expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Subscreve a Newsletter

terça-feira, 31 de julho de 2018

#Livros - A Rainha Vermelha, de Philippa Gregory


#Livros - A Rainha Vermelha, de Philippa Gregory

Sinopse

Herdeira da rosa vermelha de Lancastre, Margarida vê as suas ambições frustradas quando descobre que a mãe a quer enviar para um casamento sem amor no País de Gales. Casada com um homem que tem o dobro da sua idade, depressa enviúva, sendo mãe aos catorze anos. Margarida está determinada em fazer com que o seu filho suba ao trono da Inglaterra, sem olhar aos problemas que isso lhe possa trazer, a si, à Inglaterra e ao jovem rapaz. Ignorando herdeiros rivais e o poder desmedido da dinastia de York, dá ao filho o nome Henrique, como o rei, envia-o para o exílio, e propõe o seu casamento com a filha da sua inimiga, Isabel de York. 

Acompanhando as alterações das correntes políticas, Margarida traça o seu próprio caminho com outro casamento sem amor, com alianças traiçoeiras e planos secretos. Viúva pela segunda vez, Margarida casa com o impiedoso e desleal Lorde Stanley. Acreditando que ele a vai apoiar, torna-se o cérebro de uma das maiores revoltas da época, sabendo sempre que o filho, já crescido, recrutou um exército e espera agora pela oportunidade de conquistar o prémio maior. 

Opinião

Ao contrário do que eu pensava, este livro não acontece, cronologicamente, nos tempos que se seguiram ao A Rainha Branca. Focado noutra mulher, ficamos a conhecer a perspectiva dos acontecimentos relacionados com a queda da casa de Lencastre, o afastamento do rei Henrique VI, a ascensão da família Iorque e de Isabel Woodville, com os seus altos e baixos, até ao momento em que Henrique Tudor começa o seu reinado. 

Depois de conhecer as mulheres místicas e misteriosas, herdeiras de Melusina, dos livros anteriores, ficou muito difícil empatizar com a amarga Margarida, protagonista deste livro que hoje aqui me traz. É uma menina que cresce sem se sentir verdadeiramente amada pela família e isso começa por nos colocar do seu lado, embora a sua convicção de que era superior aos demais torna-se muito desagradável e fica complicado gostar dela. 

Esta convicção cresce com ela, ao longo dos anos, até se tornar impossível ignorar a sua loucura. Os seus casamentos, todos sem amor, com vista à ascensão social e à acumulação de mais e mais poder, não a tornam numa pessoa mais sensível, apenas endurecem o seu temperamento e alimentam a sua ambição desmedida, como forma de se realizar enquanto mulher e herdeira da casa de Lencastre. 

Nos fugazes momentos em que se revela uma mulher com vontade de amar e ser amada, tentada a seguir o seu coração, os impulsos da sua vontade, acabei a desejar que o fizesse e procurasse uma felicidade que lhe escapa por entre os dedos. 

Trata-se de uma mulher frustrada por não poder ser rainha em nome próprio, devido à sua condição de mulher, pois existem homens com pretensões ao trono suportadas por um exército e pelo apoio do povo da Inglaterra. Como tal, concentra a sua ambição e a sua realização pessoal no propósito de colocar o seu filho no trono e tornar-se, desse modo, na mãe do rei da Inglaterra. 

Para mim, a maior contradição que percebemos na personalidade desta mulher inteligente e dissimulada é a forma como encara as atitudes de Isabel de Iorque, com uma inveja absurda e uma total incapacidade de compreender que ambas faziam o mesmo, apenas com objectivos diferentes. Mas, para Margarida, Isabel era uma mulher ambiciosa que não era capaz de deixar o poder que alcançou enquanto foi casada com o rei, e a própria Margarida apenas pretendia cumprir a vontade de Deus, ou seja, a sua. 

Já deu para perceber que, pessoalmente, identifiquei-me mais com A Rainha Branca, no entanto, considerei muito interessante ler sobre um outro ponto de vista dos mesmos acontecimentos. Afinal, existem sempre tantos pontos de vista quantos intervenientes numa história. É sempre enriquecedor observar novas perspectivas e, dessa forma, absorver novos detalhes e compreender melhor as decisões das personagens. 

