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quarta-feira, 9 de maio de 2018

#Review - Verniz Essence Winter Glow (02) I see ice



As férias acabaram, é certo, mas foram utilizadas devidamente para voltar a dar cor às minhas lindas unhas e para experimentar mais um verniz novo que vivia em minha casa, triste, só e abandonado e ainda sem ter sido utilizado. Assim, depois de dar uma voltinha pelo Nude da Oriflame, elegi um belo cinzento mate da Essence para dar cor às minhas férias espectaculares.

Tenho uma grande crush por vernizes mate e só estava à espera de algum tempo livre para experimentar este da Essence. Isto porque, das minhas experiências anteriores com este tipo de verniz, a sua durabilidade era algo verdadeiramente irritante. Recordo-me, inclusivamente, de me deitar com as unhas pintadas e de acordar sem vestígios de cor em várias unhas. Dá para acreditar?


No entanto, as minhas impressões quanto à Essence são tão positivas, sobretudo se olharmos ao custo dos seus produtos, que não resisti a dar uma oportunidade aos Mates da marca. Depois de ter experimentado a gama Road Trip, sobre a qual falei aqui e aqui, a boa imagem da Essence ficou consolidada e penso que era esta a marca certa para voltar a tentar encontrar um verniz mate que ficasse próximo da perfeição.

A decisão confirmou-se quando os meus olhos bateram neste cinzento mate e com pequenos toques brilhantes em simultâneo. Ainda por cima estava em promoção, na Well's, e custou-me pouco mais de 1€. Sou incapaz de resistir a um verniz desafiante, especialmente, quando se trata de uma pechincha de todo o tamanho.


Agora, só para começar, devo dizer que os pincéis dos vernizes da Essence são fantásticos! Para alguém com graves problemas de coordenação na hora de pintar as unhas, como é o meu caso, o pincel é uma ajuda incrível e permite cobrir a unha com duas passagens apenas.

Quanto à cobertura, também se encontra dentro do esperado. Bastam duas camadas para a cor ficar bonita e homogénea. E a cor deste verniz é mesmo especial. A verdade é que não é totalmente mate devido aos tais apontamentos brilhantes que se encontram e que fazem um belo contraste prateado com o cinzento rato mate.

Sem esquecer uma das características que mais me agradam nos vernizes mate, que é a rapidez de secagem e a forma óbvia como constatamos que está mesmo seco. Quando passamos na unha a superfície fica brilhante. Quando o brilho desaparece quer dizer que está seco, ou muito perto disso. Rápido, simples, sem complicações de maior.


Não posso terminar este post sem falar da durabilidade deste verniz, característica muito importante na hora de avaliar a qualidade global de um produto deste género. Como já antes referi, os vernizes mate revelaram-se sempre de curta resistência e, consequentemente, curta durabilidade. Este verniz, contudo, comportou-se melhor dos que antes havia experimentado.

De facto, também não posso dizer que tenha resistido uma semana inteira sem falhas. Mas durante três dias mantiveram-se impecáveis. Só depois disso as primeiras falhas começaram a surgir. Ainda assim, várias unhas mantiveram-se imaculadas durante toda a semana, o que me deixou a ponderar na hipótese da causa das falhas nas restantes estar relacionada com a minha falta de competência na hora de pintar as unhas. Será? Ou também te acontece?

Pela parte que me toca, estou muito satisfeita com a minha compra, tanto que continuo fiel a este verniz mesmo após o fim das férias, no regresso ao trabalho. Agora, deixa o teu comentário e conta-me o que achaste do meu novo verniz. É bonito? O que achas dos vernizes da Essence?  

terça-feira, 8 de maio de 2018

#Livros - As Cinquenta Sombras Livre, de E. L. James



Sinopse
Quando a jovem e inocente Anastasia Steele encontrou pela primeira vez o impetuoso e fascinante milionário Christian Grey, começou entre eles um affair sensual que lhes mudou a vida para sempre. Assustada e intrigada pelas singulares inclinações eróticas de Grey, Anastasia exige um compromisso total na relação. Com medo de a perder, ele aceita. 

Agora Anastasia e Grey têm finalmente tudo o que desejavam - o amor, a paixão, a intimidade, uma riqueza incalculável - e todo um mundo de possibilidades à sua espera. Mas ela sabe que amá-lo não será fácil, e que estarem juntos vai implicar ultrapassar barreiras que nenhum deles poderia prever. Anastasia vai ter de aprender a partilhar o estilo de vida de Grey sem sacrificar a sua identidade. E ela terá de aprender a superar o seu obsessivo impulso de tudo controlar, enquanto se debate com os demónios do seu terrível passado. 

