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quarta-feira, 25 de abril de 2018

É melhor comprar ou arrendar casa?



Numa altura em que se sente que a crise foi pregar para outra freguesia e em que os mercados imobiliários voltam a mexer, muito se fala no regresso do crédito para compra de casa e das crescentes dificuldades para arrendar. Acontece que, em determinado momento, todos ponderamos na questão, comprar ou arrendar? 

É um problema de difícil resposta, pois muitos factores devem ser colocados na balança. Tudo deve ser analisado cuidadosamente de forma a tomar uma decisão em consciência, dado que se trata de um passo determinante na vida da maioria das pessoas. Ninguém quer cometer erros deste tipo, se os puder evitar. 

Se falarmos em questões puramente económicas, acontece na maioria das zonas do nosso país, ser mais vantajoso comprar casa do que arrendar. O custo com o imóvel pode ficar mais leve se for adquirido, mesmo recorrendo a crédito bancário, o que pode constituir um grande aliciante na hora de tomar uma decisão final. Se fores associado da Deco, podes aqui ler o artigo que publicaram acerca deste assunto e onde compararam os preços de comprar e arrendar em várias cidades do país.

O grande problema de comprar um imóvel são os custos iniciais que são elevados. Já para não falar nos riscos inerentes da instabilidade profissional e que pode levar a que, de repente e sem contar, se deixe de poder cumprir o custo mensal do empréstimo. Outro factor que pode pesar bastante na balança é a mobilidade ser reduzida quando se compra casa. É um compromisso mais definitivo e que tende a amarrar mais a uma determinada região.


O arrendamento tem a grande vantagem de ser mais acessível financeiramente pois, regra geral, o valor das cauções são inferiores aos custos iniciais de compra de um imóvel. Além de permitir uma mobilidade maior dado que é mais fácil mudar de cidade quando a casa não é própria. Evitam-se, também, despesas relacionadas com obras de manutenção e recuperação do imóvel.

A parte mais aborrecida é que cada vez existem menos casas, decentes e habitáveis, para arrendar. E se formos a falar em preços, então o caso ainda fica mais negro. Começa a tornar-se impossível arrendar um T0 para qualquer agregado que receba menos de 800€ de ordenado e isso é muito mau porque nem toda a gente tem acesso ou vontade de contrair um empréstimo. O derradeiro argumento é mesmo que, ao arrendar, passas uma vida a gastar dinheiro e no final não és dono de nada. 

Pela parte que me toca, este é um assunto sobre o qual tenho ponderado muito. A minha primeira opção seria sempre comprar e, no meu caso, as vantagens fazem sentido. O custo mensal seria menor e iria permitir-me ter acesso a uma casa melhor, com mais espaço. Já para não falar de que estaria a investir o meu dinheiro em algo que, no final, faria parte do meu património.

E o que impede a minha decisão de se concretizar? Simples, meus amigos. O grande obstáculo é não estar a trabalhar com um vínculo efectivo e os meus recibos de vencimento serem passados por uma empresa de trabalho temporário. Logo aí, a tarefa de aprovar um Crédito Habitação nestas condições torna-se em missão impossível.

Arrendar é igualmente complicado, porque o valor das rendas faria com que passasse a trabalhar para pagar contas e deixasse de ter vida própria. Isto porque não existe oferta que consiga aliar qualidade com preço minimamente acessível. E assim fica tudo na mesma e a vida de muito boa gente não passa da cepa torta. 

Em que situação te encontras? Proprietário ou arrendatário? Qual a opção que consideras mais vantajosa?

segunda-feira, 23 de abril de 2018

A Banda Sonora da Semana #5



Tenho de começar por dizer que estou oficialmente de FÉRIAS!!! Quanto mais perto da data, mais longos os dias se tornaram e mais lentamente passavam as horas que me separavam do merecido e necessário descanso. Contudo, agora que elas chegaram, tenho a certeza que o tempo passará a correr e quando menos esperar já será hora de voltar ao trabalho. Só que hoje ainda não é dia para pensar nisso! 

Efemérides de 23 de Abril:

Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor
1185 - Nasceu D. Afonso II de Portugal
1616 - Morreu Miguel de Cervantes, escritor espanhol
1616 - Morreu William Shakespeare, dramaturgo e poeta inglês

Depois de ter divagado por assuntos da actualidade, na semana passada, nada como aproveitar o Dia Mundial do Livro para mergulhar na fantasia e nos prazeres da ficção. É, aliás, algo a que pretendo dedicar-me com maior regularidade durante estas curtas férias. Isto da Literatura é assunto recorrente no blog e que, por norma, atrai muitos leitores. Inclusivamente, podes verificar todos os posts relacionados com livros que foram sendo publicados aqui. 

