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quarta-feira, 11 de abril de 2018

#Livros - Dominus, de Tom Fox



Sinopse
A catedral do Vaticano tem a sua lotação completamente esgotada, num dia em que o Papa Gregório XVII celebra uma missa. Um estranho misterioso dirige-se temerariamente na direcção do altar e ordena ao Papa, que está preso a uma cadeira de rodas, que se erga. 

O Papa ergue-se. 
O milagre deixa o mundo siderado. 
Quem é este estranho com tanto poder sobre o Papa?

À medida que mais milagres acontecem e que o Vaticano encerra as suas portas ao mundo por questões de segurança, a agente policial Gabriella Fierro e o jornalista Alexander Trecchio embarcam numa investigação perigosa para encontrar uma explicação que acalme uma nação à beira da histeria. 
Será esta a segunda vinda de Cristo ou o sinal do fim dos tempos? 

Dominus é um thriller cheio de acção e reviravoltas, com um mistério intrigante na sua raiz, e que garantidamente nos vai fazer virar as páginas a uma velocidade furiosa desde a deslumbrante sequência inicial até ao impressionante final.

Opinião
Quem haveria de dizer que iria voltar a encontrar um bom livro sobre temas religiosos? Aviso já que a culpa é da Bertrand, cuja loja é bem perto do meu local de trabalho, que lançou uma campanha com uns descontos bem interessantes e, aproveitando algum saldo que tinha em cartão, lá trouxe este Dominus para casa. 

Depois de ler recentemente Vaticanum, de José Rodrigues dos Santos, não acreditei que fosse possível ser surpreendida por mais uma narrativa passada nos terrenos da cidade do Vaticano. Mas a verdade é que esta é uma história surpreendente e desconcertante. Logo pelo pretenso milagre de colocar de pé, um homem com uma doença sem cura, da qual sofre desde sempre. Isto, que já de si seria dramático, torna-se alegórico quando sucede em plena missa papal na Catedral, com lotação esgotada, e onde a segurança se verga para que um estranho chegue perto do Santo Padre.

O que numa sociedade como a nossa, teria obrigatoriamente de se tornar uma imagem viral em toda e qualquer rede social no mundo inteiro. A discussão instala-se entre os que acreditam na chegada do novo Messias e os que têm a certeza de que só se pode tratar de um burlão que a todos está a tentar enganar. O problema é descobrir qual das hipóteses poderá ser mais acertada no meio de tanta confusão e com constantes notícias contraditórias e invulgares a surgir de todos os lados.

Os nossos protagonistas também são um par interessante, muito embora, teria sido agradável conhecer um pouco melhor a Gabriella. Afinal, uma agente da Polícia tão devota e com uma fé tão profunda, mesmo depois de ver o que os homens são capazes de fazer uns aos outros, é coisa rara e de notar. Por outro lado, um padre que perde a fé e desiste do conforto de uma vida já estabelecida, optando por se manter fiel aos seus princípios e valores não deverá ser algo fácil de encontrar, certo?

Aqui serão explorados todos os escândalos sobejamente conhecidos que assolam o Vaticano, desde a Pedofilia até aos crimes financeiros e corrupção instalada nos seus muros. E a guerra que nos é apresentada é precisamente essa. Entre homens, dentro da Igreja, que querem terminar com esse historial criminoso, e esses criminosos a lutarem contra o seu próprio extermínio. Afinal de contas, ninguém quer perder privilégios nem abdicar da sua forma de viver, sujeitando-se à exposição pública e até ao julgamento sobre os crimes cometidos.

A dúvida paira no ar até ao final. A identidade dos maus da fita vão sendo revelados ao longo do livro, mas as suas motivações são protegidas durante um pouco mais de tempo, o que adensa o mistério. Quanto ao misterioso desconhecido que causa todo este tumulto no seio da Igreja, bem, é tudo uma questão de fé. Da fé que cada um tem e no que é capaz de acreditar.

Pela minha parte, fiquei muito agradada com a escrita de Tom Fox e com muita vontade de conhecer melhor a sua obra, que me parece igualmente interessante. E tu? Já conhecias este livro, Dominus? Deixa o teu comentário sobre o livro ou sobre este autor! 

