expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Subscreve a Newsletter

terça-feira, 15 de setembro de 2015

#Review - Fones Brainwavz s1


Este post está prometido há imenso tempo. Mas a verdade é que com todas as alterações na minha vida ao longo dos últimos meses foi ficando para segundo plano. Não quero com isso arranjar desculpas para a minha demora, mas devo um pedido de desculpas à Brainwavz que gentilmente me enviou este produto para experimentar e dar a minha opinião acerca do mesmo.
 
Pedido de desculpas feito, vamos falar um pouco sobre esta empresa que existe desde 2008 e que tinha como objectivo trazer verdadeiros fones para utilizadores reais a preços realistas. Esse objectivo foi plenamente cumprido e actualmente estão a aumentar a sua gama de produtos apostando sempre na qualidade a preços acessíveis. Querem ver?
 
 
 
Nestas duas imagens podem ver a caixa onde vinham os fones muito bem acondicionados e que permitem ver o produto ainda antes de abrir a embalagem.
 
 
Depois tem uma bolsa onde podemos guardar os nossos fones, bem como todos os acessórios que traz e que a mim dá imenso jeito pois sempre que vou para algum lado posso colocar esta bolsinha prática na mala e levar os meus fones comigo sem estragar e sem que se misturem com todo o conteúdo improvável e perigoso próprio das malas femininas.
 
 
Dentro desta bolsa, além dos fones propriamente ditos, podemos encontrar a garantia de 24 meses, oito pares de pontas (não sei o nome técnico disto, mas falo daquelas borrachinhas que ficam dentro do nosso ouvido) de silicone de vários formatos e tamanhos e um par em espuma de tamanho M.
 
Agora perguntam vocês, o que tem este produto de especial? E eu respondo, TUDO! Para começar, o fio não é tão fino como na maioria o que faz com que não fique emaranhado com tanta facilidade e que, quando isso acontece, seja mais fácil de desfazer e recuperar a ordem. Outro pormenor interessante é o facto da coluna estar protegida por uma cápsula em metal o que os torna muito resistentes e dificulta os danos na qualidade de som.
 
E por falar em som, meus amigos, estes fones tem uma qualidade fantástica. Eu, que passo horas sem fim ao computador, sempre que preciso ver um vídeo ou quando me apetece ouvir uma música enquanto trabalho aqui, não dispenso estes meus novos melhores amigos. Só para terem uma noção, o volume de som do meu computador está, neste momento, no 10 e quando ligo os fones não preciso de aumentar nem um pouco para ouvir tudo e com uma qualidade acima da média.
 
Outra das suas grandes vantagens é o facto de isolar o som. Algo que me agrada porque não gosto de obrigar ninguém a ouvir o mesmo que eu. Mas como não tinha total certeza da dimensão desse isolamento pedi uma segunda opinião a um especialista na matéria, o senhor meu pai. Para perceberem o quanto ele é especialista, ele é o homem que tem um aparelho de som em todas as divisões da casa. E são mesmo todas! Além disso, não adormece sem os fones nos ouvidos e não sabe ouvir música em volume moderado. Só no máximo. Como podem imaginar este facto acarreta alguns problemas com a mulher dele que passa a noite a ouvir o mesmo que ele. Assim, emprestei-lhe os meus fones Brainwavz S1 e ficou comprovado cientificamente que quem está à volta não ouve mesmo nada de nada.
 
Posto isto, só me resta dizer que adorei estes fones e já não vivo sem eles. Estão sempre comigo, seja no computador, no tablet ou no telemóvel. Nas duas vezes que tive de viajar de comboio ao longo deste ano, foram os meus companheiros e permitiram-me fazer uma viagem bem mais agradável. Sem qualquer sombra de dúvida, recomendo a todos que gostam de música e de ouvir com qualidade. É que isto é um investimento, pois tão cedo não vão precisar de outros fones.
 
