As festas para mim, agora sim, terminaram. O Natal já passou e o meu aniversário também, por isso, é chegado o momento de partilhar contigo os lindos presentes que recebi nestes últimos dois meses. Afinal, esta é sempre uma oportunidade para refletir sobre as pessoas que fazem parte da nossa vida e os presentes que recebemos como demonstração de carinho e apreço. Estes momentos festivos lembram-nos da importância de valorizar as conexões humanas e de celebrar as pequenas e grandes alegrias que tornam a nossa jornada ainda mais significativa.
Receber presentes é uma tradição que vai além do objecto material, eles representam o cuidado, a atenção e o afecto das pessoas ao nosso redor. Seja algo simbólico ou algo que realmente desejávamos, cada presente carregou uma mensagem de carinho e consideração. Ao dividir aqui contigo as minhas experiências, espero inspirar-te a valorizar ainda mais esses momentos de celebração e a perceber o verdadeiro valor por trás de cada presente, que, muitas vezes, é a conexão emocional que criamos com quem nos rodeia. Agora, venham de lá esses presentes! Vens comigo?
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1. Agenda Girly Things
O clássico do ano não pode faltar que é a minha incrível agenda, que me acompanhará todo o ano. É a principal ferramenta que utilizo para me organizar, tanto no trabalho, na vida pessoal, no planeamento do blog e, agora, na futura preparação para a vida de estudante. A vida está difícil e ainda procurei alternativas mais acessíveis, mas nenhuma das que encontrei preenchiam os meus requisitos e acabei por me render às evidências e encomendar a que nunca falha nem desilude.
2. Tapete de Rato e Caneta
Uma colega de trabalho muito fofinha, presenteou-nos com Tapetes de Rato e Canetas personalizadas para cada elemento da nossa equipa. Os meus têm o Cerebrozinho, e adorei!
3. Cómoda Ikea Malm
No meu quarto, faltava uma cómoda para completar a disposição nova e o meu paizinho fez dela a sua prenda de Natal para a filhota. Ainda não está montada, por motivos vários, mas estará muito em breve.
4. Mala Parfois
Andava há que tempos a namorar uma nova mala preta para dar a reforma à minha. Assim, aproveitei a Black Friday da Parfois e ofereci-me esta nova mala, cheia de estilo e com o tamanho certo.
5. Velas Perfumadas
Também recebi umas cheirosas velas, de aroma a Cereja, dos meus novos vizinhos e duma colega de trabalho, que acompanhou a vela com um creme de mãos que ficou no serviço, porque é algo que faz sempre falta e que não quero carregar na mala.
6. O Livro da Sociologia
As divisões sociais podem ser erradicadas?
O que leva alguém a cometer um crime?
De que modo a Internet transformou as nossas relações sociais?
Ao longo da história, a humanidade colocou essas e outras grandes questões sobre como organizamos as nossas sociedades e os sociólogos têm proposto diversas respostas que ajudam a compreender o mundo.
Escrito por professores e estudiosos de maneira simples e acessível, este é o mais completo e atualizado livro sobre Sociologia.
Inclui biografias e citações de grandes pensadores, linhas cronológicas com os principais acontecimentos de cada período, diagramas que simplificam teorias complexas e ilustrações fantásticas que desafiam o nosso entendimento sobre o tema.
Quer seja um leitor curioso, um estudante aplicado ou até mesmo um especialista no assunto, O Livro da Sociologia vai ao encontro da sua sede de conhecimento.
7. Henrique V, de Dan Jones
Dan Jones, um dos mais importantes historiadores medievais do nosso tempo, dá vida de forma inesquecível à ascensão surpreendente de Henrique V, que sobreviveu a uma rebelião, a um ferimento de flecha quase fatal e a um longo e precário aprendizado enquanto príncipe para se tornar o maior rei guerreiro da Inglaterra.
