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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Desafio de Cinema (34/52) - Sobre Comida



E cá estamos de volta para mais um filme do Desafio de Cinema. Aliás, as Segundas-feiras já não são a mesma coisa sem esta desafio, certo? E olha que o tema desta semana é bem gostoso! Afinal, quando se fala em comida, só se pensa em coisas boas. E saborosas. 

Então, com esta premissa, que outro filme poderia eu escolher, senão o fantástico Chocolate? Um filme mágico, com uma história doce e misteriosa, com actores de excelência (quem não se lembra do gato do Johnny Deep??) e que nos remete para um misticismo incrível. 

Sem esquecer, o pormenor importante de que é mais um livro baseado num livro o que, regra geral, se traduz em bons enredos e histórias interessantes. Já conhecias este filme? Ou o livro?


Sinopse
Pouco tempo depois de chegar, Vianne abre uma invulgar Chocolateria repleta de tentadoras confecções. O mágico dom para adivinhar os desejos mais secretos dos seus clientes e satisfazê-los com os seus divinos preparos, leva os aldeões a entregarem-se à tentação e aos seus prazeres, no entanto, é só quando um outro forasteiro, Roux (Johnny Deep), também ele atraente e sedutor, chega à aldeia, que Vianne reconhece os seus próprios desejos. Mas nem toda a gente se encontra deslumbrada com Vianne. Reynaud, um nobre residente que assumiu a direcção moral da aldeia, vê em Vianne uma ameaça à sua ordem e conjunto de princípios e, numa tentativa de bani-la da aldeia, proíbe a todos a entrada na sua loja, desencadeando um confronto nunca visto entre aqueles que preferem o passado e os que não querem perder o seu recentemente descoberto prazer. 


Podes acompanhar o Desafio de Cinema - 52 Filmes em 52 Semanas e ver os próximos temas. 

domingo, 6 de agosto de 2017

#Parceria - Recebidos Oriflame by Orineves 12-2017



Quem me segue no Facebook (se ainda não és seguidor, faz favor de deixar o teu like aqui), já sabe que passei o fim de semana passado em Lisboa para assistir ao concerto de Ivete Sangalo. Como não poderia deixar de ser, foi um fim de semana em grande, que se traduziu na chegada a casa no Domingo a más horas e a ter de trabalhar na Segunda-feira de manhã. 

Portanto, foi com grande espanto e alegria que cheguei a casa, cansada do trabalho e do andamento do passeio, que recebi mais uma fantástica encomenda da minha parceria de sucesso com a Equipa Orineves. Queres ver o que chegou a minha casa?


No total, recebi quatro produtos, muito embora só vá falar de três neste post. Isto porque, como já vem sendo hábito, o quarto produto poderá ser teu quando lançar o próximo passatempo (não te esqueças, termina hoje o último passatempo, fruto desta parceria, mas ainda vais a tempo). 

Passando aos recebidos propriamente ditos, o primeiro foi um Gel de Duche Discover Icelandic Purity, que na primeira impressão olfactiva me deixou muito satisfeita. Os dois últimos são produtos de maquilhagem, coisa que anima toda e qualquer mulher e, como tal, eu não sou excepção. 

Falo-te da Sombra de Olhos COLOURBOX, no tom Pearly Pink, uma cor versátil e que certamente me fará companhia em muitas saídas. Recebi também um Verniz COLOURBOX, no tom Bright Nude, que fez as minhas delícias mal os meus olhos bateram nele. Gostei particularmente de ficar a saber que os vernizes da Oriflame não contêm tolueno, formaldeído e cânfora. 

Por hoje, é o que tenho para te mostrar, sem esquecer que muito em breve terei novas reviews para partilhar sobre alguns dos imensos produtos que tenho recebido, bem como o prometido passatempo que sairá mais cedo do que pensas! 

Gostaste dos produtos que recebi? Qual o teu favorito?

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Na morte e na doença somos todos melhores pessoas



Faz tanto tempo que não venho cá partilhar as coisas que me irritam e me tiram do sério. A última vez foi em Maio, quando te contei de um problema que aflige quase, senão todos, os automobilistas, os alérgicos ao pisca que poluem as nossas estradas e confundem a malta até ao limite e mais além. 

