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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

#Filmes - Thor: Ragnarok



Sinopse
No filme da Marvel Studios, Thor: Ragnarok, Thor é preso do outro lado do universo, sem o seu martelo poderoso e encontra-se numa corrida contra o tempo para voltar a Asgard e imedir Ragnarok - a destruição do seu mundo e o fim da civilização Asgardiana - que se encontra nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, a implacável Hela. Mas, primeiro precisa de sobreviver a uma luta mortal de gladiadores, que o coloca contra um ex-aliado e companheiro Vingador, Hulk. 

Opinião
Eu sei que o Desafio de Cinema foi na Segunda-feira, mas é que a pessoa foi ao Cinema, àquela sala com um ecrã gigante, onde ainda muita gente se enfarta de pipocas e incomoda os vizinhos com o barulho, com umas cadeiras confortáveis e onde se pode ver filmes antes de estarem à venda em DVD ou qualquer outra plataforma que te permita ver em casa. 

Antes que penses que te estou a tratar como uma criança de 3 anos, tenho a dizer em minha defesa que apenas fiz a descrição acima porque sinto que cada vez se vai menos ao Cinema. Pode parecer uma constatação absurda, mas se calha não é tanto assim. Eu até concordo que, por vezes, se torna bem mais agradável ver um filme no conforto da nossa casa, sem ter de partilhar espaço com desconhecidos e sem estar à espera de horários de exibição. Além de que, de facto, não é algo assim tão economicamente acessível para muita gente. 

Só que ir ao Cinema é também uma experiência única, a menos que sejas milionário e possas ter a tua própria sala de cinema em casa. E se há filmes que não iria gastar tempo e dinheiro a ver numa sala de Cinema convencional, existem outros que valem muito a pena assistir numa tela gigante. Como foi o caso do filme de que hoje venho falar, Thor: Ragnarok

Apesar de não ser o meu super-herói favorito, gosto bastante do nosso Thor, particularmente por se tratar de um Deus da Mitologia Nórdica o que lhe traz todo um outro fascínio e mistério. Afinal, são lendas escritas há centenas de anos e com muitos significados ocultos. Por outro lado, também gosto muito do protagonista, o gato do Chris Hemsworth, que provoca suspiros na mulherada de cada vez que aparece com um pouco de menos roupa. 

Passando ao filme propriamente dito, gostei bastante da premissa contida da irmã desconhecida que chega para ocupar o seu lugar no trono após a morte do pai e que foi interpretada de forma magistral, como aliás é seu hábito, por Cate Blanchett. Outra participação brilhante, embora curta, foi a do Sir Anthony Hopkins, como Odin. 

Foi muito interessante ver como é difícil para alguém habituado a ser poderoso e a vencer, ainda que com as dificuldades normais que alimentam este tipo de filmes, sente ao defrontar alguém manifestamente mais poderoso e que lhe destrói, de forma consecutiva, a auto-estima. Desta vez, o nosso Thor desde ao fundo do poço, onde se sente uma herói despojado da sua arma e dos seus poderes, para aprender que o seu poder está dentro dele e não depende das armas, pois pode canalizar esses poderes se os controlar. 

E não me posso esquecer do grande Hulk, que nos vem dar um ar da sua graça e a ajudar, mais uma vez, a salvar o dia. Muito engraçada a disputa entre dois egos enormes que, em vez de discutir assuntos de maior importância, passam uma vida a tentar convencer o outro de quem é o mais forte. Outra personagem à qual acho muita graça é o irmão, Loki, considerado muitas vezes o vilão, mas que encerra em si e nos apresenta de forma descarada o que toda a humanidade tem de forma inevitável, a capacidade de fazer o bem e a capacidade de fazer o pior. Resta saber que lado da moeda escolhemos, sendo que o que escolhemos hoje pode ser alterado amanhã... 

Portanto, agora que encontrei o amigo geek perfeito, que me leva a ver filmes como A Bela e o Monstro e Thor: Ragnarok, tudo aponta para que seja capaz de aparecer mais conteúdos deste género por estas paragens. Parece-te bem? Já foste ver o filme ao Cinema? Manda vir essas opiniões na caixa de comentários, pode ser?? 


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

#Review - Tetley Super Tea



Depois do Verão interminável que tivemos este ano, por fim, chegou o frio e a chuva e o vento e todas aquelas coisas que caracterizam o Inverno. Está na hora de ir buscar as mantas e os cobertores fofinhos, os pijamas polares, os gorros, as luvas e os cachecóis. De ligar os aquecedores e de desfrutar das bebidas quentes e reconfortantes. 

