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sexta-feira, 22 de junho de 2018

quinta-feira, 21 de junho de 2018

#Travel - O que quero ver em Madrid



Agora que já fizemos a check-list do que quero ver em Nova Iorque e Londres, e dado que o destino destas férias de 2018 não poderá ser nada longínquo nem dispendioso, decidi eleger a capital de nuestros hermanos, Madrid. Um lugar bem perto do nosso país, sem ser necessário gastar uma fortuna na viagem ou na estadia e que também faz parte do meu Top 10 de cidades europeias a visitar.

As minhas pesquisas mostraram-me que é possível comprar um voo de ida e volta para Madrid por menos de 50€ com a Ryanair. Já o alojamento, depende do número de noites que pretendes ficar, mas continuo a defender que a melhor opção ainda é o Airbnb, onde podes desfrutar de uma bela casa no centro da cidade sem ir à falência com um hotel minimamente decente, e sem ter de optar por um hostel de qualidade duvidosa ou a grande distância do que te interessa ver. 

Posto isto, vamos ao que interessa, ou seja, o que quero ver em Madrid! Vens comigo?

1. Plaza Mayor



2. Palácio Real



Preço: 10€
Gratuito de 2ª a 5ª 
16h-18h (Outubro-Março)
18h-20h (Abril-Setembro)

3. Catedral Santa Maria la Real de la Almudena de Madrid



4. Jardins de Sabatini



5. Plaza de España



6. Templo de Debod



7. Puerta del Sol



8. Puerta de Alcalá



9. Parque del Retiro



10. Museu do Prado



Preço: 16€
Gratuito:
2ª-Sábado 18h-20h
Domingos e Feriados 17h-19h

11. Gran Via



12. Estação Atocha



13. Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia



Preço: 10€
Encerrado 3ª e feriados
Gratuito:
2ª-Sábado 19h-21h
Domingos 13h30-19h

14. Bairro das Letras



Muitas outras coisas existem que valem a pena a nossa visita, mas estas são as que me chamaram à atenção à primeira vista. Entretanto, fruto desta minha pesquisa, descobri algumas dicas que te podem ser úteis, caso também pretendas visitar Madrid. São elas: 
  • Existe um terceiro museu em Madrid e também um passe que incluí esses três principais museus. Assim, para quem pretende visitar os três museus pode compensar a compra deste passe. 
  • Comprar os bilhetes online poupa imenso tempo nas filas de espera nas bilheteiras nos locais. 
  • Como reparaste, existem dias e horários gratuitos para visitar estas atracções e pode ser uma boa opção aproveitar para poupar uns trocos. 
Agora partilha estas sugestões com os teus amigos e deixa o teu comentário com as dicas ou sugestões que possas ter sobre a capital espanhola, Madrid! 

quarta-feira, 20 de junho de 2018

O que podes vender para ganhar dinheiro extra



Quem não quer ter mais dinheiro na carteira? Eu não conheço ninguém que negue esta vontade transversal a todo o cidadão comum. O problema surge quando queremos passar do pensamento à prática. É que o dinheiro não cresce nas árvores nem os patrões estão com vontade de distribuir aumento aos seus trabalhadores. É, de facto, uma pena mas a malta terá de encontrar formas alternativas para acumular uns trocos extra. 

É precisamente isso que procuro com este post. Encontrar sugestões, para ti e para mim, que irão permitir uma folga maior no orçamento. Seja para pagar contas mais depressa, para um objecto de desejo ou até para uma viagem muito sonhada. Todos os motivos são válidos para se desejar ter mais dinheiro e, consequentemente, mais qualidade de vida. 

Estas sugestões que se seguem podem ser encontradas em todas as casas portuguesas. Ainda que não todos os objectos, a maioria existe e encontra-se encostada a ganhar pó e a ocupar espaço útil. Contudo, o que para mim já não serve, pode muito bem ser o que outra pessoa procura. Para isso temos as plataformas, como o OLX e Custo Justo, onde podes vender as tralhas e receber umas massas em troca. Vamos então descobrir o que podes vender para ganhar dinheiro extra!