Não existe melhor companheiro do que um bom livro, seja numa fase feliz ou quando a vida nos prega alguma partida. Estimula a imaginação, permite viajar sem sair do lugar, melhora as competências escritas e orais, alarga o vocabulário. Os benefícios da leitura são infinitos e o bem que nos fazem é muito mais valioso do que o preço que pagamos para o ter em casa. 


Aliás, estás proibida de dar como desculpa o preço dos livros para o facto de não leres! Já ouviste falar numa coisa chamada Biblioteca? Pois é, são locais fantásticos e onde a custo zero podes ler todos os livros que quiseres. Pessoalmente, já fui muito feliz na Biblioteca da Penha de França e aconselho toda a gente a fazer uma visita pela Biblioteca da sua área de residência e perceber o mundo que existe pronto a ser revelado. 

Neste momento em que te escrevo, encontro-me mergulhada no universo Cinquenta Sombras, o que já começou a surgir no blog com a opinião d'As Cinquenta Sombras de Grey e, ainda esta semana, sairá nova opinião sobre o livro que se segue na saga. Como tal, depois de tantos elogios à banda sonora dos filmes, faz todo o sentido que a música desta semana faça parte dessa brilhante selecção musical. Parece-te bem?


Só os mais desatentos ou os que desconhecem a história que os filmes contam, pode ignorar a forma como cada música foi escolhida a dedo e se encaixa como uma mensagem subliminar na trama. Esta que hoje partilho, está entre as minhas favoritas, embora esta também fosse uma excelente opção. Qual a tua favorita? Parece-te uma boa escolha para música da semana?

quinta-feira, 19 de abril de 2018

#Livros - As Cinquenta Sombras de Grey, de E. L. James



Sinopse
As Cinquenta Sombras de Grey é um romance obsessivo, viciante e que fica na nossa memória para sempre. 

Anastasia Steele é uma estudante de literatura jovem e inexperiente. Christian Grey é o temido e carismático presidente de uma poderosa corporação internacional. O destino levará Anastasia a entrevistá-lo. No ambiente sofisticado e luxuoso de um arranha-céus, ela descobre-se estranhamente atraída por aquele homem enigmático, cuja beleza corta a respiração. Voltarão a encontrar-se dias mais tarde, por acaso ou talvez não. O implacável homem de negócios revela-se incapaz de resistir ao discreto charme da estudante. Ele quer desesperadamente possuí-la. Mas apenas se ela aceitar os bizarros termos que ele propõe... Anastasia hesita.

Todo aquele poder a assusta - os aviões privados, os carros topo de gama, os guarda-costas... Mas teme ainda mais as peculiares inclinações de Grey, as suas exigências, a obsessão pelo controlo... E uma voracidade sexual que parece não conhecer quaisquer limites. Dividida entre os negros segredos que ele esconde e o seu próprio e irreprimível desejo, Anastasia vacila. Estará pronta para ceder? Para entrar finalmente no Quarto Vermelho da Dor? 

Opinião
Como cumpro sempre as minhas promessas, estou de regresso com o início, na versão escrita, da saga que abriu a porta grande para toda a literatura erótica dos últimos anos, As Cinquenta Sombras de Grey. E foi com genuína vontade que o fiz, depois de me ter sido espicaçada a curiosidade com o primeiro filme. Nunca antes me tinha sentido minimamente interessada na história, não existia nenhum motivo que me fizesse interessar de forma genuína, sem ser apenas por se tratar do livro da moda. E eu não sigo modas, muito menos literárias.

Só que, entretanto, fui fisgada e só descansei quando tive nas mãos todos os três volumes, que a pessoa já não tem idade para ficar à espera para saber o que se irá seguir, o que irá acontecer com as personagens com quem desenvolvemos laços. Mais uma vez, caí na armadilha pois descobri que ainda existe um livro que falta ser publicado o que já anda a dar comigo em doida. De uma forma mais suave, mas ainda assim, é mais do mesmo. Mais tarde voltamos a falar disto, ok?

Quero começar por referir algo que me esqueci quando estava a falar do filme, que foi a fantástica banda sonora do mesmo. Ainda antes de assistir, já me tinha apercebido que tinha música muito boa associada a esta saga e, agora que comecei a ler, faz todo o sentido. As referências musicais são uma constante ao longo de todo o livro e são muito agradáveis de perceber e compreender todos os segundos sentidos que lá se encontram.

