existem várias cartas, algumas famosas outras mais obscuras, mas todas muito especiais. 

"Como se o nosso passado não nos bastasse, ainda ruminamos o de toda a humanidade e deleitamo-nos nesta voluptuosa amargura. Que importa, afinal, se apenas aí conseguimos viver, se apenas nisso podemos pensar sem desprezo e sem pena." 
Por Gustave Flaubert para Louise Colet

É um prazer e um deleite encontrar nomes que conhecemos dos livros de História, como Henrique VIII ou Napoleão Bonaparte, e ler as suas palavras de amor para com as suas amadas e, desse modo, ficar com a sensação que estamos mais perto dos homens e mais longe da figura histórica que ficou plasmada no tempo e na memória dos povos. 

Podes ler ainda a minha opinião sobre O Monte dos Vendavais

Alguns serão figuras famosas até pelos seus amores e apenas surpreendem pela beleza das suas palavras ou pela patetice que toca a todos aqueles que se apaixonam, nem que seja uma vez na vida. Em suma, neste livro somos presenteados com uma ode ao amor, tenha sido ele vivido e realizado, platónico, rejeitado ou apenas uma lembrança de tempos idos. O sentimento é o verdadeiro protagonista e os autores das cartas meras ferramentas para nos elevar e entender o real poder que o amor pode ter na vida de alguém. 

"Estavam lá as minhas entranhas, o meu sangue, estava lá a minha vida e o meu pensamento destes últimos seis meses, era a marca de ti em mim, o rasto deixado pela tua existência na minha."
Por Victor Hugo para Juliette Drouet

Apesar de, por vezes, ter a sensação que estava a invadir a intimidade das pessoas, não posso deixar de recomendar este livro a todos os apaixonados, a todos os amantes, a todos os que encaram o amor como o sentimento mais sublime e essencial à vida. É um livro para românticos, mesmo os que não são lamechas. Já estás convencida que este livro é para ti ou ainda precisas de mais argumentos? 

Podes encomendar o teu exemplar utilizando os links abaixo e contribuir para as futuras leituras deste blog


terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

#Livros - A Colónia do Diabo, de James Rollins

 

#Livros - A Colónia do Diabo, de James Rollins

Sinopse

Ao fundo das Montanhas Rochosas, a terrível descoberta de centenas de corpos mumificados desperta a atenção internacional e provoca uma acesa controvérsia. Apesar das dúvidas quanto à origem desses corpos, a comissão local da Herança Nativa Americana reivindica os restos mortais pré-históricos, assim como os estranhos artefactos encontrados na mesma gruta: placas de ouro gravadas com uma escrita desconhecida. No decorrer de uma manifestação no local da escavação, uma antropóloga tem uma morte horrível e é reduzida a cinzas numa violenta explosão à vista das câmaras de televisão. 


Todas as provas apontam para um grupo radical de nativos americanos, do qual faz parte uma jovem militante que consegue escapar com algumas dessas valiosas placas. Perseguida, ela pede ajuda à única pessoa que poderá ajudá-la: o seu tio, Painter Crowe, director da Força Sigma. Para ajudar a sobrinha e descobrir a verdade, Painter dá início a uma guerra entre as mais poderosas agências de espionagem do país. Surge, contudo, uma ameaça ainda maior quando uma assustadora reacção em cadeia nas Montanhas Rochosas provoca uma catástrofe geológica que põe em perigo a metade ocidental dos E.U.A.


Painter Crowe une forças com o comandante Gray Pierce para desvendar os segredos de uma sombria cabala que manipula a história americana desde a fundação das treze colónias. Mas conseguirá Painter descobrir a verdade - e causar a queda de governos - antes que tudo o que lhe é caro seja destruído? 


Opinião

Este foi o último Rollins de 2020 mas que só agora tenho oportunidade de aqui te trazer a opinião. A vida acontece e depois a pessoa vai adiando e quando dá por ela já se passou uma data de tempo. Mas antes tarde que nunca. Porque falar de bons livros é sempre uma boa oportunidade para aqui voltar, não te parece? 


Assim, regressamos à leitura por ordem cronológica da saga Força Sigma com este A Colónia do Diabo que nos volta a colocar no centro da trama o director Painter Crowe e o melhor agente, Gray Pierce. Apesar de estar mais voltado para o trabalho de gabinete, razões familiares fazem com que Crowe se veja de regresso ao terreno para uma missão que implica resgatar a sua sobrinha e provar a sua inocência, dado que é a principal suspeita de ter causado uma explosão nunca antes vista e que ameaça provocar uma catástrofe geológica. 


"Apesar do seu aspecto frágil, os seus olhos tinham um brilho tenebroso. Painter não ousava subestimá-lo. Um animal encurralado era mais perigoso quando ferido e este homem fora ferido desde que nascera. Apesar disso, contudo, sobrevivera no meio de gente que não tolerava qualquer fraqueza - e não só sobrevivera como fora bem-sucedido." 


Esta missão tem dois braços com estes dois homens à cabeça, que procuram encontrar a solução para resolver o enigma e ultrapassar a ameaça eminente. Gray segue a pista histórica que promete revelar mistérios relacionados com o momento da Independência dos Estados Unidos e com uma colónia de índios perdida e escondida pelo tempo e pelos homens que quiseram ocultar os horrores que por lá se encontravam. 


Ao longo do livro, conhecemos um novo vilão muito interessante e que se revela tão letal como os anteriores, sem qualquer falha ou fraqueza nos seus intentos de se destacar dentro da organização europeia que faz parte e que parece ter os seus tentáculos também na América, entre os mais altos cargos do país. Afinal, descobre-se que, no passado, tiveram ao seu serviço até presidentes. 


