expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Subscreve a Newsletter

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

#Desafio 52 Semanas - No ano que vem, eu quero



Semana 52 - No ano que vem, eu quero

  • Dedicar-me mais ao blog
  • Melhorar a minha alimentação
  • Apaixonar-me
Pois é, minha gente, depois de 52 semanas a responder aos mais diversos temas, é chegado o fim deste enorme desafio que tanto me fez puxar pela cabeça. Espero que tenham gostado tanto ou mais do que eu gostei de o cumprir e sintam-se livres para o levarem para os vossos blogs. Só não se esqueçam de me avisar para poder acompanhar ;) 

Caso só agora tenhas descoberto este meu desafio, podes ver tudo o que saiu no Desafio 52 Semanas - Apresentação. 

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

#Livros - A Carreira do Mal, de Robert Galbraith



Sinopse
Quando recebe um misterioso embrulho, Robin Ellacott fica horrorizada ao descobrir que lá dentro se encontra a perna de uma mulher. O seu chefe, o detective privado Cormoran Strike, mostra-se menos surpreendido mas está igualmente alarmado. Strike calcula que quatro pessoas do seu passado possam ser os responsáveis e sabe que qualquer uma delas é capaz de semelhante brutalidade. Com a polícia concentrada num suspeito que Strike considera não ser o culpado, este e Robin decidem investigar os mundos sombrios e retorcidos dos restantes três suspeitos. No entanto, à medida que se desenrolam mais acontecimentos macabros, o tempo esgota-se… Um enredo intrincado e complexo, repleto de desenvolvimentos inesperados, A Carreira do Mal é também uma história comovente de um homem e de uma mulher que se deparam com uma encruzilhada pessoal e profissional. Não será capaz de largar este livro.

Opinião
Primeiro desejei que ele viesse morar para minha casa e, em seguida, o terceiro volume veio mesmo morar para minha casa. Melhor só se a própria Rowling fizesse a gentileza de enviar o manuscrito para minha casa, não acham?

Esta saga manteve-me sossegada até ter encontrado o primeiro volume em promoção. Desde aí tem sido um desassossego para saber o que vem a seguir. Já vos falei do Quando o Cuco Chama e de O Bicho-da-Seda e mal podia segurar a minha ansiedade para vir tecer os meus comentários sobre mais uma fantástica aventura de Strike e Robin.

E que aventura esta, meus amigos. A mais negra e que mais respostas nos dá sobre o passado de ambos os protagonistas. O enredo está tão bem construído que nos prende até à última página. E no final, depois de tantas respostas conquistadas, são-nos deixadas ainda mais perguntas, que podem mudar consideravelmente o futuro destes dois detectives.

Uma das novidades são os capítulos onde o narrador é o próprio assassino. Aqui ganha-se intensidade e a narrativa fica muito mais rica. E como este assassino é complexo! Profundamente ligado ao passado de Strike, como aliás os outros dois suspeitos, que apesar de serem inocentes dos crimes centrais, estão longe de ser figuras inocentes.

Estamos perante três personagens que, apesar de nunca terem sido condenadas em tribunal pelos seus crimes, são claramente criminosos. Sendo o nosso assassino um verdadeiro psicopata, obcecado com o detective e disposto a tudo para destruí-lo. 

O clima entre Cormoran e Robin também sofre alterações e os sentimentos, que já se notavam de forma subtil nos livros anteriores, ganham um novo fôlego e prometem levá-los por um caminho sem retorno. No entanto, esse caminho só nos será revelado no próximo livro. Portanto, como podem imaginar já estou em pulgas para que chegue depressa. 

Infelizmente para mim, isso só acontecerá, com sorte, no próximo ano. Será que alguém mete lá uma cunha à nossa estimada J. K. Rowling, para que ela me envie o tal manuscrito? Não deste, do próximo, sim?

"As cores pareciam mais vivas hoje de manhã e o mundo, um lugar mais encantador. Sentia-se sereno e animado, como se a tivesse absorvido, como se a vida dela tivesse passado para ele por uma espécie de transfusão. Pertenciam-lhe, depois de as matar: era uma posse muito além da posse do sexo. Só saber que aspecto tinham no momento da morte era uma intimidade que ultrapassava de longe qualquer coisa que dois corpos vivos pudessem experimentar."

Podem adquirir o vosso exemplar aqui, com portes grátis. 

