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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Balanço de 2025 & Resoluções para 2026

 

Imagem de cálices de champagne brindando, simbolizando celebração e novos começos para o balanço de 2025 e as resoluções de 2026.

Mais um ano que chega ao fim e é chegada a hora de refletir sobre os desafios enfrentados, as conquistas alcançadas e as lições aprendidas nestes 365 dias. Este balanço permite-me entender melhor o caminho percorrido e identificar as áreas em que posso evoluir, tanto no âmbito pessoal quanto profissional. Aproveitar este momento de reflexão é essencial para ajustar rotas e estabelecer metas mais alinhadas com os meus sonhos e objectivos futuros. 


Podes ver também o Balanço de 2024 & Resoluções para 2025 


Com o encerramento dum ciclo e a chegada de 2026, surge também a oportunidade de traçar novas resoluções e estratégias para o próximo ano. É hora de definir metas ambiciosas, mas realistas, e de renovar o compromisso com o crescimento e o bem-estar. Hoje, primeiro dia do novo ano, farei um balanço de 2025 e apresentarei as principais resoluções para 2026, procurando inspiração e motivação para transformar planos em realizações concretas. Vem comigo explorar as lições do passado e as promessas do futuro! 


Buy Me A Coffee

Balanço de 2025


Livros

As leituras foram um dos temas de maior sucesso em 2025, com as metas a terem tido resultados muito satisfatórios. Os livros em inglês, falhei por um, e a organização das estantes ainda está a acontecer, depois de ter comprado uma nova para albergar tudo o que preciso. Os restantes foram cumpridos e até ultrapassados para além das minhas expectativas. 


Filmes & Séries

Apesar de ter iniciado o projecto de Cinema, onde irei assistir a todos os filmes vencedores do Óscar de Melhor Filme, todas as restantes metas ficaram aquém do esperado. A verdade é que dediquei muito pouco do meu tempo a esta área e, portanto, os resultados foram curtos. Significa que terá de ser feito um reajuste com números mais realistas para 2026, até porque existirão outras prioridades a necessitar da minha atenção e dedicação. 


Estudo/Desenvolvimento Pessoal

A Academia BB chegou ao fim, mas até lá, consegui assistir com alguma consistência ao seu conteúdo, embora ainda existisse margem para melhorar. As restantes metas nesta categoria foram ignoradas com sucesso, mas não estão esquecidas. 


Saúde e Cuidados Pessoais

Nesta categoria até que não me portei muito mal. Apenas ficou por concretizar a ida ao dentista e estender a rotina de skincare à noite, mas lá chegaremos, com toda a certeza. É de manter este cuidado pessoal que é a maior forma de nos amarmos. 


Pessoal 

Nestas metas a coisa ficou dividida, portanto, não pode ser considerado um fracasso, mas também não foi um sucesso absoluto. Ficou a faltar imprimir fotos, organizar a cozinha e experimentar a app Oscar. No que diz respeito ao destralhar, é sempre um trabalho em processo, porque se nos distraímos, volta tudo à confusão e à acumulação do que não precisamos de facto. 


Blog & Redes Sociais

As minhas metas relacionadas com as redes sociais foram um sucesso, sobretudo no que diz respeito ao Instagram, que sentiu um crescimento considerável, que me obrigou a reformular o objectivo várias vezes ao longo de 2025. Ficou em falta apenas o crescimento de seguidores no blog, muito embora tenha continuado a escrever com a frequência que me propus. Talvez seja um caminho mais difícil, tendo em conta que as pessoas estão muito mais ligadas nas redes do que nestas plataformas, ou talvez apenas ainda não tenha descoberto o que preciso para lá chegar. Ainda assim, aqui continuo e pretendo continuar. 


Finanças 

As minhas finanças não se podem queixar, apesar de 2025 ter sido desafiante pela perda de rendimentos, fruto de ter mudado de emprego em Janeiro. Consegui, finalmente, fazer um PPR e o fundo de emergência ficou composto, apesar dessa transferência de fundos. Os Certificados e os envelopes ficaram um tanto ou quanto ignorados, mas não esquecidos. 


Fazer

O grande feito do meu ano, está nesta lista de metas. A minha primeira viagem sozinha foi feita e adorei cada segundo. Gostei tanto que não vejo a hora de voltar a planear algo do género em 2026. As restantes metas ficaram de parte, mas nem consigo ficar verdadeiramente triste. 