Eu gosto muito do bom tempo, pelas possibilidades que se abrem e pela descontracção e leveza que só o calor permite. Contudo, já tinha muitas saudades de me enrolar na manta mais fofinha que tenho cá por casa enquanto me dedico às tarefas blogosféricas no meu portátil e, também, de poder bebericar a minha caneca de chá quentinho ao som de uma música agradável. 

Assim, com o tempo frio instalado, regressei ao meu ritual de chegar a casa, ligar o computador, vestir o pijama e preparar o meu belo chá para começar o serão em beleza e na melhor companhia. Foi ainda no final do Inverno passado que descobri uns novos chás da Tetley, através de uns vales de desconto que a marca disponibilizou. Logo que os vi em promoção, agarrei-me a uma embalagem de cada e vai de trazer para casa para experimentar. 


Gosto de sabores fortes, nada de chás desenchabidos ou deslavados. Tanto que o meu sabor favorito de sempre é o chá preto. Também gosto muito de infusões e sabores exóticos. O meu favorito de todos é o Boost, com arando vermelho e que promete ajudar a reduzir o cansaço e a fadiga. Fiquei de tal forma rendida que já chegou ao fim!

Na foto, temos ainda o Immune, nome apropriado para uma infusão de limão e gengibre, cuja função é apoiar o sistema imunitário. Confesso que não me apaixonou, até porque tenho um frondoso limoeiro no jardim de casa que me permite fazer chás com um sabor bem mais intenso e natural. Contudo, não posso dizer que não gostei e será, certamente, uma boa opção nesta época de gripes e constipações, para os menos afortunados que eu e que não tenham limões à distância de abrir uma janela. 


Começo já por falar do que menos me agradou, tanto que está quase cheio. O Detox, com seu sabor a hortelã e que pretende ajudar a proteger as células contra o stress oxidativo, não me convenceu de todo. Se calhar, como ainda tenho tantos e sou contra o desperdício, ainda lhe vou dar uma segunda oportunidade, mas ainda que me habitue, nunca será um favorito. Enjoa-me, que é que hei-de eu fazer?

Por fim, temos o Mind, que ajuda a manter a função cognitiva, coisa muito útil em toda e qualquer altura do ano, e com um sabor bem tropical que mistura ananás e toranja. Pessoalmente, gostaria que fosse um pouco mais intenso, mas a combinação é excelente e ficou em segundo lugar nas minhas preferências. Tanto que só me resta uma solitária embalagem que irá servir para me relembrar das alegrias do Inverno passado.

Já conhecias esta gama da Tetley? Qual o teu favorito? 

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

#Livros - O Sentido das Palavras, de Isabelle Fochier



Sinopse
A primeira vez... o primeiro amor... o primeiro perdão.
E se todos beneficiássemos da oportunidade de retroceder no tempo, e reviver momentos de outra maneira?
A complexidade das escolhas na idade das incertezas. 

Brian Russel é um adolescente de dezassete anos, que vive em perfeita harmonia com os pais, Christopher e Laura, e uma irmã mais nova, a Emma. 
O entendimento entre todos é perfeito, o percurso académico de Brian é idêntico, com o sonho de seguir as pegadas do pai e ingressar na universidade de engenharia. 
Quando conhece Marie Benoit, quase fruto de um acaso, a paixão entre ambos nasce instantaneamente. O que poderia ser uma simples história entre adolescentes banais, rapidamente se revela muito mais intensa e também preocupante, pois quando Marie engravida e escolhe uma saída, que a seus olhos é a melhor para o momento, as suas vidas vão precipitar-se numa sucessão de problemas graves. 

Que consequências surgem na vida de todos, quando se opta pelas soluções mais simples?
Até onde aguenta um cérebro sobrecarregado, quando sente que a vida lhe escapa por entre os dedos?
E como pode o pai, libertar o filho e deixá-lo à deriva, quando o seu próprio passado tem uma história carregada de intensidade, perigo e mentira?

Opinião
Antes de mais, tenho de agradecer à Chiado Editora, que gentilmente me cedeu este livro que tanto queria ler. Já todos conhecem a minha curiosidade mórbida, e não podia dormir descansada, depois de ler O Peso de um Segredo e descobrir que existia um outro livro que acompanhava a vida dos mesmos personagens, alguns anos depois. Não era possível ignorar que existia mais coisas para descobrir e, portanto, tive mesmo de me agarrar à sequela que, na verdade, foi publicada primeiro. 

Ao contrário do que seria de esperar, para mim fez todo o sentido começar pelo livro anterior, pois ajudou-me imenso a entender com muito mais clareza todas as referências que estão implícitas, por vezes, em pequenos pormenores, aparentemente insignificantes. Ou seja, permitiu-me compreender esta história e, especialmente, as consequências para todos os membros desta família invulgar e os seus sentimentos perante os acontecimentos. 

