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quarta-feira, 31 de maio de 2017

5 Dicas para fazer férias sem estourar o orçamento



Já se passou mais de um ano desde a última vez que fiz um post totalmente sobre viagens e férias e destinos de sonho e todas estas coisas que nos roubam suspiros, especialmente nesta altura em que a malta já só pensa nos dias de férias a que tem direito e no quanto estão perto, e ainda tão longe. Admite, só com esta pequena introdução, quantos suspiros já te roubei?

Eu confesso, fui obrigada a fazer uma pausa, pois já estava de olhos vidrados com o pensamento perdido por entre todos os planos que vivem na minha cabeça relacionados com a temática FÉRIAS! Este ano, as ditas não me escapam e vou gozá-las ao máximo. Haja força e dinheiro no bolso. Sendo que este último é a parte mais complicada da coisa. 

Nesse sentido, no ano passado, fiz o Top 10 Escapadinhas Económicas na Europa, e é com esse mesmo propósito que hoje venho partilhar cinco dicas para se fazer umas boas férias sem estourar o orçamento e declarar falência técnica ao final de uma semana. Até porque a vida continua e as despesas não se compadecem desses pormenores. 

Portanto, para que isso não te aconteça (ou volte a acontecer), vamos procurar formas de evitar esse cenário catastrófico e encontrar a fórmula perfeita para viver umas férias fantásticas sem arruinar a carteira. Vamos às dicas?

1. Vai para fora cá dentro


Irá depender sempre da tua disponibilidade financeira, mas a forma mais imediata de poupar algum dinheiro na hora de ir de férias é ficares por terras lusas. Longe de mim desencorajar que se conheça mundo, logo eu que espero ansiosamente pelo dia em que me seja possível viver a viajar. No entanto, na maior parte das vezes, olhamos para o "exterior" com deslumbramento e somos uns totais ignorantes acerca do que de melhor temos. 

Pois, é que em Portugal, país pequeno à beira-mar plantado, temos de tudo. Queres fazer o circuito praia-piscina-praia? Temos tantas e das melhores. Queres uma rota cultural? O que não nos falta são cidades repletas de História e acontecimentos culturais. Queres a tranquilidade do campo? Há quem diga que não existe verdes como os de Portugal. Portanto, não tens mesmo desculpa para não escolher um destino nacional para estas férias, certo?

2. Pesquisa a opção de transporte mais económica


Dado que a ideia é sair da nossa zona de conforto e descobrir lugares novos, isso implica uma deslocação, seja ela longa ou curta. O que se traduz numa despesa acrescida para as tuas férias. E é por isso mesmo que a pesquisa da melhor opção é tão importante. Ao poupares na deslocação, libertas dinheiro para gastar noutras coisas mais divertidas ou interessantes. 

Contudo, esta não é uma fórmula isolada, a menos que vás viajar a solo. É preciso dares algum uso à matemática que te resta na memória (que no meu caso é reduzida e só funciona quando se lhe coloca um € à frente), para encontrar a opção mais económica. Primeiro deves determinar quantas pessoas são. A partir daqui podes começar os teus cálculos, pesquisando o preço de bilhetes nas várias possibilidades de transporte para o destino em questão. 

Porém, não deves ignorar a hipótese de levares um carro. Faz as contas de quanto ficaria a viagem e divide esse valor pelo número de pessoas. Agora sim estás em condições para fazer uma comparação realista e determinar qual o mais amigo da tua carteira. Não te esqueças de verificar se existe algum desconto associado de que possas usufruir. Sei do caso da CP, por exemplo, que dispõe de bilhetes com desconto mediante a compra antecipada dos mesmos. 

3. Tira partido do Airbnb 


Outro factor determinante na hora de fazer contas às ferias é o alojamento. Porque dormir debaixo da ponte é capaz de não dar jeito, é necessário encontrar a melhor oportunidade. Um Hotel minimamente decente é coisa para pesar no orçamento e um Hostel, por muito giro que seja, nem sempre resulta para quem não está disposto a partilhar um quarto com uma mão cheia de desconhecidos. 

E é assim que surge uma plataforma inovadora e que nos permite conhecer os destinos, de forma mais económica, com condições para todos os gostos e tirando partido da visão da gente local. Falo, claro, da Airbnb, onde podes encontrar uma casa ou quarto, conforme o que mais preferires, em tudo o que é lugar do mundo. E o nosso Portugal não é excepção. De Norte a Sul, sem esquecer as Ilhas, é possível alugar um espaço a preços muito simpáticos. 

