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quinta-feira, 18 de novembro de 2021

#Places - Oficina da Francesinha

 

#Places - Oficina da Francesinha

Quero começar por dizer que, nesta altura do campeonato, já precisava de ir de férias novamente e, como ainda não será possível para mal dos meus pecados, tenho de me contentar em relembrar as últimas e os lugares incríveis que conheci. E que modo melhor de relembrar do que partilhar contigo estes sítios especiais para que possas visitá-los também? Não é melhor do que poder lá voltar agora, mas em comparação com estar aqui agarrada à rotina profissional, parece-me que roça a perfeição. 


Desta vez, vamos conversar sobre a Oficina da Francesinha, que fica em Santa Maria da Feira, onde existem muitos restaurantes que fazem boas francesinhas, mas dificilmente vais encontrar um lugar onde se reúnem tantas qualidades gastronómicas, estéticas e de bom atendimento. Apesar de ter ido em Setembro, já sabemos que a Norte o Inverno chega mais cedo e este espaço, apesar de ser pequeno no interior, tem ainda uma esplanada espectacular e protegida que nos permitiu jantar no exterior sem grandes problemas com o frio ou com a chuva. 


Podes ver também a minha visita ao Mestre Cervejeiro


Como o nome indica, a especialidade da casa são as famosas francesinhas, embora possas comer outras coisas, caso assim prefiras. Contudo, a minha recomendação é que vás mesmo no prato que dá o nome a este restaurante porque vais ter uma agradável surpresa com a qualidade do que te vão pôr à frente. Estamos perante uma francesinha muito bem montada, com as quantidades certas e com produtos de qualidade e, o mais importante sempre, um molho delicioso, consistente e que dá vontade de comer à colher. 


#Places - Oficina da Francesinha

As batatas fritas, que precisam de ser pedidas à parte, também são entregues no ponto certo e ajudam a aproveitar ainda mais e melhor este molho tão bom. É verdade que não é um molho tão único e característico como o do Tudo aos Molhos nem tão pouco pode substituir a melhor francesinha de todo o mundo, que se come na Taberna Belga, para quem não sabe. Contudo, para quem quer uma opção acessível, na região da Feira e com a qualidade que se exige a este prato típico, a Oficina da Francesinha é o lugar certo. 


Podes conhecer também o Xiripitti Adega Caffé


Para acompanhar esta iguaria gastronómica, escolhemos a bebida da moda, que é como quem diz, uma sangria de maracujá. Ando viciada nesta bebida e sempre que a encontro nas ementas tenho de pedir. Esta estava deliciosa, fresca, doce na medida certa para não se tornar enjoativa. Em suma, foi uma combinação perfeita de sabores, com a melhor companhia possível e num espaço super bonito, moderno e inspirador. O que significa que estou certa de lá voltar, embora só vá ser possível que aconteça em 2022. 


#Places - Oficina da Francesinha | Sangria de Maracujá

Gostas de francesinhas? Onde costumas comer as melhores? Conta-me tudo nos comentários! 

terça-feira, 16 de novembro de 2021

#Livros - Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll

 

#Livros - Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll

Sinopse

Um clássico maravilhoso que continua a fascinar crianças e adultos em todo o mundo. 


Desde o momento em que Alice vê um coelho branco a correr apressado, vestido com um elegante colete e a usar um relógio, ela toma uma decisão que a vai fazer viver as mais incríveis aventuras e conviver com as mais excêntricas personagens: segue-o sem hesitar. Esta menina curiosa, valente e impulsiva vai conhecer um mundo completamente diferente, em que animais e objectos se comportam como gente e onde ela própria deixa de saber bem quem é. Há tanta coisa absurda e Alice sofre tantas transformações, que começa a mudar a forma como se vê a si própria e o que a rodeia. Ao contrário da educação rigorosa que a tinha ensinado a seguir ordens e direcções, estas personagens encorajam-na a ser livre de convenções e a viver aventuras e conhecer coisas novas, sem destino traçado. 


