E os passatempos de aniversário chegaram ao fim no dia de ontem. Foi muito poder celebrar contigo e ter a oportunidade de te proporcionar os fantásticos prémios que estiveram a concurso. Mas como tudo o que é bom, chegou ao fim.
Quero, mais uma vez, agradecer aos parceiros que permitiram que estes passatempos se realizassem e que têm sido sempre de uma grande generosidade e simpatia. Como tal, espero poder continuar a contar com todos eles num futuro próximo.
Não te quero fazer sofrer mais, portanto não vou adiar mais o que mais queres saber. Que são, claramente, os vencedores dos passatempos da trintona. São eles:
Atalhos de Portugal - Alexandra Guimarães, de Cascais
Cadernos de um cirurgião - André Silva, de Paredes e Rita Lopes, de Frazão
Escola Médica de Salerno - Marilina Fernandes, de Aveiro
Histórias a Amarelo e Preto - Ana Simões, da Golegã
Médicos Medievais Naturais de Al-Andaluz - Ana Vieira, de Santiago de Cacém
Para muito melhor - Mariana Liberdade, de Cortegaça e Regina Castelo Filipe, de Caldas da Rainha
Tycho Brahe - Fátima Gonçalves, de Monção
Parabéns aos 12 vencedores! Ainda hoje, serão contactados por e-mail, ao qual terão de responder em 48 horas a reclamar o respectivo prémio e a fornecer os dedos para proceder ao envio.
Porque nunca se agradece em demasia, quero te agradecer a ti, que tornaste os meus 31 anos ainda mais especiais e inesquecíveis. E, como é óbvio, espero contar contigo nos próximos posts, nos próximos passatempos, nas próximas divagações, nas próximas comemorações. No próximo ano e em todos os que se seguirem.
Se procuras por assuntos relacionados com a data que hoje se comemora, lamento mas terei de te desiludir. Para isso, já bastou o post com as melhores músicas para namorar e, pelo menos este ano, não vais encontrar mais sobre o assunto.
Também não vou falar de sexo no primeiro encontro ou de mulheres que não gostam de sexo. Vou puxar a cassete ainda mais para trás. Não me refiro aos encontros bem sucedidos ou aos fiascos que ficarão para a história e que servem para preencher as conversas com as amigas ou confirmam a nossa má sorte em noites de fossa.
Vou focar-me no que está antes disso. Nos encontros que nunca se deram, que nunca aconteceram e que vivem no universo das coisas que poderiam ter sido, mas nunca foram. Existem momentos em que é inevitável pensar nos "ses" desta vida e hoje é dia de reflectir nisso mesmo.
Não com nostalgia, mas com um sentimento de injustiça cósmica. Não estás a perceber? Espera um pouco que isto já se vai tornar mais óbvio, assim que te conte exactamente do que falo. Vou começar com uma história que partilho com a minha melhor amiga.
Já se passaram uns valentes anos e, no entretanto, já desistimos da ideia, mas houve uma época em que ambicionávamos encontrar um par de irmãos, daqueles que a pessoa até fica indecisa qual escolher, para nos tornarmos cunhadas. O que é certo é que a coisa foi e continua a ser uma tarefa árdua e com resultados pouco significativos.
É que já é difícil encontrar um gajo giro e disponível, imagina encontrar dois com estas qualidades? Pois, como já deu para perceber, não aconteceu. O problema é quando reparo que andámos anos a passear em Espinho, a passear à beira-mar, muitas vezes a conhecer verdadeiros cromos, e nunca nos calhou em sorte que os nossos caminhos se cruzassem com os irmãos perfeitos.
E por irmãos perfeitos quero dizer Pedro e Ricardo Guedes, criados com os belos ares de Espinho, onde moram os seus inspirados pais, e que nunca se cruzaram no meu destino. Nem de passagem, vejam bem! Injustiça, é o que me apraz dizer.
Mais recentemente, estive a viver na Margem Sul do Tejo e trabalhei em todas as cidades dessa região. Todas, sem excepção. E em muitas vilas também. Andei a bater a tudo o que é porta, profissionalmente falando, e nunca tive a sorte de me cruzar com o gato do Filipe Vilarinho!
E não foram dois ou três meses. Foram quase dois anos a percorrer toda essa zona e nem um vislumbre do rapaz. Fosse enquanto trabalhava ou num contexto mais pessoal. Nada. Zero. Agora, diz-me lá, a minha falta de sorte não é de bradar aos céus?
Claro que não posso afirmar qual seria o resultado de qualquer um destes não encontros. Até poderiam ter corrido tão mal, ao ponto de me fazer lastimar terem acontecido. Por outro lado, poderia dar-se o caso de se revelarem perfeitos e hoje ser a feliz namorada de um destes gatos. Vá, pelo menos, poderia ter tirado umas lasquinhas e ter mais umas aventuras para contar aos netos.