Comprar

Foi em 2025 que comprei o meu primeiro par de sapatos Ros Lisbon! Foram comprados usados, mas estão em excelente estado e fiquei muito contente com esta aquisição. Serviu para ganhar balanço e ponderar seriamente investir mesmo nas novas colecções. Os restantes itens ficaram adiados, porque não se revelaram prioritários ou porque não encontrei bons negócios ao longo do ano. 


Ir

Graças à viagem, consegui alcançar o objectivo dos Museus e o bichinho acordou, porque agora não quero parar mais. Os restantes falharam, é verdade, mas o tempo com os amigos não foi descurado e isso, no final das contas, é mesmo o mais importante. As pessoas é que tornam os momentos especiais, mais do que os lugares onde vamos. 


50 Resoluções para 2025 


Livros 


1. Ler 50 livros 

2. Ler 3 livros em inglês

3. Organizar as estantes dos livros lidos 

4. Ler 10 autores que nunca li 

5. Ir à Feira do Livro de Lisboa 

6. Ler 5 biografias 

7. Ler 5 clássicos universais 


Filmes & Séries 


8. Ver 5 filmes que nunca vi 

9. Ver 3 filmes nacionais 

10. Ir ao Cinema 3 vezes

11. Ver 3 séries completas

12. Ver 3 documentários


Estudos


13. Preparar para a Prova de Acesso de Português

14. Entrar na Universidade 

15. Criar rotina de estudos 


Saúde e Cuidados Pessoais 


16. Ir ao dentista 

17. Fazer check-up 

18. Implementar uma rotina de skincare à noite 

19. Investir na Drenagem Linfática 

20. Iniciar a Depilação Definitiva 


Pessoal


21. Imprimir fotos

22. Descobrir 8 novos restaurantes 

23. Eliminar peças/objectos estragados ou danificados

24. Encontrar Armário para a cozinha

25. Agendar limpeza na app Oscar 

26. Destralhar o Escritório


Blog & Redes Sociais


27. Começar a alternar publicar entre 2 a 3 vezes por semana no blog 

28. Postar nos stories nos dias úteis 

29. Passar menos tempo nas redes sociais ao fim de semana 

30. Melhorar as imagens usadas no blog e Instagram com a ajuda do Canva 

31. Alcançar 1000 seguidores no Instagram 


Finanças 


32. Reforçar o fundo de emergência 

33. Reforçar o PPR

34. Reforçar os Certificados de Aforro 

35. Fazer o desafio dos 100 envelopes 


Fazer


36. Fazer uma nova tatuagem 

37. Doar sangue 

38. Voltar a viajar sozinha

39. Conhecer gente nova 


Comprar 


40. Ténis Adidas 

41. Óculos de sol graduados 

42. Lentes de contacto

43. Air Fryer para a casa do Norte 

44. 3 Funko Pop 


Ir 


45. Ao Teatro

46. Um concerto

47. Visitar 3 Museus 

48. Jardim Zoológico 

49. Manter contacto com os diferentes grupos de amigos 


50. Ser feliz, muito feliz!! 


Agora que o balanço de 2025 está encerrado, é evidente que as conquistas e os desafios enfrentados ao longo do ano proporcionaram aprendizagens valiosas e fortaleceram a minha determinação de seguir para a frente com propósito e empenho. É este momento de reflexão que permite reconhecer as vitórias alcançadas e identificar áreas de melhoria, permitindo um futuro mais consciente e alinhado com os meus objectivos pessoais e profissionais. 


Para 2026, as minhas resoluções estão focadas em impulsionar o meu crescimento sustentável, aprimorar os meus conhecimentos e fortalecer relacionamentos significativos. Com esperança e determinação renovadas, estou pronta para enfrentar novos desafios, transformar sonhos em acções concretas e construir um ano repleto de realizações. E porque no que funciona não se mexe, vou manter o controlo mensal destas metas, para perceber se estou no bom caminho, corrigir a rota quando for preciso e determinar prioridades ao longo dos meses. Agora que já conheces as minhas resoluções para 2026, quero descobrir as tuas! Que planos e projectos tens para o novo ano? O que esperas e desejas alcançar? Conta-me tudo nos comentários abaixo! 

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

#Livros - Os Retornados, de Júlio Magalhães

 

Capa do livro "Os Retornados", de Júlio Magalhães, publicada pela Esfera dos Livros: uma foto que mostra um casal próximo, segurando uma mala, cercado por outras pessoas em um ambiente que sugere uma situação de despedida ou chegada, transmitindo emoções de esperança, despedida e recomeço.