"O que não esperava, o que nunca podia ter previsto nos seus anos de juventude, como seminarista zeloso ou padre assistente no primeiro ano, enviado para servir o rebanho, era o grau de corrupção que existia naquilo que era agora a sua instituição. Como podia ele, um homem de fé e de crença sincera, ter suspeitado que havia tantas trevas no palácio da luz? Como podia ele ter imaginado, já dentro do seio da Mãe Igreja, que esta se parceria mais com um irmão rabugento e brigão do que com os braços robustos de um progenitor?"

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto em cartão e portes grátis, ou em inglês na Book Depository, com 24% de desconto imediato e portes grátis para todo o mundo. 

terça-feira, 10 de abril de 2018

#Review - Verniz Oriflame Colourbox Nude



Estou com grandes falhas na competência de manter as minhas unhas bonitas e cuidadas. Não por falta de vernizes e coisas que tal, mas pela eterna falta de tempo e disposição e paciência. Sem esquecer a minha falta de talento para me dedicar a estas coisas minuciosas e que precisam de precisão. Mas nada disso me impede de tentar sempre que possível e procurar mostrar-te os resultados das minhas experiências. 

De facto, as minhas últimas escolhas espelham bem as minhas preferências. Como se pode escolher entre Vermelhos e Nudes? São ambas cores que nunca nos deixam ficar mal. Combinam com tudo o que se possa colocar em cima do corpinho e fazem mãos mais elegantes e bonitas. 


O verniz que hoje te trago foi aqui recebido, no âmbito da parceria estabelecida com um revendedor da Oriflame, o Joaquim Neves, e que decorreu durante o ano passado. Recordo-me bem da minha reacção quando recebi este verniz, pois pareceu-me uma cor perfeita para ficar a conhecer este tipo de produto da Oriflame. A ser demonstrada a sua qualidade, temos tudo para ser grandes amigos até à última gota, perpetuando-se para o próximo frasco. 


Assim, dediquei-me a pintar as minhas unhas com o Verniz Oriflame Coloubox, no tom Nude. A minha primeira observação é sobre o pincel, que deveria ter mais volume ou ser um pouco mais comprido para tornar mais fácil e prática a aplicação. Pelo menos, para mim, que sou um bocado naba, fez diferença, embora não se tenha tornado missão impossível. 

Com duas camadas a cor fica perfeitamente uniforme e cobre as unhas completamente, sem necessidade de mais. Já a duração não me encheu as medidas. Sem falhas, apenas durou três dias, e antes da semana terminar tive de retirar todo o verniz, para não parecer assumidamente desleixada. 

Portanto, a minha opinião ficou dividida entre uma cor bonita e a contrariedade da pouca duração. Agora, pretendo voltar a repetir a experiência com este verniz e até dar oportunidade a outras cores desta gama mais acessível. 

Já conhecias os vernizes Colourbox da Oriflame? Deixa o teu comentário com a tua opinião sobre eles! 

segunda-feira, 9 de abril de 2018

A Banda Sonora da Semana #3



Nada como começar a semana com mais uma rodada da rubrica que promete inspirar-me e buscar memórias e recordações vindas directamente do baú. Uma das coisas que mais me agrada neste desafio que lancei a mim própria é que, quando começo a escrever, não faço ideia do que aqui irá ser partilhado. É como saltar sem rede, para o desconhecido. Para mim, será um verdadeiro exercício de criatividade pura. 

Sendo assim, só nos resta perguntar: o que terei reservado para ti n'A Banda Sonora desta Semana?

Efemérides de 9 de Abril:

1928 - O Islão deixa de ser reconhecido como religião estatal na Turquia.
1991 - A Geórgia declara-se independente da União Soviética. 
1821 - Nasceu Charles Baudelaire, poeta francês.
1959 - Morreu Frank Lloyd Wright, arquitecto norte americano.

Depois de muito analisar esta semana que hoje começa, decidi debruçar-me sobre o facto de que, nesta semana, se comemora o Dia do Beijo. Como eterna defensora do quanto um bom beijo é importante para definir a qualidade de uma relação, não poderia ignorar uma efeméride destas e deixá-la passar impune. 

É preciso assumir que beijar pode e deve ser sempre um prazer. Uma forma de demonstrar amor, seja no rosto entre amigos e familiares, seja na boca entre um casal apaixonado. Só não tenho pachorra para beijos por conveniência, sem real significado. Para mim, beijar alguém significa que estou a demonstrar a essa pessoa a minha afeição, a minha estima e o meu amor. 

