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sábado, 22 de agosto de 2015

Saldos #8 - Calçado Guimarães


Apesar das promoções que ainda circulam por aí, os saldos, em muitas lojas, terminaram dia 15 de Setembro. Esta foi, portanto, a minha última compra nos mesmos e foi completamente inesperada.

Preparava-me eu para ir ao Continente abastecer a despensa, quando os meus olhos bateram no verde da loja Calçado Guimarães e me deparei com umas coisas que diziam 4,90€. Não resisti. Fiz o desvio até lá e os meus olhos bateram nestas coisas mais lindas, que eram mesmo o que me faltava no armário, ainda de Verão.

Umas sandálias rasas, como o trabalho e o conforto dos meus pés preferem, pretas. Por incrível que pareça, dado que sou uma pessoa toda dada ao preto, ainda não tinha encontrado nada que me agradasse - tanto no estilo, como no preço - que pudesse substituir as últimas que destruí. O fim de semana passado chegou a hora e aqui estão elas.





Bershka com 50% em calçado no Regresso às Aulas


Isto dos saldos, pelos vistos, ainda tem cartas a dar. Parece que os senhores da Bershka ficaram a pensar que esta coisa do regresso às aulas deixa a malta um tanto ou quanto falida com tanto livro, tanto caderno, tanta mochila e material diversa. No entanto, os miúdos não param de crescer como se tivessem levado com estrume nos pés, e estão sempre a precisar de coisas novas também para vestir e calçar. Neste caso, foi mesmo nos calcantes da chavalada que a marca pensou e colocou em grande promoção, com direito a 50% de desconto, os sapatos. Estes podem vir andando que são bem vindos cá em casa!

Este e outros, aqui.

Saldos #6 - C&A


Aqui vos deixo a penúltima loja onde consegui fazer compras durante esta época de saldos passada. Devo dizer que a C&A é das lojas que raramente visito, e tenho andado a perder. Principalmente no que aos saldos diz respeito. É que descobri que esta malta faz saldos a sério e é possível, com alguma paciência, encontrar coisas giras a preços doidos. Vejam só.


 Esta camisa é bem mais bonita ao vivo do que na foto. Foi tirada durante as férias, quando a vesti pela primeira vez e não reparei, na altura, que não estava assim lá muito famosa. Mas posso vos dizer que é uma camisa cruzada na frente, azul escura e muito transparente. Fica muito gira num look daqueles para sair com as amigas e curtir muito. Foi o caso.


Já não me recordo qual o preço inicial e na etiqueta não é possível ver. Mas uma camisa destas por 5,90€ é coisa a não perder.


Esta camisola cinzenta deixou-me apaixonada. O pormenor da caveira em renda fica o máximo. E teve mesmo de vir comigo.


Mais uma vez, não sei o preço inicial, mas quem quer saber se ela custou 3,90€??


Este casaco de malha faz parte daqueles básicos que armário de mulher que se preze tem de ter. E no meu ainda não tinha. Pelo menos não com este corte clássico e intemporal.


Ainda por cima, este foi o melhor negócio de todos! Ele custava 9,90€. Estava por 3,90€ e ainda tinha 50% de desconto. Trocando por miúdos, ficou por uns míseros 1,95€! Dá para acreditar?

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

#Livros - O Homem de Constantinopla, de José Rodrigues dos Santos




Sinopse

O Império Otomano desmorona-se e a minoria arménia é perseguida. Apanhada na voragem dos acontecimentos, a família Sarkisian refugia-se em Constantinopla. Apesar da tragédia que o rodeia, o pequeno Kaloust deixa-se encantar pela grande capital imperial e é ao atravessar o Bósforo que pela primeira vez formula a pergunta que havia de o perseguir a vida inteira:
"O que é a beleza?"
Cruzou-se com a mesma interrogação no rosto níveo da tímida Nunuphar, nos traços coloridos e vigorosos das telas de Rembrandt e na arquitectura complexa do traiçoeiro mundo dos negócios, arrastando-o para uma busca que fez dele o maior coleccionador de arte do seu tempo.
Mas Kaloust foi mais longe do que isso.

Tornou-se o homem mais rico do planeta.

Inspirado em factos reais, O Homem de Constantinopla reproduz a extraordinária vida do misterioso arménio que mudou o mundo - e consagra definitivamente José Rodrigues dos Santos como autor maior das letras portuguesas e um dos grandes escritores contemporâneos.