Sinopse

Outubro, 1975. Quando o avião levantou voo deixando para trás a baía de Luanda, Carlos Jorge tentou a todo o custo controlar a emoção. Em Angola deixava um pedaço de terra e de vida. Acompanhado pela mulher e filhos, partia rumo ao desconhecido. A uma pátria que não era a sua. Joana não ficou indiferente ao drama dos passageiros que sobrelotavam o voo 233. O mais difícil da sua carreira como hospedeira. No meio de tanta tristeza, Joana não conseguia esquecer o olhar firma e decidido de Carlos Jorge. Não percebia porquê, mas aquele homem perturbava-a profundamente. Despertava-a para a dura realidade da descolonização portuguesa e para um novo sentimento que só viria a ser desvendado vinte anos mais tarde. Foram milhares os portugueses que entre 1974 e 1975 fizeram a maior ponte aérea de que há memória em Portugal. Em Angola, a luta pelo poder dos movimentos independentistas espalhou o terror e a morte por um país outrora considerado a jóia do império português. Naquela espiral de violência, não havia outra solução senão abandonar tudo: emprego, casa, terras, fábricas e amigos de uma vida. 


Buy Me A Coffee

Opinião 

Os Retornados mergulha na complexidade das experiências do regresso dos portugueses das colónias, após o 25 de Abril, enquanto explora a identidade, a memória e a transformação. O livro destaca-se pela abordagem sensível, envolvendo o leitor numa narrativa que entrelaça História e emoções. Júlio Magalhães, famoso jornalista portuense, traz à tona uma escrita envolvente e reflexiva, marcada por uma pesquisa cuidadosa e uma sensibilidade aguçada para captar as nuances do tema. A obra situa-se no contexto histórico do século XX português e explora as complexidades e os conflitos internos dos personagens que viveram o regresso abrupto à metrópole e que ficam marcados pelos eventos traumáticos dessa época. 


O estilo de escrita de Júlio Magalhaes é marcado por uma narrativa envolvente e sensível, que combina uma linguagem clara e acessível com momentos de maior introspecção e reflexão. Os temas abordados incluem a memória, o retorno às raízes, a busca por identidade e o impacto psicológico das mudanças sociais e políticas. Além disso, também explora questões de pertencimento e a complexidade das relações humanas, evidenciando a profundidade e a delicadeza com que trata temas universais, enquadrados no nosso passado recente e com o qual é fácil relacionar-se. Na sua estreia como escritor de ficção, Júlio Magalhães levo-nos a conhecer uma série de personagens que enfrentam desafios e mudanças intensas quando são obrigados a regressar a Portugal, quando as condições de segurança em Angola não lhes permite continuar as suas vidas normais. Muitos estão a chegar à metrópole pela primeira vez, pois já nasceram na colónia e o vínculo com este país era inexistente. 


Podes ler também a minha opinião sobre Pão de Açúcar 


A linha condutora de todo o livro é a protagonista Joana, que consegue concretizar o seu sonho e torna-se hospedeira de bordo, depois duma curta passagem pelo Direito. Em 1975, dá por si envolvida na maior ponte aérea portuguesa, quando se encontra num voo que pretende trazer o maior número possível de pessoas de Angola em segurança, onde é confrontada com aquilo que as televisões não mostravam. O desespero e a tristeza de quem não queria partir, mas não encontra outra opção. De quem abandona a sua pátria, e chega a um país que dizem ser o seu, mas que não os recebe de braços abertos. De quem perdeu tudo e, agora, terá de começar do zero. As suas vidas não voltarão a ser as mesmas depois desta viagem, embora nem todos se apercebam disso. 


"O regresso a Lisboa de quase meio milhão de portugueses, feito de forma precipitada, era bem a imagem daquilo que foi o processo de descolonização: confuso e desastrado." 


Com uma linguagem envolvente e diálogos precisos, o autor consegue criar personagens complexos e realistas, cuja trajetória reflete os dilemas emocionais e sociais enfrentados pelos retornados. Mantendo o foco na memória, no retorno, na identidade e nas histórias pessoais e colectivas, a obra retrata o impacto do retorno dos exilados portugueses. O autor mistura elementos de ficção que mistura com muitos relatos reais, que foi recolhendo ao longo da vida, a começar pela sua família que também viveu este momento histórico, o que nos permite compreender a complexidade dos sentimentos de perda, esperança e reencontro. Júlio Magalhães também evidencia as transformações sociais e pessoais decorrentes do retorno, porque nos permite um reencontro com estas figuras passados muitos anos, e assim conseguimos ver como cada um lidou com o sucedido e que caminho escolheram trilhar em Portugal. 