Henrique V reinou somente nove anos e quatro meses e morreu com apenas 35 anos, mas paira sobre a paisagem do final da Idade Média e para lá dela. Vencedor da Batalha de Agincourt, imortalizada por William Shakespeare, foi um rei modelo para os seus sucessores.
Salvou um país devastado da ruína económica, reprimiu rebeliões e protegeu as fronteiras do reino, enquanto na diplomacia externa fez com que a Inglaterra se tornasse uma potência novamente importante. Porém, as suas conquistas no norte da França seriam a génese para três gerações de calamidades no seu país, sob a forma das Guerras das Rosas.
Uma biografia emocionante e imperdível, que oferece uma visão sem precedentes dos importantes primeiros vinte e seis anos da sua vida, da sua ascensão ao poder e das suas campanhas militares.
8. D. Beatriz de Portugal, de Ana Isabel Buescu
Quem foi Beatriz de Sabóia, a infanta esquecida?
A historiadora Ana Isabel Buescu traça o retrato da terceira filha do rei D. Manuel I e de D. Maria, nascida em 31 de Dezembro de 1504, em Lisboa. Cresceu na opulência da corte do pai, o seu nome rapidamente entrou no mercado de casamentos das cortes europeias, a proposta de união com Beatriz partiu do duque de Sabóia, Carlos II, que vivendo sob a ameaça francesa e com graves dificuldades financeiras pretendia, com esta aliança matrimonial, o apoio do rico e prestigiado rei português.
Em 7 de Abril de 1521 realizou-se, no paço da Ribeira, o casamento por procuração entre Carlos II e Beatriz de Portugal, portadora de um valioso dote em dinheiro, jóias, alfaias de prata e tapeçarias. No dia 10 de Agosto, com os seus oficiais, damas e muitos acompanhantes, Beatriz disse um derradeiro adeus a Lisboa e partiu rumo a Nice. Duquesa de Sabóia no dramático período das guerras entre Carlos V e Francisco I, Beatriz, conhecida pelo seu porte altivo e dotada de grande inteligência, teve um importante papel no governo do ducado. Mãe por dez vezes, morreu no parto aos 33 anos. Sobreviveu-lhe apenas o varão Emanuel Filiberto, que herdou o nome do seu avô materno e a determinação da mãe. Já duque de Sabóia, após a morte de D. Sebastião em 1578, Emanuel Filiberto foi um dos vários candidatos ao trono português, que veio a ser ocupado por Filipe I.
9. Traições, Poder e Bastardos Reais, de Ana Cristina Pereira e Joana Pinheiro de Almeida
Esta história começa cedo, com D. Afonso Henriques, as suas amantes e filhos bastardos que, motivados pelo sangue real que lhes corria nas veias, tentaram obter mais poder e estatuto a todo o custo. Uma luta que se foi repetindo ao longo da História de Portugal com a disputa pelo direito à sucessão entre irmãos, conflitos abertos entre filhos e pais, conspirações, prisões e exílios.
Se houve filhos ilegítimos que permaneceram no anonimato, afastados da vida da Corte, remetidos à vida clerical, outros ganharam protagonismo junto dos seus pais, como Martim Sanches, o valente bastardo de D. Dinis, D. Jorge, bastardo de D. João II que viu a rainha D. Leonor negar-lhe o acesso ao trono, os conhecidos meninos da Palhavã, filhos de D. João V, rei que era frequentador assíduo do Convento de Odivelas, ou D. João, filho de D. Pedro I e D. Teresa Lourenço, o único ilegítimo que se tornou rei de Portugal. A história oficial nem sempre lhes dá o devido protagonismo.
Neste livro, as historiadoras Ana Cristina Pereira e Joana Pinheiro de Almeida contam-lhe as histórias das paixões reais e dos filhos naturais que delas nasceram e que se tornaram, pelo reconhecimento paterno, infantes de Portugal. Bastardos régios.