1. Roupas

Nada melhor do que começar por fazeres uma visita aos armários e retirar de lá todas as peças de roupa que já não usas e também as que já não te servem. O que estiver em bom estado ou as que nunca tenham sido usadas podem ser vendidas. As que estejam danificadas, podem sempre servir para panos de utilização variada. Cá em casa, por exemplo, são reunidos na garagem para auxiliar qualquer intervenção mecânica. Não te esqueças também de dar uma vista de olhos pelo calçado. 


2. Livros e Filmes

Agora está na hora de ver todos os livros e filmes que tens acumulado ao longo dos anos. Acredita que sei o quanto é difícil. Sobretudo no que toca a livros, tenho muita dificuldade em abrir mão deles. No entanto, ainda não tenho casa para ter uma biblioteca privada e preciso de espaço para acomodar todos os livros novos que vou comprando ou recebendo. A solução é analisar todos os títulos e fazer uma selecção. Todos os que não me agradaram são os primeiros a sair. Depois, pondero nos que tem probabilidade de voltar a ser lidos. Todos os que não me dão vontade de reler, também saem. Com os filmes o processo é exactamente o mesmo.

Não te esqueças de aprender como comprar livros ao melhor preço.


3. Quarto

Se tens um quarto a mais em casa que não é habitado por ninguém tens aí uma excelente forma de obter rendimento extra. Se vives numa zona de Universidades podes arrendar esse quarto a estudantes. A alternativa são os turistas, que cada vez se apaixonam mais pelo nosso país, e colocar esse quarto numa plataforma como o Airbnb


4. Electrodomésticos 

Outro local que merece uma boa investigação é a cozinha de nossas casas. Deves confirmar todos os electrodomésticos que tens em casa, especialmente os pequenos. Depois, verificar quais os que utilizas e quais os que são apenas objectos decorativos e que se limitam a ocupar espaço nos armários ou na bancada. Todos os que não são utilizados ou nunca foram podem e devem ser vendidos. Tal como quando trocas de electrodomésticos e o velho funciona podes colocar à venda. 


5. Antiguidades

Quando falo de antiguidades refiro-me aos objectos que herdamos ao longo da vida e que podem ser de todo o tipo. Podem ser relógios, como os da imagem, ou candeeiros a petróleo, ou ferros antigos, ou máquinas de costura manuais, ou arcas, ou panelas. Enfim, são inúmeros os objectos que aqui se enquadram e que se encontram perdidos em todas as casas. Tens duas opções: ou os restauras e aplicas como decoração da tua casa, ou vendes para quem os valorize e esteja disposto a pagar por eles. 


6. Mobiliário e peças de Decoração

Numa época em que se defende o minimalismo como nunca antes aconteceu, começamos a descobrir que temos casas cheias em demasia. Repletas de móveis e objectos decorativos. Alguns que nem sequer cumprem uma função útil. É para esses que deves olhar e perceber se faz sentido mantê-los. Caso a resposta seja negativa, podes colocá-los à venda e dar-lhes a oportunidade de ter um novo dono que lhes dê utilidade e apreço. 


7. Brinquedos

Para quem tem filhos que crescem como se não houvesse amanhã, certamente tem uma quantidade absurda de brinquedos, alguns até como novos, que pouco foram usados. Claro que, muitas vezes, os brinquedos e roupas infantis são passados às crianças mais novas da família ou aos irmãos mais novos. No entanto, se não tens mais crianças na família, podes colocar esses brinquedos, que se encontram em bom estado, à venda para que outra criança desfrute deles. 


Estes foram os produtos que me ocorreram no processo de analisar o que tenho em casa, na exacta ordem em que foram surgindo. Muitos objectos já se encontram à venda, outros tantos irão passar a estar. Já para não falar dos que, felizmente, já foram vendidos e me permitiram aumentar o orçamento.