Podes ler ainda a minha opinião sobre Apneia 


Numa época em que tanto se fala das celebrações de Abril e o que se lhe seguiu, parece-me muito relevante continuar a explorar o que aconteceu a estas pessoas que deixaram tudo para trás e ajudaram a construir este país democrático. Ao retratar as experiências destes personagens que retornam do conflito ou da situação limite, o livro convida-nos a refletir sobre os efeitos duradouros de eventos traumáticos na vida individual e colectiva, com consequências que ainda hoje são visíveis na nossa sociedade. Um dos principais pontos fortes de Os Retornados reside no seu estilo de escrita sensível, que consegue transmitir de forma vívida as emoções e dilemas dos personagens. Além disso, a atmosfera criada ao longo da narrativa é carregada de tensão e nostalgia, que torna a leitura uma experiência emocionalmente enriquecedora. 


"Fazia um esforço para se pôr no lugar de um só dos passageiros e imaginar quanta amargura ali viajava. Chegou mesmo a pensar que aquele avião ia cheio de gente, mas cheio de nada." 


Embora o livro seja envolvente e interessante, há alguns aspectos que poderiam ser aprimorados. Em primeiro lugar, a narrativa, às vezes, apresenta uma certa previsibilidade, o que pode diminuir o impacto da história para leitores mais experientes. Além disso, alguns personagens secundários poderiam ser mais desenvolvidos, oferecendo uma maior profundidade e complexidade às suas trajetórias, e não se limitando a fechar o círculo em torno de Joana e das vidas que com ela se cruzaram. Apesar disto tudo, é uma leitura que vale a pena pelas reflexões que provoca, pelo interesse que pode despertar e até impactar emocionalmente, para todos os que se reconhecem nesta história, com os familiares próximos que viveram algo de semelhante. Mas agora, quero muito saber a tua opinião! Já leste Os Retornados? Que aspectos do livro mais te chamaram a atenção? Conheces outras obras do autor? Conta-me tudo nos comentários! 


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Wook 

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

#Filmes - Oh.What.Fun.

 

Imagem do pôster do filme "Oh. What. Fun." mostrando uma mulher (a mãe) rodeada por seus filhos, genro e marido. Todos estão sorrindo e parecem felizes, celebrando juntos. Ao fundo, uma casa familiar em tons quentes, com um fundo vermelho vibrante que transmite o clima festivo de Natal.

Sinopse

Em Oh.What.Fun., Claire Clauster é a clássica mãezona e o verdadeiro elo que mantém a caótica família unida, principalmente durante as festas de fim de ano. Claire decora a casa para o Natal como ninguém, prepara a melhor ceia, embala meticulosamente os presentes e faz biscoitos perfeitamente decorados. Este ano, porém, depois de planear um passeio especial para a família e ser esquecida em casa sozinha, Claire resolve abandonar tudo e cair na estrada para participar de uma competição na TV que irá eleger a Melhor Mãe Natalícia. Enquanto os seus filhos e marido correm para encontrá-la, Claire não só embarca numa aventura inesperada, mas também descobre a magia de um Natal fora do seu controlo. 


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Opinião 

Oh.What.Fun. é um filme de Natal que celebra a magia, a amizade e o espírito festivo desta quadra. Com uma abordagem leve e divertida, a produção destaca as tradições natalícias e as conexões humanas que se fortalecem durante esta época especial do ano, com um foco especial no papel das mães para o sucesso das festividades. O filme foi lançado agora em 2025, na Prime Video, trazendo uma combinação de humor e emoção, perfeito para embalar as festas e aquecer o coração dos espectadores num serão em família. É mais uma comédia natalícia, realizado por Michael Showalter e protagonizado pela Michelle Pfeiffer, onde se reforça a tradição de histórias leves e divertidas que celebram o Natal e se pode contar com situações cómicas, personagens carismáticos e uma narrativa que exalta o espírito festivo. 


