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quinta-feira, 29 de maio de 2025

10 Livros para comprar na FLL e ler nas férias

 

Imagem de um livro posicionado sobre uma toalha de praia, acompanhado de óculos de sol, uma máquina fotográfica e uvas, transmitindo uma atmosfera de lazer e leitura nas férias à beira-mar.

A Feira do Livro de Lisboa é sempre uma oportunidade para explorar o universo literário, descobrir novas obras e renovar a nossa biblioteca pessoal. Com dezenas de expositores e uma vasta seleção de títulos, o evento convida leitores de todas as idades a mergulharem no prazer da leitura e pode ser o local ideal para encontrarmos as obras que irão marcar as nossas férias. Seja para relaxar na praia, aproveitar o tempo em casa ou viajar, os livros são companheiros indispensáveis para transformar momentos banais em experiências inesquecíveis. 


Buy Me A Coffee

Hoje, selecionei dez livros imperdíveis para adquirir na Feira do Livro de Lisboa, a preços simpáticos, especialmente se comprares na Hora H ou no âmbito do Livro do Dia, e que prometem enriquecer as tuas férias com boas histórias, reflexões e aventuras. Seja qual for o teu gosto literário, encontrarás opções que agradam desde a ficção à não-ficção, passando por temas contemporâneos e clássicos que resistem ao tempo. Prepara-te para montar a tua lista de leituras e aproveitar ao máximo este período de descanso que se aproxima com excelentes obras nas mãos. 


1. 1984, de George Orwell

Winston Smith é um membro do Partido. 

Trabalha no Ministério da Verdade, onde passa os dias mecanicamente a reescrever a história, de modo a ajustá-la às necessidades do governo. A cada dia que passa, a cada nova mentira, cresce nele uma revolta surda. 

Num mundo em guerra constante, sob a vigilância omnipresente das câmaras e dos Polícias do Pensamento, Winston é um homem profundamente só, preso a uma organização burocrática infernal. Até ao dia em que a quase desconhecida Julia lhe passa sorrateiramente um bilhete para a mão. E nesse dia a ideia de rebelião contra o sistema começa a ganhar forma. 

1984 é talvez a mais arrepiante e realista visão que a ficção nos deu acerca dos regimes totalitários. Obra especulativa, projeta no futuro uma sociedade distópica e disfuncional, onde impera o Grande Irmão (ele próprio uma ficção dentro da ficção). A hipervigilância a que são submetidas as personagens, o sentimento prevalecente de paranoia e a autocensura servem aqui para profetizar a ditadura perfeita, onde nem a liberdade de pensamento sobrevive. 

Clássico absoluto, que o tempo tem vindo a refinar, ganha ano após ano uma nova atualidade - porque as formas de totalitarismo evoluem, mas o seu objetivo último não: a abolição da memória e do julgamento crítico. 


Wook | Bertrand 


Capa do livro "1984" de George Orwell, publicado pela Antígona: uma imagem impactante com elementos sombrios e futuristas que refletem a atmosfera distópica da obra, destacando o título e o nome do autor em destaque.

2. A Amiga Genial, de Elena Ferrante 

A Amiga Genial é a história de um encontro entre duas crianças de um bairro popular nos arredores de Nápoles e da sua amizade adolescente. 

Elena conhece a sua amiga na primeira classe. Provêm ambas de famílias remediadas. O pai de Elena trabalha como porteiro na câmara municipal, o de Lila Cerullo é sapateiro. 

Lila é bravia, sagaz, corajosa nas palavras e nas acções. Tem resposta pronta para tudo e age com uma determinação que a pacata e estudiosa Elena inveja. 

Quando a desajeitada Lila se transforma numa adolescente que fascina os rapazes do bairro, Elena continua a procurar nela a sua inspiração. 

O percurso de ambas separa-se quando, ao contrário de Lila, Elena continua os estudos liceais e Lila tem de lutar por si e pela sua família no bairro onde vive. Mas a sua amizade prossegue. 

A Amiga Genial tem o andamento de uma grande narrativa popular, densa, veloz e desconcertante, ligeira e profunda, mostrando os conflitos familiares e amorosos numa sucessão de episódios que os leitores desejariam que nunca acabasse. 


Wook | Bertrand 


Capa do livro "A Amiga Genial" de Elena Ferrante, publicado pela Relógio d'Água, exibindo uma ilustração vibrante com tons quentes, representando duas figuras femininas entrelaçadas, sugerindo a profunda amizade e os complexos relacionamentos explorados na obra.

3. A Escuridão, de Ragnar Jónasson

Abrangendo as ruas geladas de Reiquiavique, os fiordes isolados e as Terras Altas da Islândia, A Escuridão é o novo romance de um dos nomes mais entusiasmantes do policial nórdico atual. 

Aos 64 anos, a inspetora Hulda Hermannsdóttir, da Polícia de Reiquiavique, está prestes a ser forçada a reformar-se, mas antes quer levar a cabo uma última investigação: Elena, uma jovem refugiada proveniente da Rússia, foi encontrada sem vida numa enseada rochosa em Vatnslevsuströnd, na Islândia. 