O que torna esta história especial é mesmo a premissa de termos um homem atormentado pelo seu passado que opta por um estilo de vida onde não existe risco de sentir algo por alguém e, consequentemente, não existe risco de se magoar e de se expor. Até que conhece a nossa doce Anastasia, aparentemente, desejosa de ser dominada e servir. O problema é que as aparências enganam e Christian deveria saber isso melhor do que ninguém.

A atracção que sentem um pelo outro é muito desconcertante para ambos os protagonistas e fá-los questionar tudo o que pensavam ser correcto. Só me parece muito improvável encontrarmos uma mulher de 22 anos, a terminar a sua licenciatura, ainda virgem. Parece feita de encomenda para um homem tão retorcido, não?

O que é certo é que o seu relato, com toques de inocência e de um humor inesperado, torna tudo muito mais ligeiro do que poderia parecer à primeira vista. Os momentos pesados e dramáticos são invariavelmente interrompidos com uma das suas tiradas, faladas ou pensadas, que dão verdadeira vontade de soltar uma gargalhada.

O espaço temporal desde que se conhecem até que se apaixonam é tão curto, o que não seria necessariamente estranho, não fosse o facto de que tudo lhes acontece. Cada dia é uma montanha-russa que ora os aproxima, ora os afasta. Fica muito difícil acompanhar a volatilidade das suas atitudes, sinceramente. Mais difícil ainda é perceber o tipo de relação que estão a criar, dada a inexperiência amorosa de ambos.

Ler o livro permitiu-me, também, verificar que a adaptação ao Cinema do primeiro livre foi muito fiel ao original, sem grandes alterações e sem roubar momentos essenciais da história. Agora, vamos ter mesmo de falar de sexo, pessoas. Porque este livro tem sexo em tudo o que é sítio. E a nossa autora não sofre de qualquer problema de imaginação, pois consegue recriar sempre cenários diferentes, com brinquedos diferentes, posições e lugares estão presentes a todo o momento.

Honestamente, não encontrei neste volume nada que me chocasse a sério. Só posso dizer que Mr. Grey sabe como surpreender uma pessoa e que tem muitos recursos. Considero que fazem sentido as cenas de sexo, pois contam também uma história sobre cada um e sobre ambos enquanto casal. Agora as descrições tornam-se um tanto ou quanto redundantes e repetitivas a dada altura. Não será fácil escrever sobre actos sexuais, mas mesmo assim esperava um pouco mais de criatividade vindo de alguém que a demonstrou em tantos outros aspectos.

Foi a curiosidade que me impeliu a ler os livros para descobrir a fundo o destino destes dois loucos e é isso mesmo que pretendo fazer com o próximo livro que já se encontra na minha mesa de cabeceira! Quanto a ti, conta-me nos comentários se gostas d'As Cinquenta Sombras de Grey. Qual a parte que mais gostas? O que te fez continuar a ler? 

"Não queria que ele se fosse embora. Pela primeira vez, desejava que ele fosse normal - que quisesse uma relação normal que não precisasse de um acordo de dez páginas, um chicote de fitas, e mosquetões no tecto da sala de diversões."

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto em cartão e portes grátis. Ou encomendar a tua versão em inglês na Book Depository, com 9% de desconto imediato e portes grátis para todo o mundo. 

quarta-feira, 18 de abril de 2018

César e Gabriela - Relação doentia ou actores revelação?



Este ano de 2018 trouxe novidades no que toca a Reality Shows em Portugal. Primeiro, o regresso da Casa dos Segredos e, depois, um novo apresentador na sétima edição deste fenómeno televisivo. Ao contrário do que seria de esperar, não é Manuel Luís Goucha o motivo para vir finalmente debruçar-me sobre o programa. 

Já não 14 anos depois, mas 18 anos depois da primeira aventura, continuamos a ver a repetição no comportamento humano, quando se misturam pessoas que não se conhecem, em ambiente fechado e controlado. Muitas discussões. Demasiadas paixonetas. Algumas empatias sinceras e que culminam em amizades verdadeiras, mesmo quando a aventura termina e a vida real começa. 

Depois de ter comentado a Vitória esmagadora da Helena, na edição anterior, volto a sentir-me compelida a falar na Casa dos Segredos e nos seus protagonistas. Porque esta é, de facto, uma edição diferente e que nos apresenta novos enredos. Logo a começar, um casal homossexual, casados e com uma estratégia que tem ludibriado todos os companheiros e apaixonado todos os portugueses. Se contribuírem para diminuir o preconceito e a homofobia numa pessoa que seja, já terá valido a pena a sua participação. 