"A uns passos dele, dera-se uma tempestade de pura entropia em que a ordem se transformou em caos e o estado sólido deixou de ter significado." 


Esta é uma viagem pela História mas onde a Tecnologia tem um papel fundamental, pois só agora se consegue entender melhor no que consiste a ameaça e, desse modo, encontrar a solução mais adequada e que não passe pela morte ou pela destruição de parte dos Estados Unidos. Mais uma aventura empolgante e que não permite paragens na leitura, tal é a curiosidade que nos alimenta para descobrir o que se seguirá e que novos obstáculos terão de ser ultrapassados pelos nossos protagonistas. 


E se pensas que, no final do livro, ficas com vontade de ler outras coisas, aviso desde já que é levantada a ponta de um véu que te faz ter vontade de pegar imediatamente no volume que se segue, ou seja, no Linhagem Sangrenta. Eu consegui aguentar-me um pouco, mas garanto-te que farei essa leitura muito em breve para descobrir mais sobre essa sociedade misteriosa que se cruza constantemente com a nossa Força Sigma. 


Posto isto, só te posso recomendar que experimentes estas aventuras e te juntes ao grupo de apaixonados pelo autor James Rollins. Aceitas o desafio? 


Encomenda o teu exemplar através dos links abaixo e contribui para as próximas leituras deste blog


Wook | BertrandBook Depository


Outros livros de James Rollins com opinião publicada no blog:


A Cidade Perdida

O Mapa de Ossos

A Ordem Negra

A Herança de Judas

O Último Oráculo

A Chave Maldita

A Última Odisseia

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

#Livros - Profissão: Influencer, de Miguel Raposo

 

#Livros - Profissão: Influencer, de Miguel Raposo

Sinopse

Há dez anos, a palavra - influenciador - não tinha o sentido que lhe damos actualmente. Hoje, é uma das mais repetidas nas conversas diárias, desde a mesa do café até às salas de reunião onde se decidem importantes campanhas de marketing, desde as notícias aos programas de televisão. 

Mas o que faz com que algumas pessoas tenham milhões de seguidores? 

Qual é a rede social preferida e porquê? 

O que é um bom influenciador? 

O que fazer para estabelecer boas parcerias com as marcas? 

O que é que nunca se deve fazer? 

Como é possível que, para muitas pessoas, ser influencer se tenha tornado numa profissão a tempo inteiro? 

Instagram, Youtube, Facebook, Twitter, TikTok... É nas redes sociais que se criam tendências, que se geram fenómenos de popularidade, que as marcas se tornam virais. Se agarraste neste livro, provavelmente já te questionaste porquê e como

Miguel Raposo, consultor de Marketing de Influência, gestor de campanhas de sucesso, consultor de vários influenciadores no mercado português, apresenta neste livro os conceitos, dá-te as dicas e explica-te os riscos do mundo online. 

Com análises a casos de TOP Influencers como Cristiano Ronaldo, Camila Coelho, Cristina Ferreira ou Chiara Ferragni e testemunhos de influencers como Nuno Agonia, Tiagovski, Paulo Sousa, Angie Costa, este é o manual que te vai ajudar a dominar a rede. 


Opinião

Assim que soube que este livro seria lançado em 2020, fiquei com ele debaixo de olho com a certeza de que o tinha de ter na minha estante. Portanto, fiquei atenta e assim que apanhei uma campanha da Wook com 20% de desconto em novidades tratei de o encomendar, juntamente com o Influencia!, da Maria Gonçalves. E, agora que o li, devo dizer que estou muito satisfeita com esta compra. 


Primeiro, é importante referir o trabalho do Miguel Raposo como especialista nesta área das redes sociais e do marketing de influência. Estamos a falar de alguém com mais de vinte anos de experiência neste sector que acompanhou a chegada das redes e o seu crescimento e ajudou a criar algumas das referências na área que hoje seguimos com entusiasmo. Parece-me, portanto, alguém com uma palavra útil a dizer sobre estes temas e que pode ajudar ao crescimento que muitos de nós procuramos. 


Podes ler também a minha opinião sobre Ser Blogger


Aqui vamos começar pelo início com os conceitos básicos que serão explorados ao longo de todas as quase duzentas páginas do livro. Os princípios basilares são apresentados de forma simples e acessível para que sejam de fácil compreensão. Desde o próprio Marketing de Influência, passando pelos Influenciadores, culminando com o que o autor considera fundamental para que seja possível vingar nesta área com sucesso. As plataformas existentes também não são esquecidas nem as métricas imprescindíveis para analisar este percurso em cada uma das redes sociais. 


As dicas práticas e de extrema utilidade podem ser encontradas ao longo de todo o livro, sempre pertinentes e interessantes, que nos permitem observar e reflectir para que a implementação seja feita com consistência e resiliência. Além disso, temos ainda testemunhos de influenciadores de sucesso em diversas áreas que partilham a sua experiência e nos dão algumas dicas interessantes e nos abrem o horizonte para o que acontece na realidade, sem os filtros que as redes tanto popularizam. 


Podes ler ainda a minha opinião sobre Marketing Digital na Prática

Posto isto, só posso recomendar este livro como obrigatório para todos que querem iniciar um percurso nesta coisa das redes sociais e tornar-se um influenciador, encontrando o seu espaço, potenciando as suas qualidades pessoais e descobrindo como crescer de forma sustentada. Se é o teu caso, acredito que vais adorar esta leitura e que te será verdadeiramente útil nesta jornada que queres empreender. 


Já conheces este livro e o Miguel Raposo? Gostas de livros dentro destes temas? O que recomendas? 


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Wook Bertrand

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