segunda-feira, 31 de agosto de 2015

#Giveaway - 3º Aniversário


 
Como prometido no Sábado, dia do terceiro aniversário deste estaminé, aqui está o Giveaway, com alguns prémios simples, mas que são dados por mim com todo o carinho do mundo.
 
Mais uma vez relembro que, com este passatempo, apenas pretendo agradecer aos meus seguidores que me têm acompanhado neste passeio pela blogosfera e, claro, a todos os que irão descobrir este espaço que tantas alegrias me tem trazido.
 
Posto isto, vamos aos prémios!
 
 
1 Batom Color Trend no tom Passion
1 Gloss Yves Rocher no tom Strass Or
3 Vales de Desconto Surf no valor de 4€
 
Para de habilitarem a estes fantásticos prémios só precisam de:
  • Ser seguidoras do blog através do GFC
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  • Partilhar o passatempo (partilha pública)
  • Comentar este post
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Algumas regras:
  • Só é permitida uma participação por pessoa
  • Passatempo válido para Portugal Continental e Ilhas
  • O nome do vencedor será divulgado aqui e receberá um e-mail que terá de responder em 48 horas, após as quais será realizado novo sorteio.
  • Termina em 30 de Setembro
Boa sorte a todos!
 

sábado, 29 de agosto de 2015

Feliz aniversário!



 
E não é que, assim de repente, já se passaram três anos? É verdade, meus amigos, três anos desde que aqui debitei as primeiras palavras, ainda sem saber muito bem o que iria fazer. Não é que agora saiba, mas isso nem sequer é muito importante para mim.
 
É verdade que adoraria poder viver deste hobbie que é vir aqui partilhar coisas que me apetecem com todos vocês. Mas adoraria porque é algo que me dá imenso prazer. Um prazer que nunca senti em nenhum dos trabalhos que até hoje tive.
 
Infelizmente, ainda não vivo disto, nem perto disso estou. Mas continuo aqui com a mesma satisfação e entusiasmo que senti no primeiro dia. Quem haveria de dizer que esta viagem duraria tanto tempo? E, sinceramente, desejo que dure muitos mais. Sempre que esteja alguém desse lado para me ler e responder, claro. Sempre que sinta que escrevo porque é algo que não consigo deixar de fazer.
 
Quero agradecer a todos que estão desse lado e que permitiram, cada um à sua maneira, que nunca desistisse desta aventura. Desde os fiéis, que por aqui andam há alguns anos e me acarinham com as suas palavras sempre generosas, até aos recém-chegados que ainda nem sabem bem o que andam cá a fazer.
 
No entanto, este ano sinto uma enorme vontade de comemorar e de estender as comemorações a todos vocês que me acompanham. Assim, um Giveaway especial com direito a alguns miminhos (dados por mim, que não tenho cá dessas parcerias, ainda) para agradecer o tempo que me dedicam a ler e (alguns) a responder.
 
Que vos parece? Boa ideia? Manifestem-se para que não desista da ideia, está bem? :p
Se tudo correr bem, Segunda-feira trago notícias sobre o passatempo!

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Uma noite com... #74



A pedido de várias famílias, melhor dizendo, a pedido de imensas mulheres de bom gosto, está de volta o post semanal para limpar as vistas e preparar o espírito para o fim de semana. Assim, teremos todas as Sextas algumas imagens de homens particularmente bonitos e/ou charmosos.
 
Para quem só agora chegou ou para quem está com saudades de alguns dos meninos que já por aqui passaram, podem revê-los todos na etiqueta Uma noite com... e ficam já avisadas que estou aberta a sugestões da vossa parte! Que pão/monumento/brasa é que me estou a esquecer? Digam de vossa justiça.
 
Posto isto, passemos ao gato desta semana, sim?
 
 
 
 
 
 
 
 
Diogo Piçarra
 

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

#Livros - Um Milionário em Lisboa, de José Rodrigues dos Santos


 
Sinopse
Baseado em acontecimentos verídicos, Um Milionário em Lisboa conclui a espantosa história iniciada em O Homem de Constantinopla e transporta-nos no percurso da vida do arménio que mudou o mundo - confirmando José Rodrigues dos Santos como um dos maiores narradores da literatura contemporânea.

Kaloust Sarkisian completa a arquitectura do negócio mundial do petróleo e torna-se o homem mais rico do século. Dividido entre Paris e Londres, cidades em cujas suítes dos hotéis Ritz mantém em permanência uma beldade núbil, dedica-se à arte e torna-se o maior coleccionador do seu tempo.

Mas o destino interveio.

O horror da matança dos Arménios na Primeira Guerra Mundial e a hecatombe da Segunda Guerra Mundial levam o milionário arménio a procurar um novo sítio para viver. Após semanas a agonizar sobre a escolha que teria de fazer, é o filho quem lhe apresenta a solução:
Lisboa.

