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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

#Review - Cápsulas Dolce Gusto Ristretto Napoli


#Review - Cápsulas Dolce Gusto Ristretto Napoli

E quando se pensava que estava tudo dito sobre a temática do café após comparar as Máquinas Delta Q e Dolce Gusto, esta última lança uma nova gama de cafés com a maior intensidade da marca até à data. Claro que, mal pus os olhos nestas novas cápsulas, fiquei em pulgas para as experimentar e ficar a conhecer mais uma variedade de café no mercado e compatível com uma das máquinas de café que tenho em casa. 

Assim que encontrei o novo Ristretto Napoli à venda no meu hipermercado habitual. com um desconto simpático, tratei de adquirir a minha embalagem e descobrir este novo café. Até porque a busca pelo melhor café do mundo é coisa que nunca termina. Os verdadeiros apreciadores estão sempre dispostos a coleccionar experiências e sabores diferentes dentro, desde que dentro de uma chávena. 

O que diz a marca?

"Um expresso curto, particularmente rico e intenso de sabor prolongado. Um café inspirado em Nápoles onde arte e história criam grandes cafés. O seu creme escuro e espesso e o seu típico corpo denso revelam os seus aromas quentes e torrados."
#Review - Cápsulas Dolce Gusto Ristretto Napoli

Até aqui, o único café que cumpria os requisitos era o Ristretto Ardenza e era este que comprava quando encontrava as cápsulas Dolce Gusto em promoção. Assim era até ter experimentado este Napoli que destronou completamente o anterior. Este, de facto, já é um café capaz de me encher as medidas e proporcionar a sensação de satisfação que espero de um bom café. 

Aliás, por causa desta novidade, a minha Delta Q tem tido umas férias. Desde que experimentei, tenho-me mantido fiel ao Ristretto Napoli e acredito que tem tudo para se tornar o meu café de eleição. Contudo, acredito que a marca tem muito por onde crescer e por onde expandir a sua variedade de cafés e, portanto, espero que outras novidades vão surgindo nos próximos tempos. 

Também consomes as bebidas da Dolce Gusto? Qual a tua favorita? 

terça-feira, 16 de outubro de 2018

#Livros - A Praia das Pétalas de Rosa, de Dorothy Koomson


#Livros - A Praia das Pétalas de Rosa, de Dorothy Koomson

Sinopse

Todas as histórias de amor sofrem reviravoltas.
Depois de quinze anos de um grade amor e um casamento perfeito, Scott, marido de Tamia, é acusado de algo impensável. 
De repente, tudo aquilo em que Tamia acreditava - amizade, família, amor e intimidade - parece não ter qualquer valor. Ela não sabe em quem confiar, nem sonha o que o futuro lhe reserva. 

Então, uma estranha chega à cidade para lançar pétalas de rosas ao mar, em memória de alguém muito querido e há muito perdido. Esta mulher transporta consigo verdades chocantes que transformarão as vidas de todos, incluindo Tamia que será obrigada a fazer a mais dolorosa das escolhas. 

O que estaria disposta a fazer para salvar a sua família?

Opinião

Numa altura em que saiu um novo livro de Dorothy Koomson, A Sereia de Brighton, trago um livro que encontrei num grupo de Facebook e que comprei por apenas 5€, o que foi um verdadeiro achado, tratando-se desta autora. Como andava entusiasmada com os livros de Philippa Gregory, fui adiando a leitura deste livro que andava perdido na estante sem agarrar a minha atenção.

E como, depois de começar, fiquei agarrada ao livro A Praia das Pétalas de Rosa! O talento desta autora é inegável e a sua capacidade de criar enredos simples e complexos ao mesmo tempo, com um grande foco nas emoções dos protagonistas e com uma crescente dose de mistério que nos prende até à última página. Como se tem dito por aí, Dorothy Koomson está a construir um caminho na área dos Thrillers e a pontuar os seus livros com mais crimes por resolver.

Quando li, no ano passado, Os Aromas do Amor, já tinha sentido uma maior presença de mistérios por solucionar, enquanto as emoções confusas dos personagens nos são expostas de forma brilhante pela autora, com aquela capacidade de nos tornar empáticos com uns e com sentimentos negativos por outros.

Aqui, n' A Praia das Pétalas de Rosa tudo acontece em torno de uma queixa de tentativa de violação feita à Polícia. Tamia vê o seu marido ser levado de casa, algemado pelos agentes policiais, após ser acusado de tentar violar a melhor amiga de Tamia e colega de trabalho do dito marido. A confusão instala-se na mente da protagonista.