Assim que começa a fazer perguntas, Hulda não demora muito a perceber que não pode confiar em ninguém. Elena não foi a única mulher a desaparecer naquela altura, e ninguém parece estar a contar a história toda. Quando os próprios colegas tentam pôr um travão na investigação, Hulda tem muito pouco tempo para desvendar a verdade, mas está determinada a descobrir quem é o assassino. Ainda que isso signifique colocar a própria vida em risco. 


Wook | Bertrand 


Capa do livro "A Escuridão" de Ragnar Jónasson, publicado pela TopSeller, apresentando uma atmosfera sombria e misteriosa com tons escuros e elementos que evocam suspense e intriga.

4. 21 lições para o século XXI, de Yuval Noah Harari

Qual o verdadeiro significado dos eventos que hoje testemunhamos e como poderemos lidar com eles à escala individual? Que desafios e escolhas se nos deparam? O que poderemos legar ou ensinar aos nossos filhos? Algumas das questões que procurarei explorar e dar resposta incluem o significado da ascensão de Trump, se Deus estará ou não de regresso ao nosso mundo, se o nacionalismo pode ser a resposta a problemas como o aquecimento global. 

O livro está dividido em 5 partes (O Desafio Tecnológico, o Desafio da Política, Desespero e Esperança, Verdade, Resiliência), cada uma delas com questões dedicadas a temas específicos, no total de 21 lições para o século XXI. 


Wook | Bertrand 


Capa do livro "21 Lições para o Século XXI" de Yuval Noah Harari, publicado pela Elsinore, exibindo um design moderno com elementos gráficos que representam tecnologia e sociedade, refletindo as questões contemporâneas abordadas na obra.

5. A Mão que Mata, de Lourenço Seruya 

Numa fria manhã de inverno, é encontrado um cadáver numa mansão na Serra de Sintra. 

A família Ávila estava aí reunida para formalizar as partilhas patrimoniais, na sequência do falecimento do patriarca e jamais imaginava que o processo seria interrompido daquela forma. 

O Inspetor Bruno Saraiva e a sua brigada da PJ são chamados a investigar, deparando-se com um caso peculiar: a vítima não era propriamente adorada pelos familiares, mas também ninguém tinha motivos para a querer morta. Terá o homicídio resultado de um assalto? 

As opiniões dividem-se e a família Ávila não parece muito disposta a colaborar com a polícia. 

Até que é encontrado um segundo cadáver na mansão...

Bruno Saraiva não tem dúvidas que o assassino está naquela casa, mas não tem ninguém que o apoie nesta teoria. Sem provas concretas que sustentem a sua crença, o Inspetor faz uma viagem-relâmpago a uma aldeia do Norte. Aí, toma conhecimento de uma informação que o põe no encalço do assassino: alguém que está disposto a tudo para esconder um terrível segredo. 


Wook | Bertrand 


Capa do livro "A Mão que Mata" de Lourenço Seruya, publicado pela Cultura Editora, apresentando uma imagem intrigante que captura a essência do suspense e do mistério presentes na obra.

6. A Terceira Índia, de Iris Bravo

Sofia tem 32 anos, é professora num colégio em Lisboa e casada com um arquiteto de uma família nobre ribatejana. Ele conservador e ela liberal, não tinham nada em comum quando se apaixonaram numas férias de verão dez anos antes. Viveram um namoro feliz seguido de um casamento de sonho, desgastado pela sua obsessão por uma gravidez. 

Quando descobre que foi traída, Sofia aceita uma proposta para substituir a sua mentora e viaja para o interior de Moçambique. 

Disposta a viver aventuras, envolve-se com Alex, um homem que a atrai, apesar dos seus modos secos e do pressentimento de que lhe esconde algo. 

Corajosa e determinada, Sofia irá descobrir tudo aquilo de que é capaz, incluindo arriscar a sua vida. 


Wook | Bertrand 


Capa do livro "A Terceira Índia" de Iris Bravo, publicado pela Cultura Editora, apresentando uma ilustração vibrante que retrata elementos culturais e históricos relacionados à narrativa, transmitindo uma atmosfera de mistério e descoberta.

7. Águas Passadas, de João Tordo

Durante treze dias de Janeiro de 2019, a chuva cai sem misericórdia sobre Lisboa. É quando aparece a primeira vítima, na praia de Assentiz: uma jovem de quinze anos trazida pela maré. O seu corpo apresenta marcas de sofisticada malvadez. A primeira agente no local é Pilar Benamor, uma subcomissária da PSP cuja coragem e empenho em descobrir a verdade ocultam segredos dolorosos. 

A jovem vítima é Charlie, filha de um empresário inglês, mas logo a vítima de um segundo crime brutal, um rapaz de dezassete anos aparece na floresta de Monsanto, em condições inenarráveis. Estas duas mortes prematuras e violentas abrem caminho a uma investigação que irá descarnar a alta sociedade portuguesa e o submundo do crime. 