Se ainda tens dúvidas, vai lá espreitar e confirma o quanto podes poupar em alojamento nestas férias, cá dentro ou lá fora. 

4. Poupa nas refeições sem passar fome


Depois da Deslocação e do Alojamento, o terceiro vértice deste triângulo de despesas passa pela Alimentação. É que mesmo de férias, a pessoa precisa de se alimentar, algo que se pode tornar ainda mais complicado quando não se conhece o destino nem os melhores sítios para matar a fome. 

Contudo, depois de te instalares numa casa Airbnb que, por norma, tem uma cozinha, é muito mais fácil poupar nas refeições. Não estou, de todo, a dizer que deves ficar com a barriga encostada no fogão para preparar o pequeno-almoço, almoço e jantar. Mas podes seleccionar melhor os momentos em que queres conhecer os restaurantes e a gastronomia do local onde estás. Em contrapartida, podes poupar nos cafés da manhã e nas refeições em que apenas precisas de comer alguma coisa. 

5. Procura programas gratuitos


Quanto tens um local inteiramente novo para descobrir, as opções são inúmeras e cada uma melhor que a outra. O que significa que deves fazer bem o teu trabalho de casa e investigar a fundo o que podes fazer, ver e conhecer. Nessa pesquisa não te esqueças de procurar se os locais que queres visitar têm algum desconto associado (como para jovens, estudantes, etc.) ou até um dia específico com entrada gratuita. 

Assim, poderás planear os teus dias de maneira a aproveitar ao máximo o que os lugares têm para oferecer e ainda poupar algum dinheiro nesses programas. Ainda tens dúvidas de que estas férias vão ser as mais económicas da tua vida? Gostaste das dicas de poupança? Achas que me esqueci de alguma?

Nos entretantos, caso queiras ir para fora e conhecer novas culturas, e ainda assim manter o orçamento de boa saúde, fica a saber que a TAP tem 10 novos destinos, com preços que começam nos 35€ e que estarão em vigor a partir de 10 de Junho. Vê alguns dos novos destinos e diz-me, para onde voavas nestas férias?


terça-feira, 30 de maio de 2017

A obsessão com a escolha de um nicho



É chegado o momento de te falar sobre um tema que me tem surgido em tudo o que é canto e que me causa uma certa irritação. Já te mostrei as minhas últimas aquisições literárias e entre elas, como certamente reparaste, encontra-se o livro Ser Blogger

Em breve irei falar mais a fundo sobre este livro, mas não me foi possível continuar a ignorar este apelo que se faz pela escolha de um nicho e pela exploração desse nicho. O livro terá sido a última gota, por ter sido a última referência a que tive acesso onde esta temática é abordada. Contudo, em tudo o que é sítio em que se fale abertamente sobre este universo que é a blogosfera se fala de como é importante fazer uma escolha. 

Infelizmente, em Portugal não se encontra muita informação sobre isto e durante estes anos em que tenho sido autora deste blog tenho sido "obrigada" a beber conhecimento em muitos blogs estrangeiros, nomeadamente, ingleses, americanos e brasileiros. Em todos o conselho mais repetido é de que, para se ter o maior sucesso, é necessário escolher um nicho sobre o qual focar os assuntos do blog. 

Como não sou pessoa desprovida de inteligência, consigo compreender os motivos de quem defende essa forma de estar na blogosfera e esse caminho prático para alcançar uma posição privilegiada neste universo em constante crescimento. No entanto, não sou capaz de aplicar esse conselho tão sensato. Já percebi que o facto de me focar num tema-chave me colocaria numa posição de especialista aos olhos de quem me lê. Já entendi que seria muito mais fácil o contacto com as marcas e a rentabilização do blog. 

A sério que compreendo todas as vantagens. Assim como entendo quem opta por seguir este conselho e se dá bem com ele. Na minha forma de estar na blogosfera, isso não encaixa. Porque quando criei o Não Digas Nada a Ninguém a minha intenção foi voltar à minha grande paixão, a escrita. E através dela partilhar com o mundo tudo o que para mim faz sentido, os meus interesses (que são imensos e variados), as minhas experiências e a minha forma de estar na vida. 

É certo que tenho muita vontade de fazer cada vez melhor, chegar a cada vez mais pessoas e alcançar o dito sucesso com ele. Por isso mesmo é que estou sempre à procura das melhores dicas, seja através dos blogs que falam sobre isto de ter um blog ou do livro que tanta falta fazia em Portugal. Só que não sou capaz de abandonar o conceito de lifestyle que para mim é o que faz sentido. 