Depois, não podemos esquecer a minha célebre teoria de que um homem que não sabe beijar bem uma mulher, dificilmente será bom na cama. Não saberá dar-lhe prazer sexual se não consegue adaptar o seu beijo à mulher que tem à frente. Só por curiosidade, recordas-te de uma pessoa que tenhas beijado e que fosse um mau beijo que, depois, na cama, tenha sido espectacular? Eu não! 

Portanto, nada como celebrar os bons beijos desta vida com uma pitada de humor à mistura, com a deliciosa Canção do Beijinho! Conheces esta música do nosso brilhante Herman José?


sexta-feira, 6 de abril de 2018

#Livros - O Regresso da Primavera, de Sveva Casati Modignani



Sinopse
Passamos muito tempo a perseguir sonhos que nos escapam da mão, uma felicidade que não se deixa aprisionar. E depois acontece que o melhor da vida se revela num instante, talvez na magia de um encontro inesperado. Como aquele que aconteceu entre Lorenzo e Fiamma, surpreendidos por um amor que nem mesmo eles, provavelmente, acreditavam ser ainda possível. 

Lorenzo Perego, um homem fascinante e culto, é professor de Geografia Económica numa escola profissional de Milão. Poderia ter escolhido um estabelecimento de maior prestígio, mas o ensino é a sua paixão e ajudar jovens com talento numa realidade difícil e muitas vezes desoladora é um desafio que o entusiasma e enriquece. 

Fiamma Morino, com pouco mais de 40 anos, é directora editorial de uma pequena editora de sucesso que ela própria fundou. Agora que a editora está prestes a sofrer uma drástica mudança de gestão, com que Fiamma não concorda, está disposta a tudo para a defender e continuar a garantir o cuidado e o amor que desde sempre dedica aos seus autores. 

Através das vivências de Fiamma e Lorenzo, conhecemos a Itália de hoje, a da crise da Escola e da Economia, mas também aquela que é feita de pessoas empreendedoras, prontas a arregaçar as mangas e decididas a não se renderem. 

Opinião
Voltamos a mais um livro que veio morar para minha casa devido a um passatempo que venci, sobre o qual deixei aqui o meu testemunho. Uma autora que nunca li, mas sobre quem ouvi maravilhas vezes sem conta, segundo a opinião da minha querida amiga Liliana, do Um blog entre Bibliotecas. Assim, foi com muita vontade que me agarrei a esta história para perceber o que tanto agradava à minha amiga. 

Em O Regresso da Primavera temos uma história de amor madura, calma e bem resolvida. O livro começa com o momento presente onde os nossos protagonistas já se encontram a viver uma relação assumida, embora como namorados, vivendo cada um na sua casa. Entretanto, somos apresentados ao passado de cada um. A infância, a relação com os respectivos pais, o amor que viveram antes, no fundo, tudo o que contribuiu para a construção das pessoas que nos foram apresentadas antes. 

Só depois da viagem pelo passado de Lorenzo e Fiamma é que é desenvolvido o enredo no presente e somos brindados com o final da história. É um final, de certo modo, invulgar mas que encaixa que nem uma luva nas personagens e no seu modo de estar na vida. Afinal de contas, não se trata de uma paixão de adolescentes, mas de um amor maduro entre duas pessoas vividas e que sabem muito bem o que querem para as suas vidas. 

O retrato da Itália actual, com os seus problemas causados pela crise, tão familiares entre nós, é muito interessante de ler. Faz-nos perceber que existem carências e problemas sociais e económicos um pouco por todo o lado. É só a confirmação de que os países do Sul da Europa estão no mesmo barco. Um barco de dificuldades que precisam de ser ultrapassadas e de pessoas que precisam de ajuda para encontrar o seu potencial e não serem levadas para um caminho, aparentemente, mais fácil. 

Quanto ao nosso par, gosto particularmente da relação tortuosa de Fiamma com a sua mãe. Não por ser bonita e carinhosa, mas por ser complexa e por nos apresentar uma mãe e uma mulher que não sabia demonstrar o seu amor pelos seus. Que os magoava com atitudes e palavras mas que, ainda assim, lhes tinha um amor profundo que só conseguia derramar nas páginas do seu diário. 

No que diz respeito a Lorenzo, um homem calmo, de classe alta e culto, fiquei deliciada com o seu primeiro amor e pela forma como uma mulher o arrebatou e lhe roubou o sossego. E estamos a falar de uma mulher de origem humilde, mais velha que ele, com uma história de vida completamente oposta à sua. Um caso clássico de opostos que se atraem e de uma tensão sexual que os une por longos anos, com sucessivas interrupções e regressos apaixonados. 