Já tinha acontecido, de forma ligeira com O Peso de um Segredo, mas foi radicalmente acentuado agora o meu antagonismo com este Brian. É impossível não admirar a sua inteligência invulgar e a sua capacidade de absorver o que importa e se adequar sem provocar tumultos na vida familiar, pelo menos até dada altura. Só que o rapaz tem uma forma insolente de ser e uma vontade irritante de querer impor aos outros as suas convicções e o que acha estar certo. 

Este fundamentalismo, por muito boa vontade que exista e por muito boas que sejam as intenções, é coisa para me encanitar e dar ânsias de dar um par de tabefes no menino que se acha o dono da verdade e do correcto. Depois, aquela mãe também me irrita um pouco pela forma submissa como trata o primogénito, sem se atrever a confrontar de forma directa e merecida, impondo os limites para o respeito que lhe é devido e colocando o garoto no seu lugar. 

Por fim, tenho mesmo de manifestar a minha preferência pela figura do pai de Brian, Christopher Russel. Gosto muito da forma coerente como é construída esta personagem e que nos apresenta, em cada detalhe e em cada atitude, um carácter acima da média, uma abnegação poucas vezes vista e uma capacidade de amar os seus que lhe marca inexoravelmente a vida. 

Em suma, o verdadeiro segredo do êxito destes livros são as personagens ricas e com imensas matizes, como são as pessoas que conhecemos, com coisas boas e más, e obrigando-nos a encontrar pontos de identificação com uns e de afastamento com outros. Por acaso, também aprecio bastante o final encontrado, pelo simbolismo de ciclo que encerra, por provar que o mesmo tipo de história de amor, com as devidas diferenças, pode ter desfechos paradoxalmente diferentes e, ainda assim, igualmente felizes. 

Agora, resta saber se a nossa autora nos irá brindar com mais episódios desta família ou, quem sabe, de personagens secundários que poderiam revelar alguns segredos e mistérios que ficaram por contar. Se a Isabelle ler este post, fica a dica de que gostaria muito de saber mais sobre o que se passa entre o melhor amigo da família e a irmã de Laura. Poderá ser um caminho? Ou teremos outros protagonistas em próximas obras? 

"Eu desesperei, quis estar de novo grávida, quis sentir-te dentro de mim, quis que tomasses conta de mim, como só tu sabes fazer, e por isto tudo que perdi, cometi o acto mais vil que um ser humano pode cometer, porque não pude voltar atrás no tempo. Não consegui recuperar-te e já não sei se me amas, mas peço-te que consigas, pelo menos perdoar-me, por te ter magoado tanto."

Podes encomendar o teu exemplar aqui, com 20% de desconto imediato e portes grátis. 

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Amor para a vida toda. Será?



Não soltem os foguetes nem abram as garrafas de champagne, que não estou apaixonada nem para lá caminho, meus amigos. Não pretendo fazer nenhum tipo de declaração de amor, ainda que o título te possa ter deixado confuso. Vamos conversar, mais uma vez, de amor, mas de nenhum caso pessoal e recente. 

Já conversámos sobre dúvidas existenciais, que podem ser resolvidas com algum facilidade, e sexo puro e simples, entre tantos outras variantes deste tema que é o amor e outros milhares estão por falar ainda. Hoje, não quero falar do antes ou do caminho que leva ao amor. Pretendo falar de quando estamos inteiramente entregues a alguém e já nos encontramos a viver uma dita relação estável. 

Os mais atentos certamente já reparam o quanto a frase soa familiar, correcto? A verdade é que senti uma necessidade de falar sobre esta coisa de sentirmos que é amor para a vida toda, depois de ouvir na rádio, vezes sem conta, a música da Carolina Deslandes, que mais não é do que uma bonita declaração do seu amor pelo homem com que divide os dias e a vida. Quem ainda não ouviu isto??


Pois é, tanto ouvi que a ideia começou de facto a martelar na minha cabeça de forma incessante até que não fui capaz de controlar mais o impulso de debater este assunto contigo. Claro que, quando nos aventuramos numa relação, ninguém se põe a pensar como irá terminar. Se assim for é porque não vale mesmo a pena começar, porque vai se revelar um pura perda de tempo e energia. 

Quando o amor nos invade, a pessoa gosta de acreditar que é para todo o sempre e mais além. E presume-se que os seus intervenientes façam o melhor que sabem para que assim seja e que se transformem num daqueles casais que, em gerações mais novas, estão difíceis de acreditar ser possível. Enquanto a paixão está no auge, tudo é perfeito e só se enxerga até um determinado local onde não existem defeitos nem problemas de qualquer espécie. 

