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terça-feira, 10 de setembro de 2019

#Livros - Lucrécia Bórgia, de C. W. Gortner


#Livros - Lucrécia Bórgia, de C. W. Gortner

Sinopse

A infâmia é um veneno que nos corre no sangue...
É o preço a pagar por sermos Bórgias.

C. W. Gortner revela-nos a história fascinante de uma das mais poderosas famílias do Renascimento, que dominou a política e a sociedade da época. Movidos por uma sede desenfreada de poder, os Bórgias cometeram os pecados mais cruéis, tornando-se sinónimo de intriga, perfídia e delito. 

Com a controversa eleição de Rodrigo Bórgia como papa Alexandre VI, os Bórgias alcançam uma posição privilegiada na corte papal, dando início a uma nova era na cidade eterna. Mas Roma acaba por revelar-se tão encantadora quanto perigosa. 

Perante a ameaça de uma invasão francesa, Rodrigo, pai da jovem e inocente Lucrécia, é obrigado a casá-la com um adversário poderoso, tornando-a um mero peão num perigoso jogo de poder. Contudo, quando as acusações escandalosas de assassinato e incesto de que Lucrécia é alvo ameaçam aqueles que ama, somente a sua astúcia e inteligência a poderão salvar. 

Conseguirá a jovem princesa fugir ao destino fatal que lhe foi imposto à nascença pelo seu sangue Bórgia? 

Opinião

Depois de ter sido um dos livros sugeridos numa Banda Sonora da Semana, é chegada a hora de conversarmos sobre o próprio. Neste livro iremos ficar a conhecer uma das figuras mais misteriosas da História, Lucrécia Bórgia, a filha do Papa Alexandre VI, conhecida como princesa do Vaticano. Começo por dizer que pouco se sabe sobre esta mulher, especialmente no que toca às ligações familiares com o pai e os irmãos, portanto, vamos falar sobre a versão criada por C. W. Gortner em torno deste mito italiano.

A primeira coisa que causa estranheza é o facto de homens da Igreja terem uma série de filhos, de forma assumida e pública. E que esse tipo de homem, com um histórico desses, chega a Papa é algo desconcertante para quem vive no século XXI. Mas temos de pensar que os tempos eram outros e a corrupção era algo muito mais aceite e que era feita à luz do dia.

Então, tudo começa com a infância de Lucrécia, criada longe da mãe, mas com as visitas frequentes do pai. Aliás, as relações com pai e mãe não poderiam ser mais contrárias. Se tinha uma adoração pelo pai, com a mãe a relação não era nada agradável e fica subentendido que existia uma grande dose de ciúmes à mistura. Os pais tinham deixado de ser amantes, mas Lucrécia continuava a ser a filha adorada e vivia como tal, cercada por todos os cuidados.

Lê também a opinião sobre O Juramento da Rainha

Após a ascensão do seu pai ao papado, passou a ser um peão, como todas as mulheres solteiras são, e alianças eram prometidas junto com a sua mão. No entanto, parecia ter sempre poder de decisão, só que acedia a participar nos planos do pai por dever para com a família, prova de que a sua educação tinha dado frutos e essas ligações familiares eram as mais importantes para si.

Apesar de ser a filha favorita de seu pai, à sua volta pairavam os dois irmãos, Juan e César. O primeiro era o mais favorecido, o segundo sentia-se sempre posto de lado. A rivalidade entre os dois era gigante e alimentou muitas polémicas no que diz respeito a esta família. Aliás, César Bórgia serviu de inspiração, como modelo, para que Maquiavel escreve-se O Príncipe.

É este triângulo entre irmãos que fomenta a lenda e alimenta a história aqui narrada. Através deles e do seu pai, ascenderam aos lugares mais altos, tendo em conta as suas origens humildes, e ainda assistiram à queda da família que, depois deles, passou a ser insignificante no que toca ao poder. Ao longo do livro assistimos ao crescimento de Lucrécia, mas também aos bastidores do poder no Vaticano e às lutas constantes em Itália.

