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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Seminário Turismo Natureza



Hoje estou por aqui. Afinal, será uma oportunidade única para me motivar na área que estou a estudar (e da qual tenho aprendido tão pouco...)
Vamos lá ver se preenche as espectativas de quem anda doidinho para estar presente neste Seminário.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O vestido de gala


São tantas dúvidas que me assaltam, que nem queiram saber. Está aí a chegar um jantar de gala num Casino deste país, assim uma coisa dada ao formal e a pessoa não sabe se vai ao armário reciclar um modelito que por lá ande e que sirva a ocasião, ou se cede à tentação de ir para as lojas procurar o vestido perfeito, com cheirinho a novo e sabor de novidade. Para já, ainda não corri para o shopping mais próximo, mas as lojas online são todas minhas, como podem ver pela pesquisa que vos mostro nas fotos que se seguem. São apenas alguns que me ficaram debaixo de olho. 

Vestido comprido renda


Vestido comprido renda


Vestido painéis tule


VESTIDO BYBYL-A


Vestido comprido renda

Estes dois últimos então, tocam-me o coração. Como é que se resiste? É que no Sábado já está agendada uma visita a Lisboa para ver lojas e aí é que vai ser difícil poupar a carteira... 
Podem encontrar estes modelos na Mango.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Ética. Ou falta dela.


Ao longo da vida já conheci muitas pessoinhas. Algumas que deixaram a sua marca, mas também saudade. Outras nem tanto. Contudo, tiveram o seu propósito, ou seja, serviram para que reconhecesse o tipo de pessoas que não quero na minha vida e com as quais não me quero parecer de forma alguma. 

Isto para falar da falta de ética que vejo nas atitudes de alguns que, por determinado tempo, me rodeiam. Talvez seja mais do que isso. Pura e simplesmente desconhecem o termo, muito embora, a ignorância não sirva de desculpa. Afinal de contas, todos conhecemos pessoas sem escolaridade, que nunca estudaram nem tão pouco pensaram nessas questões, e são exemplos a seguir no que toca à dita ética.

Assim sendo, passemos ao caso propriamente dito. A pessoa sente que está por um fio no emprego que tem. E o que faz? Esforça-se? Pede ajuda? Tenta melhorar? Qual quê! Deixa-se arrastar, sem mexer uma palha, sem o mínimo de esforço. Não mostra a vontade e o empenho de quem passa uma fase má e pretende uma nova oportunidade. Os dias passam e o fim do mês chega. Recebe o ordenado e perante a hipótese de perder o ordenado base, lá vai embora à sua vida. 

Até aqui nada de anormal. Um caso como tantos os que vemos pelo mercado laboral. Aqui a piada estava à nossa espera quando acedemos ao Facebook. Então não é que a pessoa despediu-se hoje e ontem já tinha montado uma empresa e começado a sua divulgação nas redes sociais. Não é que pense que as pessoas se devam sentar à sombra da bananeira à espera que as soluções as encontrem. Pelo contrário, nos dias de hoje, o segredo para o sucesso, por vezes, passa por sermos proactivos. Mas, por favor, tenham um pouco de decoro. Pelo menos, aguardem pela resolução da situação com a entidade patronal anterior para divulgar aos sete ventos o novo projecto. É o mínimo, digo eu. 

 

domingo, 5 de outubro de 2014

Uma noite com... #52



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Johannes Huebl

Porra, a vida pode ser mesmo curta!


É inacreditável como estas coisas acontecem, com uma frequência assustadora, e me apanham de tal forma desprevenida que a primeira reacção é pensar que se trata de uma brincadeira. Depois fico a pensar que é uma notícia daquelas enganosas que, quando for ver em detalhe, vou perceber que foi um jogo de palavras de muito mau gosto. Só depois caio na real e percebo que é verdade e chega o choque. Rodrigo Menezes morreu aos 40 anos e não consigo deixar de pensar no quanto era jovem e no que teria ainda para viver enquanto pessoa e para nos dar enquanto artista. Penso no filho que deixa sem pai, em tão tenra idade.
 
É impossível ficar indiferente a uma notícia destas. É impossível não reflectir e concluir que a vida nos escorre por entre os dedos, nos escapa como grãos de areia que tentamos reter nas mãos. Quantas coisas perdemos com medo de arriscar, com medo de perder o que achamos ter e ficar sem nada. Sem nada ficamos no momento em que cruzamos os braços e deixamos a vida passar sem fazermos o que queremos, o que sonhamos. A qualquer momento, quando menos esperamos, podemos já não estar cá e ser tarde demais para estarmos com os que amamos, para cultivar as boas lembranças que será tudo o que ficará de nós quando partirmos. Chega de perder tempo com os problemas que criamos na nossa cabeça que, por vezes, nem existem na realidade, são apenas fruto dos nossos actos e decisões.
 
Descansa em Paz...
 
 

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