Opinião

Até parece mentira, mas a verdade é que nunca tinha lido este clássico da Literatura infanto-juvenil. Os anos foram passando e, fruto da história ser tão popular que todos pensamos conhece-la, acabei por deixar passar este livro sem o ler quando era mais nova. Isso e também a minha mania de querer ler os livros dos adultos, são as principais razões que me levaram a adiar esta leitura tão mágica e especial. 


O livro é curto e és bem capaz de o ler de uma assentada durante uma tarde bem passada e em boa companhia, tantas são as personagens fantásticas e familiares que o povoam. A visita ao País das Maravilhas, pelos olhos de Alice, é acidentada, tortuosa, por vezes confusa, mas sempre, sempre divertida. Desde que, pela primeira vez, se cruza com o Coelho Branco, ficamos presos a esta sua viagem por um universo onde a lógica que conhecemos não se aplica e não é possível não querer saber para onde irá a seguir e que peripécias vão acontecer. 


Podes ler ainda a minha opinião sobre Contos de Grimm para todas as idades


Depois de cair na toca do coelho, descobrimos que não existem impossíveis e que o que imaginamos pode e vai acontecer como se fosse a coisa mais natural do mundo. É um exercício para nos desprendermos das amarras da razão e permitir que o non-sense entre, nos invada e a fantasia seja completa, bem como o prazer da leitura seja total. No fundo, assistimos à tentativa de Alice de encontrar a lógica em todos os acontecimentos que se sucedem, embora nem sempre tenha sucesso tal é o absurdo. 


"Se conhecesses o Tempo tão bem como eu - disse o Chapeleiro -, não falavas assim nesse tom. O Tempo não é uma coisa qualquer, é uma pessoa de respeito."


Estamos perante uma discussão quase filosófica sobre o tempo e a forma como o vemos, só que escondido dentro de um livro aparentemente para crianças. Ao se ver num mundo que não compreende, onde os seus conhecimentos parecem não ser de nenhuma utilidade, sem conhecer as regras que o regem, Alice acaba por tudo em causa, chegando a questionar-se inclusivamente sobre quem é ela, se será a mesma que acordou nessa manhã em sua casa ou se será agora outra Alice. 


Podes ler também a minha opinião sobre Mitologia Nórdica


Além das circunstâncias referidas acima que podem ter provocado essa sensação na Alice, o que também pode ter influenciado são as consecutivas alterações de tamanho da nossa protagonista. A loucura que seria poder dar uma dentada num cogumelo ou beber um qualquer líquido não identificado e crescer ou diminuir sem parar. Parece-me razão suficiente para fazer uma pessoa repensar tudo o que acha que sabe e conhece como verdadeiro. 


"Toda a assistência se pôs a bater palmas, ao ouvir estas palavras, pois era a primeira coisa inteligente que o Rei dizia nesse dia."


Se ainda não leste Alice no País das Maravilhas, vais descobrir que se trata de um livro com várias camadas e onde vais encontrar também algumas críticas subtis à sociedade vitoriana da época. É perfeito para leres aos teus filhos antes de dormir, ou para ti, pessoa adulta, ir visitar o País das Maravilhas e lembrar a infância, quando a fantasia nos permitia acreditar em qualquer coisa, desde que a imaginação nos levasse. 


Pela parte que me toca, depois de ter lido o livro e visto o vídeo da Tatiana Feltrin, só quero pegar no Alice do Outro Lado do Espelho e descobrir o que o autor fez com a continuação da sua história. No entanto, se ainda precisas de mais incentivos para leres este livro, vai ver o vídeo do Literatura Fundamental e deslumbra-te com tudo o que ainda falta dizer sobre esta obra icónica e revolucionária. Agora conta-me tudo nos comentários: Já leste Alice? O que achas da obra de Lewis Carroll? 