E quando tudo parece estar conjugado para que ambos consigam finalmente ultrapassar os maiores obstáculos, o destino conspira para tornar dolorosamente reais os maiores medos de Anastasia. 

Opinião
Agora que já conheces a minha opinião sobre As Cinquenta Sombras de Grey e As Cinquenta Sombras Mais Negras, é chegada a hora de finalmente perceber como termina a nossa trilogia. Devo dizer que a curiosidade venceu-me e não descansei enquanto não descobri o desfecho desta estranha história. Acho que já referi isto numa conversa nos comentários, mas a verdade é que este enredo poderia ter sido contado em volumes bem mais pequenos ou até num livro só.

A narrativa foi esticada até ao limite, com cenas de sexo infinitas. Algumas pertinentes para a história que estava a ser contada, outras que fizeram sentido para melhor compor as personagens que estávamos a conhecer. Outras totalmente aborrecidas por nada acrescentarem, apenas uma ideia de apetite sexual próximo dos ninfomaníacos e uma invulgar capacidade para atingir orgasmos ao mesmo tempo. Sempre.

Sobre as descrições dos actos sexuais não vale a pena repetir. Para isso já basta a autora. A sua imaginação ficou-se pelas encenações originais, mas não chegou para diversificar as descrições. Contudo, neste último volume somos brindados com mais acção, com mais peripécias que vão para lá da vida sexual extravagante dos protagonistas ou dos fantasmas que os atormentam.

Todos os mistérios são revelados e todas as perguntas são respondidas, todos os inimigos são descobertos. Desta vez, o espaço temporal é maior, o que torna a história mais credível e menos vertiginosa. Embora Christian seja uma personagem muito mais interessante, ficaram algumas coisas por perceber relativamente a Anastasia. Nomeadamente, o mistério em torno do Marido nº 3 de sua mãe e o motivo da sua insegurança crónica.

Enquanto Christian se apaixona cada vez de forma mais profunda, os seus medos sofrem um aumento, perde o pouco controlo que ainda lhe resta e revelam-se comportamentos altamente irritantes e perturbadores para qualquer mulher independente que se preze. Revela o adolescente sentimental que é e isso não o torna mais atraente, por muito que Anastasia diga o contrário no seu relato.

Contudo, o melhor chega no final do livro, quando a autora nos apresenta um pequeno vislumbre da perspectiva de Christian Grey dos acontecimentos iniciais do primeiro livro. O primeiro encontro e todos os pensamentos ocultos de Grey são apresentados como um bónus extra que só veio confirmar o que já imaginava, que o nosso Christian é MUITO mais interessante do que Anastasia. Claro que a autora não perdeu a oportunidade de esticar mais a história que tanto lhe deu a ganhar e lançou a trilogia contada pelos olhos de Christian que foi mais um fenómeno de vendas, como seria de prever.

Assim sendo, conto voltar em breve com os livros publicados contados pela voz do nosso protagonista masculino. Deixa o teu comentário e conta-me o que pensas desta trilogia. És fã? Preferes a versão cinematográfica? Qual o teu livro favorito? 

"Ele será sempre o Cinquenta Sombras... o meu Cinquenta Sombras. Quererei que mude? Não, nem por isso - só quero que se sinta amado. Olhando para ele, tomo algum tempo para admirar a sua  beleza cativante... e é meu. E não é apenas o encanto do seu belo, belo rosto e do seu corpo que me fascina. É o que existe detrás disso que me seduz, que me atrai... a sua alma frágil e magoada."

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto em cartão e portes grátis ou encomendar o teu exemplar em inglês na Book Depository com portes grátis para todo o mundo. 

segunda-feira, 7 de maio de 2018

A Banda Sonora da Semana #7



Depois de uma versão abreviada, na semana passada, devido à pessoa estar de férias e de viagem preparada para o regresso à rotina, iremos voltar às versões regulares e devidamente fundamentadas. Ou pelo menos, assim espero. Let's begin?

Efemérides de 7 de Maio

1910 - O cometa Halley passa pela Terra.
1919 - Nasceu Eva Perón, actriz e política argentina.
1963 - Morreu Aquilino Ribeiro, escritor português.

