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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Vamos falar de presentes


Pois é, agora que já acabou o Verão e as férias e o regresso às aulas também já deixou de ser assunto, resta-nos o assunto óbvio que dura até Dezembro: o Natal. Incontornável e em crescendo. Sempre a aumentar de intensidade.

Quem anda aqui por estas paragens há uns tempos já está farta de saber que o Natal não é assim uma coisa que me deixe feliz e bem disposta. Mas dado que não há como fugir à coisa, é preciso enfrentar e focar-nos nas coisas boas que o Natal nos traz.

Sim, consumista me confesso! E como os euros não são coisa que se multipliquem na minha carteira e ainda menos na minha conta bancária, nada como esta altura para começar a sonhar com os presentes que me faziam feliz só de imaginar encontra-los no sapatinho!
Provavelmente não serão os dos meus sonhos maiores ou mais ambiciosos. Não faz mal. Também tenho sonhos mais acessíveis, claro está.

Mas hoje quero sonhar em grande. Com uma coisa que me faz falta, é certo. Mas dificilmente será este modelo a vir comigo para casa. Que pena...

O difícil seria escolher a cor. Branco ou preto? Ai, se tudo o que nos separa fosse uma questão de cor...
Portanto, aqui fica o número 1 da minha Wishlist natalícia para 2013. Sintam-se à vontade para me oferecer, ok? ;p

domingo, 29 de setembro de 2013

Amor Electro e Simone


A isto eu chamo talento.
Da extravagante Mariza Liz que soube, como já é habitual, dar o devido valor a cada palavra de um poema lindíssimo.
E do brilhante Tiago Pais Dias que faz música como ninguém e tornou esta música numa coisa actual sem lhe retirar a beleza. Ao contrário, só acrescenta notas de beleza.
 
E aqui vê-se, sente-se e ouve-se música.
É preciso muita coragem e muita paixão pela arte para se fazer uma coisa destas.
Só a grande Simone para nos dar um momento destes. Porque esta mulher deita musicalidade por cada poro. E assim será até ao fim, com certeza.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Mudança súbita


Estou a falar deste tempo, como está bom de ver.
Assim de repente, sem aviso prévio, passamos de um belo tempo ensolarado para um tempo invernoso com direito a chuva e trovoada.
Num dia andamos de sandálias, manga cava e de vidros abertos nas viagens de carro. No seguinte, passamos para calçado fechado, casacos e guarda chuva.
Nem nos dá tempo para nos prepararmos gradualmente. Com calma para a malta não se assustar.

A outra mudança súbita aconteceu quando mudei de cidade assim de repente. Do Norte para o Sul. Num passe de mágica.
Esta mudança traduz-se numa outra que acontecerá este Domingo.
É dia de eleições autárquicas. Mas, pela primeira vez, não irei exercer esse meu direito de voto.
A classe política não tem merecido a nossa confiança. Acho que todos sentimos uma descrença nos políticos do nosso país. E sinto também que, para muitos, não merecem que se percorra os poucos metros de distância para ir votar. Nem que se perca horas úteis do nosso Domingo. Agora pensem percorrer quase 300 km para cada lado apenas para votar.
Vou ficar em casa, portanto, por razões óbvias.
Mas tenho cá para mim que a abstenção deste ano será ainda maior do que tem sido nos últimos anos...

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