Neste momento, só penso no livro da Guerra dos Primos que irá seguir-se, A Filha do Conspirador, e ficar a conhecer outras personagens numa óptica diferente e, certamente, igualmente interessante e desafiadora. És fã de Philippa Gregory? Qual a tua saga favorita, Guerra dos Primos ou Série Tudor? 

"Podemos fazer parte da mesma família, mas é precisamente por esse motivo que não somos amigos, porque somos rivais no direito ao trono. Existem algumas disputas piores do que as que ocorrem no seio da família? Podemos ser todos primos, mas eles pertencem à Casa de Iorque e nós à Casa de Lencastre."

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto em cartão e portes grátis, ou a versão em inglês, na Book Depository, com 32% de desconto imediato e portes grátis para todo o mundo. 

Outros livros de Philippa Gregory com opinião publicada no blog: 



segunda-feira, 30 de julho de 2018

A Banda Sonora da Semana #19


A Banda Sonora da Semana #19 com filme, série e música para inspirar a semana

O mês de Julho está quase a acabar e o horário de Verão, alargado no Shopping onde trabalho, vai a meio. Agora, resta outro mês de esforço até tudo voltar à normalidade. Só o próprio do Verão é que está a tardar em chegar. O sol tem vindo com suaves prestações e sem a intensidade que tivemos no ano passado. Será que Agosto será melhor? 

Efemérides de 30 de Julho


1930 - O Uruguai ganha a primeira edição do Campeonato Mundial de Futebol. 
1863 - Nasceu Henry Ford, empresário e empreendedor norte-americano. 
1928 - Nasceu Eunice Muñoz, actriz portuguesa. 
1947 - Nasceu Arnold Schwarzenegger, ex-fisioculturista, actor e político austro-americano. 

Este é um dia cheio de efemérides interessantes, não achas? Temos futebol, empreendedorismo e Cinema. Em 2018, o Campeonato Mundial foi para a França, o empreendedorismo anda nas bocas do mundo e voltado para o mercado digital. Já o Cinema, na minha opinião, anda um bocadinho sem graça. Ao que vejo, perde terreno e talentos para as séries, um tipo de produto que não poderia estar mais na moda, tão mal visto em tempos. 

Deste modo, apetece-me recordar o filme que mais associo a Arnold Scharzenegger, nos tempos áureos do actor, longe dos devaneios pela política americana. Refiro-me ao Exterminador Implacável, um filme incrível e que me traz inúmeras memórias de infância. Falo dos dois primeiros, porque os mais recentes ainda não parei para ver com medo de me decepcionar e manchar as minhas memórias. Já os viste? Qual o teu favorito? 

A Banda Sonora da Semana #19 com Arnold Schwarzenegger e Exterminador Implacável

Agora, quero muito partilhar contigo uma série que me tem prendido como há muito não acontecia. Trata-se de uma série sobre advogados, mas com personagens fantásticos e com um enredo que nos seduz desde o primeiro episódio. Consegues adivinhar de que série estou a falar? Trata-se de Suits, que está a entrar na oitava temporada.

Com o casamento real, mas não só por isso, perdemos o nosso Mike Ross, mas continuamos a ter o charmoso Harvey Specter para alegrar a vista. O primeiro episódio da oitava temporada já foi para o ar e continua a ser fantástico. Só resta saber se será desta que o teimoso Harvey se rende e assume os sentimentos pela sua Donna. Quem apoia este casal?

A Banda Sonora da Semana #19 com a série americana Suits

Dado que já temos filme e já temos série, só falta escolher a música da semana. A música que irá servir de inspiração para a semana que se inicia hoje. Depois de alguma indecisão, fiquei decidida enquanto ouvia a minha rádio de eleição, a Rádio Comercial. Fiquei, desse modo, a saber que o gato do Tiago Nacarato, que mencionei noutra banda sonora, lançou um single.


Esta música, como já deu para perceber, anda a passar na rádio, tem um videoclipe muito giro e os comentários, de portugueses e brasileiros, são inúmeros. Um sucesso, lançado há dois meses, que me passou despercebido, até ter ouvido na rádio a caminho de casa.