Podes encomendar o teu exemplar através dos links abaixo, sem custos adicionais para ti, e assim contribuir para as próximas leituras deste blog


Wook | Bertrand | Book Depository

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

#Séries - A Rainha Branca

 

#Séries - A Rainha Branca

Sinopse

Na Inglaterra de 1464, antes da Dinastia Tudor assumir o poder, a luta pelo trono era travada entre dois lados da mesma família: os York e os Lancaster. Dos York, o jovem e belo Eduardo IV é coroado rei, com a ajuda do manipulador Lord Warwick. Mas quando ele se apaixona por Elizabeth Woodville, do clã Lancaster, todo o plano de Warwick pode ir por água abaixo. Uma história de amor, sedução, assassinato e traição de uma das eras mais turbulentas da Inglaterra, contada pela visão de três mulheres tão belas quanto fortes: Elizabeth Woodville, Margaret Beaufort e Anne Neville. 


Opinião 

Todos sabem que adoro romances históricos e sou mega fã de Philippa Gregory e, como tal, não poderia ficar indiferente a uma série que foi baseada em três livros desta autora incrível. A série não é das mais recentes dentro do género, mas estava com vontade de a ver e sem tempo livre para a ver assim de uma assentada, como sei que ia querer assim que a começasse. Portanto, quando voltei das férias, aproveitei os últimos cartuchos e as folgas seguintes para devorar todos os episódios. 


Tudo começa com a vitória dos York que coloca no trono Eduardo IV, tudo com uma visão mais solar e iluminada que me fez muito lembrar o Rainha Branca e o seu tom mais alegre, mesmo que tendo momentos mais sombrios e menos felizes. Apesar de estarmos perante uma rainha que foi muito amada pelo seu marido e que com ele conseguiu ser feliz, ter filhos lindos e saudáveis e reunir uma corte alegre, Elizabeth Woodville está longe de ter sido uma figura unânime em Inglaterra. 


Podes ver também a minha opinião sobre Os Tudors


Como não podia deixar de ser, outra figura de destaque na série é Margaret Beaufort, mãe do futuro Henrique VII e a verdadeira fundadora da dinastia Tudor. Tal como acontece na Rainha Vermelha, é na cabeça desta mulher que nasce o sonho de se tornar mãe de rei, uma vez que se torna na única forma de alcançar a grandeza que acredita merecer, mesmo quando a votaram ao esquecimento e a tentaram menorizar e afastar dos lugares de decisão. 


#Séries - A Rainha Branca

O terceiro vértice deste triângulo de figuras essenciais para contarem o mesmo período histórico, é o Lord Warwick com as suas filhas, tornadas peões para cumprir os desejos de ambição do seu pai. Tal como na Filha do Conspirador, Anne Neville mostra a sua visão, partilhando o medo pela Rainha Branca, Elizabeth Woodville, resultado do que ouviu em sua casa durante toda a sua vida. Torna-se numa mulher corajosa mas atormentada pelos medos que acometem todos os que alcançam o poder. A sua ascensão até ao trono é lenta e tortuosa, mas não deixa de ser real e cumpre o sonho do seu pai. 


Podes ver ainda a minha opinião sobre A Princesa Espanhola


Em suma, acompanhamos o reinado de Eduardo IV e, em seguida, o do seu irmão, o famoso Ricardo III, mostrando o contraste entre ambos e destacando um dos episódios mais marcantes e icónicos da Guerra dos Primos ou das Rosas, como posteriormente ficou conhecida. No entanto, o aspecto mais interessante da série, tal como aconteceu com os livros de Gregory, é o destaque merecido que dá às mulheres cujo papel no desenrolar dos acontecimentos está longe de ser passivo e submisso. 



Pela minha parte, só posso recomendar muito A Rainha Branca, para todos os que apreciam romances históricos, o período que gira em torno da Inglaterra Tudor e boas histórias no geral. O elenco é fantástico, com performances incríveis, tendo todos conseguido encarnar muito bem os personagens históricos. Sem esquecer o figurino que é de cortar a respiração e ajuda a transportar-nos para a época de uma forma espectacular. 


