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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

"As pontes mais bonitas que tem que ver na Europa"


Só para vos informar que, nesta lista criada pela European Best Destinations (EBD), se encontram três pontes deste nosso Portugal. As duas da nossa capital e uma da cidade do Porto. E só para tornar a coisa mais interessante, a primeira da lista é a nossa 25 de Abril. Não é espectacular? Parece que Portugal está mesmo na moda, enquanto destino turístico. Resta saber se saberemos, nós e os nossos governantes, tirar verdadeiro partido disto e potenciar tudo o que temos para oferecer a quem vem de fora.
 
Voltando à lista, podem ver aqui o artigo, e vou partilhar com vocês as pontes de que se fala neste momento:

Ponte 25 de Abril
1. Ponte 25 de Abril - Lisboa, Portugal
 
2. Tower Bridge - Londres, Inglaterra
 
Florence: Ponte Vecchio
3. Vecchio - Florença, Itália
 
Basteibrücke
4. Bastei - Lohmen, Alemanha
 
 
5. Dom Luis - Porto, Portugal
 
6. Millau - Millau, França
 
7. Széchenyi - Budapeste, Hungria
 
8. Rialto - Veneza, Itália
 
9. Kapellbrücke - Lucerna, Suíça
 
 
10. Puente Nuevo - Ronda, Espanha
 
11. Stari Most - Mostar, Bósnia
 
12. Fort de Roovere - Halsteren, Holanda
 
13. Garabit - Ruynes-en-Margeride, França
 
14. Vasco de Gama - Lisboa
 
15. Pont du Gard - Remoulins, França 

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

10 coisas que só as pessoas que se deitam tarde vão entender!


1. O quanto é acolhedor o silêncio da madrugada

2A fome agoniante que te faz deixar a preguiça de lado e ir até à cozinha

3. A companhia de uma TV ligada, mesmo que não estejas a ver nada

4.  A enorme vontade, que vem do nada, de quereres colocar todos os teus projetos em prática de uma vez

5. Quando alguém te diz que dormes demais, quando na verdade dormes 6 a 8 horas por dia ou até menos.

6. A alegria de saber que existem estabelecimentos que estão abertos 24 horas (lojas de conveniência)

7O quão orgulhosos ficamos quando pesquisas apontam que quem dorme tarde é mais inteligente

8O quanto é estranho uma pessoa acordar às 6:00 da manhã de bom humor

9A inveja de quem consegue aterrar na cama e dormir

10O quanto é fodido acordar antes do meio-dia

Tirado daqui

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Sinto-me orfã


Para começar, tenho de dizer que uma coisa destas já não me acontecia há imenso tempo. E, tanto quanto me lembro, nunca me aconteceu com uma produção portuguesa.

O que é certo é que nos últimos meses segui atentamente e com muita expectativa a produção nacional Belmonte. Desde o primeiro episódio que se revelou uma novela fora do normal. Diferente daquilo que estamos habituados, principalmente, nos últimos anos.

Quando comecei a ver novelas, ainda uma criança, o que de melhor se fazia vinha do Brasil, da Globo, para ser mais exacta. Vi grandes novelões que me prenderam ao ecrã por meses a fio, histórias marcantes que ainda hoje ficaram na minha memória e que recordo com saudade. Os actores davam grandes shows, ainda mais quando comparados com os nossos que ainda davam os primeiros passos nessa indústria e que revelavam ainda todas as suas fragilidades. Nessa época, eu ficava muito chateada se tinha de perder um episódio sequer. Não me importava nada de ficar em casa, de não sair, porque o que me interessava era saber o que iria acontecer de novo.

Depois chegou a crise de criatividade à Globo, e estes perderam impacto nas nossas vidas. Em contrapartida, foi quando as novelas portuguesas começaram a ganhar mais destaque, pois revelavam uma evolução, uma melhoria de qualidade, tanto nos enredos, como no próprio desempenho dos actores. Nessa altura, desliguei desse mercado. Quando estava em casa, assistia a alguma que acompanhava mais pelas revistas do que pela televisão. Nunca mais nenhuma me prendeu.

Até começar Belmonte. Logo desde o início se revelou diferente. Especial. Só o facto de nós, espectadores, sabermos desde logo quem era o mau da fita, foi coisa que me surpreendeu. Das duas, uma: ou se tornava uma grande chatice, aborrecendo-nos, ou teria um enredo cheio de outros mistérios e questões que nos colaria ao ecrã, desejosos de saber mais. Para grande surpresa minha, foi a segunda. Como já não acontecia há muitos anos, dei por mim irritada quando começou nova novela que colocou Belmonte para um horário mais tardio. Continuei a assistir e voltei a ficar chateada quando tive de perder episódios, fosse por que motivo fosse. Pelo menos, desta vez, tive a ajuda da Internet e do You Tube que tem malta porreira que disponibilizava os episódios logo no dia seguinte e, desta forma, fui recuperando o que perdia.

Outra coisa improvável aconteceu. Eu que, inicialmente, não achava piada nenhuma ao Filipe Duarte, passei a apaixonar-me pelo João Belmonte. A personagem revelou-se um tipo de homem que me deixa encantada. O homem, enquanto aparência física apenas, não me dizia nada, mas enquanto personagem criada e construída ao longo da história, fez-me mudar de opinião radicalmente.

E agora, que chegou ao fim, sinto-me abandonada. Sinto que perdi alguma coisa. Terminou na Sexta-feira, mas é hoje, Segunda-feira, que sinto mais a sua falta. É verdade que acabei por ver também O Beijo do Escorpião, mas era mais para fazer tempo enquanto aguardava por Belmonte do que pela própria novela em si. E estes Jardins Proibidos não me despertam minimamente a atenção. Não vi a primeira fase à 14 anos atrás, e não tenho vontade de ver agora.



O que se seguirá? Hoje, sei o que virá. Sessão de cinema e jantar com as amigas. Amanhã é que já não sei bem como será... 

domingo, 7 de setembro de 2014

Impala e Colorama

 
Este mês perdi, de novo, as minhas manhãs. Foram-me roubadas pelas aulas e tenho de vos avisar que isto ainda agora recomeçou e já estou cheia de trabalhos para entregar. Mas o final das férias não trouxe só coisas chatas. A minha brasileira favorita que partilha as aulas comigo - responsável por esta encomenda chegar às minhas mãos - trouxe-me uns lindos vernizes, vindos do outro lado do Atlântico, para poder comprovar finalmente se os "esmaltes" de lá fazem jus à fama que têm.
 
 
Decidi começar por experimentar o Catavento da Impala. Infelizmente, as fotos não fazem justiça ao tom do verniz. Aqui parece alaranjado, mas, na verdade, é um cor de rosa avermelhado que fica muito giro na unha.
Além dos vernizes, também me trouxe um excelente top coat da Colorama que deixa a cor brilhante e seca super rápido. Este menino passou a ser o meu melhor amigo, porque sou daquelas que não pinta mais as unhas por falta de tempo e paciência. Não consigo estar ali imenso tempo à espera que seque sem fazer nada e acabo por estragar o trabalho que tive ou desisto ainda antes de começar. Agora, com o novo melhor amigo das minhas unhas, isto promete mudar.
 
 
 
 
 

 

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