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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

À porta é isto #3

 
Depois de mais de três semanas sem bater portas, lá teve de ser e esta semana voltei à procura interminável por pessoas. Contudo, não será ainda desta que terei uma semana completa. Ora vejamos, amanhã começa outra das maiores festas aqui do concelho, e lá rumarei a essas paragens para mais dez dias de trabalho de exposição, comidas calóricas e copos e muita conversa noite dentro.
 
Mas, para já, aqui vos deixo com mais algumas imagens das coisas caricatas que vou encontrando. Umas são coisas giras, na minha opinião, outras ideias interessantes e temos sempre aquelas coisas caricatas que se vêm por aí fora.  
 
 
 
 
 

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Onde estão os 60%?




Ao contrário de muito boa gente, cá em casa recebe-se publicidade. É verdade que chega muita coisa inútil, mas também é certo que é uma forma de aceder a folhetos de promoções que podem ser úteis dependendo do tamanho da última.

Assim sendo, esta semana, chegou o folheto da Rádio Popular repleto de electrodomésticos e tecnologia, tudo coisas que podem ser úteis e divertidas, dependendo do ponto de vista. Logo na capa, anunciam descontos até 60%, o que seria uma percentagem considerável e potencialmente interessante, dependo do produto e do preço em questão. Já de olho nisso, desfolhei o folheto à procura do ouro. Qual quê! Foi totalmente em vão. Procurei e voltei a procurar e nada de 60%. O máximo que por lá encontrei foram uns meros 40%. Sim, eu sei, não é mau de todo. Mas está longe do que anunciam em letras bem gordas. Está bem que acredito que na loja existam descontos que correspondam a esses valores, mas qual a utilidade de fazer um folheto onde não incluem nenhum produto dentro da promoção anunciada? Se querem saber, é que perco logo a vontade de descobrir quais são. Afinal, se fossem bons estavam lá, no folheto. Se não estão, talvez não compense perder tempo a deslocar-me até à loja mais próxima.


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Saldos #3 - Comércio Tradicional


Hoje, venho vos mostrar uma das primeiras compras que fiz nesta época de saldos. Um verdadeiro achado, numa loja em Almada. Aquilo que eu chamaria de loja de chineses de roupa, como tanto se usa agora. Mas sem chineses.
 
Preconceitos à parte, estava a precisar de umas sandálias rasas para esta minha vida de bater portas. Assim sendo, encontrei no meio da confusão de chinelos e coisas do género - muito giros, mas pouco apropriados para trabalhar - estas duas coisas fofas que comigo vieram para casa pela módica quantia de 5€. As duas! O que significa que cada uma custou 2,5€. E posso dizer que têm-se portado muito bem no terreno. :)
 
 
 

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Robin Williams *


Em tempos idos, quando pensava em suicídio, achava que seria precisa muita coragem para cometer tal acto. Com o passar dos anos e, sobretudo, com o passar da vida diante de mim, cheguei à conclusão que não chega bem a ser isso... Pelo menos, só a coragem não chega para tomar a decisão e concretizar o fim da própria vida. Afinal o que levará uma pessoa a desistir de viver? A pensar que a morte e o desconhecido que ela encerra serão melhores que o hoje, o aqui e o agora? De facto, para falar a verdade, não saberei responder com conhecimento de causa. Com todos os problemas que a vida nos brinda constantemente, mesmo assim, contínuo a sentir que vale a pena e que cada dia é uma descoberta que não quero perder.

Contudo, posso tentar colocar-me nessa posição. E o que me passa pela cabeça, actualmente, quando penso nisto, sem falar no óbvio, a depressão, que coloca essas ideias em destaque com mais frequência do que seria desejável, concluo que o motor, que faz a ideia passar a acções, é a profunda falta de esperança. Só quem não acredita, de nenhuma forma, por mais pequena que seja, é que consegue, efectivamente, colocar um ponto final à vida. Tem de se perder a fé em nós próprios, nos outros que nos rodeiam, talvez, em toda a Humanidade. O que nos dias que correm e com tudo o que vemos acontecer à nossa volta, não é de todo difícil... No entanto, esta será uma desesperança de muito tempo, e não só do momento. Uma coisa com raízes entranhadas e que sufocam ao ponto de se desejar a morte como consolo.

Apesar dos dias que já se passaram desde a notícia, contínuo com este sentimento de perda. Porque me revolta que sejam sempre os mais talentosos, os mais (aparentemente) alegres, os mais amigos a caírem nas malhas da morte. Caírem não, a atirarem-se quando, com toda a certeza, teriam tanto para fazer, dizer, para tocar outras pessoas. Robin Williams talvez naquele momento não tenha pensado nisto, mas é notório que tocou a vida de imensas pessoas em todo o mundo com o seu talento e com papéis que marcaram crianças, adolescentes e adultos. Que pena que não tenha pensado nisto e no que poderia ainda fazer no futuro...

Sei que o Clube dos Poetas Mortos será encarado como um cliché nesta altura, mas é de facto a memória mais antiga, mais forte e com mais significado que tenho de cinema. Um filme para ver, rever e voltar a ver. Porque a mensagem é intemporal e toca qualquer geração. Esta frase em particular, foi também ela uma escolha propositada, porque quero acreditar que, apesar de tudo, ele terá aproveitado cada dia que viveu com intensidade, da mesma forma, que ensinou todos nós a fazê-lo. A morte é certa para todos, por isso o hoje é tudo o que temos. Carpe Diem!
 
 
*Sei que este post já vem um tanto ou quanto fora de horas, mas as férias não permitiram - nem eu permiti - debruçar-me sobre tão pesado tema durante a minha silly season. Preferi esperar, pensar e sentir o assunto com o respeito e atenção que merece. Para este homem, um RIP seria pouco.

domingo, 17 de agosto de 2014

Voltei, voltei de lá


Como o que é bom acaba depressa, cá estou eu de volta a sul para gastar os últimos cartuchos destas férias. E quando digo últimos, refiro-me mesmo a estas horas que me separam do dia de trabalho de amanhã.
 
Mas isso é só amanhã, por isso, para os mais distraídos - ou anti-sociais - aqui deixo algumas das fotos que fui partilhando ao longo da semana no Facebook do estaminé e outras que ficaram perdidas pelo telemóvel. 
 
 Um dos meus sonhos de consumo. Um pão de forma - que possa andar na estrada, de preferência.
Esta encontrei na Pull & Bear no Parque Nascente.
 
Esta foi a minha companhia na noite em que fiquei em casa a ouvir a chuva cair.
Excelente companhia, por sinal. Podem ler que não vão ficar desiludidos. Sobretudo se, como eu, cresceram a ouvir falar da vida em Moçambique na época colonial.
 
Esta é parte da minha colecção de carochas... Só alguns, todos não cabiam na foto sem mostrar quase a sala inteira.  
 
 Este foi o saco que veio comigo durante a minha visita à Primark! Só para terem uma ideia, porque depois mostro-vos com mais pormenor as boas compras que fiz.
 
Este foi o lanche pelo qual andava a salivar nos últimos meses. É que este pão não se encontra cá por baixo! Nem nada que se lhe pareça...
 
Outra das iguarias que me tiravam o sono. Este restaurante tem uma carta que nos deixa de água na boca só de ler. Porque tem uma variedade enorme e tudo é saboroso de doer. Nesta noite, a escolha recaiu por um Bacalhau Gratinado com Gambas e uma Pizza Havaiana. Nham, nham... 
 
Um pormenor do look da noite... 
 
A chegada a casa... Que cansaço! 
 

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