Partilha estas sugestões e deixa o teu comentário se tens mais ideias de objectos que podem ser vendidos para ganhar dinheiro extra! 

terça-feira, 19 de junho de 2018

#Livros - A Ilha das Trevas, de José Rodrigues dos Santos



Sinopse

Paulino da Conceição é um timorense com um terrível segredo. Assistiu, juntamente com a família, à saída dos portugueses de Timor-Leste e a todos os acontecimentos que se seguiram, tornando-se um mero peão nas circunstâncias que mediaram a invasão indonésia de 1975 e o referendo de 1999 que deu a independência ao país.

Só há uma pessoa a quem Paulino pode confessar o seu segredo - mas terá coragem para o fazer?

A vida e tragédia de uma família timorense serve de ponto de partida para aquele que é o romance de estreia de José Rodrigues dos Santos, precursor de grandes êxitos como A Filha do Capitão, O Codex 632 e A Fórmula de Deus.

Um romance pungente onde a ficção se mistura com o real para expor, num ritmo dramático, poderoso e intenso, a trágica verdade que só a criação literária, quando aliada à narrativa histórica, consegue revelar.

Opinião

Eis que, finalmente, consegui comprar o primeiro romance de José Rodrigues dos Santos! Para quem não sabe, não é coisa fácil porque o livro A Ilha das Trevas está esgotado em tudo o que é sítio. Ainda por cima, sendo o primeiro, revelou-se difícil de encontrar muita oferta desta obra no mercado dos livros usados. Foi no OLX que encontrei alguma oferta muito embora, inicialmente, os preços estivessem muito inflacionados para a minha carteira. Por fim, encontrei um exemplar, na minha zona, pela módica quantia de 5€.

Não deixes de consultar as minhas dicas para comprar livros ao melhor preço.

No seu primeiro romance, José Rodrigues dos Santos conta-nos a história relativa ao caminho percorrido por Timor-Leste, desde a descolonização, passando pela invasão indonésia, até chegar à tão desejada liberdade enquanto país e enquanto povo. Estamos a falar de um processo doloroso e intenso e que levou à morte milhares de timorenses.

Fruto do caos que acontecia em Portugal, após 25 de Abril, o país ficou nas mãos da Indonésia que tudo fez para subjugar as pessoas e os massacres foram inúmeros e injustificados. Ao longo de todo o livro são revelados alguns dos momentos mais marcantes e sangrentos da história recente do primeira país formado no século XXI.

A opressão dos indonésios sobre os timorenses fez-me lembrar um pouco a dos turcos sobre os arménios, sobre o qual o autor escreveu nos dois volumes que relatam a vida de Caloust Gulbenkian, O Homem de Constantinopla e Um Milionário em Lisboa. A mesma crueldade. O mesmo desejo de sangue. A mesma malvadez requintada nas formas mais perversas de matar. Um povo que sente semelhante prazer e sente tal comprometimento para fazer mal a outro povo, sem que este tenha armas ou condições para os enfrentar de igual forma, faz-me muita confusão e só merece o meu desprezo e muita desconfiança.

Acompanhamos jornalistas portugueses e australianos, mas a personagem que mais nos revela é o nativo Paulino, que sobrevive à invasão indonésia até que chega o almejado referendo que lhes abre portas para a merecida liberdade e ao reconhecimento enquanto nação independente.

Depois, nos anos 90, é interessante perceber a influência portuguesa e o quanto todo o país se sentiu solidário com Timor-Leste e com a opressão que era sentida pelos timorenses. Nunca Portugal se uniu, e manteve unido, por uma causa como por Timor. As pessoas foram para a rua. Músicas foram feitas. Os próprios políticos mostraram que é possível fazer o que está certo, sem pensar em contrapartidas económicas.

Contudo, este livro tem descrições demasiado pormenorizadas para serem incluídas e apresentadas num romance. Porque muito embora este seja o romance com menos páginas do autor, torna-se muito complicado acompanhar tanto acontecimento histórico e político sem perder o entusiasmo. Parece-me que, em A Ilha das TrevasJosé Rodrigues dos Santos ainda não tinha percebido completamente que um romance, ainda que histórico, não pode ser uma crónica de guerra como as que escreveu anteriormente.