Ao longo desse inclemente mês de Inverno, Pilar desbrava caminho na investigação, contra tudo e todos e com a ajuda de Cícero, um misterioso eremita. 

Desobedecendo a ordens superiores e colocando a própria vida em risco, vai penetrar no mundo escuro e tenebroso de um psicopata, enquanto luta com os fantasmas que há muito carrega: um pai polícia que morreu em serviço, um vício que a consome e a vulnerabilidade num mundo dominado por homens. 

 Depois da estreia no género com A Noite em Que o Verão Acabou, João Tordo regressa com um policial de ritmo imparável e delicada sensibilidade, que vai ao âmago dos nossos piores medos. 


Wook | Bertrand 


Capa do livro "Águas Passadas" de João Tordo, publicado pela Companhia das Letras, com uma imagem que remete às águas tranquilas de um rio ou lago, transmitindo uma atmosfera de mistério e reflexão.

8. As Mulheres Douradas, de Namina Forna

Somos raparigas ou somos demónios? Vamos morrer ou vamos sobreviver? 

Deka, de 16 anos, devido à sua intuição e natureza sente-se diferente e vive com medo do ritual do sangue, o qual irá determinar se pode ou não ser um membro da sua aldeia. Se o seu sangue correr vermelho, será aceite pela comunidade. Mas no dia da cerimónia o seu sangue revela ser dourado - a cor da impureza, de um demónio, e as consequências serão pior do que a morte. 

A jovem vê-se forçada a abandonar a aldeia onde sempre vivera na companhia de uma mulher misteriosa e a juntar-se a um exército de raparigas como ela - as alaki. Um grupo de raparigas quase imortais com dons raros e as únicas capazes de travar a maior ameaça do império. 

Mas, à medida que avança até à capital para treinar para a derradeira batalha, Deka descobre que a grande cidade murada encerra em si muitas surpresas. Nada nem ninguém é exatamente o que parece ser - nem mesmo Deka...


Wook | Bertrand 


Capa do livro "As Mulheres Douradas" de Namina Forna, publicado pela Edições Gailivro, apresentando uma ilustração vibrante que retrata figuras femininas envoltas em tons dourados e detalhes místicos, refletindo a riqueza cultural e a fantasia épica do romance.

9. As Primas, de Aurora Venturini

A obra-prima de uma escritora catapultada para a fama literária mundial aos 85 anos. A história de uma família em que as mulheres procuram fugir à norma, com ecos de Lucia Berlin, Shirley Jackson e Carson McCullers. 

Na cidade argentina de La Plata, nos anos de 1940, conhecemos Yuna e Petra, duas primas que pertencem à mesma família disfuncional, precária e destinada à desgraça. Pela voz de Yuna, vemos um universo tortuoso de mulheres abandonadas à sua sorte, a braços com a pobreza, a deficiência, o delírio fantasmagórico e a pressão social. 

Para se evadir do cerco das histórias de ameaças, violações e homicídios, Yuna recorre à sua imaginação artística: a cada episódio de violência, pinta uma nova tela. Vendo na arte uma fuga ao estropiamento familiar, Yuna lança sobre o seu mundo um olhar selvático - ora cândido e perspicaz, ora violento e ensimesmado - e protagoniza uma história que desafia todas as convenções literárias. 

Aurora Venturini poderia ser uma das peculiares personagens dos seus romances, já que o seu percurso ficou marcado pelo fait-divers de ter vencido um concurso literário para novos talentos quando já tinha escrito dezenas de livros e se aproximava do fim da vida. 

Entre o romance de formação, a delirante autobiografia, o divertimento literário e a radiografia de uma época, As Primas é uma obra que celebra, ao mesmo tempo, as dimensões universal e privada da literatura, revelando a desconcertante originalidade de uma autora que ousa colocar perguntas quase sempre cuidadosamente mantidas em silêncio. 


Wook | Bertrand 


Capa do livro "As Primas" de Aurora Venturini, publicado pela Alfaguara, apresentando uma ilustração elegante com tons sóbrios, refletindo a profundidade e a complexidade das relações familiares exploradas na obra.

10. Biblioteca Pessoal, de Jorge Luis Borges 

Jorge Luis Borges tornou-se o emblema do bom leitor, do verdadeiro amante e erudito da literatura. Borges imaginou o paraíso como uma biblioteca e foi bibliotecário por muitos anos, vivendo essa profissão como a de um guardião do tesouro das letras. Em 1985, foi-lhe pedida a criação de uma «biblioteca pessoal», que contaria com cem grandes obras. Borges morreu em 1986, antes que pudesse concluir esse projeto, mas deixou uma lista de livros que refletem as suas preocupações e gostos literários, bem como os prólogos dos primeiros sessenta e quatro títulos da série: «Desejo que esta biblioteca seja tão variada quanto a curiosidade que a mesma induziu em mim.» É esta escolha pessoalíssima de Borges que aqui se apresenta. 