Claro que sigo blogs focados nos assuntos que despertam o meu interesse, mas também gosto de ver blogs com uma componente mais pessoal. Onde a pessoa se revela e se dá a conhecer. É nesse tipo de blog que conheço pessoas fantásticas e com quem criei as ligações mais próximas. Isto para dizer que lamento que actualmente seja muito complicado encontrar esse tipo de blog, com essa naturalidade e genuinidade. 

Portanto, se andas a pensar criar o teu blog o melhor conselho, e que também vais encontrar em toda a parte, é fazeres um projecto à tua imagem e semelhança onde falas de algo que te apaixona. Porque essa paixão passa para quem lê e é o melhor cartão de visita e o maior incentivo para que os leitores voltem e sigam com atenção o teu trabalho. 

Conta-me, existe um tema específico que te faça seguir um blog? Ou preferes os mais generalistas?

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Desafio de Cinema (26/52) - Musical



Estava difícil mas enfim chegamos à metade do Desafio de Cinema. E logo com um tema que me aquece o coração. É verdade que as últimas décadas não apostaram muito neste género e que é cada vez mais difícil trazer filmes musicais de elevada qualidade. O que não invalida o valor do mesmo, até o sublima pela dificuldade inerente. 

Um dos sonhos da minha vida é assistir a um espectáculo ao vivo na Broadway, algo que espero concretizar num futuro próximo. No entanto, enquanto esse dia não chega, convido-te a conheceres a minha obra favorita de todos os tempos na sua versão cinematográfica. Refiro-me ao filme "O Fantasma da Ópera"

A música desta peça é do que de melhor já se fez. Tem o condão de nos transportar no tempo e transmite todas as emoções de uma forma que só a música é capaz. E depois a história com a sua aura de mistério, talento e paixões várias. De facto, quando penso neste filme, tenho dificuldade em acreditar que existam pessoas no mundo que sejam capazes de não gostar dele. 

Portanto, preciso que me contes, o que mais gostas neste Musical? O que te faz não gostar? E já agora, qual o teu Musical favorito?

Sinopse
Dirigido pelo aclamado Joel Schumacher e pela mão do compositor Andrew Lloyd Webber chega esta adaptação cinematográfica do musical mais espectacular de todos os tempos.

Por entre as sombras do teatro onde vive a inocente menina do coro, Christine (Emmy Rossum), a voz dele clama por ela, estimulando-lhe o seu extraordinário talento. 

Baseado no romance de 1910 de Gaston Leroux, O Fantasma da Ópera de Andrew Lloyd Webber é a clássica e extremamente emotiva história de um triângulo amoroso entre a bela cantora de ópera Christine (Emmy Rossum), o seu namorado de infância Raoul (Patrick Wilson) e o Fantasma (Gerard Butler), um atormentado e horrivelmente desfigurado génio musical. 


Podes acompanhar o Desafio de Cinema - 52 Filmes em 52 Semanas e ver os próximos temas. 

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Alergia ao pisca-pisca



Hoje, irei falar para os automobilistas deste mundo e deste país em particular. Claro que se no teu caso, ainda não fazes parte desse grupo podes continuar a ler. Pode ser que a problemática que hoje te trago venha a revelar-se útil no futuro. E o grande problema que me assola nas estradas nacionais é a alergia que a malta tem à prática de sinalizar as manobras.

Já é do domínio público a minha paixão pela arte de conduzir veículos de quatro rodas, o que não significa que me considere a miss perfeição. Com toda a certeza, também farei manobras incorrectas e devo ter momentos em que vou contra as regras do código da estrada. Tal como os acidentes rodoviários, estas coisas só não acontecem a quem não conduz. 

No entanto, há determinados limites que, quando ultrapassados, só revelam uma total ausência de aptidão para a condução de veículos ou uma tremenda falta de respeito pelos outros, os que partilham a via pública com eles. Muitas são as situações que podem culminar com este raciocínio lógico, contudo no dia de hoje iremos conversar sobre os piscas.

Ou melhor dizendo, sobre os condutores que se esquecem que eles existem nos seus automóveis, aliás são parte integrante dos mesmos e podem ser encontrados em todos as marcas e modelos. Não se trata aqui de um extra, mas de uma parte obrigatória em todos os carros. Como tal, são para ser usados, ok? 