10. 2000 Anos de Papas, de Roberto Monge
De São Pedro a Francisco, todos os papas que lideraram a Igreja Católica nos últimos dois mil anos têm uma história, um percurso e um papel na História. Dois Mil Anos de Papas reúne e contextualiza, por ordem cronológica e de forma breve, os perfis biográficos de todos eles, ilustrados por gravuras retiradas da emblemática obra Album dei Papi, datada de 1885, da autoria do primeiro director dos Arquivos do Vaticano, Joseph Hergenröther. Apenas os três últimos papas foram retratados pelo lápis de Davide Le Grazzie.
Os pontífices são homens reais que, apesar de muitas quedas, tendem à sublimação: na sua história alternam fraquezas e virtudes, traições e arrependimentos, limitações e santidade, sempre imersos no fluxo da história. Aos seus retratos somam-se ainda um perfil sucinto dos incontornáveis antipapas e um breve glossário sobre as principais heresias.
11. Becoming - A Minha História, de Michelle Obama
Nas suas memórias, uma obra de reflexão profunda e uma narrativa fascinante, Michelle Obama convida os leitores a entrar no seu mundo, relatando as experiências que a moldaram - desde a infância na zona sul de Chicago, passando pelos anos como executiva, equilibrando as exigências da maternidade e o trabalho, até ao tempo passado no endereço mais famoso do mundo. Terno, sábio e revelador, BECOMING é um relato íntimo de uma mulher de alma e substância, que desafiou constantemente as expectativas - e cuja história nos inspira a fazer o mesmo.
Esta é a história de como Michelle LaVaughn Robinson Obama se tornou quem é. É uma história de esperança e otimismo, um relato de uma jornada ainda em curso de uma rapariga do South Side de Chicago cuja vida tem estado repleta de altos e baixos, oportunidades extraordinárias e momentos triviais que se têm provado essenciais para fazer dela a pessoa que ela é.
12. Até que o amor me mate, de Maria João Lopo de Carvalho
São sete as mulheres que aqui cruzam a vida de Luís Vaz de Camões. Sete as mulheres que mais o amaram ao longo dos seus 55 anos de vida. Esta é a história do homem, do poeta, do soldado, do marinheiro. Uma história de conquistas e esperas, de amores e desamores, de tempos de ventura e desventura, de ódios e paixões; uma história contada no feminino a sete vozes que, vindas de longe e atravessando terras e mares, encontram porto de abrigo na intimidade dos nossos corações.
Esta é a história de um homem que em palavras, versos, estrofes consegue viajar no tempo para nos trazer a história singular de um mundo maior e de um amor maior. Uma história imortal que 500 anos depois continua viva, nova, próxima e presente.
13. Telemóvel Samsung A56 5G
Porque também mereço e o meu telemóvel já estava a dar sinais de que queria falecer, decidi oferecer-me, como presente de aniversário, um novo telemóvel. Mantive a marca e o modelo que tanto me satisfez, mas com uma capacidade superior e acredito que serei muito feliz com ele durante alguns, muitos anos.
14. Botas Deichmann
Por fim, refiro o presente das minhas colegas de trabalho que se uniram para me oferecer umas belas botas pretas, que já andavam no meu radar, e, ainda, uma camisola e um casaco muito fofinhos.
Para finalizar, esta recapitulação de presentes fez-me perceber o quanto as pequenas demonstrações de carinho e atenção podem fortalecer os nossos laços e nos encher de gratidão. Cada presente, seja ele grande ou simples, trouxe consigo uma mensagem de afecto e cuidado, lembrando-me da importância de valorizar estes momentos de conexão com quem amamos. Afinal de contas, o verdadeiro valor dos presentes está na emoção e no significado que eles carregam, lembrando-nos de que o mais importante é o amor e a presença daqueles que fazem a nossa vida mais feliz.
O que tens a dizer sobre os meus presentes? Qual o que mais gostaste? Gostarias de ter recebido algum? Que presentes recebeste no Natal? Qual o favorito de todos? Conta-me tudo nos comentários abaixo!






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