Este é um livro muito interessante sobre uma mulher que ganhou uma péssima fama, mas que não passou dum peão nas mãos dos Bórgias, tendo sobrevivido, apesar disso, à sua queda. Gosto bastante da escrita deste autor, mas incomoda-me um pouco este seu hábito de parar de narrar a vida da sua protagonista quando ainda existiam coisas a dizer e descobrir. Começo a achar que é um padrão na sua obra e isso aborrece-me.

Apesar disso, considero uma excelente leitura para todos os amantes de romances históricos, como eu, e conto continuar a ler mais livros deste autor. Que livros leste de Gortner? Qual o teu favorito? 

"Não cometas o erro de achar que és única. (...) Quando somos jovens, achamos que o mundo gira à nossa volta, mas a vida tem uma maneira muito própria de nos ensinar quem é mais forte. Apesar de tudo, não passas de uma mulher. Se falhares, ninguém te concederá uma segunda oportunidade." 

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto e portes grátis. Ou podes encomendar a versão em inglês na Book Depository, com 16% de desconto imediato e portes grátis para todo o mundo. 

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

A Banda Sonora da Semana #62


A Banda Sonora da Semana #62 com um livro sobre Maria Stuart, um filme com Hugh Grant e música de Fernando Daniel

Devido a problemas pessoais, Setembro será um mês de ainda mais mudanças e o caminho, ainda que não esteja claro e definido, não deixa de estar traçado. Ainda não está na hora de as partilhar por cá, mas fica certo de que as irei apresentar, como de costume. É o que dá ter um blog, podemos olhar para as publicações mais antigas e perceber, não só a evolução, mas também alguns acontecimentos e marcos importantes, mesmo que colocados de forma subliminar. 

No entanto, com ou sem mudanças, vou procurar manter a regularidade que alcancei nos últimos tempos e não defraudar os fiéis e melhores seguidores que são os meus. Estamos juntos? 

Efemérides de 9 de Setembro


Dia da Independência do Tadjiquistão
1543 - Maria da Escócia é coroada rainha aos nove meses de idade. 
1828 - Nasceu Lev Tolstói, escritor russo. 
1960 - Nasceu Hugh Grant, actor britânico. 
1087 - Morreu Guilherme I de Inglaterra. 
1976 - Morreu Mao Tsé-Tung, estadista chinês.

A Banda Sonora da Semana #62 com um livro sobre Maria Stuart, um filme com Hugh Grant e música de Fernando Daniel

Não me canso de livros sobre os conflitos ingleses que envolveram os Tudor e afins, como muito bem sabes. No que toca à famosa Maria Stuart, já dei a minha opinião sobre o livro A Outra Rainha e sobre o filme que foi feito tendo como base o livro que te vou sugerir hoje e que só fiquei a conhecer por causa dele. Trata-se de Maria, Rainha dos Escoceses e fala-nos dessa polémica e controversa rainha. Viste o filme ou leste o livro? 

A Banda Sonora da Semana #62 com um livro sobre Maria Stuart, um filme com Hugh Grant e música de Fernando Daniel

Antes de começar a falar sobre o filme que escolhi para te sugerir, quero deixar registado o meu espanto. Como é que é possível que Hugh Grant esteja a fazer hoje cinquenta e nove anos?? Parece que ainda no outro dia era um homem com cara de menino com uns lindos olhos azuis e um sotaque british delicioso. Deixando este pormenor de lado, voltamos com um filme dos anos 90, onde a fama de galã do nosso aniversariante começou a ser cimentada. Apesar de ser uma simples comédia-romântica, tem uma história de amor fora do convencional e com a qual muito me identifico. Vê o filme e depois diz-me se não tem tudo a ver comigo, ok?