O homem mais rico do planeta decide viver no bucólico Portugal. O país agita-se, Salazar questiona-se, o mundo do petróleo espanta-se. E a polícia portuguesa prende-o.
 
Opinião
Na sequência do livro da semana passada e como prometido, aqui venho comentar o segundo livro do relato inspirado na vida do arménio que se transformou no homem mais rico e misterioso do século passado.
 
No primeiro livro ficamos às portas da I Guerra Mundial e neste o autor entra em força nesse conflito, relatando muito do ambiente vivido nas grandes capitais, como Paris e Londres. No entanto, o que mais me impressionou foi o relato do que se vivia no Império Otomano nessa época, assunto pouco explorado em tudo o que li até hoje em livros relacionados com a Grande Guerra.
 
Ao longo do primeiro livro, percebemos como os Arménios foram sempre humilhados e subjugados pelos Turcos, mas nada disso me preparou para a descrição das Marchas da Morte. Ao abrigo do conflito que ocupava os líderes europeus e com o apoio dos seus aliados, os Alemães que não se queriam indispor com os Turcos, foi determinado o extermínio dos Arménios. Começaram por executar os homens e, em seguida, foram colocadas na estrada todas as mulheres, crianças e idosos que sobraram em direcção aos campos da morte. No caminho foram saqueados, mortos e violadas as mulheres. Que vergonha saber que permitimos que tal coisa acontecesse debaixo dos nossos olhos!
 
Outros acontecimentos históricos são descritos, como o clima tenso em relação a Hitler antes da II Guerra Mundial ou a entrada dos Alemães em Paris. No entanto, neste livro a nossa personagem central impõem-se às grandes petrolíferas mantendo uma cláusula de cooperação impensável num mercado onde todos querem destruir a concorrência e consagra-se o homem mais rico do século ao embater-se contra o país mais poderoso do mundo.
 
Mais uma vez encontramos nomes notáveis como Coco Chanel, Pulido Valente, Beatriz Costa e o próprio Salazar e percebemos como este importante arménio se apaixonou pela nossa Lisboa, onde reencontrou-se com as memórias da sua infância e as semelhanças que encontrou entre os portugueses e o seu próprio povo, os arménios.
 
O legado que nos deixou é inestimável e foi aqui, em Portugal, que este poderoso homem encontrou a imortalidade que tanto almejava.  É um livro com fantasia, mas repleto de factos reais e de descrições fantásticas de Lisboa. São muitas páginas, é verdade, mas valem todas a pena, podem acreditar.
 
"Era uma descoberta inesperada e maravilhosa. Admirando Lisboa com uma expressão hipnotizada, Kaloust sentiu-se transportado para a sua meninice. (...) Os aromas da infância inebriavam-lhe os sentidos, a lembrança dos primeiros anos submergia-o de emoção. Havia magia naquela transfiguração da cidade, era como se o tempo tivesse completado o grande círculo da vida e regressado enfim às origens."
 
Podem encomendar o vosso exemplar aqui, com portes grátis.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

#Decoração - Mais 7 Ideias para Reciclar



No seguimento deste post, venho partilhar com vocês mais ideias fantásticas para reciclar objectos velhos e cujo destino, na maior parte das vezes, é o lixo mais próximo. Vamos dar uma nova vida a esses objectos e tornar as nossas casas únicas? 

1 - Garrafões de Detergentes


2 - Rolhas de Cortiça


3 - Cadeiras Antigas


4 - Escadotes Velhos 


5 - Ferramentas Agrícolas


6 - Computadores Velhos


7 - Canos Velhos

terça-feira, 25 de agosto de 2015

#Viagens - Top 10 Cidades Africanas a Visitar



E aqui vem mais uma lista de sonho das viagens que um dia irei fazer. Devo dizer que nunca pensei que desse tanto trabalho. Principalmente escolher. Ficaram tantas cidades lindas e maravilhosas de fora, como aliás já tinha acontecido neste Top 10 europeu. Mas não penso que as estou a descartar. Simplesmente, ficam para mais tarde.
 
Agora vamos começar com as 10 cidades africanas que me ficaram debaixo de olho.
 
1 - Maputo, Moçambique
Esta é a cidade incontornável da minha vida. Passei a vida inteira a ouvir falar, com tanta saudade e ternura, da então Lourenço Marques, que é impossível não viver com esta cidade na imaginação. Mas o meu sonho é conhecê-la pela mão do meu pai, através dos olhos dele e das suas memórias. Um dia vamos lá, sim!