Michelle Pfeiffer é a mãe dedicada que procura criar memórias especiais com a sua família durante a temporada natalícia, fazendo questão de preparar tudo, mas mesmo tudo, e sempre reunir todos os três filhos na sua casa. A história acompanha as suas tentativas de equilibrar as tradições, os desafios do quotidiano, com as diferentes personalidades dos filhos e o verdadeiro espírito do Natal, ao mesmo tempo que espera ser reconhecida pelos seus esforços. Claro que isso nunca acontece, seja porque dão como garantidos todos os cuidados e preparativos que faz, ou porque os conflitos entre gerações são reais e ganham novos contornos nesta época. Até que o drama começa quando, num evento organizado por ela, a família parte para um concerto e se esquece dela em casa. 


Podes ler também a minha opinião sobre Uns Sogros de Fugir 


Não me lembro qual foi a última vez que vi Michelle Pfeiffer numa nova produção, mas em Oh.What.Fun. ela regressa com uma performance encantadora e sofisticada. A sua actuação é o grande destaque do filme, pois traz uma presença cativante e carismática que enriquece a narrativa. Pfeiffer consegue equilibrar momentos de leveza e profundidade, tornando a sua personagem memorável e contribuindo significativamente para o ambiente acolhedor e festivo do filme. A sua experiência e talento ficam evidentes em cada cena, o que nos relembra porque é considerada uma das actrizes mais versáteis de Hollywood. Além da estrela do cartaz, o elenco conta com actores como Denis Leary, como marido e pai da família caótica, e Chloë Grace Moretz, Felicity Jones e Dominic Sessa, como os três filhos que regressam a casa dos pais no Natal. 


Foto de família do elenco de "Oh, What Fun!", exibindo Michelle Pfeiffer ao centro, rodeada pelos atores principais, todos sorrindo e celebrando o espírito natalino. A imagem captura a alegria e a união do time, com decorações natalinas ao fundo, transmitindo o clima festivo do filme.

O filme destaca-se pelo seu roteiro encantador e cheio de humor inteligente, que combina momentos divertidos com uma narrativa calorosa e envolvente. Transmite perfeitamente a magia do Natal, criando um clima festivo e acolhedor que cativa-nos do princípio ao fim. As actuações são um dos pontos altos, com especial destaque para Michelle Pfeiffer, que traz charme e autenticidade à protagonista. Além disso, a realização de Michael Showalter contribui para um ritmo leve e divertido, equilibrando bem as cenas cómicas com as mais emocionais, tornando o filme uma escolha ideal para quem procura uma comédia natalícia agradável e repleta do espírito festivo. Conforme a narrativa avança, percebemos a mensagem essencial: que a celebração do Natal vai muito além das festividades superficiais, valorizando a família, o amor e a esperança. A história reforça a importância de manter os laços familiares fortes, mesmo diante de desafios, e de cultivar o afecto e a compreensão mútua. 


Podes ler ainda a minha opinião sobre Your Christmas or Mine? 


Aqui, os temas tradicionais do Natal ganham uma abordagem leve, divertida e emocionante. A produção consegue explorar o espírito natalício, a união familiar e a magia da temporada duma forma que encanta, misturando humor com momentos de ternura. A banda sonora, cuidadosamente selecionada, reforça o espírito natalício com uma mistura de músicas clássicas e modernas, que elevam as cenas e contribuem para o clima festivo do filme. A fotografia apresenta uma composição vibrante e acolhedora, capturando com precisão os detalhes aconchegantes das cenas familiares e realçando a essência da temporada. Os cenários, repletos de decorações festivas, criam um ambiente mágico que transporta o público para um universo encantador, complementando a narrativa calorosa e divertida. 



Em suma, as minhas impressões pessoais sobre Oh.What.Fun. foram bastante positivas. A combinação de humor leve e clima natalício torna-o perfeito para assistir em família durante as festas. Esta produção consegue captar bem a essência do Natal, com humor, emoção e mensagens de esperança, e que fala muito ao papel das mães nesta quadra. Além de proporcionar momentos de diversão e entreter, o filme também serve para nos lembrar de que o verdadeiro valor do Natal está na conexão sincera com aqueles que amamos. Se procuras uma comédia de Natal que combine humor, emoção e um toque de magia, encontras tudo isso neste filme. Mas agora quero muito saber a tua opinião! Já conheces este novo filme de Natal? O que achaste da actuação de Michelle Pfeiffer? Qual a tua cena favorita? Conta-me tudo nos comentários abaixo! 