Para música da semana ficamos com Fernando Daniel e a sua nova música que já se encontra no topo das tendências do Youtube em Portugal. É inegável o seu talento e quer-me parecer que ainda nos irá apresentar muitos mais sucessos. Não concordas? 

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Apresentação Desafio dos Pássaros


Apresentação Desafio dos Pássaros - Desafio de escrita durante 17 semanas

Olá, pessoas!

O meu nome é Inês Pereira, sou autora do blog Não Digas Nada a Ninguém e decidi sair da minha zona de conforto ao inscrever-me para participar neste desafio de escrita, mesmo não sabendo ao certo no que me estou a meter e sem ter real consciência das implicações desta participação. 

Apesar de escrever com alguma frequência, sou eu que decido os temas sobre os quais quero escrever e faço a gestão dos conteúdos. Pensando bem, desde que sai do secundário e das queridas aulas de Português A que nunca mais voltei a ser apresentada com um tema fechado e ter de o agarrar, decidir sobre que perspectiva o quero abordar e começar a debitar palavras que façam sentido, mostrem o meu ponto de vista mas, ainda assim, dando espaço para a reflexão, como gosto que os assuntos sejam debatidos. 

Espero, sinceramente, que este seja um desafio produtivo e enriquecedor, tanto para os que escrevem como para os que lêem. Serão 17 semanas, sempre com temas novos, e com tantos participantes será fascinante perceber as diferentes formas de pensar e de apresentar as opiniões. Mal posso esperar para começar a descobrir no que me fui meter! 

Descobre mais sobre o desafio dos pássaros no blog e acompanha todas as participações nas próximas semanas! Além disso, ainda vais a tempo de te inscrever e alinhar neste desafio de escrita. Conto contigo? 


1ª Temporada


#1 - Problemas, só problemas

#2 - O amor e um estalo
#3 - Uma aventura/momento que te tenha marcado
#4 - A Beatriz disse que não. E agora?
#5 - Estás na fila para o purgatório...
#6 - O Amor, uma cabana... e um frigorífico
#7 - A Constança precisa duma máscara capilar...
#8 - Escreve uma carta para a criança que foste
#9 - Acordaste nu, sem te recordar de nada, numa ilha deserta
#10 - Já chegamos? Já chegamos?
#11 - Um dia na tua família... do ponto de vista do teu animal de estimação
#12 - Aqueles pássaros não se calam...
#13 - Reescreve o final dum filme + #14 - Não nasci para isto
#15 - O Pai Natal decidiu reformar-se...
#16 - Sobre a vida adulta: Ainda não entendi o que é para fazer

Reflexão

2ª Temporada


#2.1 - Acho que a coisa não vai correr bem
#2.2 - É que isso de médicos, nunca fiando
#2.3 - Manual para iniciar relacionamentos
#2.4 - O google está errado
#2.5 - Acordas e tudo o que mais desejas realizou-se: conta-nos o teu dia
#2.6 - Oh não, um vírus outra vez!
#2.7 - Escreve o teu elogio fúnebre
#2.8 - Foi tão bom, não foi

Edição Extra


Tive uma ideia!
Não tenho tempo para te aturar
Actualizem-me, por favor!
Cada um come onde quer e repete se quiser!

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

#Livros - O Príncipe, de Nicolau Maquiavel


#Livros - O Príncipe, de Nicolau Maquiavel

Sinopse

Um tratado clássico sobre a política ou a arte de bem governar que, embora tenha sido escrito no século XVI, mantém toda a sua actualidade, podendo facilmente transpor-se para os dias de hoje. Inspirado na figura de César Bórgia e na admiração desmedida que manifestava por ele, Maquiavel faz uma abordagem racional para aconselhar os aspirantes a líderes, desenvolvendo argumentos lógicos e alternativas para uma série de potenciais problemas, a forma de lidar com os domínios adquiridos e o tratamento a dar aos povos conquistados, de modo a consolidar o poder. Obra de referência e de um pragmatismo radical e implacável.