Podem ver a ficha técnica aqui e encomendar (não se vão arrepender, acreditem) na Amazon.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

#Pessoal - Amigos a tornarem-se adultos


Até parece mentira, mas os putos tresloucados que sempre conheci, de repente, ou assim me pareceu, tornaram-se em pessoas responsáveis que vão trabalhar, com relações estáveis e, imagine-se, com filhos a caminho!
 
Há dois anos atrás, quando saí da terrinha para ir morar a sul, deixei um grupo de amigos que parecia ter ficado algures na adolescência. Não estou a falar de todos, como é óbvio, mas grande parte destes rapazes queria era passar o tempo uns com os outros a jogar consola e a fumar cigarros. E aos fins de semana ir beber uns copos e engatar umas gajas. Pouco mais do que isto era a vida deles. Poucas responsabilidades. Emprego nem vê-lo, carta de condução não existia porque ninguém lhes escrevia, relações curtas, instáveis ou inexistentes.
 
Neste momento, vejo que se estão a tornar nuns homens. Assumiram os seus empregos com uma responsabilidade que lhes desconhecia. Já têm carta e carro. As relações são levadas a sério e até o mais tresloucado dos meus amigos já vai ser pai. O mais lunático emigrou e vive com a namorada. O mais preguiçoso já trabalha e tirou a carta. Enfim, um mar de improbabilidades que foram ganhando forma ao longo destes dois anos e que parecem terem vindo para ficar.
 
Sou obrigada a concluir que, de facto, deve ser mesmo verdade aquela história de que os rapazes amadurecem mais tarde do que as raparigas. Que são adolescentes até depois da idade oficial para o ser. Mas que, apesar disso, o momento de crescer chega e se tornam adultos, sem perder a loucura saudável e os laços de amizade que sempre os uniram.

 
É do conhecimento geral que sou uma admiradora da amizade masculina e que a maioria dos meus amigos são homens. No entanto, no primeiro lugar deste pódio está a melhor amiga que algum dia tive e que tem sido companheira de muitos momentos, histórias e gargalhadas ao longos destes dez anos. A amiga que espero que se sente comigo no banco do jardim, quando formos velhinhas, a cortar na casaca de tudo e de todos. Ela de cabelo cor de rosa choque e eu de cabelo roxo. Essa talvez tenha sido uma das melhores pragas que me rogaram, devo  dizer.
 
Pois que é essa amiga do coração que hoje vai trazer ao mundo mais uma princesa, de seu nome Alicia. A esta hora já terá saído cá para fora e desejo que seja sempre uma fonte de alegria e de amor para os que a rodeiam.
 
Alicia, meu anjo, prepara-te para todos os teus tios tolos que os teus pais vão colocar na tua vida. Não só os de sangue, que já não são poucos, mas os outros, como eu, que são doidos, espalhafatosos e meio apanhados do clima. Estamos todos à tua espera para te encher de carinho e de amor!

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

#Livros - Zorro, O Começo da Lenda, de Isabel Allende


 
Sinopse
Nascido no sul da Califórnia no século XVIII, Diego de la Vega é um rapaz preso entre dois mundos. O pai, um militar aristocrata espanhol, é um importante latifundiário. A mãe, por outro lado, é uma guerreira da tribo indígena Shoshone. Da avó materna, Coruja Branca, aprende os costumes da sua gente, enquanto que do pai aprende a arte da esgrima e como marcar o gado. Durante a infância, cheia de traquinices e aventuras, Diego é testemunha das brutais injustiças que os indígenas norte-americanos enfrentam pela parte dos colonos europeus, e sente pela primeira vez um conflito interior em relação à sua herança.