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Pessoas que falam na 3ª pessoa



Quem não conhece alguém, uma pessoa que seja, que tenha o profundo hábito de falar de si próprio na terceira pessoa do singular? Sem ter de fazer grande esforço, consigo recordar-me de uns quantos que fazem dessa forma de se expressar um vício. 

Ando para escrever sobre isto à imenso tempo e vou sempre deixando para trás, em detrimento de outros temas mais urgentes ou pertinentes. Até que me deparo com alguém que fala desta forma e volto a lembrar-me e tento colocar na agenda do blog. Um ciclo que tem sido vicioso, mas que agora se quebra. 

Não será preciso muita perspicácia para compreender que este hábito de se falar de si próprio na terceira pessoa é coisa que me irrita sobremaneira. Sem querer ser presunçosa, diria que é algo que irrita a maioria das pessoas. Estou certa, gente? 

O mais curioso no meio disto tudo é que a última pessoa que conheci que falava desta forma não me irritou. Parece inacreditável, mas é verídico. Esta pessoa é alguém tão castiço, tão genuíno e que não transmite ponta de presunção ou petulância quando fala de si mesmo. É estranho porque foi a primeira vez que isto me aconteceu, o que só vem reforçar a célebre teoria de que não existe regra sem excepção. 

No entanto, esta personagem não me faz esquecer os restantes. Até porque esta malta que tanto gosta de falar de si na terceira pessoa, se falar durante mais de um minuto, deixa-me com os nervos em franja. A primeira memória que tenho de algo do género é longínqua e sei que se tratavam de jogadores de futebol, regra geral, brasileiros. 

O fenómeno espalhou-se como se não houvesse amanhã e os mais recentes são os hiper mega super famosos concorrentes de reality shows deste país que aderiram a esta coisa que agora já parece moda. Se for uma coisa usada de forma isolada até pode ter a sua graça e propósito. Agora isto de fazê-lo a toda a hora e todo o momento é coisa que não cabe no meu entendimento. 

Qual será o objectivo? Parecer mais inteligente? Dar um ar de imparcialidade, como se não estivessem a falar em causa própria? Alguém me consegue explicar porque continua essa gente a irritar-me sem necessidade nenhuma?

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

#Desafio 52 Semanas - Coisas que me marcaram neste ano



Semana 51 - Coisas que me marcaram neste ano

O ano ainda não terminou, eu sei. No entanto, este desafio que nos tem acompanhado por mais de um ano (culpa das vezes em que falhei na publicação atempada do mesmo), está prestes a terminar. E por isso é o momento de fazer um pequeno balanço a respeito do tempo em que ele tem feito parte deste blog.
  • Os trinta - Ainda não sei se consigo acreditar nisto, mas a verdade é que este ano deixei a casa dos vinte para todo o sempre e passei a ser oficialmente uma pessoa de trinta. Para já, gosto disto. 
  • Portugal Campeão Europeu - Sinto-me uma privilegiada por ter assistido à conquista do primeiro troféu da selecção de todos nós. Tão esperado, tão desejado. Enfim, somos campeões!!!  
  • Novas amizades - Não é novidade para ninguém o quanto me sinto uma privilegiada pela qualidade das amizades que tenho cultivado ao longo dos anos. Ainda no virar deste ano aqui deixei o meu manifesto e volto a fazê-lo, porque este ano que ainda não terminou também me trouxe algumas pessoas especiais e que espero levar comigo por muitos e longos anos.
  • Novos livros - Este ano foi muito positivo a nível de leituras. Tenho lido mais e, graças a este blog, autores que não me despertariam interesse à partida e que foram agradáveis surpresas. No entanto, destaco o regresso do meu adorado Harry Potter e de Cormoran Strike como os mais aguardados deste ano literário. 
  • Terrorismo - No início de 2015 o mundo rendeu-se e todos fomos Charlie. Infelizmente, os casos repetiram-se de lá para cá e vivemos todos numa sensação de falsa paz. A lutar ao máximo para não permitir que nos subjuguem pelo medo, pelo terror. O que não significa que o medo não esteja presente e, cá para mim, ainda vai permanecer por uns bons tempos. 

Podem consultar o Desafio 52 Semanas - Apresentação para ficarem a saber o que já saiu e o que ainda está para vir. 

Subscreve a Newsletter