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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

As melhores músicas para namorar



O Natal já está mais que passado e a última playlist está para lá de desactualizada. Portanto, agora que se aproxima a data mais temida pelos solteiros, que é como quem diz, o dia dos namorados, está na hora de mudar o chip e começar a pensar no amor. 

Apesar de fazer parte do lote de solteiros deste país, sou uma pessoa apaixonada pela vida e pelo amor. Ou pela paixão. Como tal, sem ser adepta de lamechices, não deixo de ser uma romântica e com um gosto particular por boa música. 

E como falar de música sem falar de amor? É um tema incontornável em qualquer forma de arte, onde a música não poderia ser a excepção. Por tudo isto, decidi partilhar contigo as músicas mais bonitas, românticas e perfeitas para namorar muito e para namorar bem. 

Como ponto de convergência para a escolha das melhores músicas para namorar, escolhi a língua portuguesa. Porque temos a mania que em inglês é que as músicas são românticas e sofremos de imensos complexos com a nossa língua no que toca a declarações de amor. Assim, agarrada aos meus melhores fones Brainwavz, iniciei esta missão. 

O objectivo é demonstrar, com estas músicas, que é possível cantar o amor em português e obter resultados ainda melhores do que as músicas estrangeiras. Porque temos uma língua lindíssima, com palavras extraordinárias e que, quando bem escritas, as letras conseguem tocar nos nossos corações de uma forma que em mais nenhuma outra língua ou dialecto. Não concordas? Então tira a prova dos nove com as músicas que se seguem.

"Eu sei que vou te amar", por Caetano Veloso

"É isso aí", por Ana Carolina e Seu Jorge

"Quando a chuva passar", por Ivete Sangalo

"A Miragem", de Marcus Viana

"Quase Perfeito", por Donna Maria com a grande Marisa Liz e ainda maior Paulo de Carvalho

"Tudo o que eu te dou", de Pedro Abrunhosa

"Sorte Grande", por João Só e Abandonados com Lúcia Moniz

"Problema de Expressão", por Clã

No decorrer da construção desta playlist com músicas para namorar, apercebi-me que a grande maioria das minhas músicas favoritas são sobre desamor ou desgostos amorosos. Não imaginam a dificuldade que foi fugir delas, porque não era esse o objectivo neste momento. 

Mas ficaram bem guardadas, até porque quer-me parecer que existe sempre quem precise duma playlist com músicas para corações partidos. Parece-te boa ideia para um futuro post?

Para já, qual a tua música de amor favorita? Consegui acertar com alguma das minhas escolhas?

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Os presentes de aniversário



A ideia continua a não me agradar, mas não consigo fugir. Portanto, só me resta resignar ao facto de que mais um aniversário se passou e que fiquei um ano mais distante dos loucos anos 20. Agora tenho mesmo de me habituar à ideia de que sou uma trintona. 

Posto isto, e como sei o quanto gostas de ver os meus presentes, decidi fazer um post especial só com os presentes que recebi neste aniversário. Antes de começar, não me posso esquecer de mencionar que o primeiro presente já foi partilhado quando te mostrei os meus presentes de Natal. Refiro-me ao telemóvel que o senhor meu pai me ofereceu que, por ser um presente mais caro, foi a junção dos presentes de Natal e de aniversário. Afinal, isto de fazer anos em Janeiro tem de trazer algumas vantagens, de vez em quando. 

Já não é novidade que dispenso as festas e as comemorações, mas fico sempre feliz por saber que tantas pessoas se lembraram de mim nesse dia. Existem mensagens ou telefonemas que valem mais que mil presentes. No entanto, no que toca aos presentes propriamente ditos não me posso queixar. 

Fui bafejada com algumas coisas que há muito me faziam falta e é isso mesmo que agora partilho contigo. Queres ver o que recebi neste aniversário? Pois que venham de lá as fotos desses presentes! 

Este foi o presente que me chegou pela simpática Marta e que podes encontrar na loja The Power*Babes Collection. Um caderno do panda, fofo que só ele.
No entretanto, não te esqueças de participar no passatempo a decorrer para ganhares um prémio desta loja fantástica. 

Infelizmente, a foto não faz justiça à beleza desta camisa. Mas posso assegurar-vos que era mesmo de uma camisa assim que andava à procura. Da Stradivarius.

Esta era uma busca que me andava a tirar do sério desde o final do ano. Desde que recebi o telemóvel, que procurava pela capa perfeita. Ou, pelo menos, da primeira para proteger o meu novo telemóvel. Mas tinha de cumprir alguns requisitos estéticos que estavam a tornar a tarefa bem mais complicada do que poderia prever. Até que descobri o site Capas de Telemóveis e tudo se resolveu num ápice.

Por fim, este aniversário trouxe-me a mala preta que tanto precisava. E veio de uma loja que não costuma prender a minha atenção. Depois de receber esta linda mala, tenho a certeza que vou incluir a Natura na lista das lojas a visitar.

Gostaste dos meus presentes de aniversário? Qual o teu favorito?

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

#Livros - Mors tua, vita mea, de Vanessa Santos



Sinopse
Sou a Sara, e estou agoniada, desesperada, com suores frios, o mundo ganhou profundidade, está calor, não, é frio, estou tonta. Tirem-me daqui, por favor.