Wook | Bertrand 


Capa do livro "Biblioteca Pessoal" de Jorge Luis Borges, publicado pela Quetzal, apresentando uma ilustração estilizada de uma estante repleta de livros antigos, evocando o universo literário e filosófico do autor argentino.

Espero que esta seleção de livros tenha inspirado a tua lista de leituras para as férias e que encontres aqui obras que irão enriquecer os teus momentos de descanso e descoberta, ao mesmo tempo que te pode servir de estímulo para te decidires a visitar a Feira do Livro de Lisboa agora em 2025, tendo em conta a quantidade de livros e autores que lá estarão à nossa espera. Um verdadeiro regalo para a vista e um castigo para a carteira se não nos controlarmos diante de tantas obras apetecíveis. 


Podes ver também 10 livros novos para ler nas férias


Não deixes passar esta ocasião especial nem deixes a tua mala de viagem vazia de bons livros. Afinal, uma boa leitura pode ser o momento perfeito para relaxar, aprender e sonhar, e a Feira do Livro de Lisboa é o cenário ideal para ampliar os teus horizontes culturais e literários. Agora, quero saber o que tens a dizer! Gostaste destas sugestões? Qual destes livros já leste ou pretendes ler nas férias? Queres partilhar alguma outra sugestão? Conta-me tudo nos comentários abaixo! 

terça-feira, 27 de maio de 2025

#Livros - A Bíblia da Carreira, de Cassiana Tavares

 

Imagem da capa do livro "A Bíblia da Carreira" de Cassiana Tavares, publicado pela Manuscrito. A capa possui um fundo branco com o título e o nome da autora em letras azuis, transmitindo uma aparência limpa e profissional.

Sinopse

Como é que alguém consegue ser feliz quando as coisas não correm bem no trabalho? 

Para a psicóloga Cassiana Tavares, a resposta é simples: não consegue. Um emprego é mais do que um salário no fim do mês, é uma atividade central que estrutura e dirige o que fazemos todos os dias. A única solução é detetar o problema e resolvê-lo. E sim, existe uma resposta para todas as adversidades. Pode é não ser aquela de que estava à espera. 

Sabia que a nossa mente não está preparada para o multitasking? 

E que já foram identificadas as competências do século XXI? 

Infelizmente, também temos de nos preparar para as incompetências: chefes narcisistas e colegas tóxicos, abuso emocional, assédio e falta de equidade são apenas alguns exemplos. 

Como lidar com elas? 

Neste livro prático, com uma secção de exercícios a cada passo, a especialista em Psicologia do Trabalho convida-o a refletir sobre a sua atividade profissional, as mudanças que deseja incorporar e como combiná-las com o atual mercado de trabalho. 

Além de ajudá-lo a olhar em perspectiva para as várias fases da carreira e a antecipar medidas a tomar, encontrará conselhos práticos sobre o conteúdo a incluir no seu perfil e a valorizar a sua pegada no mercado. 


Buy Me A Coffee

Opinião 

A Bíblia da Carreira, de Cassiana Tavares, apresenta-se como um guia essencial para profissionais e estudantes que procuram compreender e construir uma trajetória de sucesso no mercado de trabalho. O livro aborda de forma abrangente temas como planeamento de carreira, desenvolvimento de competências, autoconhecimento e estratégias para alcançar objectivos profissionais, oferecendo ferramentas práticas e reflexões que auxiliam o leitor a traçar um caminho consistente e alinhado às suas aspirações. A autora, especialista em desenvolvimento pessoal e carreira, traz uma abordagem prática, combinando conceitos teóricos com exemplos reais para ajudar na tomada de decisões e no crescimento profissional. 


No cenário actual, o mercado de trabalho tem passado por transformações significativas impulsionadas pela rápida evolução tecnológica, a digitalização de processos e a crescente valorização de habilidades como adaptabilidade, criatividade e inteligência emocional. A incerteza económica, a automatização de funções tradicionais e a busca por profissionais mais preparados para lidar com mudanças constantes têm tornado o ambiente laboral cada vez mais competitivo e dinâmico. Neste contexto, livros como este oferecem orientações valiosas para os profissionais que desejam navegar com sucesso por esse mercado em contínua evolução, sem esquecer o bem-estar individual, a saúde mental e a ambição pessoal de cada um, que pode estar orientada para diferentes propósitos. 


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A importância duma orientação clara para a carreira reside na necessidade de estabelecer um percurso definido e estratégico para alcançar sucesso e realização. Uma orientação bem estruturada ajuda o indivíduo a compreender os seus objectivos, identificar as suas habilidades e direcionar os seus esforços de forma consciente, evitando dispersões e perdas de tempo. Além disso, uma trajetória clara proporciona maior segurança e motivação, permitindo que o profissional tome decisões alinhadas com os seus valores e metas de longo prazo. A Bíblia da Carreira apresenta uma estrutura bem organizada, dividida em sete capítulos que abordam de forma sistemática os principais aspectos relacionados ao desenvolvimento profissional. 