Fiquei muito agradada com a escrita da autora e com o seu estilo romântico, sem ser piroso e lamechas. Não é um livro que nos arrebata e nos prende a atenção sem permitir abandonar a sua leitura antes de terminar. Contudo, também não é um livro que nos dê vontade de abandonar. Pelo contrário, queremos saber o que o passado fez com os nossos heróis e descobrir o que o futuro lhes reserva. 

Já conhecias este livro e a sua autora? Que livro de Sveva Casati Modignani me aconselhas a ler também?

"Tu não deves ser como eu, porque pertences a ti mesmo e deves dispor livremente da tua vida. Pobre de ti se te esforçasses por me imitar. Tornar-te-ias uma má cópia do que eu sou, e isso não deve acontecer."

Podes encomendar o teu exemplar na Wook, com 10% de desconto imediato e portes grátis. 

quinta-feira, 5 de abril de 2018

#Travel - O que quero ver em Nova Iorque



A minha paixão por viajar é lendária e só lamento profundamente não ter possibilidades para viajar mais e melhor. Neste ano de 2018 ficou escrito e registado nas minhas resoluções o meu desejo de viajar fora e cá dentro e, portanto, não posso falhar. Como tal, tenho andado a pesquisar em profundidade as melhores promoções para os meus destinos de eleição. 

Além disso, comecei a enumerar os locais que preciso visitar em cada um desses destinos para poder planear devidamente as minhas viagens futuras. Como tal, pareceu-me interessante partilhar aqui contigo as minhas ideias e receber também as tuas dicas e sugestões, que são sempre bem-vindas. 

Para começar esta nova rubrica sobre viagens que irá marcar presença ao longo deste ano, só poderia eleger a minha cidade de sonho, sobre a qual já fiz 12586 referências, como foi o caso no Top 10 de Cidades Norte Americanas. Falo de Nova Iorque, a cidade que nunca dorme, a Big Apple. Quem vem comigo nesta aventura? 

1. Central Park



2. Museu Metropolitano de Arte - The Met



3. Museu MOMA



Gratuito à Sexta-feira, entre as 16h e as 20h30

4. Ponte de Brooklyn



5. Estátua da Liberdade



Existe um barco gratuito que nos leva até à Estátua na 4South Street

6. Times Square



7. Musical na Broadway



Segundo as minhas pesquisas, bilhetes a partir de 79$
(Quem adivinha o musical que quero ver?)

8. Tour O Sexo e a Cidade



Uma viagem pelos lugares mais icónicos da série mais popular dos anos 90.
Preço: 50$

9. Empire State Building



10. Memorial World Trade Center



Gratuito à Terça-feira, entre as 17h e as 20h
Reservar em 911memorial.org

11. Rockefeller Center



12. Chinatown e Soho



13. Wall Street



14. City Hall


15. Outley Woodbury Comman



16. Museu Madam Tussauds


Numa cidade com tanto para ver e conhecer e descobrir, o mínimo seriam sete dias de estadia, embora o ideal esteja na ordem dos dez dias. Posso te afiançar que é uma viagem que, com a devida organização e se preparada com antecedência, pode ficar muito mais acessível. Durante as minhas pesquisas, os melhores voos, aqueles que não incluem escalas sem fim, encontravam-se a uma média de 400€.

O problema maior é mesmo o alojamento, que pode custar uma verdadeira fortuna, especialmente em estadias mais longas. A menos que estejas disponível para te alojares num Hostel com mais uns desconhecidos no quarto e com casa de banho partilhada ou que não te importes de te hospedares a uma distância considerável do centro da cidade, os valores da maioria dos hotéis tornam-se proibitivos para quem tem um orçamento mais apertado e ainda quer gastar algum dinheiro na cidade.

A pensar nisso, volto a recomendar o Airbnb como a melhor opção para alojamento local e com inúmeras vantagens de poupança. É mais económico do que um Hotel, tem melhores condições e permite poupar nas refeições, pois podes fazer o teu pequeno-almoço e o teu jantar, em vez de comeres na rua todas os dias. Além disso, se te inscreveres aqui, ganhas um crédito de 35€ para a tua primeira viagem.

Para mais dicas de poupança em viagem, podes ver as minhas cinco dicas para fazer férias sem estourar o orçamento.

Agora partilha este post com os teus amigos e conta-me nos comentários, o que não podes deixar de ver em Nova Iorque? Tens dicas e sugestões para este cidade de sonho? 

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