 
2 - Cairo, Egipto
No início da minha adolescência, recordo-me de assistir aos documentários sobre o Egipto e sobre as pirâmides e todas aquelas descobertas fantásticas com milhões de anos e querer muito fazer parte desse mundo. Foi assim que, em determinada altura, desejei ser arqueóloga. Esse desejo passou, mas o de conhecer melhor essa civilização ficou até hoje.
 
 
 
3 - Casablanca, Marrocos
Grande parte da justificação para a escolha desta cidade está aqui, no grande clássico do cinema. Sei que muita gente veio desiludida mas ainda assim a curiosidade é grande.
 
 
4 - Cidade do Cabo, África do Sul
Considerada a cidade mais charmosa de África do Sul, seria um ponto incontornável neste passeio pelo continente africano, não é mesmo?
 
 
5 - Joanesburgo, África do Sul
Volto a escolher este país por influência de algumas raízes familiares que ainda por lá ficaram e gostaria muito de aproveitar a visita para conhecer membros da família com os quais só mantenho contacto virtual. No entanto, é inegável o valor desta cidade, sendo que o ponto turístico que mais me atrai é mesmo o Museu do Apartheid.
 
 
6 - Luanda, Angola
Mais uma cidade colonial e de onde já ouvi muitas histórias. Ainda por cima, depois de ver a novela da TVI, A Única Mulher, é impossível não ficar com o bichinho e querer conhecer pessoalmente lugares tão belos.
 
 
7 - Fez, Marrocos
Quanto mais leio sobre os muçulmanos mais a minha opinião se torna menos positiva. Tudo por causa, como é óbvio, dos extremistas e terroristas. No entanto, em termos culturais, acho que existe uma beleza à qual não consigo resistir e que começou com esta novela. Como tal, não resisto ao desejo de visitar esta cidade tão antiga.
 
 
8 - Alexandria, Egipto
Cidade fundada por Alexandre, o Grande e onde se pode visitar a famosa Biblioteca de Alexandria, a maior do mundo antigo, bem como, diversos museus interessantes.
 
 
9 - Mombaça, Quénia
Esta foi uma cidade que me chamou a atenção durante a pesquisa que fiz para este post. Desta forma, descobri que os portugueses por lá passaram e construíram uma fortificação da qual ainda podemos encontrar vestígios. Resumindo, fiquei cheia de vontade de conhecer.
 
 
10 - Mazagão, Marrocos
Mais uma cidade com forte influência portuguesa, onde marcámos presença durante três séculos e onde é possível visitar diversos monumentos onde se misturam a cultura europeia e a marroquina.
 

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

#Pessoal - As Festas na Aldeia


 
Apesar de Agosto estar a terminar, as festas nas terriolas do nosso país ainda têm muito para dar. Todos os fins de semana há qualquer festividade a decorrer nas redondezas, não é verdade? No entanto, esta não é a primeira vez que este tema é abordado por estas paragens, como podem comprovar aqui. É o que dá ter uma festa mesmo em frente à porta (em sentido literal), não se consegue fugir. Nem do assunto nem tão pouco da música.

Já se passaram uns meses desde que a festa deste ano me bateu à porta, mas volto a este tema agora depois de ouvir, no programa da tarde da Fátima Lopes, abordarem e relacionarem as festas tradicionais com os jovens. O convidado defendia que, cada vez mais, os jovens começam a ligar-se às suas origens e a interessarem-se por essas comemorações.

Acredito que assim seja, até porque os exemplos dados referiam festas que já eram organizadas pelos próprios jovens e, como tal, atraiam esse público. É normal que a malta nova vá a festas com artistas dentro dos géneros que apreciam e que, neste caso, sejam organizadas por amigos.

Infelizmente, não é o que acontece na minha santa terrinha e, presumo, que também não seja o que acontece por muitas terriolas por este Portugal a fora. O que é uma pena. Afinal de contas, qual será o futuro dessas festas se os jovens não se interessarem por elas?

Na verdade, muitas delas continuam a ser organizadas por pessoas mais velhas, que escolhem artistas que não atraem públicos novos, e que acabam sempre por ser uma repetição do que acontece ano após ano. Mais do mesmo, em suma.

Os emigrantes, regra geral, voltam para as festas da sua terra e isso já é um enorme motivo para comemorar. O regresso a casa, o reencontro com a família, rever os amigos de uma vida inteira. São momentos que enchem a alma, certamente. E para os filhos desses emigrantes? As raízes que têm são indirectas. A ligação a esses lugares não é tão forte como a dos seus pais. No fundo, divertem-se porque férias serão sempre férias e tudo em Portugal será diferente da realidade que conhecem nos países de onde vêm. Mas será que muitos ficam com vontade de um dia voltar às origens? Tenho dúvidas.