A autora inicia com uma introdução que contextualiza a importância de planear a carreira, seguida por secções dedicadas a autoconhecimento, definição de objectivos, estratégias de crescimento, habilidades essenciais e gestão de carreira. Cada capítulo combina teoria, exemplos práticos e exercícios para refletir, facilitando a compreensão e a aplicação dos conceitos pelo leitor. Sem esquecer a sequência lógica que orienta-nos desde a compreensão de nós mesmos até à implementação de acções concretas para alcançar os nossos objectivos profissionais, tornando-se numa verdadeira bíblia para quem precisa de orientação e crescimento na carreira. 


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Um dos pontos fortes deste livro é a sua clareza na comunicação. A autora apresenta conceitos complexos de forma acessível e bem estruturada, o que facilita a compreensão e aplicação das dicas e orientações. Outro dos principais pontos fortes é a sua aplicabilidade prática. Com conceitos e estratégias que podem ser facilmente implementadas na rotina profissional, permite que o leitor as coloque em prática de forma quase imediata, o que torna o livro numa ferramenta útil e acessível. Também a utilização de exemplos e casos de estudo tornam os conceitos apresentados mais concretos e perceptíveis. Estes recursos proporcionam uma compreensão prática das estratégias discutidas, o que permite ao leitor visualizar como aplicar os ensinamentos em situações reais do mercado de trabalho. 


Esta leitura pode muito bem despertar em ti uma nova perspectiva sobre planeamento, autoconhecimento e resiliência, incentivando a procurar uma trajetória mais autêntica e alinhada com os teus sonhos e princípios. Em suma, considero que o livro consegue unir teoria e prática de uma forma muito equilibrada e que motiva o leitor a refletir sobre as suas metas e a agir com propósito. Se procuras uma orientação clara e prática para construíres uma trajetória profissional sólida, tens aqui uma leitura indispensável. Quer estejas a começar a tua carreira ou desejes reavaliar o teu caminho profissional, esta obra serve como um verdadeiro guia de referência, inspirando confiança e promovendo acções concretas rumo ao crescimento profissional. Agora, quero muito saber a tua opinião! Já conhecias este livro? Achas que pode ser útil? Qual o ensinamento que achas mais interessante e que deveria ser mais explorado? Conta-me tudo nos comentários! 


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Wook | Bertrand 

quinta-feira, 22 de maio de 2025

Projecto Cinema - 1940 | E tudo o vento levou

 

Uma película de cinema sobre um fundo branco, representando o universo cinematográfico e celebrando o filme vencedor do Oscar de 1940, "E Tudo o Vento Levou".

No âmbito do projecto dedicado ao Cinema, onde decidi explorar e analisar todos os filmes que receberam o Óscar de Melhor Filme ao longo dos anos. Este percurso visa conhecer as obras premiadas e compreender as tendências, mudanças culturais e evoluções na indústria cinematográfica. Como parte desta iniciativa, hoje destaco o vencedor de 1940, E tudo o vento levou, uma obra clássica que marcou uma época e que continua a ser referência no mundo do Cinema. O objectivo é proporcionar uma visão abrangente sobre estas produções, celebrando o talento e a criatividade que moldaram a história do cinema mundial. Começo por este filme, pela dificuldade que tenho sentido em encontrar os anteriores disponíveis, até para alugar existem alguns bem complicados de descobrir como vou conseguir ver. Enquanto não resolvo, começamos por 1940 e com um filme que já tinha visto e que adoro! 


Buy Me A Coffee

Em 1940, o mundo vivia tempos turbulentos, marcados pela Segunda Guerra Mundial, que afetava profundamente a vida de milhões de pessoas e moldava o cenário global. Neste contexto de incerteza e conflito, o Cinema emergia como uma forma de escapismo e reflexão, ganhando ainda mais relevância na cultura popular. Naquela época, o Óscar já consolidava a sua importância como uma das maiores honras da indústria, reconhecendo produções que além de entreterem, também refletiam os valores, os sonhos e os desafios da sociedade. A vitória de E tudo o vento levou nesse ano reforçou a sua posição como uma obra icónica, cujo impacto e legado permanecem evidentes até hoje. 


E tudo o vento levou, lançado em 1939, é uma obra-prima do Cinema clássico dirigido por Victor Fleming. Baseado no romance de Margaret Mitchell, livro que já li há muitos anos e que tenho muita vontade de reler, o filme retrata a vida de Scarlett O'Hara durante a Guerra Civil Americana e a Reconstrução, explorando temas como o amor, perda, resistência e transformação. Considerado um marco na história do Cinema, a sua narrativa envolvente, com personagens marcantes e inovação técnica, incluindo o uso pioneiro de cores na época, consolidaram a sua posição como um dos filmes mais emblemáticos de todos os tempos. Scarlett, a protagonista, é uma jovem determinada e encantadora, que luta para manter o seu modo de vida a todo o custo e sonha com o amor do charmoso Ashley Wilkes, isto enquanto enfrenta as dificuldades duma sociedade em transformação. Com o impacto da guerra e as suas consequências, Scarlett mostra-se resiliente e engenhosa, ainda que os seus caprichos a coloquem em situações perigosas. 