É assim que se inicia o relato de Sara, a rapariga mais comum da cidade de Leiria. É-lhe transmitido pelo seu chefe um segredo de família que lhes trará dificuldades e mudanças.
Em pouco tempo, Sara verá a sua vida dar uma volta de 180º, viverá momentos de pânico, medo e de pura paixão.
Trata-se de um relato divertido, que descreve o desenrolar da trama de uma forma leve, dando a conhecer o ponto de vista de uma jovem na casa dos vinte anos e no auge da sua imaginação, descrevendo as cenas que vive com à-vontade e humor.

Opinião
Depois de ler um livro viciante como foi Casamento em Dezembro, fui contactada pela simpática Vanessa Santos no sentido de ler e opinar sobre o seu livro, lançado pela Chiado Editora. O livro chegou a minha casa, mas não recebeu imediatamente a minha atenção porque nem sempre a vida me permite ler da forma como gosto, que é compulsivamente da primeira à última página.

A verdade é que, depois de ler A Peónia Vermelha a minhas fasquia para livros desta editora estava muito alta e, nestas circunstâncias, é muito difícil agarrar-me logo ao próximo que poderá trazer uma desilusão. O que não aconteceu, nem uma coisa nem outra.

Isto é, este livro da Vanessa não ultrapassou o anterior mas também está longe de ter desiludido. Admito que, quando comecei a leitura, estava à espera de encontrar algo leve e descomplicado, que não permanecesse muito tempo na minha mente. Não poderia estar mais enganada.

A primeira parte do livro, contada em flashback, prendeu-me de tal forma que só parei quando cheguei ao momento onde começou a narrativa temporalmente. Perdi completamente a noção do tempo, só para perceberem como se tornou interessante. Para isto, ajudou muito a minha natureza curiosa e a forma misteriosa como a narrativa foi construída.

A dada altura senti que aquilo se estava a tornar repetitivo e a começar a ser demasiado fantasioso, pelo menos pensando eu saber qual seria o final da história. Quando cheguei à última página, ganhei uma outra compreensão para o desenrolar da trama daquela forma.

O enredo começa leve e solto e termina como algo bem mais pesado e profundo. Irritou-me um pouco as respostas que ficaram suspensas num limbo de incertezas, mas que espero ver respondidas numa sequela. Assim de repente, acho que vou ter de perguntar à Vanessa se já está a tratar de escrever o próximo.

Posto isto, se queres um livro levezinho para descontrair, este não é o livro certo. Agora, se procuras uma história que te prenda e te surpreenda, este bem poderá ser o livro que procuras. 

Podes comprar o teu exemplar aqui, com 10% de desconto e portes grátis.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Desafio de Cinema (10/52) - Guilty Pleasure



O Desafio de Cinema está de volta com uma categoria que se encontra entre as minhas favoritas. Afinal. acredito que toda a gente tem aquele filme que, não sendo uma obra-prima do cinema, nos aquece o coração de uma forma como poucos são capazes de fazer. 

Mais uma vez, esta foi uma escolha fácil de fazer. É que, quando penso num filme que se enquadre na descrição que acima partilhei, o primeiro que me ocorre é o célebre e inesquecível Rocky. Um filme marcante para toda uma geração. E que penso ter ganho novo fôlego com as mais recentes sequelas.

Além de gostar da história de superação e da mensagem que passa de que não existem sonhos impossíveis, gosto muito da história por trás do filme. Ou melhor, do tanto que Sylvester Stallone lutou para concretizar este seu sonho.

Bateu a inúmeras portas com este guião e todos lhe disseram que não. Quando finalmente lhe disseram que sim, queriam colocar outro no papel de protagonista. E o que fez Stallone? Recusou. Porque o seu sonho incluía ser o intérprete da personagem que criou.

O que é certo é que este seu sonho tornou-se real e um êxito e foi a alavanca para a carreira que construiu em Hollywood. Tal como Rocky alcançou o sucesso, ainda que parecesse destinado ao fracasso e a tornar-se um marginal.

Trata-se de uma saga de culto e que todos deveriam ver, pelo menos uma vez na vida. Já assististe a algum filme de Rocky Balboa? Qual o teu favorito?

Sinopse
Em 1976, o público encheu cinemas para aplaudir um desconhecido chamado Sylvester Stallone num papel para o qual nasceu: Rocky Balboa, um fracassado que tem uma oportunidade única de lutar por amor, por auto-estima e pelo campeonato mundial de pesos pesados... e vencer. O aplauso ainda não acabou. O filme que muitos espectadores colocam entre os seus favoritos de sempre, continua um filme inspirador e exuberante, cheio de acção. A sua emocionante herança continua nas várias sequelas, uma das mais bem sucedidas de filmes da história do cinema. 


Podes acompanhar o Desafio de Cinema - 52 Filmes em 52 Semanas e ver os próximos temas. 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Uma noite com... #122










Carlos Sousa
O maior gato de todas as Casas dos Segredos e afins e, finalmente, vencedor de um Reality Show.

Podes ver os gatos das semanas anteriores aqui.

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