Costumas ver este tipo de séries? Já viste A Rainha Branca? Gostaste da experiência? Ou preferes os livros de Philippa Gregory? 

terça-feira, 9 de novembro de 2021

#Livros - O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway

 

#Livros - O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway

Sinopse

Santiago, um velho pescador cubano, está há quase três meses sem conseguir pescar um único peixe, quando o seu isco é finalmente mordido por um enorme espadarte. O peixe imponente resiste, arrasta a sua canoa cada vez mais para o alto mar, na corrente do Golfo, e obriga a uma luta agonizante de três dias que o velho Santiago acabará por vencer, para logo se ver derrotado. 


Com uma linguagem de grande simplicidade e força, Hemingway retrata nesta aventura poética a coragem humana perante as dificuldades e o triunfo alcançado apesar da perda. Comovente romance, obra-prima de maturidade de Hemingway, O Velho e o Mar recebeu o Prémio Pulitzer em 1953 e desempenhou um papel essencial na obtenção pelo seu autor, um ano mais tarde, do Prémio Nobel da Literatura. 


Opinião

Só para veres como sou uma pessoa bem comportada, já vou no segundo livro lido dentre os que comprei na Feira do Livro de Lisboa e não podia estar mais satisfeita. Queria muito ler Ernest Hemingway e por isso não resisti a ter este livro na estante e não lhe pegar logo que possível. Claro que ser um livro curto ajuda muito e ter passado à frente de outras opções, mas isso é só mais uma qualidade que podemos atribuir a esta obra. Menos de cem páginas que compõem um livro escrito de forma magistral e onde nada está em excesso. 


Não vais encontrar adjectivos desnecessários ou descrições para além das necessárias para se compreender as personagens, sobretudo Santiago, e entender o enredo. É uma história aparentemente simples, mas profunda, repleta de significados que nos tocam ao coração e à sensibilidade de todos os que se conseguem emocionar e relacionar mesmo que seja com personagem ficcionais e ambientes que podem não ser aqueles onde nos movimentamos. 


Podes ler ainda a minha opinião sobre O Triunfo dos Porcos


Aqui, em O Velho e o Mar, somos apresentados à vida dos pescadores cubanos e de Santiago em particular, um velho pescador que está a passar por um período longo de má sorte no mar. Os dias sucedem-se sem que consiga trazer para casa um só peixe e a solidão do seu trabalho só é interrompida pela ajuda de um rapaz, muito jovem mas que nutre pelo velho pescador uma admiração imensa, que também é resultado de ter sido com este homem que aprendeu o ofício, tendo sido afastado dele profissionalmente pelos seus pais que lhe ordenaram seguir com outros barcos mais bem aventurados no mar. 


"Já não sonhava com tempestades, nem com mulheres, nem com grandes acontecimentos, nem com grandes peixes, nem com lutas, nem com provas de força, nem com a sua mulher. Sonhava apenas com lugares e os leões na praia." 


Até que chega o dia em que acompanhamos a partida de Salvador para o mar e a sua aventura em águas mais afastadas da costa. Um relato que poderia ser aborrecido para quem não aprecia ou está de alguma forma familiarizado com a vida de pescador, torna-se, pela escrita de Hemingway, num poema escrito em prosa que nos transporta para um universo mágico onde os valores e a coragem são mais importantes que tudo o resto que rodeia Salvador. 


Podes ler também a minha opinião sobre O Estrangeiro


Os seus pensamentos durante os três dias que duram a sua aventura depois de pescar um espadarte enorme são partilhados e revelam o enorme respeito que tem pelos peixes e pelo mar, bem como pela sua profissão. Além de que nos mostram a fibra de ferro que compõe o seu carácter e que lhe permite sobreviver sem desistir da sua conquista, mesmo quando tudo parece correr mal e as forças físicas lhe começam a falhar. É um testemunho de resistência, de coragem, de resiliência e respeito pela Natureza. 