Para mim, foi uma agradável surpresa perceber que este rapaz tão talentoso (e bonito!) está a começar a carreira que merece e que nós iremos agradecer existir. És fã de Tiago Nacarato? Pensas que irá ter futuro ou se irá perder pelo caminho?

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Uma noite com... #150


Uma noite com... #150 Pablo Casado

Uma noite com... #150 Pablo Casado

Uma noite com... #150 Pablo Casado

Uma noite com... #150 Pablo Casado

Uma noite com... #150 Pablo Casado

Uma noite com... #150 Pablo Casado

Uma noite com... #150 Pablo Casado

Uma noite com... #150 Pablo Casado

Pablo Casado
A política internacional começa a ficar bem mais interessante, não achas?

Podes ver os gatos das semanas anteriores aqui.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

#News - Pré-venda Lethal White, de Robert Galbraith


#News - Pré-venda Lethal White, de Robert Galbraith

Desde o distante ano de 2016 que me encontro à espera do quarto livro da saga Strike de forma ansiosa e quase desesperada. Após ter chegado ao fim a saga do meu coração, Harry Potter, decidi que não queria viver tantos anos à espera do final de uma história. Por esse motivo não alinhei em sagas, como Crepúsculo ou Cinquenta Sombras, quando foram lançadas e andava tudo doido e só falavam nisso. 

Nada me fazia prever que, quando comecei a ler o pseudónimo de J. K. Rowling, com o livro Quando o Cuco Chama, que iria entrar em mais um caso sério literário. Foi pura ingenuidade minha porque só esta mulher consegue me prender a personagens e enredos de uma forma tão completa e aguça a minha curiosidade para níveis históricos. 

Estava eu a dizer então que, desde que terminei A Carreira do Mal, nunca mais tive sossego. Acabei o livro com uma desesperante vontade de agarrar o volume seguinte. O problema foi que, entre um e outro, se passaram dois anos de esgotante ansiedade e sem saber o que iria acontecer em seguida. E, regularmente, lá procurava por informações sobre a data prevista para o lançamento do quarto livro de Cormoran Strike. 

Devo dizer que sem sucesso, pois não havia nada que se parecesse com uma previsão para o lançamento. Falava-se muito sobre a série, mas do novo livro, que é bom, nada de nada. Até que, por fim, fui bem sucedida! Este mês, foi anunciado que o novo livro de Robert Galbraith, Lethal White, será lançado no dia 18 de Setembro. 

#News - Pré-venda Lethal White, de Robert Galbraith

Em Portugal, ainda não ouvi nada sobre este livro e não tenho disposição para aguardar meses infinitos para que o novo livro seja traduzido, produzido e publicado em Portugal. Claro que o vou querer ter em português para fazer o seguimento da colecção que já comecei. Mas, no imediato, quero muito ler a aventura que se segue e já ando a pesquisar pelas pré-vendas nos sites do costume. 

De todos os sites que visitei, o preço mais simpático foi no Book Depository, com 37% de desconto imediato e portes grátis para todo o mundo. Estamos a falar de um livro de capa dura que irá custar 15,72€, após o desconto. É só um valor inferior que pagamos por um livro acabado de sair e sem uma encadernação com capa dura. 

Eu estou só à espera do fim do mês para assegurar o meu exemplar e ter a certeza que irei recebê-lo com a maior brevidade possível após o lançamento oficial. Também vais assegurar o teu? Onde costumas comprar os teus livros em inglês? 

quarta-feira, 25 de julho de 2018

#Shopping - Sugestões de presentes para os avós


#Shopping - Sugestões de presentes para os avós

Para os mais esquecidos, amanhã comemora-se o Dia dos Avós e, como não quero que deixes os teus avós de mãos a abanar, vou deixar-te algumas sugestões de presentes para o menino e para a menina. Contudo, volto a referir que acredito que o melhor presente que lhes podes dar é a tua companhia, o teu tempo e a tua atenção. Mas um miminho sabe sempre bem, não é verdade? 






Ainda tens os teus avós? O que lhes vais oferecer amanhã? 

Subscreve a Newsletter