Hoje, o assunto sobre o qual quero aliviar a alma está relacionado com a forma como alteramos a nossa opinião e o que sentimos por pessoas, basta para isso que estas tenham uma doença, considerada terminal, ou tenham o azar de falecer. 

Atenção, que sou pessoa para defender que quem não muda de opinião são os burros e que devemos estar abertos à mudança e a que nos provem o quanto estamos errados. Contudo, não é disso que falo neste momento. Refiro-me a alterações inesperadas sem que exista qualquer mudança de comportamento ou de atitude ou sequer uma mera aproximação que permitisse conhecer melhor a pessoa em questão. 

A única novidade é o estado de saúde da pessoa, que antes era intragável ou uma megera ou que tinha como passatempo preferido estragar a vida a quem lhe aparecesse. De repente, basta uma notícia de um cancro (ou qualquer outra doença assustadora) para tudo ser esquecido e começar-se a lamentar a sorte dessa pessoa, a rezar por ela e a encontrar-lhe qualidades inimagináveis. 

E quando se morre? Ai senhor, não existia melhor pessoa no mundo. Coitadinho, que deixou cá tantos que sentem a sua falta e que choram a sua partida. O bem que fez à família e aos amigos. E a desconhecidos também, que já que é para inventar tudo serve. Todas as maldades são esquecidas, todos os defeitos ignorados e, no final, só os feitos heróicos são enunciados, como para se convencer o mundo da perda que sofreu com esta morte. 

Na verdade, acho que se querem convencer a si próprios e dar um ar aos demais de que são magnânimos e que não se fala mal dos mortos. Com isto, não defendo que a malta deva fazer uma festa por existir menos uma má pessoa no mundo. Já conheci demasiadas, algumas que já se foram, e nunca me alegrei com as suas mortes. Só que não sofro de Alzheimer e por isso não esqueço os seus defeitos e más acções. 

Não consigo ser cínica nem hipócrita e, portanto, não lamento ou finjo lamentar a morte de pessoas sobre as quais não tenho nada de bom para acrescentar. Posso não as atacar publicamente, até porque respeito a dor dos que perderam alguém querido, mas não altero a minha opinião só porque estão muito doentes ou bateram a bota. 

E tu, sabes do que falo? O que pensas a respeito deste assunto?

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

#Livro - O Peso de um Segredo, de Isabelle Fochier



Sinopse
Duas vidas, destinadas a se encontrarem. Dois destinos, decididos a separarem. Laura Thompson sente-se prisioneira de uma noite que lhe modificou para sempre o percurso de vida. Numa noite, Christopher Russel vê o percurso da sua vida escapar-lhe perante as circunstâncias e seguir outro rumo, longe daquela que ele escolhera para amar a perder no tempo. Dez anos de sofrimento, de segredos e de erros, irão separar duas pessoas que por medo de enfrentar o destino, se refugiam cada um no seu mundo, edificando muros ao seu redor e comprometendo a felicidade.

Mas no coração de alguns a perseverança persiste, o reencontro está iminente, longe de supor que ele os vai mergulhar numa espiral de desentendimentos e dor. 
Como agir perante um erro colossal que põe em perigo sentimentos verdadeiros?
Onde encontrar força e sabedoria para afastar o rancor do amor?

Opinião
Este livro chegou à minha caixa de correio, de forma inesperada, no âmbito da minha parceria com a Chiado Editora. Existe lá coisa melhor do que receber livros quando menos esperamos? A mim, assim de repente, não me ocorre nada de mais interessante para encontrar no regresso a casa.

Este é o segundo livro da autora, mas foi a minha estreia no que toca a Isabelle Fochier. O que até foi uma escolha certeira, uma vez que o primeiro livro passa-se anos depois deste de que hoje te irei falar. Como já conheces a minha curiosidade mórbida, já podes imaginar qual será o próximo livro, fruto desta parceria, certo?

Passando ao que interessa, ou seja, O Peso de um Segredo, a história relata-nos um amor de adolescentes, um amor de Verão, como tantos outros, mas que teve o poder de alterar inexoravelmente as vidas de um e de outro. É assim que nos é apresentada a história e é assim que a pessoa fica colada até à última página.