Pôster do filme "E Tudo o Vento Levou" (Gone with the Wind), vencedor do Oscar de Melhor Filme em 1940. A imagem apresenta Scarlett O'Hara, interpretada por Vivien Leigh, com um fundo que remete ao Sul dos Estados Unidos durante a Guerra Civil, destacando-se as cores quentes e o estilo clássico da época.

O elenco principal é composto por Clark Gable como Rhett Butler, Vivien Leigh como Scarlett, Olivia de Havilland como Melanie Hamilton e Leslie Howard como Ashley. A equipa técnica contou com uma produção de alta qualidade, incluindo o director de fotografia Ernest Haller e a banda sonora de Max Steiner, que muito contribuiu para o legado duradouro desta obra-prima. A fotografia captura de forma magistral a atmosfera do Sul dos Estados Unidos, usando iluminação e composições que reforçam o drama e o romantismo da história. A banda sonora é uma das mais memoráveis da época, complementando emoções e cenas-chave com temas que permanecem icónicos até hoje. O roteiro é notável e destaca-se pela narrativa envolvente, diálogos marcantes e pela construção de personagens complexos e inesquecíveis, fazendo justiça ao livro em que se inspirou. 


Além do Óscar que o colocou nesta lista, também venceu em outras categorias desse ano, tendo batido recordes na época, com treze nomeações e oito vitórias. O filme recebeu os prémios de Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Actriz, Melhor Actriz Secundária, Melhor Roteiro, Melhor Fotografia, Melhor Direcção de Arte e Melhor Edição. Estamos perante um filme que, apesar de algumas representações e temas que refletem os padrões e perspectivas da sua época, continua a ser apreciado pela sua narrativa bem construída, pelas actuações marcantes e pela sua produção grandiosa. No entanto, também é alvo de debates críticos, principalmente devido às representações de personagens e temas raciais, que são vistos hoje sob um olhar mais consciente e questionador, embora não concorde com cancelamentos e desvios fundamentalistas, que me parecem absurdos. 


Esta é uma obra que transcende o tempo e que se consolidou como um ícone da história do Cinema. A sua importância vai muito além do mero entretenimento, pois marcou uma revolução na narrativa cinematográfica, ao combinar uma produção grandiosa com personagens fascinantes e uma abordagem inovadora para a época, e posso considerá-lo um dos meus favoritos da vida. Se tens estado escondida debaixo duma pedra e ainda não viste este clássico atemporal, não percas a oportunidade de mergulhar na história de E tudo o vento levou, um filme que permanece como uma das maiores obras do Cinema. Nesse caso, ou se apenas te bateu a vontade de reveres esta obra extraordinária, ela está disponível caso sejas subscritora da Max. 

Agora, quero muito saber a tua opinião! O que achas deste enredo? Conseguiste gostar da caprichosa Scarlett? Também te apaixonaste pelo Rhett Butler? Qual a tua cena favorita? Conta-me tudo nos comentários abaixo! 

terça-feira, 20 de maio de 2025

#Livros - Cranford, de Elizabeth Gaskell

 

Imagem em preto e branco de uma mulher de perfil, com os olhos fechados, encostada a um sofá. A cena transmite uma atmosfera de serenidade e nostalgia, refletindo o clima delicado e introspectivo do livro "Cranford" de Elizabeth Gaskell, publicado pela Book Cover Editora.

Sinopse

Na cidade fictícia de Cranford, localizada na Inglaterra rural durante o início do século XIX, Gaskell escreve em torno da vida quotidiana e das interacções sociais dos seus habitantes, na sua maioria mulheres de meia-idade e idosas. A protagonista é Miss Matty, uma mulher solteira que vive com a sua criada numa casa modesta. As suas amizades íntimas com outras mulheres da cidade, incluindo Miss Pole, Miss Baker e Mrs. Forrester ajudam-na a navegar pelos desafios do dia-a-dia, incluindo mexericos, doenças e dificuldades financeiras. 

O romance é conhecido pelo seu humor e sátira gentil, uma vez que se diverte com os costumes e comportamentos da classe média provincial. Aborda temas sérios como a posição da mulher na sociedade, a paisagem económica em mudança e o impacto da industrialização nas zonas rurais. Cranford é um retrato pungente e espirituoso de uma era passada, caracterizada pelas suas comunidades unidas e pelo seu modo de vida gentil. 


Buy Me A Coffee

Opinião 

Cranford é uma obra clássica da escritora inglesa Elizabeth Gaskell, publicada originalmente em 1853. Com uma narrativa envolvente, a autora retrata a vida duma pequena comunidade rural na Inglaterra vitoriana, enquanto explora as relações sociais, costumes e tradições da época com sensibilidade e humor. Gaskell foi uma famosa escritora britânica, conhecida pelas suas histórias que abordam temas como a moralidade, a condição feminina e as transformações sociais. A sua escrita combina realismo, empatia e uma profunda compreensão da natureza humana, o que faz das suas obras um leitura atemporal e muito enriquecedora. 