Não consegue reconhecer o apaixonado e romântico homem com quem casou e teve filhas nas acusações lançadas. Por outro lado, também não consegue compreender que motivos levariam a sua grande amiga a lançar uma calúnia destas, tornando a vida de Tamia num autêntico inferno. Tudo se complica quando marido afirma a sua inocência, mas admite estar a ter um caso com a colega de trabalho e que a acusação foi fruto de uma vingança por ele não deixar a mulher para ficar com ela.

Como se este mistério já não fosse suficiente para nos prender à trama, tudo se agrava quando um assassinato acontece e todos se tornam em suspeitos de silenciar a alegada vítima. Após o assassinato, as revelações sucedem-se a cada nova capítulo e a leitura torna-se frenética. O casamento de Tamia e o seu declínio são expostos até que ela toma consciência da pessoa em que se transformou o homem que pensava ser perfeito.

No fundo, todos têm esqueletos no armário que gostariam de esconder a todo o custo, mas que vão sendo revelados até que todas as peças se encaixam e somos capazes de ver tudo em grande plano. E ainda assim, só mesmo nos capítulos finais percebemos quem é o verdadeiro assassino e as suas motivações passionais.

Koomson já se encontrava entre as minhas autoras favoritas, mas com esta evolução incrível ganhou um lugar ainda mais especial no meu coração. Agora, tenho de arranjar espaço na estante pois pretendo reunir todos os seus livros publicados e continuar a acompanhar o seu excelente trabalho, cada vez mais rico e interessante.

Quanto a ti, já leste A Praia das Pétalas de Rosa? Qual o teu livro favorito de Dorothy Koomson? 

"Temos sempre escolhas. Todos nós. Alguns são demasiado cegos para perceber isso. Alguns não as aproveitam. Alguns não sabem aproveitá-las. E outros são privados delas, encurralados numa situação da qual não podem escapar. Mas, ainda assim, temos escolhas."

"Aquilo que mais me assusta é o amor. Quando dizemos que amamos alguém, estamos a dar-lhe licença para nos fazer sofrer. Parece cínico e amargo da minha parte, mas pensem em todos os horrores que as pessoas cometeram neste mundo em nome do amor."

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto em cartão e portes grátis, ou a versão em inglês na Book Depository, com portes grátis para todo o mundo.

Outros livros de Dorothy Koomson com opinião publicada no blog:


A Filha da Minha Melhor Amiga
Os Aromas do Amor

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

A Banda Sonora da Semana #29


A Banda Sonora da Semana #29 com livro de Agustina Bessa-Luís, filme de Charlie Chaplin e música de Fernando Daniel

Isto de trabalhar e, em simultâneo, produzir conteúdo para um blog está longe de ser tarefa fácil. Quem nunca tentou ou quem desistiu quando terminou o fulgor do entusiasmo dos primeiros tempos, não pode ter real consciência do trabalho que dá e do esforço que exige. Talvez por isso, os ganhos gerados através deste tipo de plataforma, gerem tanta polémica e tantos comentários agrestes de quem apenas lê. 

Mas isso seria tema para todo um novo post que talvez conheça a luz do dia por estas paragens, mas não hoje. Com isto, queria apenas dizer que nem sempre consigo publicar o que pretendia, mas que me esforço ao máximo para sempre ter alguma coisa nova para ti. Foi o que aconteceu na semana passada e que espero não aconteça nesta que hoje começa.

Efemérides de 15 de Outubro


1582 - Primeiro dia do calendário gregoriano, introduzido pelo Papa Gregório XIII.
1815 - Napoleão Bonaparte é exilado para a ilha de Santa Helena. 
1940 - Lançamento do filme O Grande Ditador, de Charles Chaplin. 
1844 - Nasceu Friedrich Nietzsche, filósofo alemão. 
1922 - Nasceu Agustina Bessa-Luís, escritora portuguesa. 
1917 - Morreu Mata Hari, dançarina holandesa executada por espionagem. 

A Banda Sonora da Semana #29 com livro de Agustina Bessa-Luís, filme de Charlie Chaplin e música de Fernando Daniel

Confesso que nunca li nada de Agustina Bessa-Luís nem tenho tido muita curiosidade para ser sincera. No entanto, nesta vontade de ler mais autores de língua portuguesa esta pode muito bem ser mais uma alternativa de qualidade para adicionar aos autores que pretendo ler. Como tal, convido-te a descobrires comigo um dos livros mais conhecidos desta autora, A Sibila. Que me dizes? Alinhas neste desafio? Ou tens outro livro de Agustina Bessa-Luís que queiras deixar como sugestão?