Para quem, como eu, já leu tudo o que é romance sem descanso, o factor surpresa não existiu. No entanto, não foi, de forma alguma, impeditivo de prosseguir com a leitura de forma compulsiva nem, tão pouco, diminuiu o meu interesse pelo rumo das personagens.

Gostei particularmente do protagonista masculino, Christopher Russel. Muito misterioso e com várias camadas, todas elas interessantes. A autora consegue colocar-nos do seu lado na maioria do tempo. Já a menina Laura, protagonista feminina, não me aqueceu tanto o coração. Mais pela forma como lidou com os constantes ataques, vindos de todo o lado, do que propriamente pelos erros do passado. Não me consigo identificar com uma mulher que arca com todas as culpas de forma indefinida, sem colocar um travão ou responder à altura.

No final, o parecer é muito positivo e fiquei com muita curiosidade para ler O Sentido das Palavras, que nos conta o que aconteceu anos depois com as personagens que aqui conheci.

"Um filho é uma bênção, uma dádiva. Se um filho for considerado como um presente, é no presente que se encontra a vida. Merda, eu preciso de coragem para encontrar o presente, voltar a vivê-lo, esquecer o passado e pensar no futuro. O passado não me trará nada de novo. Tudo o que quis saber sobre ele, está dito. Sei o que aconteceu e cada porquê. Preciso de me concentrar no futuro e agora, no presente, inspirar-me para o viver! Eu tenho que conseguir pôr para trás das costas a amargura, o rancor que sinto contra a Laura, pois ela deu-me o melhor que uma mulher pode dar a um homem."

Podes encomendar o teu exemplar aqui, com 10% de desconto imediato e portes grátis. 

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Desafio de Cinema (33/52) - Latino-Americano



Eu sei que o blog anda de um modo que eu nem tenho palavras para qualificar. Podia ser modo de cruzeiro ou meio-gás. Ou com um pé nas férias. Enfim, um cenário que tenho tentado (de verdade!) contrariar e que espero conseguir melhorar no decorrer das próximas semanas. Não prometo, mas comprometo-me a colocar todos os meus esforços nesse objectivo. 

Para hoje, teremos mais um filme para o Desafio de Cinema, que tanto tem contribuído para me mostrar ou relembrar a quantidade de bons filmes que existe neste mundo. O tema será um filme Latino-Americano. Coisa difícil, aviso já. Isto porque conheço muito pouco do que se passa nas salas de cinema da América do Sul. Portanto, irei remeter-me para a realidade que conheço um pouco melhor, a brasileira. 

É desta forma que chegamos ao filme desta semana, Tropa de Elite. Um filme que fez um sucesso imenso em Portugal e que nos acordou para a realidade de que no Brasil se faz mais coisas para além das novelas. Um filme que fala de violência, corrupção e de tudo o que só existia na nossa imaginação. E como, mais uma vez, a realidade supera essa mesma imaginação. 

Conhecias este filme? Que outros filmes Latino-Americanos me sugeres?

Sinopse
Rio de Janeiro, 1977. Nascimento, capitão da Tropa de Elite do Rio de Janeiro, é designado para chefiar uma das equipas que tem como missão "apaziguar" o Morro do Turano por um motivo que este considera insensato. Mas Nascimento tem que cumprir as ordens enquanto procura um substituto. 

A sua mulher, Rosane, está no final da gravidez e todos os dias lhe pede para sair da linha de frente do batalhão. Pressionado, o capitão sente os efeitos do stress e é neste clima que é chamado para mais uma emergência no Morro. No meio de um tiroteio numa festa de funk, Nascimento e a sua equipa têm de resgatar dois aspirantes a oficiais da PM: Neto e Macias. Ansiosos por entrar em acção e impressionados  com a eficiência dos seus salvadores, os dois candidatam-se ao curso da formação da Tropa de Elite.

Um dos maiores sucessos de bilheteira do Brasil, Tropa de Elite foi consagrado no Festival de Cinema de Berlim com o Urso de Ouro para Melhor Filme. 


Acompanha o Desafio de Cinema - 52 Filmes em 52 Semanas e vê os próximos temas.

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