Esta semana voltamos a reunir o Festival da Eurovisão, que se realiza em Lisboa após a vitória de Salvador Sobral, com as celebrações em Fátima da aparição aos pastorinhos. Será este um bom sinal e ditará mais uma vitória nacional? Quanto a isso só nos resta sonhar, pois só no dia 12 saberemos o veredicto final. No entanto, temos de aproveitar as críticas que nos colocam num lugar de destaque e que começam a associar, de forma mais definitiva, Portugal como um país que defende a boa música. 

É tão agradável receber este tipo de elogios, quando nunca fomos tidos em linha de conta neste festival tão antigo e onde sempre se destacou demasiado a política e relações estratégicas entre países, menosprezando a qualidade musical apresentada em palco. Portugal está na moda como nunca aconteceu antes, e parece que a música portuguesa também começa a dar nas vistas. 

No ano passado, a canção escrita por Luísa Sobral e brilhantemente defendida por Salvador Sobral, em Kiev, arrebatou-me de tal forma que teve direito a destaque em nome próprio no blog. A canção de Isaura, interpretada pela Cláudia Pascoal, também tem o seu encanto, é certo, mas não me fez ter tanta vontade para escrever sobre ela antes. Agora que estamos prestes a apresentá-la em Lisboa, apetece-me fazer figas e torcer para renovarmos o título. É que a malta habitua-se a vencer e depois já não quer outra coisa, não é? 

Posto isto, quero dizer que acredito termos mais uma canção forte e que pode alcançar um bom resultado e até a vitória. E volto a dizer que, ainda que o resultado fique aquém das expectativas, levamos à Eurovisão uma canção que não nos envergonha, que nos dignifica e representa devidamente a qualidade da música que se faz no nosso país. 

  
Deixa o teu comentário e conta-me o que pensas da música O Jardim. Iremos ganhar outra vez a Eurovisão? Ou vamos levar um valente banho de água fria? 

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Ainda somos homofóbicos?



Depois das dúvidas gigantes em torno do tumultuoso casal César e Gabriela, apetece-me falar sobre o casal oposto. Oposto não pela orientação sexual ser diferente. Oposto pelo tipo de relação ser tão diferente. Se no caso de César e Gabriela falávamos em relação doentia, hoje pretendo falar da saudável relação de Tiago e Luan, na Casa dos Segredos 7. 

É muito interessante a escolha de casais feita pela produção. Um casal heterossexual com problemas internos, que não se respeitam e não aceitam o que o outro é e quer. Um casal homossexual, casado e bem resolvido na sua vida a dois, mas com problemas de aceitação no exterior, com a família a não compreender muito bem esta nova situação e sem saber como lidar com tudo isso. 

Fazem mesmo o contraste um com o outro, quando colocamos lado a lado estes dois casais. E acredito que a comparação tenha sido determinante para que a família do Tiago tenha entendido que a escolha do seu filho não tem nada de condenável nem é motivo para ter vergonha. Afinal, vivem um relacionamento como qualquer outro, com discussões que logo são resolvidas, com gestos de carinho e de amor, com cumplicidade e companheirismo. Enfim, tudo o que se espera de uma relação feliz. 

Depois, não se pode esquecer a forma brilhante como ambos têm defendido o seu segredo. A forma como ninguém se aproximou sequer da verdade e a reacção de todos os concorrentes na noite em que saem da casa e descobrem são a prova factual de que estamos perante os mais inteligentes concorrentes que Portugal já conheceu. 


No entanto, não é bem dos pormenores do jogo que iremos falar aqui hoje. O que importa saber é até que ponto a sociedade portuguesa ainda é homofóbica. Será que os portugueses encaram a homossexualidade com normalidade hoje em dia? Ou ainda torcem o nariz, disfarçando o preconceito até que uma situação destas lhes bate à porta? 

Acredito que, para pessoas mais velhas, ainda seja uma situação difícil de entender e até de aceitar. Contudo, também me parece que a participação do Tiago e do Luan na Casa dos Segredos foi uma excelente forma de mostrar a essas pessoas o quanto são normais as relações homossexuais. E os resultados dos votos para expulsão de ambos os concorrentes parecem-me um bom indicativo de que a estratégia está a funcionar e que caminhamos para uma sociedade mais moderna e evoluída. 

Outro indicativo muito positivo são as reacções dos próprios companheiros de casa, que têm visto o "surgir" desta relação na casa de uma forma perfeitamente natural. Tal como as reacções dos que têm sido expulsos se mostram surpresos com o segredo mas nunca se revela na sua atitude qualquer traço de preconceito escondido ou camuflado. 