"Mas o homem não foi feito para a derrota - disse. - Um homem pode ser destruído, mas não derrotado." 


Para terminar, só posso dizer que fiquei rendida ao talento de Ernest Hemingway e já quero ler tudo o que escreveu. Este livro vale a cada página, a cada palavra, todo o tempo que dedicamos à sua leitura. Se procuras um livro curto, mas intenso e profundo, que te marque por muito tempo, mesmo depois de teres terminado, esta é a escolha certa. No entanto, se ainda precisas que te convençam sobre as qualidades deste livro, vê o vídeo da Tatiana Feltrin


Já leste alguma coisa de Ernest Hemingway? Que livros do autor te fascinam? 


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Wook | Bertrand | Book Depository

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

#Places - Mestre Cervejeiro

 

#Places - Mestre Cervejeiro

Nas últimas férias de 2021 tive oportunidade de conhecer alguns lugares muito especiais e hoje vou partilhar contigo uma dessas experiências incríveis. Trata-se de um espaço único e cheio de personalidade, com propostas gastronómicas deliciosas e com um atendimento de excelência. Isto é apenas um resumo porque muito mais há para dizer sobre o Mestre Cervejeiro. 


Este espaço abriu, segundo sei, pouco antes da pandemia, e apresenta um conceito muito variado, onde podemos petiscar, jantar ou beber um copo, tendo com frequência música ao vivo. Em Fermelã, na zona de Estarreja, tem ainda uma esplanada espectacular que faz as delícias no Verão. O interior tem também uma decoração muito original e que dá um toque único ao ambiente e nos faz sentir muito bem, tal como acontece com todo o staff que nos trata de modo exemplar. 


Descobre ainda a Hamburgueria Fidalgo


Tudo começou com uma carta de entradas de nos deixar de água na boca. O difícil é escolher o que pedir, porque a vontade é mandar vir um de cada. O problema é que depois não se conseguiria ter espaço para comer as deliciosas carnes que por lá se servem ou as sobremesas repletas de ovos moles que nos deixam desejos só de olhar, quanto mais de comer. 


#Places - Mestre Cervejeiro

Nesta primeira visita, experimentei umas batatas fritas com queijo, bacon e molho de francesinha - absolutamente divinais! - e umas bolas de alheira acompanhadas por queijo da serra, que eram deliciosas e viciantes. A carta de vinhos é bem curta e depois de experimentar o maduro branco e o verde, o primeiro venceu e convenceu. No entanto, o foco está, como o nome indica, nas cervejas artesanais, o que não aprecio e por isso não me vou pronunciar. 


Vê também a minha opinião sobre o Xiripitti Adega Caffé


A oferta de carnes maturadas é muito específica e para nós, novatos no assunto, era difícil escolher qual a melhor opção face aos gostos diferentes de cada um. Assim, optámos por pedir a opinião do Chef e foi ele que nos ajudou a escolher uma peça com uma maturação média, de forma a não estranharmos assim tanto o sabor da carne. E que experiência espectacular, meus amigos! Fiquei com a firme convicção de que irei regressar para saborear as outras peças e os outros períodos de maturação. 


#Places - Mestre Cervejeiro

Por fim, temos as sobremesas que são qualquer coisa, também visualmente, e que, como disse anteriormente, têm os ovos moles como estrela da festa. Confesso que nem consegui impedir que a malta esperasse pela foto, dado que pedimos várias opções diferentes para todos provarmos um pouco de cada. Portanto, aconselho-te a deixares algum espaço no estômago para a sobremesa quando visitares o Mestre Cervejeiro. Aliás, tudo o que por lá se faz vale a pena e nos deixa uma memória de sabor impressa e que nos obriga a querer voltar. 


Conheces este espaço? Aceitas o convite para ir visitar o Mestre Cervejeiro?  

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