Neste livro, o cenário da vila de Cranford, lugar pacato e conservador, serve como panos de fundo para explorar as dinâmicas duma sociedade que valoriza as aparências, a moralidade e as relações de vizinhança, refletindo as tensões entre o passado rural e as novas realidades modernas que se instauravam na época, embora se concentre sobretudo nas mulheres, solteironas e viúvas que povoam este lugar isolado. A narrativa combina episódios cómicos e dramáticos, enquanto explora os eventos quotidianos destas senhoras e destaca a importância da comunidade, da tradição e do papel feminino na época. A obra oferece, assim, uma visão sensível e bem-humorada da vida rural inglesa, evidenciando os valores e os desafios do seu tempo. 


Podes ler também a minha opinião sobre A Casa da Charneca


O universo de Cranford é marcado por uma atmosfera pitoresca e nostálgica, onde os valores tradicionais, a cortesia e a solidariedade entre as moradoras predominam. As personagens representam tipos típicos da época, como senhoras respeitáveis, viúvas e jovens mulheres, cuja rotina é permeada por pequenas histórias de amizade e resistência às mudanças sociais, e onde os homens não costumam ser bem recebidos. Tudo é detalhado, transmitindo uma sensação de tranquilidade e estabilidade, ao mesmo tempo que revela as tensões e as transformações que começam a surgir, pouco a pouco, mesmo na sociedade de Cranford. 


"No entanto, por certo desprezaria a moderna ideia da igualdade dos sexos. As mulheres iguais aos homens! Ela sabia-as bem superiores..." 


O elenco dos personagens são cativantes e contribuem de maneira significativa para a riqueza da narrativa. Entre eles, temos a Sr.ª Pole, uma viúva orgulhosa e acolhedora, representa a tradição e a resistência às mudanças da comunidade, enquanto a Sr.ª Hogg, uma mulher prática e dedicada, simboliza o senso comum e a estabilidade da vida em Cranford. A querida Miss Matty, inicialmente tímida e retraída, evolui ao longo da história, à medida que vamos conhecendo o seu passado e observando os desafios que se vê obrigada a enfrentar, sendo a verdadeira protagonista deste romance. Outros personagens, como o capitão Brown, a Sr.ª Forrester ou a jovem narradora que visita frequentemente esta comunidade e dela nos faz o relato, complementam o quadro social da vila, ilustrando diferentes formas de lidar com os problemas da vida. No fundo, cada personagem, com as suas particularidades, contribui para a atmosfera de solidariedade, humor e reflexão que permeia a obra e que reflete bem as complexidades das relações sociais da época. 


Podes ler ainda a minha opinião sobre Verão 


Com uma narrativa delicada e um estilo que combina a observação afiada com uma ternura comovente, a autora pinta um quadro vivido das personagens, cujos pequenos dilemas e alegrias refletem as nuances da vida comunitária vitoriana. Através duma escrita que entrelaça o trivial com o encantador, Gaskell consegue transformar o quotidiano de Cranford numa celebração da resistência, da amizade e do espírito de comunidade, fazendo do seu livro uma leitura encantadora e repleta de detalhes sobre a simplicidade e a complexidade da vida. Pessoalmente, esta foi uma leitura encantadora pela ternura que se perceber em cada página, mesmo nas mais críticas. Toda a narrativa é delicada e detalhada, ao mergulhar na vida destas mulheres e da sua comunidade, revela as suas rotinas, tradições e até as pequenas intrigas com sensibilidade e humor. 


"Nunca encontrei, nem antes nem depois, ninguém que tenha vivido tão longo tempo numa terra afastada e sem encantos, com esta alegria sempre crescente de saudar o renascer das estações e dos dias." 


A prosa de Gaskell consegue captar as variações das emoções e dos relacionamentos, criando personagens cativantes e memoráveis. Além disso, o livro oferece uma reflexão subtil sobre as mudanças sociais e o papel da mulher na época, o que torna a leitura um prazer e uma revelação sobre este período. Saí desta leitura muito agradada com a escrita da autora e com muita vontade de ler mais das suas obras, sobretudo a mais famosa, Norte e Sul. Posso afirmar que esta leitura deixa uma impressão duradoura de acolhimento e valoriza a simplicidade, com a sua comunidade unida por laços de amizade e respeito mútuo. Quanto às recomendações, ficam para os leitores que apreciam obras de literatura clássica, romances fofinhos e ligeiros, mas bem escritos, e que valorizam narrativas sensíveis com um toque de humor e nostalgia. 


Agora, quero muito saber a tua opinião! Já leste Cranford? Conseguir despertar a tua curiosidade sobre esta obra? Conheces a obra da autora? Que outros livros de Gaskell já leste e recomendas? Conta-me tudo nos comentários! 