Quanto a mim e à minha festa, lamento mas é impossível sentir-me feliz com tal acontecimento. A culpa talvez nem seja da festa. Afinal ela já existia antes de construírem aqui a minha casa. Mas o facto é que me atrapalha. Nem tanto pela música ou pelo barulho, mas pelas pessoas e, principalmente, pelos carros que traz para uma rua que não está preparada para isso. A culpa será, com toda a certeza, das comissões de festa que não limitam o acesso dos carros e deixam que a malta venha tentar estacionar quase dentro da capela.

Agora vou ter de esperar para ver se esta terra se moderniza e a juventude se manifesta e começa a preparar umas festas que me deixem com vontade de sair de casa com a certeza que posso ir curtir a noite atravessando apenas a rua.

sábado, 22 de agosto de 2015

À porta é isto #12

À porta é isto #11

Liebster Award IV




Mais uma nomeação, desta vez chega pelas mãos das meninas Mariana e Inês. Os mais atentos decerto terão reparado que já vamos na quarta nomeação. Quando publiquei o último pensei, para mim mesma, que durante algum tempo não ia alinhar nisto para não se tornar aborrecido nem maçador. E, como geralmente acontece, a coisa deu a volta e, quando vi as perguntas que as meninas colocaram, não resisti e achei por bem dar respostas. Aqui vão elas.


O que tens na tua playlist?
De tudo um pouco e mais um bocadinho. Tenho gostos diversificados e aprendi com o senhor meu pai que toda a música é boa, desde que seja bem feita.

Não sais de casa sem...
O telemóvel e as chaves do carro!

Alcunha?
A mais antiga que tenho e que dura até hoje com determinadas pessoas. Moura.

Descreve te numa palavra
A sério? Só uma? Já que tem de ser... Irreverente.

Hobby preferido
Ler muito e escrever muito.

Como defines o teu estilo?
Descontraído.

Qual o teu maior sonho?
Acho que não foge da maioria. Acima de tudo, sentir-me realizada.

Costumas maquilhar-te diariamente? Se sim, que fazes?
Tenho de confessar que sou um pouco preguiçosa. Principalmente de manhã. E como nos últimos meses não tenho tido outra vida que não seja levantar cedo, confesso que a maquilhagem tem ficado um pouco de parte. Mas em épocas normais, não dispenso a máscara de pestanas.

Que curso estás a seguir?
Estou a tirar um curso profissional na área do Turismo Ambiental e Rural

Qual a peça que não dispensas do teu armário?
Aquele par de jeans.


Para os distraídos, os esquecidos ou recém-chegados, podem ir espreitar:


À porta é isto #10

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A foto da discórdia



 
 
 
Muito se tem dito sobre a participação da Jéssica Athayde na ModaLisboa.
Eu vou ser curta. INVEJA!
Pura e dura e somente isto. E, não se sintam ofendidas. Eu também me incluo. Mas não a coloco em palavras desagradáveis ou insinuações falsas. Adoraria, como a maioria das mulheres, ter o corpão desta gaja. Não tenho e a culpa é maioritariamente minha. Da falta de cuidados que tenho que não permite que chegue a este estado. Problema meu, não dela. Certo?

A prova oral



 
 
Pretendo, em breve, vir aqui partilhar com vocês alguns dos projectos que mais despertaram a minha atenção durante o tal Seminário de Turismo Natureza. No entanto, primeiro achei por bem tecer alguns comentários às competências no que toca à oralidade dos intervenientes do mesmo.
 
Não me vou estender em considerações, afinal de contas, poucos são os que gostam verdadeiramente de fazer apresentações em público. Eu não sou, certamente, a excepção. Considero que esta é uma prova de fogo, pois só quem domina o tema de que vai falar e se preparou com afinco consegue ser bem sucedido. Aliás, tenho tido várias oportunidades de constatar isto que digo ao longo do curso que frequento actualmente e que já leva quase um ano feito. Muitas têm sido as apresentações que somos "obrigados" a fazer e consigo perceber em mim e nos colegas uma evolução positiva.
 
Mas voltando ao assunto do Seminário, posso dizer que vi apresentações miseráveis. Com PowerPoints maus, sem cumprir o mínimo de regras para esse formato; pessoas que se limitavam a ler a informação neles contidas, ou nas folhas que traziam; sem conseguir alimentar o interesse do público para o projecto que apresentavam. Pelo contrário, assisti a ideias interessantes e com bastante potencial, serem destruídos pela  apresentação que foi feita.
 
Tudo isto seria desculpável, se estivéssemos a falar de amadores, gente nova a começar nesta área. O que me espanta, efectivamente, é que estávamos perante profissionais do sector, alguns com muitos e longos anos de trabalho, que lhes deveria ter dado experiência para o que iam lá fazer.
 
Ficou a dúvida: incompetência ou falta de profissionalismo? 

À porta é isto #8

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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