Opinião

Hoje, estamos perante uma obra que marcou e determinou o pensamento de tal forma que consegue ser actual até hoje. É um tratado político, mas está longe de ser chato e aborrecido. Além disso, tem uma linguagem de fácil entendimento e é bem curtinho. A minha edição é de bolso e tem pouco mais de cem páginas, por isso, lê-se bem rápido e penso que deve ser uma leitura obrigatória para todos os que pretendem liderar, ainda que não seja um país.

O meu exemplar é bem antigo e tem o bónus, que não encontrei em nenhuma das edições disponíveis actualmente no mercado, de estarem incluídas as anotações feitas por Napoleão Bonaparte. E apesar do livro valer por si próprio, estas anotações conferiram outra dinâmica à leitura. Através delas temos momentos de humor e percebemos também a visão de Napoleão sobre os ensinamentos de Maquiavel.

Para percebermos melhor a importância que O Príncipe e os princípios nele contidos, a palavra maquiavélico tem origem no nome do seu autor e essa conotação negativa foi atribuída devido à visão sobre a governação que partilhou neste livro. Dá que pensar o poder que uma obra escrita no século XV conseguiu manter e, apesar de escrito a pensar na realidade italiana, torna-se transversal e aqui encontramos as bases para a política moderna.

Podes ver também os 20 Clássicos que me faltam ler

"Enquanto no norte da Europa o Renascimento produz pensadores políticos como Erasmo, que defende a noção da liberdade cristã, e Thomas Moore, que sonha uma utopia igualitária, Maquiavel, na Itália subdividida e internamente enfraquecida, teoriza o Estado despótico, com base na violência."

Aqui se quebrou com muitos dos princípios medievais e se coloca uma figura central, um déspota ou príncipe, onde se reuniriam todos os poderes e se legitima o uso da violência como forma de subjugar os povos. É importante não esquecer o contexto histórico em que esta obra foi escrita, pois a Itália ainda não era um país unificado, bem como muitos dos países que hoje conhecemos na Europa ainda não estavam definidos.

Podes ter uma ideia melhor do contexto histórico desta obra no vídeo do canal Ler Antes de Morrer

Logo, aqui se defende formas de conquistar um reino e, mais importante que isso, as melhores tácticas para manter o controlo sobre esses territórios, em diferentes contextos e circunstâncias. Muitas afirmações ficam a pairar nas nossas cabeças mesmo depois de pousar o livro e são reveladoras da mentalidade da sua época. Podem ser chocantes de ler nos dias de hoje que nos consideramos muito civilizados, mas o que mais me choca é constatar que ainda são aplicadas em pleno século XXI.

Aliás, este livro pode ser curto mas está repleto de frases icónicas e sobre as quais apetece reflectir. Pela minha parte, foram bastantes e tive mesmo de me controlar para não acabar a assinalar o livro de uma ponta à outra. Mas a verdade é que é fácil perceber a mensagem que se quer passar e perceber o quanto inspirou figuras como Napoleão ou Hitler na sua busca por poder de forma absoluta.

A sua forma polémica de manipular conceitos como virtude, bem e mal, retirando a sua conotação moral e religiosa, e dando-lhe flexibilidade para se adaptar aos interesses de quem governa e se quer manter no poder, é talvez a grande razão para ter sido tão criticado e ter ganho a má fama que carrega até aos dias de hoje. No entanto, é graças à sua teorização destes conceitos na forma de livro e com uma linguagem simples e acessível que somos capazes de entender melhor os políticos, sejam de origem monárquica ou republicana, que temos tido ao longo dos tempos.

Pessoalmente, consigo perceber a causa de tantas críticas mas não acho que sejam fundamentadas, pois Maquiavel não criou estes conceitos. Tudo isto sempre foi posto em prática, só não se encontrava exposto aos olhos de todos nós, meros mortais. Esta é mesmo uma obra de leitura obrigatória para todos os que querem entender melhor a política, o poder e as formas de governar e liderar. 