A Banda Sonora da Semana #29 com livro de Agustina Bessa-Luís, filme de Charlie Chaplin e música de Fernando Daniel

Já antes falei aqui de filmes de Charlie Chaplin, como foi o caso de Tempos Modernos, que está entre os meus favoritos deste brilhante artista. Mas dado que hoje se comemora o aniversário de lançamento do filme O Grande Ditador e num momento em que a extrema-direita cresce por todo o mundo, parece-me uma semana muito apropriada para voltar a ver mais este clássico do Cinema mudo. Já viste este filme? Qual o teu filme favorito de Chaplin?


Para música da semana, nada como uma acabada de sair do forno e que já está a fazer sucesso. Fernando Daniel lançou a música Voltas e o vídeo no Youtube já está entre os mais populares. Este é um dos poucos casos em que um cantor sai de um concurso de talentos, como vencedor, e consegue construir uma carreira no difícil mundo da música em Portugal. Gostas deste rapaz e das músicas que tem feito? 

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

#Livros - Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez


#Livros - Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez

Sinopse

«Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo.»

Com estas palavras - tão célebres já como as palavras iniciais do Dom Quixote ou de À Procura do Tempo Perdido - começam estes Cem Anos de Solidão, obra-prima da literatura contemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Márquez como um dos maiores escritores do nosso tempo. 

A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultério, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro. 

Opinião

No distante ano de 2016, decidi reunir alguns Clássicos da Literatura que me faltavam ler, com o inocente e ingénuo intuito de me motivar a ler mais desses livros incontornáveis e que todos deveríamos ler, pelo menos, uma vez na vida. Pois que a intenção foi muito boa, mas a concretização foi péssima.

Entretanto, dois anos se passaram e a pessoa (eu) ganhou vergonha na cara e começou a dedicar-se à leitura de livros intemporais e que deveriam fazer parte de toda e qualquer biblioteca pessoal. E é assim que te apresento um segundo livro que consta daquela lista de que te falei e que, após ter terminado, me deixou com a real consciência do tanto que perdi por ter demorado tanto a agarrar nele.

Podes querer ler também a opinião sobre o primeiro clássico da lista acima, 1984, de George Orwell

É que Gabriel García Márquez é um gigante e brilhante autor que deu projecção ao icónico realismo mágico e que lhe valeu um merecido Nobel da Literatura, em 1982. O primeiro aviso que faço é que existe uma constante repetição de nomes em sucessivas gerações da família Buendía, que provoca alguma confusão para os leitores mais inexperientes e cuja atenção não fique focada no enredo.

Apesar de um pouco confuso, faz parte do universo desta família peculiar e que reflecte o círculo de acontecimentos e personalidades, que surge como inevitável, e que reforça as repetições próprias do ciclo da vida e da mensagem que, embora o tempo passe e os pormenores mudem, o essencial permanece imutável.

Os saltos temporais são outra constante nesta obra, pois o narrador, contando os acontecimentos numa possível ordem cronológica, diverte-se a partilhar informação sobre o passado dos personagens e também de acontecimentos futuros. O que se traduz, não raras vezes, no facto de já sabermos o desfecho quando é chegada a hora de determinada situação.

E não é que aquilo, a que hoje chamamos de spoilers, não diminui em nada o interesse e a vontade de continuar a ler mais e mais, num ritmo que se torna frenético. Apesar do tempo passar com alguma lentidão e calma, não existem momentos mortos e tudo está interligado entre si o que torna a trama num novelo que se desenrola na frente dos nossos olhos.

Quando acompanhamos o surgimento de Macondo e os seus primeiros habitantes, percebemos como surgiu e o quanto se encontravam alheados do mundo. Depois, os acessos são facilitados e com isso chega o progresso e o que era uma pequena aldeia transforma-se numa próspera região. Toda a ascensão e queda, tanto de Macondo como da família Buendía, é temperada com o tal realismo mágico que se reflecte em detalhes fantásticos e imaginativos, que não são suportados pelo que conhecemos como verdadeiro ou possível, mas que são tratados com a mesma atenção que os acontecimentos mais banais.

Muitos foram os autores que foram beber a Gabriel García Márquez, como é o caso de uma autora que muito aprecio, Isabel Allende. De facto, este transformou-se num dos meus livros de eleição de todo o sempre e tenho a certeza que irei reler, pois quer-me parecer que é daqueles que, a cada leitura, novas perspectivas são reveladas.