Opinião

Esta é a segunda vez que vos venho falar de obras de José Rodrigues dos Santos (a primeira foi aqui) e não será certamente a última. Não só porque tenho cá em casa grande parte dos seus livros, mas também porque é um autor que me tem conquistado ao longo do tempo.

Contudo, aqui estreia-se num registo novo, mas para o qual se revelam as suas qualidades de jornalista, com muito trabalho de pesquisa. É verdade que este livro não é uma biografia e, portanto, não são relatados apenas os factos inegáveis da história de um homem que tanto deu a Portugal, Calouste Gulbenkian. Muita fantasia ou, pelo menos, dados que não podem ser comprovados devidamente, é colocada por entre os factos. Talvez seja essencial para fazer deste livro um romance e colocar mais nuances do que as que seriam apresentadas com um relato fiel.

Assim sendo, é possível acompanhar e perceber, pelas soberbas descrições físicas e contextuais à época onde se inserem, os locais que Kaloust vai percorrendo, como Trebizonda, Constantinopla, Marselha, Londres ou Baku. É-nos apresentada a Inglaterra Vitoriana, mas também a dos reinados de Eduardo VII e Jorge V; a vida agitada e cheia de glamour de Paris e terminamos com o clima antes da I Guerra Mundial que se vivia na própria Alemanha.

Outro tema muito falado neste livro (e, para mim, deveras importante) foi a perseguição dos Turcos aos Cristãos que pertenciam ao Império Otomano, legislando medidas de igualdade para agradar as potências europeias e na prática humilhando e maltratando todos os que consideravam infiéis. Uma situação que se foi agravando à medida que os povos Cristãos que se encontravam no Continente europeu (Romélia) foram se libertando, tornando-se autónomos primeiro e, em seguida, independentes. Uma raiva que foi crescendo e que foi descarregada nos Cristãos do território asiático, nomeadamente, nos Arménios, numa altura em que a Europa se encontrava demasiado ocupada com os seus problemas internos, não interferindo no que se tornou em mais um massacre.

É muito interessante encontrar grandes figuras da época, daquelas que ainda hoje são reconhecíveis, como a família Nobel, Ritz, a Shell ou Churchill. Acompanhamos, ainda, o início da sua paixão por tudo o que é belo e que dá origem a muitas das suas colecções de arte.

Também, compreendemos como surgiu o nome pelo qual ficou tão conhecido, senhor 5%, bem como, o negócio do petróleo e como despertou para o prazer dos negócios, do investimento lucrativo e a sua predileção por hotéis de luxo.

Mas como a história não termina neste livro, para a semana voltamos a falar deste Kaloust Sarkisian, em Um Milionário em Lisboa.

"Nenhum ser humano esquece o dia em que o pai morreu. Dizem que é o momento em que nos tornamos adultos e o futuro nos é confiado como a chave de uma mansão de que somos enfim herdeiros. Fingimos que assumimos a vida como senhores do nosso destino, mas a orfandade nada nos oferece a não ser a solidão dos que se descobrem entregues à sua sorte."
Podem encomendar o vosso exemplar aqui, com portes grátis.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

#Decoração - 7 Ideias para Reciclar



Como sabem, este é um tema que me agrada muito e, como não podia deixar de ser, já marcou presença em outros posts (podem ver outras ideias aqui, aqui, aqui ou aqui).
Já referi por diversas vezes, mas nunca é demais lembrar o quanto é importante cuidarmos do nosso planeta, entendê-lo e respeitá-lo como à nossa casa. Contudo, podemos tornar esse processo, que é a reciclagem, uma coisa divertida, original e dar aos nossos lares um toque único e inimitável.
É com esse objectivo que aqui vos trago sete ideias (seleccionadas aqui) para se inspirarem e encontrarem uma nova função, seja estética ou prática, para as coisas que têm por casa perdidas.

1 - Janelas velhas




2 - Carros Velhos




3 - Pianos Antigos






4 - Barcos Velhos




5 - Globos Terrestres




6 - Malas de Viagem Antigas




7 - Caixas de Madeira




A minha ideia favorita de todo o sempre, é o piano reciclado como fonte de jardim. Sempre sonhei com um piano de cauda na minha sala de estar. A verdade é que, neste momento, não tenho sala que comportasse com esse sonho condignamente. No entanto, tenho espaço mais do que suficiente no jardim para uma coisa destas. Agora só me falta o piano! ;)

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