Aos 16 anos, Diego é enviado a Barcelona para receber uma educação europeia. Num país oprimido pela corrupção do domínio Napoleónico, o jovem decide seguir o exemplo do seu célebre professor de esgrima, e adere “À Justiça”, um movimento clandestino de resistência, que se dedica a ajudar os pobres e indefesos. Imerso num mundo de um ambiente de revolta e desordem, enfrenta pela primeira vez um grande rival que vem de um mundo de privilégio.   Entre a Califórnia e Barcelona, o novo mundo e o velho continente, forma-se a personagem do Zorro, nasce um grande herói e começa a lenda. Depois de muitas aventuras – duelos ao amanhecer, violentas batalhas marítimas com piratas e resgates impossíveis – Diego de la Vega, conhecido também como Zorro, regressa à América para reclamar a propriedade onde cresceu, em busca de justiça para todos aqueles que não podem lutar por si próprios.
 
Opinião
Já não é novidade nenhuma o quanto gosto desta autora, não é mesmo? Aqui falei-vos do seu primeiro romance (e seu primeiro grande sucesso também) e aqui de Eva Luna, outra história deliciosa. Desta vez trago-vos um herói que todos conhecemos. Inclusive teve direito à sua versão cinematográfica, sendo encarnado, mais recentemente, por António Banderas.

Mas não é de cinema que vos quero falar, mas sim do livro fantástico que Isabel Allende escreveu sobre este herói de capa e espada que surgiu no imaginário da Califórnia. Estava um pouco limitada por tudo o que já sabemos sobre esta personagem, o que não impediu que construísse as suas raízes, a sua infância e todo o seu percurso até se tornar no mascarado que persegue a justiça. Tudo isto sem nunca trair a sua essência, pelo contrário, até justifica muito dos seus traços de personalidade e carácter.

Os contrastes estão sempre presentes, seja pela diferença cultural entre índios e colonos, ou pelas diferenças entre a Colónia, a Califórnia, e a Metrópole, a Espanha. Depois mostra-nos as influências da cultura cigana e dos piratas na construção do Zorro, tanto na aparência como no seu treino feito de perícia, agilidade e astúcia.

Outro pormenor delicioso e que adorei foi o mistério em torno do narrador da história, que julgamos adivinhar por vezes, mas que só no final se revela. Escusado será dizer que considero este livro apaixonante e empolgante. Daqueles que te deixa presa até à última página, até à última linha.

"O heroísmo é uma ocupação mal remunerada, que amiudadas vezes conduz a um fim prematuro, e por isso atrai pessoas fanáticas ou com um doentio fascínio pela morte. Existem muito poucos heróis de coração romântico e de sangue leviano. Digamo-lo sem rodeios: não há nenhum como o Zorro."

Pela primeira vez a Wook falhou-me e não tem este livro em Português, só em Inglês. Mas encontrei na FNAC, não novos, mas usados disponíveis.  

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

#Decoração - O que fazer com a Máquina de Costura da Avó?


No seguimento de posts como este e este, cá estou eu com mais ideias fantásticas e originais para reciclar os monos que temos por casa. Aqueles que só nos lembramos quando passamos por eles e sempre pensamos que um dia vamos nos livrar daquilo. Ou até aqueles que estão perdidos pelo sótão, esquecidos e abandonados, a ganhar pó. Já se lembraram de algum?
 
A minha inspiração, desta vez, chegou através de uma página no Facebook, cheia de ideias giras e que me deixam a babar. Podem confirmar o que digo e acompanhar todas as ideias aqui.
 
E foi nesta página que encontrei imensas utilidades para aquela máquina de costura, que herdaram da mãe ou da avó, que se encontra encostada por ausência de competência para a costura (com isto, estou a falar de mim, é claro). Vamos ver?
 
1 - Mesa de Jantar
 
 
 
2 - Secretária
 
 
 
3 - Lavatório de WC
 
 
 
4 - Mesa de Jardim
 
 
 
5 - Churrasqueira
 
 
6 - Cómoda ou Toucador
 
 
7 - Móvel de Hall de Entrada
 
 

Que tal? Gostaram das ideias? ;)

Subscreve a Newsletter