Este é o grande problema dos tais "ses" desta vida. Nunca sabemos o que poderia ter acontecido. Se teria sido fantástico ou o maior arrependimento da história dos arrependimentos. Portanto, não faças como eu. Não percas tempo a pensar nos não encontros e foca-te nos verdadeiros encontros. Seja o que tens programado para esta noite, ou nos que virão, com toda a certeza, em breve. Pode ser?
O nosso Desafio de Cinema desta semana visa escolher um filme daqueles que passamos a vida a adiar, deixar para amanhã, para depois, sem que nunca mais chegue o dia e a hora certa para o ver. Também estás a pensar no filme que se encaixa nessa categoria? Pois eu já pensei e é essa sugestão que venho partilhar contigo hoje.
Assim que pus os olhos nesta categoria, lembrei-me logo dum filme que parece sujeito a uma qualquer maldição. Por mais que tente, parece que alguma coisa sempre acontece para me impedir de o ver. Ou não vou estar em casa quando dá na televisão. Ou me apanha numa altura de exaustão tal, que adormeço sem conseguir ver até ao fim. Enfim, já aconteceu de tudo.
Infelizmente, ainda não tive a oportunidade de o tirar da lista dos filmes que passo a vida a adiar, mas dado que está no topo dessa mesma lista, faz todo o sentido ser a escolha para esta semana. Pode ser que assim ganhe vergonha e consiga finalmente assistir ao "Sacanas sem Lei".
Eu sei que tem o gato dos gatos, Brad Pitt, que é só o meu actor favorito, e que esta já seria uma razão mais do que suficiente para desejar ver este filme. Mas é também realizado por Quentin Tarantino, um dos melhores do universo. E fala sobre a Segunda Guerra Mundial, tema que, regra geral, não desilude. Precisas de mais razões para ver? Ou melhor ainda, já viste este filme? É tão bom como promete?
Sinopse
"Sacanas sem Lei" abre numa França sob ocupação alemã, onde Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent) assiste à execução da sua família por ordem do Coronel Nazi Hans Landa (Christoph Waltz).
Escapando por um triz, Shosanna instala-se em Paris, onde adopta uma nova identidade como proprietária e gestora de um pequeno cinema.
Algures noutro ponto da Europa, o Tenente Aldo Raine (Brad Pitt) dirige um grupo de soldados judeus mobilizado para actos de retaliação. Conhecidos pelos seus inimigos como "Os Sacanas", o pelotão de Raine reúne-se à actriz alemã e agente secreta Bridget Von Hammersmark (Diane Kruger) numa missão que visa aniquilar os líderes do Terceiro Reich. Os destinos cruzam-se sob o tecto do cinematógrafo com Shosanna, apostada em levar a cabo um plano de vingança por si inteiramente engendrado.
O Natal já está mais que passado e a última playlist está para lá de desactualizada. Portanto, agora que se aproxima a data mais temida pelos solteiros, que é como quem diz, o dia dos namorados, está na hora de mudar o chip e começar a pensar no amor.
Apesar de fazer parte do lote de solteiros deste país, sou uma pessoa apaixonada pela vida e pelo amor. Ou pela paixão. Como tal, sem ser adepta de lamechices, não deixo de ser uma romântica e com um gosto particular por boa música.
E como falar de música sem falar de amor? É um tema incontornável em qualquer forma de arte, onde a música não poderia ser a excepção. Por tudo isto, decidi partilhar contigo as músicas mais bonitas, românticas e perfeitas para namorar muito e para namorar bem.
Como ponto de convergência para a escolha das melhores músicas para namorar, escolhi a língua portuguesa. Porque temos a mania que em inglês é que as músicas são românticas e sofremos de imensos complexos com a nossa língua no que toca a declarações de amor. Assim, agarrada aos meus melhores fones Brainwavz, iniciei esta missão.
O objectivo é demonstrar, com estas músicas, que é possível cantar o amor em português e obter resultados ainda melhores do que as músicas estrangeiras. Porque temos uma língua lindíssima, com palavras extraordinárias e que, quando bem escritas, as letras conseguem tocar nos nossos corações de uma forma que em mais nenhuma outra língua ou dialecto. Não concordas? Então tira a prova dos nove com as músicas que se seguem.
"Eu sei que vou te amar", por Caetano Veloso
"É isso aí", por Ana Carolina e Seu Jorge
"Quando a chuva passar", por Ivete Sangalo
"A Miragem", de Marcus Viana
"Quase Perfeito", por Donna Maria com a grande Marisa Liz e ainda maior Paulo de Carvalho
"Tudo o que eu te dou", de Pedro Abrunhosa
"Sorte Grande", por João Só e Abandonados com Lúcia Moniz
"Problema de Expressão", por Clã
No decorrer da construção desta playlist com músicas para namorar, apercebi-me que a grande maioria das minhas músicas favoritas são sobre desamor ou desgostos amorosos. Não imaginam a dificuldade que foi fugir delas, porque não era esse o objectivo neste momento.
Mas ficaram bem guardadas, até porque quer-me parecer que existe sempre quem precise duma playlist com músicas para corações partidos. Parece-te boa ideia para um futuro post?
Para já, qual a tua música de amor favorita? Consegui acertar com alguma das minhas escolhas?