Já leste esta obra intemporal de Maquiavel? Com que opinião ficaste sobre O Príncipe? 

"E aquele que se torna senhor de uma cidade habituada a viver livre e não a destrói deve esperar ser destruído por ela, pois ela tem sempre como pretexto para as suas rebeliões o nome da liberdade e os seus antigos costumes, os quais nem o tempo nem qualquer benefício permitirão que sejam jamais esquecidos." 

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 30% de desconto. Ou a versão em inglês na Book Depository, com portes grátis para todo o mundo. 

"Convém saber que existem duas maneiras de combater: pelas leis e pela força. A primeira, é própria dos homens; a segunda é própria dos animais. Mas como, muitas vezes, aquela não chega, há que recorrer a esta e, por isso, o príncipe precisa de saber ser animal e homem." 

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Desemprego - Quanto vou receber no final do contrato?


Desemprego - Quanto vou receber no final do contrato?  Fica a conhecer o simulador que te vai ajudar na hora de fazer as contas

Este pode ser um tema muito desagradável, afinal de contas ficar desempregado não é algo agradável e pode causar muita angústia e stress. A vida continua e a pessoa continua a ter contas para pagar e encargos que tem de cumprir. Mesmo quando se tem direito a fundo de desemprego, o dinheiro que se recebe pode não ser suficiente e por isso a urgência em arranjar um novo emprego pode ser ainda maior. 

Contudo, quero que te foques no que acontece quando és despedido ou quando o teu contrato termina e não é renovado. Nessa altura, irá receber os teus direitos que deverão constar do teu último recibo de vencimento. Como é pago juntamente com o teu último ordenado isso pode causar alguma confusão e não ficar claro o que é o quê. 

A minha experiência mais recente foi um verdadeiro abre olhos para perceber como podemos ser enganados se não estivermos conscientes dos nossos direitos. Trabalhei para uma empresa de trabalho temporário, como as inúmeras que existem nos dias de hoje, e estou com um conflito para receber uma parte do que me é devido. Mas o problema é que só fiquei atenta a essas contas e detectei os erros porque se tratava de uma situação recorrente entre os colegas que conheci ao longo dos dois anos em que durou o dito contrato. 

Chego à conclusão que talvez seja prática comum apenas desta ou doutras empresas do género e que significa que, mesmo com vínculos fracos e contratos precários, ainda nos querem ir ao bolso ficando com parte do valor que nos pertence por direito. Como não sou especialista nesta coisa de direitos laborais nem trabalho em Contabilidade ou Recursos Humanos, precisei de ajuda para descobrir qual era o real valor que deveria receber de forma a poder contestar o que me foi pago. 

E é precisamente essa ajuda que quero hoje partilhar contigo. Trata-se de um simulador que, com os dados certos, te fará as contas e te dará o valor final que tens a receber. Este simulador é disponibilizado pela Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) e basta inserires a data de início e término do teu contrato, o valor da retribuição base, os dias de férias gozados e o subsídio de férias que já te foi pago. No final, basta clicares em calcular e irão te ser apresentados os valores totais do que tens que receber após o término do teu contrato de trabalho. Não te esqueças que neste valor não está incluído o valor do teu último ordenado. 

Graças a esta ferramenta, que pode ser utilizada de forma prática e simples, tens acesso à informação toda que precisas para confirmar se as tuas contas foram bem feitas e bem pagas. E se pensas que já não há nada a fazer porque não reclamaste na hora, fica a saber que tens um ano para apresentares queixa se as tuas contas não estão correctas e a empresa não se mostra disponível para corrigir. 

Já conhecias este simulador da ACT? Conheces alguém que tenha tido problemas com empresas de trabalho temporário? Partilha com os teus amigos porque isto pode ser muito útil para quem está a passar por uma situação de desemprego. 

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