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Wook | Bertrand 

quinta-feira, 15 de maio de 2025

A minha experiência com MediaProbe

 

Imagem de capa do artigo: uma televisão pequena de cor amarela ao lado de uma manta confortável, uma almofada macia e um prato de batatas fritas, criando uma atmosfera acolhedora ideal para assistir programas de TV.

A Mediaprobe é uma plataforma inovadora que recompensa os utilizadores por assistirem a programas de televisão e de rádio. Com uma abordagem simples e acessível, permite que acumules euros enquanto desfrutas dos teus conteúdos favoritos. A plataforma destaca-se pela sua facilidade de uso, transparência e pela oportunidade de transformar tempo de lazer em benefícios reais, proporcionando uma experiência divertida e vantajosa para quem gosta de assistir a programas de TV e Rádio. 


Buy Me A Coffee

O propósito é compreender como os espectadores se conectam com os programas que estão a assistir e, assim, fazem a medição das reacções emocionais durante o visionamento, e no final deves preencher também um questionário sobre o que viste. É uma forma revolucionária e que te permite ajudar para o futuro do audiovisual e ainda seres recompensada por isso. O público-alvo inclui toda e qualquer pessoa que goste de assistir televisão, vídeos e rádio, e que se sinta confortável em usar um dispositivo tecnológico e simples, e tenha acesso a um smartphone para descarregar a aplicação. 


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O sistema de recompensas funciona de forma simples e muito eficiente. Ao assistir aos programas solicitados, os utilizadores acumulam euros que são, semanalmente, carregados em Cartão Dá, o que permite que utilizes o saldo em diferentes lojas do grupo Sonae, desde o Continente, Well's ou Worten, só para dar alguns exemplos. Assim, basta aceitares os convites para os conteúdos que pretendes ver e assistir normalmente, enquanto o sistema registra as tuas reacções e o tempo de visualização, atribuindo depois o valor correspondente que será creditado no teu cartão na semana seguinte. Esta estrutura incentiva a participação contínua e permite que os utilizadores sejam recompensados de forma justa e transparente pelo seu tempo dedicado à plataforma. 


Captura de tela da aplicação Mediaprobe exibindo a tela de login, com campos para inserir usuário e senha, e o logotipo da plataforma.

O processo de registo na Mediaprobe foi muito simples, rápido e prático. Basta acederes ao site e preencheres os teus dados no formulário. Após este registo, recebes um questionário no teu e-mail para que possam encaixar o teu perfil nos projectos existentes. Se existir compatibilidade, recebes o sensor em tua casa, bem como as instruções para o utilizares. Em seguida, deves descarregar a aplicação no teu telemóvel, onde será feita a autenticação dos teus acessos, coletadas as reacções e respondidos os inquéritos. As minhas primeiras impressões foram muito positivas, tanto quanto ao interface intuitivo, como com a variedade de programas disponíveis para assistir. A plataforma é confiável, com um sistema de recompensas transparente, além de oferecer uma experiência fluída e muito atrativa. 


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Ao iniciar esta experiência, encontrei alguns desafios que influenciaram a minha percepção sobre a plataforma. O funcionamento dos elétrodos, que por vezes precisam de ser trocados durante as sessões, deixavam-me desconfortável, mas com o hábito, tornou-se algo normal e que em nada atrapalha enquanto estou a assistir aos programas. Os convites começaram logo a surgir e é rara a semana em que não tenho pelo menos uma oportunidade, embora esteja limitada pela disponibilidade no que toca aos horários laborais. Logo no início desta experiência, tive a oportunidade de assistir a diversos jogos de futebol do Euro 2024, muitos que inclusivamente já iria assistir de qualquer maneira, portanto não foi sacrifício nenhum e adorei a experiência, o que me levou a continuar a utilizar a plataforma e a contribuir com as minhas reacções e opiniões. 


Para maximizares os teus ganhos na Mediaprobe, é importante manter uma participação consistente e regular na plataforma, de forma a assistir ao máximo de programas disponíveis. Em suma, só posso dizer que a minha experiência com a Mediaprobe tem sido bastante positiva e só posso recomendar a todos que procuram uma maneira agradável de aproveitar o tempo que vês conteúdos ao mesmo tempo que és recompensada por isso, permitindo um ganho extra muito interessante. Pela minha parte, pretendo continuar a participar e conto com perspectivas futuras bastante promissoras para a plataforma, para que possam oferecer cada vez mais oportunidades. Portanto, se gostas de assistir a programas de TV e Rádio e queres ganhar um rendimento extra, não hesites e experimenta a Mediaprobe. Se estás aberta a novas experiências, não percas a oportunidade de transformar o teu entretenimento em benefícios reais. 


Agora, gostava muito de saber a tua opinião! Já conhecias a Mediaprobe? Já participas no painel? O que pensas sobre o que a plataforma oferece? Gostavas de receber recompensas todas as semanas? Conta-me tudo nos comentários! 

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