Antes de terminar, quero te deixar como sugestão mais um vídeo da Tatiana Feltrin, Youtuber brasileira, onde ela faz uma excelente análise sobre esta fantástica obra da latina-americana e te mostra porque precisas de ler este livro, nem que seja uma vez na vida. Já leste algum livro de Gabriel García Márquez? Qual o teu livro favorito?

"Era como se Deus tivesse resolvido pôr à prova a capacidade de assombro e mantivesse os habitantes de Macondo num permanente vaivém entre o alvoroço e o desencanto, a dúvida e a revelação, até ao extremo de já ninguém poder saber com certeza onde se encontravam os limites da realidade." 

"Ao dizê-lo, teve consciência de estar a dar a mesma réplica que recebeu do coronel Aureliano Buendía na sua cela de condenado, e mais uma vez estremeceu com a confirmação de que o tempo não passava, como ela acabava de admitir, mas que andava às voltas."

"Não havia nenhum mistério no coração de um Buendía que fosse impenetrável para ela, porque um século de naipes e de experiências tinham-lhe ensinado que a história da família era uma engrenagem de repetições irreparáveis, uma roda giratória que teria seguido às voltas até à eternidade, não fosse o desgaste progressivo e irremediável do eixo."

Podes encomendar o teu exemplar, numa edição de capa dura, na Wook, com 10% de desconto em cartão. 

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

A Banda Sonora da Semana #28


A Banda Sonora da Semana #28 com livros de Saramago, filmes de Matt Damon e música de Bob Dylan

Passaram-se dois doces inícios de semana no idílico paraíso proporcionado pelas férias mas, como tudo o que é bom, acabou depressa e a rotina de ter de trabalhar já está a decorrer. E, para que vejas a minha sorte, o primeiro dia de trabalho coincidiu com o próprio do feriado que celebra a Implantação da República. Diz lá se não é maravilhoso regressar ao trabalho de atender pessoas precisamente num feriado, seguido de fim de semana? Enfim, é o que temos e a pessoa ainda precisa de trabalhar para ter dinheiro para pagar as contas. Imagino que sabes do que falo, certo? 

Efemérides de 8 de Outubro


Dia da Independência da Croácia
1998 - José Saramago torna-se o primeiro autor de língua portuguesa laureado com o Nobel da Literatura.
1895 - Nasceu Juan Domingo Péron, presidente da Argentina. 
1970 - Nasceu Matt Damon, actor norte-americano. 

Já aqui falámos de José Saramago, no aniversário da sua morte, onde enumerei alguns dos livros que mais curiosidade me suscitam e que fazem parte da minha wishlist deste autor. No entanto, quando se comemora o primeiro e único Nobel da Literatura, não apenas português, mas de língua portuguesa, parece-me essencial recomendar a leitura do livro que foi considerado para o prémio. 

A Banda Sonora da Semana #28 com livros de Saramago, filmes de Matt Damon e música de Bob Dylan

Assim, irei recomendar o único livro de Saramago que li, Memorial do Convento, e que faz parte do Plano Nacional de Leitura. Aliás, pretendo mesmo aproveitar o facto de o ter cá em casa e terem-se passado longos anos para reler esta obra e poder aqui deixar uma opinião mais fundamentada no blog. Afinal, muitos são os miúdos que têm de estudar esta obra na escola e parece-me que os adultos que ainda não leram devem aproveitar a oportunidade e deixarem-se inundar pelas propostas absurdas mas coerentes deste autor invulgar. Parece-te bem publicar aqui a minha opinião sobre este livro? 

A Banda Sonora da Semana #28 com livros de Saramago, filmes de Matt Damon e música de Bob Dylan

Deixo ainda uma sugestão cinematográfica, apoiada por ser o dia de aniversário do gato do Matt Damon, onde te apresento o melhor filme - ou pelo menos o meu favorito - da carreira deste actor. Refiro-me ao O Bom Rebelde, onde contracena com o gigante Robin Williams, e nos conta uma história repleta de lições profundas e cenas memoráveis. Lembraste deste filme? 


E já que falamos sobre o Nobel da Literatura e tendo em conta que este ano não iremos ter premiados, acho que a música da semana teria de ser a de Bob Dylan, um dos prémios mais controversos e que deu que falar nesta categoria. Concordaste com a atribuição deste prémio a Bob Dylan?