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

#Livros - Napoleão, de Adam Zamoyski

 

Imagem da capa do livro "Napoleão", de Adam Zamoyski, publicado pela Editora Crítica. A foto apresenta um quadro clássico que retrata Napoleão Bonaparte montado em um cavalo branco, simbolizando sua liderança e seu papel como guerreiro e estrategista. A cena captura a imponência e a determinação do imperador, refletindo a grandiosidade da sua figura histórica.

Sinopse

A biografia definitiva de Napoleão. O historiador Adam Zamoyski apresenta o homem para além da lenda. Um retrato íntimo e completo do homem que mudou a História. 

Napoleão inspira visões apaixonadas e, muitas vezes, antagónicas. Seria um génio divino ou um monstro megalómano, um guerreiro compulsivo ou um pequeno ditador? Antes de tudo, era um homem. E até um homem bastante comum, na opinião do prestigiado historiador Adam Zamoyski. 

Nesta biografia extraordinária, baseada numa investigação exaustiva em fontes primárias, o autor apresenta-nos o homem, com os seus pontos fortes e fracos. Nem monstro do mal, nem estratega brilhante, mas sim um homem fruto do contexto da sua época. É difícil chamar de génio a um general que comandou o pior (e autoinfligido) desastre da história militar e que destruiu sozinho o grande império que ele e outros lutaram para conquistar. Ou monstro, a alguém que sendo egoísta e violento, tinha uma ambição igual aos seus contemporâneos como Wellington ou Alexandre I da Rússia

Nascido no seio de uma família pobre da Córsega, Napoleão tornou-se, aos 26 anos, general do exército francês. Um general carismático que conquistou o mundo. O Papa coroou-o imperador quando tinha apenas 35 anos. As suas inseguranças, tanto físicas, como sociais, tornaram a sua luta pela sobrevivência numa luta pela aceitação, através da busca de um poder cada vez maior. Em pouco tempo, tornou-se no maior líder europeu do seu tempo. Mas, a sua queda não foi menos dramática. 

Ao longo destas páginas, o historiador não condena nem justifica Napoleão. Deixa cair preconceitos, mitos e suposições antigas, para oferecer ao leitor uma imagem mais humana e bem mais interessante de Napoleão e da sua extraordinária trajetória. 


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Opinião 

Napoleão, o Homem por trás do mito, de Adam Zamoyski, é uma obra que oferece uma análise detalhada da vida e do legado do famoso líder francês, explorando desde as suas origens até à sua ascensão ao poder e o seu impacto na História mundial. Zamoyski, historiador americano de renome, é conhecido pelo seu estilo acessível e pela capacidade de contextualizar eventos históricos de forma clara e envolvente. Com uma vasta experiência em estudos sobre episódios-chave da Europa, o autor traz uma perspectiva aprofundada e bem fundamentada, tornando esta biografia uma leitura indispensável para quem deseja compreender a figura de Napoleão Bonaparte e o seu papel na formação do mundo moderno. 


A época napoleónica, que se estende aproximadamente de 1799 a 1815, foi um período de profundas transformações na Europa e marcado pelo surgimento e ascensão meteórica de Napoleão Bonaparte. Após a Revolução Francesa, o continente viveu intensas mudanças sociais, políticas e militares, com o fim de monarquias absolutas e o estabelecimento de repúblicas e impérios. Napoleão emergiu como uma figura central, consolidando o seu poder através duma série de campanhas militares e reformas que buscavam modernizar e centralizar o Estado francês. Este período também foi marcado por conflitos constantes, com as Guerras Napoleónicas a levar a uma redefinição das fronteiras europeias, ao mesmo tempo em que fomentava um ambiente de inovação, ideais revolucionários e autoritarismo. 


Podes ler também a minha opinião sobre D. Maria II 


Napoleão Bonaparte é uma figura central na História Mundial devido à sua capacidade de transformar o cenário político, militar e social da Europa. Como estrategista militar brilhante e líder visionário, ele revolucionou tácticas de guerra e expandiu significativamente o território francês, influenciando a configuração geopolítica do continente. A sua ascensão ao poder e o impacto das suas reformas institucionais, como o Código Napoleónico, tiveram repercussões duradouras na legislação e na administração pública de diversos países. A sua figura permanece como um ícone de ambição, inovação e transformação, o que consolida a sua relevância até hoje. No livro, Zamoyski aborda o contexto histórico de forma detalhada e abrangente, explorando não só as acções e decisões do próprio Imperador, mas também o ambiente político, social e cultural da época. 