Depois, como é óbvio, esse estado de enamoramento vai esmorecendo e, se tudo correr bem, dando lugar a um sentimento mais calmo e sólido. Onde se aprende a gostar dos defeitos do outro, onde se fazem cedências em prol do bem comum ou mesmo do bem-estar da pessoa amada. Houve uma altura em que acreditei de verdade que quando há amor entre duas pessoas, nada as pode separar. 

Contudo, passado não muito tempo, veio a vida ensinar-me que só o amor não chega para que duas pessoas fiquem juntas. Existe um cocktail de ingredientes essenciais ao sucesso de uma relação, onde pode incluir a confiança, o respeito e admiração mútua. Além do amor, estes são, para mim, os kit básico para qualquer relação saudável e duradoura. 

Agora, que já falámos das rosas, vamos falar dos espinhos? É que tenho muita dificuldade em colocar-me à mercê de alguém, por muito que a ame e por muito envolvida que esteja. Existe um espaço emocional que é só meu e que me permite continuar a viver depois de um desgosto amoroso, sem sentir que a minha vida sem aquela pessoa já não faz sentido. E existe também um lado prático que gosto muito de preservar, onde se encontram coisas como a independência financeira. 

Todos julgamos conhecer as pessoas com quem vivemos, até ao momento da separação. Regra geral, é nesses momentos que o outro se revela, pelo menos para os mais desatentos. O resultado imediato de uma rotura nunca será positivo. Ou se fica com o coração partido ou ganhamos alguém para nos infernizar a existência por uns tempos, que se esperam curtos. 

É por isso que me faz muita confusão que, pessoas com experiência de vida, se coloquem dessa forma desabrida nas mãos de outra pessoa, por muito apaixonadas que estejam. Qual é a tua posição no amor? Concordas comigo ou entregaste sem pensar no amanhã? 

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Desafio de Cinema (46/52) - Baseado no Thrailer



O Desafio de Cinema voltou ao seu dia habitual, a Segunda-feira, que isto de manter hábitos e rotinas é coisa importante e muito falada na blogosfera e arredores do mundo digital. Ainda por cima, o tema desta semana é muito interessante e invulgar, pelo menos para mim. Nunca me tinha acontecido ficar interessada num filme apenas e só depois de ver o thrailer. 

Mesmo quando vou ao cinema e passa a promoção a outros lançamentos, regra geral, não é pelo thrailer que fico interessada. Ou já os conhecia e tinha curiosidade ou simplesmente me passam ao lado. Até que, nem de propósito, a minha melhor amiga me envia um thrailer que me deixou rendida e com uma vontade enorme de ir ao cinema e mergulhar nesta comédia-romântica. 

Estou a falar de um filme português e que esteve nos cinemas à muito pouco tempo, Alguém como eu. Um filme com o carimbo de qualidade que nos é dado pelo realizador Leonel Vieira e pelo nosso brilhante (e lindo!) Ricardo Pereira. Conta também com caras conhecidas do Brasil e com um enredo que promete provocar muitas gargalhadas. Além de que nos coloca a nós, mulheres, perante aquilo que muitas vezes dizemos sem pensar nas reais consequências dos nossos desejos. 

Mais uma vez se prova que o cinema português está em franco crescimento e com a capacidade de nos surpreender e entreter. Que não haja dúvida de que a nossa indústria cinematográfica tem tudo para levar cada vez mais pessoas às salas de cinema. Já viste este filme? Qual a tua opinião? 


Sinopse
Insatisfeita e infeliz, Helena sente que é chegado o momento de mudar. Com isso em mente, deixa o Brasil e ruma a Portugal, onde a espera um novo emprego, uma nova casa e novos amigos. Já em Lisboa, conhece Alex, um homem simpático e muito atraente por quem se apaixona e com quem inicia uma relação amorosa. 

Mas, se a princípio as coisas lhe parecem perfeitas, com o passar do tempo ela vê-se novamente estagnada numa relação rotineira, onde a falta de comunicação causa constrangimentos constantes. Até que, depois de desejar ardentemente que Alex se torne um pouco mais parecido com ela, a rapariga vê-se confrontada com um problema inesperado: sempre que olha para ele, vê-o na figura de uma mulher. Transtornada e sem saber muito bem o que fazer, Helena vai ter de encontrar um modo de reverter a situação...


Acompanha o Desafio de Cinema- 52 Filmes em 52 Semanas e vê os próximos temas.