Assim sendo, considero o tema muito interessante e pertinente, mas a construção da história não me arrebatou. Ao contrário do que tem vindo a fazer nos livros que se seguiram, aqui não é apresentada informação e dados históricos e verídicos como forma de nos ensinar e entreter. Ensina, mas aborrece, e o entretenimento deixa muito a desejar.

Porém, continuo a ser fã assumida do autor, e gosto sempre de acompanhar a sua evolução na construção de cada nova história. Aqui, fiz um retrocesso para conhecer como começou a sua aventura na elaboração do género romanciado, mas fico feliz por ter-se tornado melhor com a experiência. Por tudo isto, não aconselho que ninguém comece a conhecer a obra deste autor por este livro, porque certamente não irão sentir motivação para ler os seguintes, o que seria uma pena.

"E quando me perguntam o que me fez enfrentar todos estes horrores, o que me fez combater, o que me fez resistir, o que me fez sobreviver, respondo sempre que não foi a coragem, nunca se colocou a questão da coragem. O que me fez estar vivo e enfrentar os bapas foi uma coisa imensamente mais simples. Foi o medo."

Outros livros de José Rodrigues dos Santos com opinião publicada:


Anjo Branco
O Homem de Constantinopla
Um Milionário em Lisboa
A Mão do Diabo
Vaticanum
As Flores de Lótus
O Pavilhão Púrpura
O Reino do Meio
Sinal de Vida

segunda-feira, 18 de junho de 2018

A Banda Sonora da Semana #13



E as férias começaram!!! É tão bom poder dormir até à hora que me apetece e deitar sem colocar despertador. Ter todas as horas disponíveis para mim e para os meus e poder escolher onde quero gastar o meu tempo. E é preciso mesmo aproveitar esta segunda temporada de férias, porque as próximas e últimas de 2018 só serão em Setembro, depois do sufoco dos meses de Julho e Agosto. 

Efemérides de 18 de Junho


Dia Nacional da Imigração Japonesa no Brasil
1942 - Nasceu Paul McCartney, músico, compositor e cantos britânico
1946 - Nasceu Lídia Jorge, romancista portuguesa
2010 - Morreu José Saramago, escritor português

Dado que uma das nossas efemérides do dia é referente ao nosso Nobel da Literatura, parece-me muito apropriado deixar uma sugestão de leitura. Até porque o tempo de férias é sempre uma excelente altura para colocar a leitura em dia. 

Não deixes de ler as minhas sugestões de livros para ler nas férias.

Voltando a José Saramago, apesar de ter alguns livros cá em casa, só li o Memorial do Convento, ainda na adolescência, e fiquei rendida ao talento deste senhor. É verdade que não é uma leitura ligeira, mas vale bem o tempo e dedicação empregues na leitura. Portanto, como recomendação baseada na minha opinião pessoal, só posso referir este. 

No entanto, existem outros dois que já me chamaram a atenção e que pretendo ler. São eles o Ensaio sobre a Cegueira, que até já foi adaptado ao cinema, e o Caim. Por enquanto, ainda não os tenho cá em casa, mas estão na minha lista de desejos e irei agarrá-los, assim que encontrar uma promoção daquelas imperdíveis. 

Não te esqueças de ler e aprender com as minhas dicas para comprar livros ao melhor preço.

Agora que já falámos de livros, é hora de voltar a falar de música. Dado que hoje é o aniversário de Paul McCartney e que, para mim, este músico remete-me imediatamente para os Beatles, é mesmo uma das músicas da banda mítica de Liverpool que irei partilhar contigo. Afinal, não deixa de ser incrível que um grupo que existiu apenas durante dez anos, passados 48 anos desde que terminaram, ainda seja a grande influência da música pop da actualidade. 


Esta é das minhas músicas favoritas dos Beatles, mas outras mais existem com tanta qualidade e tão icónicas como esta. É o caso de Let it be ou de Hey Jude, só para dar mais dois exemplos, perfeitamente actuais. Quanto a ti, qual a tua música favorita dos Beatles?