Quanto à noite de sexo inconsequente que tanto deu que falar na semana passada e que muito contribuiu para a expulsão do intragável Nuno, nem é preciso falar porque os factos falam por si. Poderia ter sido algo banal ou, pelo menos, sem grande polémica associada, não fossem as atitudes de um e de outro nos intervalos entre o primeiro beijo e a queca propriamente dita. Fora isso, nada mais existe a acrescentar e a mim não me apetece falar nisso. 


O que me tem feito comichão na planta dos pés é apenas e só aquela relação conturbada de César e Gabriela. Se a mim, que estou cá fora e apenas vejo os resumos do que se passa, me irrita sobejamente o que este casal nos dá, eu só posso imaginar o inferno que deverão viver aqueles pobres coitados que partilham a casa com eles. Assistir às suas discussões de manhã, de tarde e de noite, serem arrastados para elas, porque cada um luta pelo apoio dos outros residentes, terem de suportar os gritos da Gabriela e os seus intermináveis ataques de choro seriam razões mais do que suficientes (e mais válidas que muitas que tenho ouvido ao longo de 18 anos) para pedir para sair com máxima urgência. 

Se a princípio pareciam inseguranças derivadas da sua experiência passada e da sua tenra idade, passado pouco tempo, a conclusão mais óbvia estava relacionada com problemas psicológicos graves e que precisam de tratamento urgente, sob pena da rapariga surtar de vez e ter como destino final uma qualquer casa psiquiátrica. Por fim, chegaram as teorias mais conspirativas, onde ninguém consegue acreditar que alguém mantenha uma relação, de tal ordem doentia, por longos cinco anos. 

É nesta altura em que começamos a acreditar em tudo, só para não ter que considerar real o que os nossos olhos nos dizem. É impossível sobreviver numa relação assim, certo? Surgem, assim, os primeiros rumores de que esta é uma estratégia combinada por ambos previamente e que estão a representar papéis, com o único intuito de dar nas vistas e garantirem o protagonismo nesta edição. 

A questão é, será possível fingir um comportamento tão peculiar e extremado por tanto tempo? Será que estamos perante uma relação doente e onde ambos precisam de ajuda para ser felizes? Ou serão ambos dois actores de mão cheia que nos andam a enganar a todos? Diz-me, nos comentários, qual a tua opinião sobre estes dois, César e Gabriela. 

terça-feira, 17 de abril de 2018

#Review - Fones Brainwavz M100



Estou de regresso com uma marca pela qual tenho muito apreço e estima, não só por ser uma das primeiras parceiras do blog, mas por me terem permitido descobrir os melhores fones que conheço e que não custam os olhos da cara e mais um bocadinho. Com a Brainwavz podes ter som de qualidade, prático, com uma estética apurada sem haver necessidade de vender um rim.

Claro, que não se tratam de produtos cujos preços possam competir com os absurdos e ridículos valores que são praticados em lojas de qualidade duvidosa. Estou a compará-los com marcas reconhecidas e procuradas pela sua garantia de qualidade. Se é isso que procuras nos teus próximos fones, tens mesmo de conhecer a Brainwavz e a sua gama diversificada de produtos.


Desta vez, recebi em casa os Brainwavz M100 para experimentar, algo que tenho feito há largos meses. Na verdade, foram bem mais do que os que estavam previstos na minha mente. Esta Review foi sendo adiada até se tornar embaraçoso tanta demora. Contudo, isto também significa que a minha opinião está melhor fundamentada do que nunca, pois utilizei estes fones com uma frequência acima da média.

Tanto que os M100 se encontram, a tempo inteiro, na minha mesa de cabeceira e são os meus auxiliares todas as noites no que toca a assistir a vídeos e ouvir música no Spotify, sem acordar a casa toda. Em suma, somos melhores amigos numa relação que promete ser duradoura, afinal estamos a falar de uns fones que te dão uma garantia de 24 meses em todos os seus produtos. Mais uma prova da sua qualidade, não é?


Para saberes as características dos Brainwavz M100 e todos os acessórios incluídos podes verificar tudo aqui. O que dizer mais sobre estes lindos fones? Com eles tenho som de qualidade, material resistente, sem problemas de nós impossíveis de desfazer com o bónus extra de ter um design elegante e que dá vontade exibir em público.

Estes podem ser teus por menos de 90 dólares e posso apostar que não te irão desiludir! Já conhecias a Brainwavz? Quais os teus fones favoritos? 

Brainwavz no blog: