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quinta-feira, 26 de agosto de 2021

#Places - Hamburgueria Fidalgo

 

#Places - Hamburgueria Fidalgo

Nos tempos que correm, começa a ser mais fácil e agradável voltar à rotina dos restaurantes e das reuniões familiares e de amigos em torno de uma mesa repleta de boa comida. Quer-me parecer que desfrutamos destes momentos como um prazer redescoberto e valorizamos mais. Bem, talvez não aconteça com toda a gente. Comigo tem acontecido, sem dúvida. Portanto, para não esquecer desta sensação, nada como partilhar mais um lugar que merece a tua visita. 


Podes ver também a minha experiência no Talho Central


Quando voltei de férias, em Junho, fui descobrir mais um spot nas redondezas que prometia uma experiência especial e longe dos hambúrgueres que estamos habituados a consumir nas cadeias de fast-food. Trata-se da Hamburgueria Fidalgo, que tem duas casas no Barreiro, e que tem uma ementa que nos faz salivar só de olhar para ela. Depois, olhamos em volta, para as mesas, e babamos ao ver os pratos que vemos passar por nós. 


#Places - Hamburgueria Fidalgo | Ementa

A escolha do que vamos comer, confesso, não é fácil. Com tantas opções, cada uma mais tentadora que a outra, o ideal é experimentar um novo a cada visita. Depois de me ter decidido foi uma sorte ter muita conversa para pôr em dia, porque é preciso esperar um pouco pelos pedidos. Deduzo que isso esteja relacionado com o facto de ser tudo cozinhado na hora, o que até é uma coisa boa, mas pode ser mais aborrecido para quem estiver com muita pressa. 


Podes ver ainda a minha experiência n'O Fondue


No entanto, a espera valeu totalmente a pena! A carne utilizada é espectacular, macia, tenra e deliciosa. Tenho a sensação que as palavras são curtas para expressar o quão bons são estes hambúrgueres. Ainda por cima, é bem servido e acompanhado na medida certa, mesmo para quem come bem e não como um passarinho. As batatas fritas também são excelentes e acompanham na perfeição o protagonista do prato. 


#Places - Hamburgueria Fidalgo | Hambúrguer

Para regar estes belos pratos, optámos pela sangria favorita de todos, a de frutos vermelhos. Contudo, não era tão boa quanto esperávamos. Demasiado espessa, doce a roçar o enjoativo, ao ponto de duas pessoas não conseguirem beber um litro durante todo o tempo que lá estivemos. Penso que foi erro na escolha, porque vi passar umas outras que me pareceram muito mais apelativas, como a de Maracujá, por exemplo. Terá de ficar para uma próxima visita, onde prometo experimentar outro hambúrguer e outra sangria. 


#Places - Hamburgueria Fidalgo | Sangria

O espaço é agradável, com uma bela vista à beira rio, bem organizado em tempos de pandemia, e acredito que seja ainda melhor nos dias que correm, onde os horários estão mais perto do normal e as lotações mais alargadas. Um lugar que recomendo e onde pretendo voltar com toda a certeza. Já conhecias esta Hamburgueria Fidalgo? Temos fãs do espaço por aqui? Qual o teu favorito? 

terça-feira, 24 de agosto de 2021

#Livros - Carta ao pai, de Franz Kafka

 

#Livros - Carta ao pai, de Franz Kafka

Sinopse

Esta Carta ao Pai, escrita em 1919, é simultaneamente uma escrita nascida do carácter complexo do escritor com uma intenção epistolar, numa concretizada (a carta não foi enviada), e um documento literário extraordinário. 


É sobretudo um testemunho poderoso da ambivalência afectiva que caracterizava a relação entre o escritor e o progenitor, apenas cinco anos antes da morte de Kafka, e que lança uma luz dolorosa e trágica sobre o contexto existencial que, claramente, marcou a narrativa das suas obras com uma original e profunda angústia, mesclada de perplexidade e absurdo. 


Opinião 

Hoje vamos falar sobre um livro curto, que se lê de uma assentada e que não pode deixar ninguém indiferente. Trata-se de um autor complexo, único e com um obra incontornável. Falo de Franz Kafka, o autor que desejava que a sua obra fosse queimada após a sua morte. Felizmente para nós, não cumpriram o seu último desejo e podemos ler as coisas incríveis que escreveu na sua curta vida. 


Pessoalmente, li O Processo quando ainda era uma miúda e sei que preciso regressar à sua obra, agora com os olhos de adulta. Para começar essa viagem, deitei a mão a um livro incrivelmente pessoal, quase intromissivo. Como o nome indica, trata-se de uma carta privada escrita ao seu pai e onde procura uma trégua, reconhecendo os seus erros mas ressaltando também os erros do progenitor ao longo de toda a sua vida. 


Podes ver também a minha opinião sobre Rei Édipo 


A sua mãe recusou-se a entregar a carta e a mesma foi encontrada, após a morte de Franz Kafka, entre os seus escritos. Posteriormente e apenas após a morte dos pais do autor segundo sei, foi publicada esta carta tão pessoal e que nos revela, sem ser através da ficção, como seria a sua relação com o seu pai ao longo da infância e adolescência até à idade adulta. Aliás, através da interpretação da carta, tenho lido muitas leituras das suas obras ficcionais que podem esclarecer e nos ajudar a entender que mensagem estava a ser transmitida. 


"Mas para pai saíste-me demasiado forte, especialmente porque os meus irmãos morreram ainda pequenos, as irmãs só vieram muito mais tarde, e eu tive de aguentar o primeiro impacto sozinho, sendo, obviamente, demasiado fraco para isso."


Como disse anteriormente, é um livro curto mas profundo e que deixa um travo amargo. Fica a sensação de estarmos a espreitar pelo buraco da fechadura para a intimidade de uma família. Depois, temos alguns relatos amargos e que demonstram a falta de amor paterno que Franz sentiu em toda a sua vida. Isto para não falar em compreensão que apenas recebeu da sua mãe. Pelo seu relato, percebemos que a relação do pai com as irmãs também está longe de ser perfeita, embora a pressão maior estivesse sobre o único filho homem. 


Podes ler ainda a minha opinião sobre Coração Fraco


Por outro lado, temos de pensar que este é um relato na primeira pessoa e que apenas conhecemos um lado da história, neste caso, de Franz Kafka. Não nos é contado o que teria o seu pai a dizer sobre os acontecimentos. Seriam as suas memórias semelhantes às do filho? Ou teria uma história diferente para contar? Não deixa de nos fazer pensar mas, ainda assim, parte o coração de qualquer pessoa ler o que sentiu e a forma como o influenciou e deixou marcas de crescimento, traumas que o perseguiram por toda a vida. 


"Vejo em ti o enigma próprio de todos os tiranos, cuja razão se fundamenta na sua pessoa, e não no pensamento."


Só posso recomendar este livro e se ainda tens dúvidas, podes assistir ao vídeo da Tatiana Feltrin para mais alguns bons argumentos. Já leste Kafka? Que livros recomendas do autor? 


Podes encomendar o teu exemplar através dos links abaixo e, sem custos adicionais para ti, contribuir para as próximas leituras do blog


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terça-feira, 3 de agosto de 2021

#Livros - Linhagem Sangrenta, de James Rollins

 

#Livros - Linhagem Sangrenta, de James Rollins

Sinopse

Galileia, 1025. Um cavaleiro templário infiltra-se numa cidadela antiga e descobre um tesouro sagrado há muito escondido no labirinto do forte: o Bachal Isu, um ícone de valor incalculável que contém um poder misterioso e aterrador que promete mudar a humanidade para sempre. 


Um milénio mais tarde, piratas somális atacam um iate no Corno de África e raptam uma jovem americana grávida. O comandante Gray Pierce é nomeado para a missão de salvamento na selva africana. A mulher em questão não é uma turista abastada: é Amanda Gant-Bennett, filha do presidente norte-americano. 


Com a suspeita de que o rapto é uma máscara para uma intriga bem mais nefasta, Gray vê-se obrigado a confrontar uma sinistra cabala que tem manipulado os acontecimentos ao longo da história... e agora desafia o actual presidente. Para esta missão única, a SIGMA é auxiliada por um par de agentes especiais com talentos peculiares: o capitão Tucker Wayne, antigo Ranger do Exército, e o seu cão de guerra, Kane. Mas aquilo que deveria ser um simples resgate transforma-se numa feroz emboscada e num acto fatal de traição, quando Gray e a sua equipa descobrem que a refém não passa de um peão num devastador acto de terrorismo com repercussões terríveis. E isto é apenas o início do perigo... 


Num outro ponto do globo, o rebentamento de uma bomba numa clínica de fertilização na Carolina do Sul expõe uma conspiração que remonta há séculos... um esquema encerrado no nosso código genético. Contra o tempo, a força SIGMA tem de se apressar a salvar um bebé inocente e ainda por nascer, cuja própria existência levanta questões acerca da natureza do humano: será possível viver para sempre? E, se fosse, você viveria? 


Opinião 

Estou de volta com mais uma aventura da Força Sigma, do nosso querido James Rollins. Tem sido um enorme prazer acompanhar cada novo capítulo, que promete desvendar todos os mistérios, mas que deixa sempre algo por esclarecer e que nos deixa com uma vontade imensa de pegar no próximo. No entanto, tenho procurado dosear as leituras para não ficar sem nada desta saga para ler em seguida. 


Quando terminei o livro anterior, acreditei que o mistério relacionado com a obscura organização conhecida como Confraria estaria bem perto de ser desvendado. Não foi isso que aconteceu em Linhagem Sangrenta, embora esteja cada vez mais perto do núcleo duro que comanda os braços, braços esses que são usados e manipulados, com uma ilusão de importância mas sem nunca conhecer quem está de verdade por trás de tudo. 


Podes ler também a minha opinião sobre A Colónia do Diabo


O livro começa com esse grande mistério que é o rapto da filha grávida do presidente dos Estados Unidos, que se encontrava escondida com uma falsa identidade, prestes a dar à luz, na África selvagem e perigosa, onde os piratas ainda reinam e fazem o que querem. As razões do rapto são estranhas, mas o que nos deixa inquietos é a fuga que a levou àquelas paragens num momento em que deveria estar perto da família para receber o novo elemento. 


"O facto de a voz ser computorizada era de certo modo adequado pois, assim, sabia que estava a falar para uma enorme máquina que atravessara os séculos, destruindo tudo à sua passagem, e moldara o caos para convir aos seus objectivos."


Claro que um acontecimento como este tinha de colocar a Força Sigma em acção, sempre de forma discreta e em grande parte do tempo de forma mesmo clandestina. A equipa do costume, que conhecemos bem de outros livros, ganha novos elementos que são recrutados e que trazem um novo fôlego e novas questões. Falo do capitão Tucker Wayne e o seu cão de guerra. É deslumbrante assistir à narração das passagens em que podemos compreender a ligação extraordinária entre homem e cão. Isto sem esquecer a competência dos dois e as mais valias que acrescentam à equipa. 


Podes ler ainda a minha opinião sobre A Última Odisseia


Como sempre e depois de um início um pouco mais lento, tudo sucede de forma abrupta e torna-se impossível largar o livro, capítulo após capítulo. À medida que vamos alternando entre os diversos cenários, tanto da investigação como da vítima e dos criminosos, adensa-se a trama e algumas respostas começam a ganhar clareza. No entanto, com novas respostas chegam novas perguntas e percebemos que afinal o que pensávamos que era a solução, era apenas mais uma peça do puzzle que constituí a Confraria. 


"Tucker sabia que os animais tinham uma vida emocional tão rica como a maior parte das pessoas. Era diferente, em muitas maneiras, estranha, mas viviam profundamente as experiências do seu mundo."


O futuro da imortalidade humana nunca esteve tão presente nos livros que tenho lido nos últimos tempos e isso só mostra que esse é um tema que tende a ser cada vez mais actual e que irá ser um assunto a ter em conta, para a comunidade leiga, muito em breve. Enquanto espero, já estou a controlar-me para não ler o próximo volume da saga de seguida. E tu, já lês James Rollins? Qual o teu livro favorito da saga? 


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terça-feira, 27 de julho de 2021

#Livros - Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa

 

#Livros - Grande Serão: Veredas, de João Guimarães Rosa

Sinopse

Publicado originalmente em 1956, Grande Serão: Veredas, de João Guimarães Rosa, revolucionou o cânone brasileiro e segue despertando o interesse de renovadas gerações de leitores. Ao atribuir ao serão mineiro sua dimensão universal, a obra é um mergulho profundo na alma humana, capaz de retratar o amor, o sofrimento, a força, a violência e a alegria. 


Opinião 

Quero começar por dizer que este foi o livro mais difícil que li em toda a minha vida. É escrito com um registo muito ligado à oralidade e complica ainda mais porque estamos a falar de uma oralidade de português do Brasil, totalmente mergulhada na região de Minas Gerais e arredores. Um truque muito útil é tentar ler em voz alta mas, mesmo assim, confesso que foi complicado entrar no estilo e agarrar um bom ritmo de leitura. Depois de ter desistido na primeira tentativa, optei por ler poucas páginas de cada vez e foi esse o segredo para ter terminado esta leitura exigente. 


Mas não penses que a dificuldade está na falta de interesse pelo enredo, bem pelo contrário. É precisamente porque a história é fascinante que dei por mim a obrigar-me a esforçar-me para ler mais páginas que tinha previsto inicialmente. Riobaldo conta-nos a sua história na primeira pessoa a um ouvinte misterioso que não participa activamente mas que percebemos a sua presença e as perguntas que coloca através do rumo que o nosso narrador dá em determinados momentos da narrativa. 


Podes ler ainda a minha opinião sobre O Monte dos Vendavais


O protagonista é um fazendeiro já idoso que nos relata os seus anos de jagunço pelos sertões. No entanto, também nos conta da sua infância e juventude e todo o caminho que percorre até se tornar verdadeiramente um jagunço. A linha do tempo, que está longe de ser consecutiva, é outro factor que, por vezes, dificulta a leitura e pode nos fazer perder durante o relato. Os saltos temporais entre várias fases do seu passado servem para contextualizar e apresentar algumas das personagens que mais influenciaram as suas decisões. 


"E veja: eu vinha tanto tempo me relutando, contra o querer gostar de Diadorim mais do que, a claro, de um amigo se pertence gostar; e, agora aquela hora, eu não apurava vergonha de se me entender um ciúme amargoso."


Os vários chefes com quem se cruza e para quem trabalha são fundamentais para a sua formação e para o seu crescimento, mas Diadorim é o ponto central da sua viagem pelo passado. Os seus caminhos cruzaram-se desde a infância e ao reencontrarem-se no meio dos jagunços que percorrem o serão o carinho de outros tempos dá lugar a um amor platónico que envergonha Riobaldo e que este tenta reprimir a todo o custo. Por vergonha, por medo que o julguem menos homem e, no fundo, por achar que não é certo esse amor. 


Podes ler também a minha opinião sobre Romeu e Julieta


O outro grande protagonista deste romance é o próprio Diabo, que é citado de uma forma quase obsessiva e recorrente, utilizando os nomes mais inesperados e invulgares que se lhe conhece. A dada altura Riobaldo sente-se tentado a fazer um pacto com o Diabo o que o conduz a uma espiral de loucura onde não sabe se realmente concretizou esse desejo. Assim, ao mesmo tempo que nos conta esse episódio ambíguo, vai afirmando que o Diabo não existe. 


"O senhor avista meus cabelos brancos... Viver - não é? - é muito perigoso. Porque ainda não se sabe. Porque aprender-a-viver é que é o viver, mesmo. O sertão me produz, depois me engoliu, depois me cuspiu do quente da boca..."


Este é um livro fascinante, complexo e cheio de camadas. Passei grande parte do livro com a certeza que sabia qual seria o desfecho apenas para confirmar isso mesmo mas com uma reviravolta final com a qual não contei nem consegui prever de forma alguma e que me deixou perplexa e me fez compreender melhor porque estamos perante uma obra-prima da Literatura de língua portuguesa.  


Podes ter medo deste tipo de livro, mas acredita que o esforço que ele exige é totalmente recompensado ao longo da leitura. Quando terminei, só queria recomeçar e procurar as pistas que não vi, se é que elas existem. Este é um livro que precisa mesmo de ser lido e não o posso recomendar mais. De qualquer modo, se precisas de mais incentivos para pegar neste livro, podes ver ainda o vídeo da Tatiana Feltrin ou do Literatura Fundamental. Aceitas o desafio? 


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Wook | Bertrand

quinta-feira, 15 de julho de 2021

#Séries - Friends: A Reunião

 

#Séries - Friends: A Reunião

Uma das grandes razões de ter feito a minha maratona de Friends, onde vi, pela primeira vez, a série completa na sua ordem cronológica, todas as suas dez temporadas, foi a notícia sobre o lançamento desta reunião que iria juntar todo o elenco para recordar uma das séries mais icónicas de sempre e que tanto contribuiu para as suas carreiras de estrelas. 


Podes ver também a minha opinião sobre Friends


Portanto, assim que terminei a dita maratona, agarrei-me logo ao longo episódio da Reunião e foi uma viagem e tanto. Começo por dizer que é um pouco deprimente ver os jovens que ficaram imortalizados transformados em senhores de meia idade e senhoras que fizeram demasiadas plásticas. Por outro lado, é curiosa a química que ainda se sente entre eles e a forma como conseguem entrar nas suas personagens mesmo passados tantos anos. 


#Séries - Friends: A Reunião

A melhor é, sem margem para qualquer dúvida, Phoebe, tanto a personagem como a actriz que num piscar de olhos encarna a sua personagem de forma assustadora e estonteante. O seu dueto com Lady Gaga do icónico e inesquecível Smelly Cat é inacreditável. Depois, temos algumas revelações interessantes, como é o caso do secreto interesse que Jennifer e David nutriam um pelo outro e que certamente contribuiu muito para alimentarem a história de amor dos seus personagens, Rachel e Ross. 


Podes ver ainda a minha opinião sobre New Girl


Sem esquecer alguns dos personagens, além dos protagonistas, que marcaram a série de forma profunda. Falo da inconfundível Janice que fez uma aparição deliciosa, ou do Gunther que, de forma discreta, fez parte de grandes momentos da série. O regresso aos cenários da série é talvez o momento mais emocionante, um lugar repleto de memórias e palco de momentos icónicos que perduram no tempo. 



Por outro lado, o papel do host mostrou-se um tanto ou quanto desnecessário, na minha opinião, não tendo acrescentado nada de verdadeiro valor ao episódio. Já os testemunhos dos autores da série são espectaculares e revelam detalhes deliciosos sobre o processo de escolha do elenco, bem como da própria criação dos episódios e de toda a trama que conduziu as dez temporadas. 


É um episódio repleto de nostalgia e que, retirando os tais momentos desnecessários, nos transportam para épocas felizes, revelando que há laços que o tempo não destrói e que as amizades que vemos no pequeno ecrã podem ser verdadeiras na vida real. Por aqui, temos fãs da série Friends? Já assististe a esta reunião épica do elenco? Quais são as tuas impressões? Conta-me tudo nos comentários! 

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