Não quero com isto parecer uma fundamentalista dos piscas. Eu própria não os uso de todas as vezes em que faço uma manobra a que a isso obrigue. Especialmente quando vou sozinha na estrada, sem sinal de outros carros nas redondezas. Agora, parece-me de facto inusitado que, quando se vai numa estrada movimentada, com carros atrás, a malta ignore esse procedimento básico e que ajuda a que a sua traseira (do carro, claro) permaneça intacta. 

Portanto, amigo condutor, gostaria de te pedir que tenhas atenção na hora de efectuar manobras, sejam virar à direita ou à esquerda, encostar na berma ou parar algures e avises os demais condutores do que vais fazer. É só para evitar travagens bruscas e que te chamem muitos nomes feios e, em última instância, evita também acidentes. Pode ser ou estarei eu a pedir demais?

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Livros para oferecer no Dia da Criança



Como este ano de 2017 parece ter asas nos pés, na próxima semana já vamos entrar no mês de Junho. Será o mês do início oficial do Verão, da época balnear, dos Santos Populares e começa com o fofinho Dia Mundial da Criança. Data comemorada por todos, afinal não andamos todos a dizer ao mundo que temos uma criança dentro de nós?

Além disso, todos os filhos são sempre crianças aos olhos dos pais e é isso mesmo que faço questão de relembrar aos meus por esta altura. Só para que não pensem que lá porque a pessoa já passou dos trinta não tem direito a receber o seu presente do Dia da Criança. Acusa-te, também fazes parte deste movimento? 

No entanto, hoje quero mesmo falar de crianças, no total sentido da palavra. Aqueles seres que ainda estão a crescer e a formar o que serão um dia e que espero que se concretize em adultos felizes, realizados e com os valores e princípios necessários para serem boas pessoas. E nesse percurso, nada como incutir bons hábitos e permitir que vivam imensas aventuras, outras vidas, viajem sem sair do lugar e conquistem amigos para toda a vida.

Atenção, que não sou a pessoa que oferece roupa, que faz sempre falta, às crianças. Tenho uma excelente memória, portanto recordo-me que detestava receber esse tipo de presente. Contudo, quer-me parecer que actualmente os miúdos são inundados de brinquedos, aos quais não dão grande valor. Até porque não esperam por eles o tempo suficiente para o desejo crescer e a excitação de o receber ser significativa.

E é por isso mesmo que, neste Dia da Criança, acredito que o presente prefeito pode muito bem ser um livro. Depois de ter estourado o orçamento com as novas aquisições literárias, esta foi a desculpa perfeita que encontrei para ir procurar mais livros, sem correr grandes riscos financeiros. Até porque ainda não tenho crianças em idade de aproveitar estas ideias e já tive oportunidade de ler grande parte destas sugestões. Tudo a postos para surpreender as vossas crianças?



Agora que tanto se falou sobre o novo filme, parece-me o momento perfeito para que os mais novos conheçam o livro que deu origem a este conto de fadas, não concordas?



É certo e sabido que recomendo Harry Potter a toda e qualquer pessoa que ainda não se tenha rendido a este universo mágico. Mas nada igualará o sentimento de se começar a ler na infância e acompanhar o crescimento dos personagens ao mesmo tempo que se cresce também. Quem sabe a criança não se apaixona pela poder da magia até culminar com o derradeiro livro?



Este é um livro para crianças que pode ser de grande utilidade para os paizinhos. Afinal, a imaginação não deverá ser assim muito fértil na hora de deitar a criançada, especialmente depois de todo um dia de trabalho e tarefas várias. Cumpre a função de incutir o gosto pelos livros aos mais pequenos e ainda facilita a vida dos pais. Queres coisa melhor?



E agora um clássico da literatura juvenil. Simples, acessível e repleto de mensagens fundamentais. Não sei se ainda se mantém, mas no meu tempo era leitura obrigatória na escola o que significa que poderá ser também um investimento a longo prazo. Os adultos que passaram ao lado desta história, podem aproveitar esta "desculpa" para recuperar o tempo perdido. 



O que eu gostava destes livros, minha gente! Se estas senhoras ainda não perderam o jeito entretanto, tenho a certeza de que qualquer jovem se vai prender a estas aventuras fantásticas, onde nos divertíamos e ainda se aprendia uma coisas.

Agora que já recebeste alguma inspiração, o que vais oferecer às tuas crianças no dia 1 de Junho?

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