"As brilhantes vitórias militares e o triunfo diplomático que alcançou contrastavam de modo tão gritante com a sua estatura franzina, aparência descuidada e modos despretensiosos que se tornava difícil não acreditar que ele era inspirado e guiado por algum poder supremo." 


O autor mergulha na Revolução Francesa, nas transformações europeias e nas complexidades das alianças e conflitos que moldaram a trajetória de Napoleão, oferecendo uma compreensão profunda do cenário que possibilitou a sua improvável ascensão e o seu incontornável impacto na História. Assim, Zamoyski combina narrativas ágeis com análises precisas, contextualizando as escolhas do protagonista dentro dum quadro histórico maior, o que enriquece a leitura e oferece uma visão completa deste período conturbado. O livro é organizado de forma cronológica, enquanto acompanha a vida e os feitos do imperador francês desde as suas origens até à sua morte. A obra é divida em capítulos que delineiam etapas específicas da sua trajetória, incluindo a sua ascensão ao poder, as suas campanhas militares, a era do Império e os seus últimos anos. Esta abordagem permite ao leitor compreender a evolução de Napoleão no contexto histórico, político e social da sua época, proporcionando uma narrativa fluida que conecta eventos e decisões de maneira contínua e coerente. 


Podes ler ainda a minha opinião sobre O Diário Secreto de Maria Antonieta 


O estilo de escrita do autor destaca-se pela sua clareza e precisão, combinando uma narrativa envolvente com uma análise aprofundada dos eventos históricos. Zamoyski utiliza uma linguagem acessível, que torna a leitura fluida e agradável, ao mesmo tempo que apresenta detalhes minuciosos e bem fundamentados, prova do seu rigor académico. A sua abordagem equilibrada permite-nos compreender tanto os aspectos políticos e militares, quanto as nuances pessoais do Imperador. É a personalidade desta figura que conseguimos descortinar ao longo dos capítulos, onde se enfatiza a sua ambição desmedida, a sua autoconfiança inabalável e a sua habilidade para manipular pessoas e circunstâncias a seu favor, e onde é revelado o líder determinado, inteligente e estrategicamente brilhante, capaz de se adaptar rapidamente às situações. 


"Algumas temiam-no como ao diabo, outras escoravam nele as suas mais ferventes esperanças. Era motivo de fascínio entre os jovens de todas as classes e nações, mas na França propriamente dita tornara-se uma figura política." 


No livro, as conquistas e derrotas do Imperador francês são apresentadas de forma detalhada, como as impressionantes campanhas que consolidaram o poder de Napoleão ou as derrotas que marcaram a sua trajetória. Estas experiências, narradas com rigor histórico, evidenciam tanto a genialidade militar de Napoleão quanto as suas limitações e os custos das suas ambições expansionistas. O que mais prendeu a minha atenção nesta leitura foi a habilidade do autor para apresentar uma narrativa equilibrada, que revela as complexidades do personagem para além da figura histórica lendária. Desta forma, proporciona uma compreensão mais profunda das suas motivações, ambições e contradições. No final da leitura, temos uma percepção ampliada sobre Napoleão, não só como líder militar extraordinário, mas também como um personagem que moldou profundamente o mundo em que vivemos. 


Esta biografia de Napoleão Bonaparte é perfeita para leitores interessados em História militar, política e biografias de figuras históricas marcantes. Admiradores da Revolução Francesa, das guerras napoleónicas e da figura de Napoleão encontrarão neste livro uma análise detalhada e bem fundamentada. Foi uma leitura fantástica, que permite desvendar os mistérios e as complexidades duma figura que moldou o destino da Europa e do mundo, e que recomendo muito que leias. Agora quero muito saber a tua opinião! Já leste esta biografia? Conhecias o autor? Quais aspectos da vida e do carácter de Napoleão mais te intrigam? Conta-me tudo nos comentários! 


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Wook | Bertrand 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

#Places - A Taska

 

Prato de lombo de salmão grelhado acompanhado de legumes coloridos e frescos, apresentado de forma apetitosa no restaurante "A Taska" no Montijo.

A Taska, localizada no coração do Montijo, apresenta-se como um espaço acolhedor, que celebra a tradição gastronómica portuguesa. Com uma decoração que combina elementos rústicos e modernos, o restaurante transmite uma atmosfera convidativa e descontraída, ideal para momentos de convívio e apreciação de boas refeições. Comecei a visitar este espaço no Verão, com os colegas de trabalho na hora de almoço, quando o calor pede um peixe grelhado e uma salada leve. As recomendações da malta pesou na decisão, bem como a relativa proximidade do meu local de trabalho, que nos permite ir a pé até lá, sem qualquer problema. 