Estaremos perante uma mudança real e efectiva nas mentalidades dos portugueses? Ainda somos homofóbicos? Aprendemos a esconder o nosso preconceito ou evoluímos ao ponto de perceber e aceitar as diferenças sem julgamentos de valor? E tu? Ainda tens algum preconceito relativo à orientação sexual das pessoas ou de qualquer outro tipo? Conta-me tudo nos comentários! 

terça-feira, 1 de maio de 2018

#Review - Delta Q versus Dolce Gusto



Depois de falarmos de pão de forma e de chá, está na hora de trocarmos algumas impressões sobre um dos meus maiores prazeres, o café. Aliás, quer-me parecer que também tu deverás partilhar comigo este prazer dos céus. Como sobreviver às manhãs intermináveis desta vida sem um belo café para ajudar a acordar e pôr o cérebro a funcionar? Eu por mim falo, sou incapaz! 

A cafeína será sempre das melhores substâncias que a Natureza nos oferece e o que o Homem foi capaz de fazer com ela é, de facto, de um valor inestimável. No entanto, um café de qualidade nem sempre é um dado adquirido, não é mesmo? Quantas vezes pedimos um café, ansiando pelo néctar dos deuses, e nos é servido uma água de lavar pratos, deslavada e sem um sabor decente? Demasiadas, infelizmente. 

É por isso que me rendi às máquinas de café de cápsulas nos últimos anos. O meu pai, um amor como sempre, ofereceu-me a minha primeira máquina, da Delta Q. Foi amor ao primeiro gole, meus amigos! Desde então, temos sido as melhores amigas, a minha máquina da Delta e eu. De manhã, a seguir ao almoço ou ao jantar e de todas as vezes que, estando em casa, me apetece um delicioso café. Nunca falha e nunca desilude. 


Mais satisfeita fiquei quando novas cápsulas foram lançadas, com uma intensidade mais forte e que muito me agradaram. Passaram a ser a minha primeira opção na hora de reabastecer o stock. Entretanto, foram lançadas também uma nova cápsula com sabor a canela que passou a fazer parte integrante da lista de compras sempre que se encontram em promoção. Portanto, no que toca a café estou plenamente satisfeita com a Delta Q. 

O problema desta máquina é a impossibilidade de fazer outras bebidas, relacionadas com café. Esta é a única falha que me fez procurar uma alternativa que colmatasse essa falha. Isto porque sou uma grande apreciadora de Cappuccino e Latte Macchiato e coisas boas do género. Assim, comecei a piscar o olho à Dolce Gusto, uma máquina que, além de várias marcas de café, permite ter todas estas bebidas no conforto do lar. 

Hesitei muito antes de concretizar a compra da nova máquina até que, no meu aniversário, em Janeiro, a minha querida mãe me ofereceu uma nova Dolce Gusto. Melhor que isso, ela veio acompanhada com uma linda lata cheia de cápsulas para experimentar que eu me apressei a utilizar para desvendar todas as potencialidades da minha máquina nova. 


Quanto ao café, a máquina cumpre mas não ultrapassa o café da Delta Q, tenho de te avisar. Todas as cápsulas que experimentei revelaram um bom café, mas continuo a considerar o da Delta melhor, mais saboroso e mais intenso. Já no que diz respeito às outras bebidas, estou totalmente satisfeita! Tenho acesso ao meu Latte Macchiato de caramelo ao lanche e ao meu Cappuccino antes de dormir. O que pode uma pessoa pedir mais da vida e das máquinas de café? 

Para ambas as máquinas existem cápsulas de chá, muito embora eu esteja longe de as considerar uma opção. Fazem um chá aceitável para desenrascar e são bastante práticas, mas estão longe de satisfazer um verdadeiro amante do sabor que se espera de um chá de excelência. Contudo, ficas a saber que estão ambas preparadas para essa possibilidade. 

Devido aos motivos que te expliquei acima, irei ficar com ambas as máquinas. A Delta Q está inteiramente dedicada para os cafés expresso, enquanto que a Dolce Gusto serve o propósito de ter acesso às outras bebidas que aprecio. O resultado final desta "batalha", Delta Q contra Dolce Gusto, é um empate. 

Quanto a ti, deixa nos comentários qual a máquina que preferes. Delta Q ou Dolce Gusto? Qual a melhor na tua opinião? 

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