Buy Me A Coffee

O espaço apresenta uma decoração rústica e tradicional, com detalhes em madeira e elementos que remetem à cultura local, criando uma atmosfera familiar e calorosa. Por sua vez, o acolhimento está longe de acompanhar este ambiente do espaço. Não existem sorrisos por parte dos funcionários, que se mostram sempre muito sérios e com um distanciamento que não convida a fazer muitas perguntas ou comentários, para além do estritamente necessário. Após algumas visitas, de certo modo esta interação melhorou, embora nunca se possa considerar que o atendimento é uma mais valia neste restaurante. 


Podes ler também sobre a minha experiência no Marradas 


A verdade é que antes da primeira visita, as minhas expectativas sobre este restaurante eram elevadas, por isso, estava muito curiosa para confirmar se o que diziam se confirmava e se iria traduzir numa experiência agradável e saborosa. No que diz respeito ao menu, ele oferece várias opções de pratos do dia, tanto de carne quanto peixe, com um valor fixo que inclui as entradas, as bebidas e o café. Com uma grelha no exterior, o grande foco deste restaurante são os grelhados na brasa. Como tal, é frequente encontrar propostas como Salmão, Dourada ou Sardinhas na sua oferta que, regra geral, são o tipo de prato que procuramos quando decidimos almoçar n'A Taska. A oferta de pratos de carne também é interessante, com opções como Lagartos de Porco Preto ou Naco de Vitela, embora, na minha opinião, não sejam tão boas como a oferta de peixe. 


otos de pratos do restaurante "A Taska" no Montijo. A imagem mostra um prato de Bacalhau à Brás, com lascas de bacalhau, ovos mexidos, cebola e batata palha, e um prato de Salmão grelhado acompanhado de batatas cozidas, apresentando uma refeição apetitosamente preparada e bem apresentada.

Durante as várias vezes que visitei A Taska, tive a oportunidade de experimentar uma variedade de pratos que refletem bem a gastronomia local. Começo por elogiar as entradas que fazem parte do menu, sempre com pão fresco, as típicas manteigas e azeitonas. No que diz respeito a pratos principais, gostei muito do salmão e da dourada grelhada, e também do Bacalhau à Brás. Todos eles sempre acompanhados de salada bem temperada. No que diz respeito às carnes, experimentei o Naco de Vitela e os Lagartos, que não me convenceram a repetir. O primeiro estava muito seco, o segundo a dose não era tão bem servida como vi noutras visitas com colegas que comeram este prato. Aliás, foram estes Lagartos mal servidos, com uma Raia que não tinha nada para comer que foi servida ao meu colega, bem como a forma como foi recebida esta reclamação que nos fizeram desistir destas visitas semanais. 


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Como já foi referido, o atendimento nunca foi de excelência, mas com este último contratempo ficou evidente que o foco não é o cliente e que estas falhas não se limitam aos funcionários, mas é um reflexo da postura de quem manda na casa. Não foi feito qualquer pedido de desculpa ou tentativa de resolver o problema, nem tão pouco nenhuma intenção de compensar o cliente pela situação desagradável. Logo, depois de andar a ignorar a falta de simpatia natural, os atrasos no atendimento e no serviço, desta vez, não foi possível ignorar o óbvio e continuar a gastar o meu dinheiro num lugar assim, o que resultou em nunca mais regressar a este espaço desde então. 


Infelizmente, esta nunca foi uma experiência verdadeiramente positiva, mas foi piorando consideravelmente ao longo do tempo. O espaço é acolhedor, os pratos, na grande maioria das vezes, são bem confeccionados com produtos frescos e saborosos, mas a falta de atenção no atendimento torna este restaurante uma péssima escolha para quem deseja viver uma experiência memorável. É uma pena, porque tem muito potencial e está bem localizado, além de oferecer preços acessíveis, mas os pontos negativos conseguem apagar o impacto dos positivos e não tenho vontade de lá voltar tão cedo. Mas agora quero muito saber a tua opinião! Já conhecias este restaurante? Tens uma experiência diferente n'A Taska? Como avalias a qualidade da comida e do atendimento? Conta-me tudo nos comentários abaixo! 

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